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	<title>Arquivos Pesquisa e conhecimento - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos Pesquisa e conhecimento - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Decolonizar o ensino de administração: um passo de cada vez</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/decolonizar-o-ensino-de-administracao-um-passo-de-cada-vez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 11:09:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Decolonização do currículo]]></category>
		<category><![CDATA[ensino de gestão.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/escolhida.amon_-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/escolhida.amon_-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/escolhida.amon_-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/escolhida.amon_-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/escolhida.amon_-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O mundo está mudando, e a forma como ensinamos administração e gestão também precisa mudar. Durante muito tempo, o ensino nessas áreas foi baseado principalmente em teorias e práticas desenvolvidas em países desenvolvidos, como os Estados Unidos e o Reino Unido. Muitas vezes, ignorando diferentes culturas, histórias e realidades. Portanto, a proposta de “decolonizar o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/escolhida.amon_-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/escolhida.amon_-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/escolhida.amon_-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/escolhida.amon_-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/escolhida.amon_-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O mundo está mudando, e a forma como ensinamos administração e gestão também precisa mudar. Durante muito tempo, o ensino nessas áreas foi baseado principalmente em teorias e práticas desenvolvidas em países desenvolvidos, como os Estados Unidos e o Reino Unido. Muitas vezes, ignorando diferentes culturas, histórias e realidades. Portanto, a proposta de “decolonizar o currículo” surge como um convite para tornar o ensino mais justo, inclusivo e conectado com o mundo real. Isso é especialmente relevante para tornar o conhecimento em administração mais relevantes para os países do Sul Global. Esse é o caso do Brasil, por exemplo, em que os contextos socioeconômicos e institucionais são muito distintos.</p>
<h1>Decolonizar o ensino: por onde começar</h1>
<p>O pesquisador da FGV EAESP, Amon de Barros, publicou um artigo com os pesquisadores baseados no Reino Unido e no México &#8211; Martyna Śliwa, Stephanie Decker, Kingsley Omeihe e Ajnesh Prasad na revista internacional Management Learning. Os autores argumentam a favor de uma mudança progressiva e consciente na forma como as escolas de negócios ensinam. Eles propõem o conceito de “modéstia ontológica” como ponto de partida. Propõem a reflexão contínua sobre o que é possível fazer e como se deve agir de modo a construir um ambiente de ensino-aprendizagem mais aberto a conhecimentos e perspectivas locais. Eles também devem vir de fora do cânone da administração americanizada. A ideia é os pesquisadores se disporem a abraçar oportunidades de aumentar os espaços de inclusão de ideias e pessoas, mesmo que aos poucos.</p>
<h2>Valorizar mais os saberes do Sul Global</h2>
<p>Eles observam que ideias vindas do Norte Global ainda dominam o conhecimento em gestão, com pouca valorização das experiências e saberes de outras partes do mundo. Muitas vezes, o que se aprende nas salas de aula parece distante da realidade de quem está estudando. Além disso, o avanço profissional de professores e pesquisadores ainda depende, em grande parte, da publicação em revistas estrangeiras e do ensino em inglês. Isso que reforça desigualdades, já que essas publicações muitas vezes se concentram em torno de um corpo de conhecimentos reconhecido, com menos espaço para alternativas e, mesmo, para inovação.</p>
<p>Sendo assim, para começar a transformar esse cenário, o estudo sugere algumas ações. Escolher estudos de caso que representem a diversidade cultural dos alunos, discutir de forma crítica a origem e os interesses por trás dos conceitos ensinados são algumas delas. Além disso, incluir vozes do Sul Global no conteúdo. Tudo isso precisa ser feito com consciência de que não será possível mudar tudo de uma vez, mas é possível caminhar na direção certa com esforço contínuo.</p>
<p>Além disso, decolonizar o currículo não é apenas mudar conteúdos, mas repensar o papel das escolas de negócios na sociedade. Isso inclui a conscientização dos professores sobre a importância de expandir as abordagens que estão presentes em seus cursos. Os autores defendem que o processo de decolonizar deve incluir diálogo, paciência e reconhecimento dos desafios específicos de cada contexto. Assim, não se trata de abandonar o conhecimento já estabelecido, mas de abrir espaço para novos saberes e perspectivas, valorizando a pluralidade.</p>
<p>Um exemplo prático foi a criação do guia Decolonising the Curriculum, que teve seu desenvolvimento liderado pelas co-autoras do artigo, professoras Martyna Sliwa e Stephanie Decker, pesquisadoras da British Academy of Management. O guia apresenta dicas e sugestões para professores que querem começar essa transformação.</p>
<h3>Pensar um futuro diferente para os estudos de administração e gestão</h3>
<p>Por fim, a proposta de decolonizar o ensino em gestão é, acima de tudo, um convite à humildade e ao compromisso. É entender que grandes mudanças começam com pequenos passos – como incluir outras vozes, repensar exemplos e refletir sobre o impacto do que se ensina. Com essa abordagem de modéstia ontológica, é possível criar um ensino mais justo, diverso e conectado com o mundo em que vivemos e nos quais os gestores atuam.</p>
<p>Se você é estudante, professor ou profissional da área, essa reflexão também é sua. Afinal, mudar a forma de ensinar é um passo importante para mudar a forma como gerenciamos e nos relacionamos no mundo.</p>
<p>Leia <a href="https://journals.sagepub.com/doi/pdf/10.1177/13505076251323764">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Impacto da produção científica pode aumentar com projetos de pesquisa que respondem a demandas da sociedade</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/impacto-producao-pesquisa-cientifica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2023 11:58:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[aplicação prática]]></category>
		<category><![CDATA[impacto da produção científica]]></category>
		<category><![CDATA[impacto social]]></category>
		<category><![CDATA[métricas de avaliação de impacto acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa científica]]></category>
		<category><![CDATA[produção de conhecimento científico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/documentos-infografico-mesa-trabalho-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mãos de duas pessoas estão sobre documentos com informações e infográficos dispostos sobre mesa de trabalho" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/documentos-infografico-mesa-trabalho-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/documentos-infografico-mesa-trabalho-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/documentos-infografico-mesa-trabalho-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/documentos-infografico-mesa-trabalho-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Para potencializar os impactos da produção científica na sociedade, projetos de pesquisa devem considerar resultados práticos em suas atividades. Hoje, grande parte dos estudos apresentam foco acadêmico, como publicação de artigos em revistas científicas ou produção de materiais didáticos. Além disso, os pesquisadores devem priorizar modos alternativos de produzir o conhecimento, incorporando aspectos políticos e [&#8230;]</p>
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<p>A reflexão está em <a href="https://www.scielo.br/j/cebape/a/wMwB9tCJr7gKtfPztXmcRpK/">artigo publicado pelos pesquisadores da FGV EAESP Thomaz Wood Junior e Adriana Wilner</a> na revista “<i>Cadernos EBAPE.BR”</i>. Para desenvolver e testar um modelo de avaliação de impacto da produção científica, os autores analisaram 23 projetos de pesquisa brasileiros realizados no âmbito do Projeto Institucional de Internacionalização (prInt) da Capes, entre março e dezembro de 2021. Eles realizaram entrevistas individuais com os responsáveis pelos projetos, o que permitiu a criação de quadros de classificação do impacto acadêmico e prático de cada pesquisa.</p>
<p>De acordo com o estudo, a maioria dos projetos teve enfoque científico e gerou impactos dentro da academia. Por outro lado, os impactos práticos &#8211; em organizações, políticas públicas ou na sociedade &#8211; foram escassos ou ausentes na maioria dos casos. Esses resultados indicam que o modo tradicional de produção do conhecimento, restrito ao âmbito acadêmico, ainda é predominante. Além disso, a academia ainda é isolada do restante da sociedade, com pouca interação com membros de empresas e do governo, o que restringe o alcance e a influência prática das pesquisas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Instituições podem mudar o cenário e fortalecer o impacto da produção científica na prática<br />
</b></h2>
<p>Os autores apontam que, em grande parte, a falta de enfoque prático se deve às instituições de pesquisa e às agências financiadoras, que estimulam mais a publicação de novos artigos do que a interação com a sociedade. Segundo o artigo, além de fomentar novos modelos de produção de conhecimento voltados à prática, é necessário criar novas formas de avaliar o impacto, com indicadores que permitam mensurar o efeito social das pesquisas. Os órgãos de financiamento, por exemplo, podem solicitar projetos de pesquisa estruturados que relacionem atividades, produtos, resultados e impactos. As instituições também devem fomentar a disseminação das pesquisas voltadas à aplicação prática, bem como a mobilização de atores externos para impulsionar o impacto social.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, a maioria dos projetos tem potencial para incorporar o impacto prático. Eles citam pesquisas da amostra que foram utilizadas na elaboração de leis, políticas e na gestão organizacional. A proposta de avaliação dos autores pode estimular o uso da ciência na solução de problemas e desafios complexos da sociedade em diferentes áreas do conhecimento.</p>
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		<item>
		<title>Combinação de inteligência artificial e metodologias tradicionais traz melhorias à análise de dados qualitativos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/combinacao-de-inteligencia-artificial-e-metodologias-tradicionais-traz-melhorias-a-analise-de-dados-qualitativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[análise de dados]]></category>
		<category><![CDATA[dados qualitativos]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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		<category><![CDATA[text mining]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/pessoa-que-usa-a-ferramenta-ai-no-trabalho-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="pessoa-que-usa-a-ferramenta-ai-no-trabalho" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/pessoa-que-usa-a-ferramenta-ai-no-trabalho-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/pessoa-que-usa-a-ferramenta-ai-no-trabalho-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/pessoa-que-usa-a-ferramenta-ai-no-trabalho-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em conjunto com técnicas tradicionais, metodologias baseadas em inteligência artificial (IA) podem complementar a análise de dados qualitativos. A chamada mineração de textos &#8211; ou text mining &#8211; baseia-se na aprendizagem de máquina para extrair informações de materiais textuais. Num cenário de reutilização de dados gerados por outras pesquisas e sob moderação humana, a técnica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/pessoa-que-usa-a-ferramenta-ai-no-trabalho-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="pessoa-que-usa-a-ferramenta-ai-no-trabalho" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/pessoa-que-usa-a-ferramenta-ai-no-trabalho-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/pessoa-que-usa-a-ferramenta-ai-no-trabalho-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/pessoa-que-usa-a-ferramenta-ai-no-trabalho-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em conjunto com técnicas tradicionais, metodologias baseadas em <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/artigo-propoe-gestao-de-riscos-para-inteligencia-artificial-em-organizacoes/">inteligência artificial</a> (IA) podem complementar a análise de dados qualitativos. A chamada mineração de textos &#8211; ou <i>text mining</i> &#8211; baseia-se na aprendizagem de máquina para extrair informações de materiais textuais. Num cenário de reutilização de dados gerados por outras pesquisas e sob moderação humana, a técnica tem o potencial de apoiar e aprofundar resultados previamente encontrados, revelar novas evidências e reduzir vieses humanos. Um novo modelo metodológico combinando meios tradicionais de pesquisa e <i>big data</i> é proposto como estratégia para enriquecer tais análises.</p>
<p>É o que mostra estudo publicado pelos pesquisadores da FGV EAESP Eduardo Henrique Diniz, João Luiz Becker e Henrique Pontes Gonçalves de Oliveira, em colaboração com Carla Bonato Marcolin, da Universidade Federal de Uberlândia, na revista “Qualitative Research in Organizations and Management”. Para comparar a análise de textos feita por seres humanos e máquinas, os pesquisadores aplicaram técnicas automatizadas de análise de dados em 25 entrevistas previamente analisadas por métodos tradicionais, buscando evidenciar as semelhanças e diferenças de cada tratamento.</p>
<p>O estudo original de onde foram coletados os dados tinha como objetivo entender a internacionalização da pesquisa de pós-graduação do Brasil. As 25 entrevistas realizadas para atingir o objetivo foram analisadas com métodos tradicionais da pesquisa qualitativa e resultaram na elaboração de um modelo de categorias contendo as principais perspectivas e estratégias para a inserção internacional da pesquisa brasileira. Com a análise baseada em IA, feita posteriormente, um novo modelo foi gerado e comparado com os resultados do método tradicional.</p>
<h2>Inteligência artificial inspira novo modelo de pesquisa para complementar a análise qualitativa tradicional</h2>
<p>Os autores apontam que a nova análise foi capaz de definir os mesmos tópicos revelados pela análise tradicional. Desta forma, confirmou duas das quatro categorias identificadas previamente como relevantes para o tema da internacionalização da pesquisa e distribuindo as demais em novos conjuntos equivalentes a um ou mais tópicos originais. O modelo da IA também revelou uma nova categoria considerada relevante que não havia sido adequadamente contemplada pelos pesquisadores na análise inicial &#8211; a importância do idioma inglês &#8211; mas não detectou um dos tópicos originais &#8211; a evolução do tema ao longo do tempo e suas perspectivas futuras.</p>
<p>A partir da comparação entre os dois modelos, os pesquisadores desenvolveram um novo modelo com contribuições de ambas as análises. O modelo final manteve as categorias iniciais, mas com um aprofundamento no conjunto de palavras associado a cada uma, a adição de uma nova categoria e uma organização hierárquica diferente, considerando as mudanças destacadas pela IA. Nesse cenário, a análise baseada em IA destacou-se como uma ferramenta complementar para a pesquisa qualitativa. Em pesquisas futuras, os autores sugerem testar a nova metodologia em diferentes conjuntos de entrevistas e aprimorar a tecnologia de forma a reduzir possíveis erros.</p>
<p><a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/QROM-07-2021-2173/full/html">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dinâmicas de plataformas digitais estimulam debates morais sobre o uso de armas de fogo no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/dinamicas-de-plataformas-digitais-estimulam-debates-morais-sobre-o-uso-de-armas-de-fogo-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 11:15:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[armas de fogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/vista-lateral-do-homem-usando-smartphone1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/vista-lateral-do-homem-usando-smartphone1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/vista-lateral-do-homem-usando-smartphone1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/vista-lateral-do-homem-usando-smartphone1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />No debate sobre a legalização de armas de fogo no Brasil, as plataformas digitais são responsáveis por impulsionar o discurso moral de seus consumidores. Redes como X/Twitter e YouTube possuem recursos que facilitam, ou mesmo incentivam, a expressão e consolidação de valores por usuários e influenciadores digitais. Notícias e fatos políticos também alimentam esses comportamentos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/vista-lateral-do-homem-usando-smartphone1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/vista-lateral-do-homem-usando-smartphone1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/vista-lateral-do-homem-usando-smartphone1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/vista-lateral-do-homem-usando-smartphone1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>No debate sobre a legalização de armas de fogo no Brasil, as plataformas digitais são responsáveis por impulsionar o discurso moral de seus consumidores. Redes como X/Twitter e YouTube possuem recursos que facilitam, ou mesmo incentivam, a expressão e consolidação de valores por usuários e influenciadores digitais. Notícias e fatos políticos também alimentam esses comportamentos, permitindo ao público abordar os acontecimentos em suas reflexões morais por meio de comentários nas mídias &#8211; sejam pró ou contra o porte de armas &#8211; e criando condições para que os debates evoluam.</p>
<p>A análise está em artigo publicado na revista “Journal of Macromarketing” pelo pesquisador da FGV EAESP Benjamin Rosenthal, em colaboração com Massimo Airoldi, da Universidade de Milão. Os autores entendem a moralidade como a capacidade do indivíduo de justificar seu posicionamento em situações de disputa. Para entender o papel das redes sociais na construção de discussões coletivas morais, os autores investigaram a discussão sobre a flexibilização do uso de armas de fogo no Brasil nas plataformas Twitter e no YouTube por meio de publicações, vídeos e comentários de usuários e influenciadores digitais. Os dados foram coletados entre 01 de janeiro e 15 de agosto de 2019, um momento de intenso debate político no país sobre o tema.</p>
<p>Segundo os autores, usuários e <i>influencers</i> aproveitam debates correntes da atualidade do país para expressar suas visões morais, enquadrando os problemas da sociedade brasileira em seus discursos morais. Um exemplo foi o decreto do ex-presidente Jair Bolsonaro facilitando a posse de armas, em 15 de janeiro de 2019, ocasião em que ambas as plataformas registraram picos de discussões.</p>
<p>Somado a isso, as redes têm dinâmicas que propiciam o fenômeno: no Twitter, os algoritmos destacam conteúdos de interesse dos usuários, permitindo que grupos com ideias semelhantes se conectem entre si e confrontem indivíduos do lado oposto. Já no YouTube, o conteúdo extenso e visual, os comentários livres e o algoritmo de recomendação permitem unir indivíduos com o mesmo pensamento de forma contínua.</p>
<h2>Qual a responsabilidade das plataformas nos debates sobre armas de fogo?</h2>
<p>O estudo também mostra que cada plataforma tem particularidades que afetam a criação e a circulação dos discursos morais. Por exemplo, os autores chegaram à conclusão de que o Twitter induz debates morais de forma mais intensa que o YouTube, que apresentou cerca de 15% de discussões a menos. Isso pode ser explicado pela dinâmica do Twitter, que propicia interações entre usuários de diferentes perfis.</p>
<p>Rosenthal e Airoldi ainda sugerem que corporações, governos e ONGs reguladoras devem considerar a responsabilidade das plataformas digitais &#8211; especialmente aquelas com políticas de moderação de conteúdo fracas &#8211; e seus influenciadores na formação dos valores morais coletivos. Eles sugerem, por exemplo, uma aliança entre as instituições e os <i>influencers</i>, de modo a espalhar informações verdadeiras e seguras em relação à legalização do porte de armas, bem como seus riscos pessoais e civis.</p>
<p><a href="https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/02761467231204866">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Investimentos em saúde, lazer e segurança no trabalho melhoram qualidade de vida de funcionários de hospital</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/investimentos-em-saude-lazer-e-seguranca-no-trabalho-melhoram-qualidade-de-vida-de-funcionarios-de-hospital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Oct 2023 11:16:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[funcionários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Gestão hospitalar deve elaborar estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em hospital de São Paulo, uma estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho aumenta a adesão e o estado de saúde dos trabalhadores. A iniciativa, realizada por meio de parcerias entre empresas e operadoras de saúde, baseia-se no foco em três grandes áreas ligadas à qualidade de vida: clínicas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Gestão hospitalar deve elaborar estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em hospital de São Paulo, uma estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho aumenta a adesão e o estado de saúde dos trabalhadores. A iniciativa, realizada por meio de parcerias entre empresas e operadoras de saúde, baseia-se no foco em três grandes áreas ligadas à qualidade de vida: clínicas de atendimento, áreas destinadas ao lazer e gestão da segurança do trabalho. O programa tem gerado resultados positivos: os funcionários participam ativamente das iniciativas e há redução significativa do comportamento sedentário e do estresse, por exemplo.</p>
<p>A análise está em artigo publicado na “Revista Brasileira de Saúde Suplementar” (RBSS) pelos pesquisadores da FGV EAESP, Alberto José Niituma Ogata e Ana Maria Malik, em colaboração com o gestor de saúde Leonardo Piovesan Mendonça. Para investigar a implementação de programas de bem-estar dos trabalhadores nas empresas, os autores realizaram um estudo de caso analisando a iniciativa de promoção de saúde do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), em São Paulo, em parceria com operadoras de saúde, bem como suas ferramentas e resultados.</p>
<h2>Gestão hospitalar pode incentivar prática de exercícios físicos e alimentação saudável dos trabalhadores</h2>
<p>O chamado Programa Bem-Estar (PBE) foi implementado em 2011 com o objetivo de investir em estruturas de <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/relacoes-pessoais-e-impacto-social-do-trabalho-sao-essenciais-para-o-bem-estar-de-profissionais-da-enfermagem/">promoção da saúde do trabalhador no ambiente de trabalho</a>. Dentre os recursos oferecidos pelo programa estão diversas modalidades de exercícios físicos, como academias de ginástica, atendimento médico próprio ao trabalhador e treinamentos relacionados à segurança do trabalho, como simulados de combate a incêndios. Além das atividades, o programa oferece um sistema de incentivos que auxilia na adesão dos funcionários. Ao manter vacinas e exames médicos em dia, por exemplo, os funcionários acumulam pontos que podem ser revertidos em uma porcentagem de sua remuneração.</p>
<p>Os autores apontam que mais de 98% dos funcionários participam da iniciativa, com as taxas de adesão às atividades físicas chegando a 90%. Além da redução de comportamentos sedentários, também houve melhora significativa na alimentação dos funcionários e na economia com custos de planos de saúde: entre 2016 e 2018, por exemplo, houve uma redução de 30% nos custos médicos em usuários de academia de ginástica. Vale destacar que a iniciativa tornou-se referência na área, acumulando prêmios nacionais e mundiais em programas de qualidade de vida.</p>
<p><a href="https://rbss.org.br/index.php/RBSS/article/view/4/5">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Prática inovadora de ensino combina diferentes metodologias ativas para engajar estudantes de Administração de Empresas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/pratica-inovadora-de-ensino-combina-diferentes-metodologias-ativas-para-engajar-estudantes-de-administracao-de-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 11:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[administração de empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-mary-taylor-5896667-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="A partir de três metodologias ativas de aprendizagem, sistema proposto por professores da FGV incentiva habilidades de alunos de graduação" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-mary-taylor-5896667-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-mary-taylor-5896667-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-mary-taylor-5896667-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-mary-taylor-5896667-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em meio à crescente dificuldade em despertar o interesse dos alunos em sala de aula, uma dinâmica inovadora de ensino surge como alternativa aos métodos tradicionais e traz maior engajamento dos estudantes com o aprendizado. Baseada na integração de três diferentes metodologias ativas, o sistema &#8211; que combina atividades extraclasse, práticas coletivas e projetos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-mary-taylor-5896667-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="A partir de três metodologias ativas de aprendizagem, sistema proposto por professores da FGV incentiva habilidades de alunos de graduação" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-mary-taylor-5896667-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-mary-taylor-5896667-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-mary-taylor-5896667-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-mary-taylor-5896667-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em meio à crescente dificuldade em despertar o interesse dos alunos em sala de aula, uma dinâmica inovadora de ensino surge como alternativa aos métodos tradicionais e traz maior engajamento dos estudantes com o aprendizado. Baseada na integração de três diferentes metodologias ativas, o sistema &#8211; que combina atividades extraclasse, práticas coletivas e projetos de longa duração &#8211; oferece um ambiente de maior participação dos alunos com o conteúdo e entre si, permitindo o desenvolvimento de importantes habilidades profissionais e acadêmicas.</p>
<p>A análise está em artigo publicado pelos pesquisadores da FGV EAESP, Henrique de Campos Junior e Francine Zanin Bagatini, na revista “GVcasos”. O estudo foi feito a partir da aplicação das metodologias em quatro disciplinas de <i>Marketing </i>do curso de graduação em Administração de Empresas. A ideia, segundo os autores, era entender o impacto da utilização das três técnicas, em conjunto, no processo educativo.</p>
<p>A dinâmica abordada na pesquisa é composta, primeiramente, pelo <i>microlearning,</i> técnica em que os alunos entram em contato previamente com breves conteúdos <i>online </i>relacionados à aula. Em conjunto, utilizam-se a aprendizagem colaborativa, que se baseia na resolução de atividades em grupo no momento da aula e a aprendizagem baseada em projetos, que tem como objetivo inserir os estudantes em cenários de conflito reais encontrados em grandes empresas do mercado de trabalho. Esses mecanismos permitem com que os alunos trabalhem características como responsabilidade, disciplina e comunicação, além de garantir a aplicação prática do conteúdo teórico das aulas e a preparação para o mercado de trabalho.</p>
<h3>Metodologias ativas de aprendizagem melhoram desempenho de alunos</h3>
<p>De acordo com os autores, as estratégias, quando implementadas simultaneamente, são responsáveis por contribuir para a aplicação e potencializar os benefícios educativos umas das outras. A pesquisa revela, por exemplo, que a integração dos três métodos durante o semestre foi responsável por um aumento de meio ponto na média final dos alunos, em comparação à mesma disciplina do ano anterior, ministrada a partir de métodos tradicionais. A prática também foi recebida de forma positiva pelos estudantes &#8211; uma taxa de quatro em cada cinco estudantes engajaram com os conteúdos do <i>microlearning</i> durante as disciplinas.</p>
<p>Os autores apontam, ainda, o potencial de aprimoramento do método. Os dados gerados pelo <i>microlearning</i>, por exemplo, que ocorre em ambiente digital, podem ser utilizados por inteligência artificial para gerar recomendações de conteúdo ou indicar lacunas de conhecimento para cada estudante. Por último, os autores ainda destacam que a metodologia pode ser facilmente replicada em anos seguintes ou, ainda, adaptada a outras áreas do conhecimento.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvcasos/article/download/88512/83694">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Prática de ensino focada nas experiências dos próprios alunos traz benefícios ao processo de aprendizagem</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/pratica-de-ensino-focada-nas-experiencias-dos-proprios-alunos-traz-beneficios-ao-processo-de-aprendizagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 11:38:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[administração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-tima-miroshnichenko-5685810-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-tima-miroshnichenko-5685810-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-tima-miroshnichenko-5685810-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-tima-miroshnichenko-5685810-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-tima-miroshnichenko-5685810-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Utilizados como ferramenta de educação alternativa, os chamados diários reflexivos são produzidos a partir de observações dos alunos sobre suas experiências individuais com as atividades de ensino. As observações permitem o desenvolvimento de habilidades que conectam estudantes e professores ao processo educativo e entre si, auxiliando no aprendizado. É o que mostra Carla Campana, pesquisadora [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-tima-miroshnichenko-5685810-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-tima-miroshnichenko-5685810-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-tima-miroshnichenko-5685810-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-tima-miroshnichenko-5685810-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-tima-miroshnichenko-5685810-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Utilizados como ferramenta de educação alternativa, os chamados diários reflexivos são produzidos a partir de observações dos alunos sobre suas experiências individuais com as atividades de ensino. As observações permitem o desenvolvimento de habilidades que conectam estudantes e professores ao processo educativo e entre si, auxiliando no aprendizado. É o que mostra Carla Campana, pesquisadora da FGV EAESP, em artigo na revista “GVcasos&#8221;.</p>
<p>Para investigar o papel da prática na educação de alunos do ensino superior, a autora discute o uso dos diários por alunos da graduação em Administração de Empresas da FGV EAESP durante um programa pedagógico da instituição, que desde 2017 integra a grade curricular do curso. A partir de literatura da área e trechos ilustrativos dos registros, o estudo apresenta resultados e sugestões de uso dessa ferramenta tanto por estudantes quanto por docentes.</p>
<p>Segundo o estudo, os diários são feitos em formato de texto, mas frequentemente são complementados por fotos, colagens, desenhos e outros tipos de registros que auxiliam no processamento das informações. Em seu conteúdo, os alunos trazem relatos, expectativas, <i>feedbacks</i> e uma autoavaliação sobre o aprendizado que obtiveram com o projeto naquela semana, trazendo conceitos aprendidos, emoções que surgiram com a experiência e aspectos em que ainda desejam melhorar. Esse tipo de reflexão traz maior envolvimento e alinhamento dos estudantes com seu próprio ensino, ressalta a autora.</p>
<p>A autora ainda destaca que a prática pode ser utilizada por professores com o intuito de avaliar e acompanhar o aprendizado da turma, uma vez que permite a identificação de dificuldades gerais da turma e pontos que ainda devem ser aprimorados. Diferentemente dos métodos de avaliação tradicionais, como provas e trabalhos, esses instrumentos permitem ao docente realizar intervenções ao longo do curso de acordo com o <i>feedback</i> dos alunos, além de aproximar e criar conexões entre os dois grupos.</p>
<p><a href="https://periodicos.fgv.br/gvcasos/article/view/88505/83695">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/pratica-de-ensino-focada-nas-experiencias-dos-proprios-alunos-traz-beneficios-ao-processo-de-aprendizagem/">Prática de ensino focada nas experiências dos próprios alunos traz benefícios ao processo de aprendizagem</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>Retorno ao trabalho presencial traz mais bem-estar psicológico a homens e funcionários em tempo integral na empresa</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/retorno-ao-trabalho-presencial-traz-mais-bem-estar-psicologico-a-homens-e-funcionarios-em-tempo-integral-na-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 13:18:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho remoto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />No retorno a atividades de trabalho presenciais durante a pandemia de Covid-19, a prevalência de bem-estar entre funcionários homens foi de 71%, índice significativamente maior do que entre mulheres. Neste grupo,  o predomínio do bem-estar adequado foi de apenas 56%, o que pode estar relacionado à maior exposição das mulheres a situações de risco e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>No retorno a atividades de trabalho presenciais durante a pandemia de Covid-19, a prevalência de bem-estar entre funcionários homens foi de 71%, índice significativamente maior do que entre mulheres. Neste grupo,  o predomínio do bem-estar adequado foi de apenas 56%, o que pode estar relacionado à maior exposição das mulheres a situações de risco e estresse, como sobrecarga de trabalho e acúmulo do cuidado com a família, e à ocorrência de transtornos como ansiedade e depressão. A constatação é de artigo com participação dos pesquisadores da FGV EAESP Alberto José Niituma Ogata e Ana Maria Malik publicado na revista “Journal of Occupational and Environmental Medicine”.</p>
<p>Os autores aplicaram questionário online a 2241 trabalhadores de nove empresas brasileiras dos setores de indústria e construção entre outubro e novembro de 2021. O bem-estar psicológico dos participantes foi avaliado de acordo com o Índice de Bem-Estar da Organização Mundial da Saúde considerando as características sociodemográficas, laborais e as condições de saúde dos trabalhadores da amostra. Do total de participantes da pesquisa, 63.15% apresentaram bem-estar adequado.</p>
<p>Trabalhadores das equipes de limpeza, manutenção ou segurança relataram maior prevalência de bem-estar adequado, de 85%. O menor índice, 57%, foi registrado entre os trabalhadores administrativos. Com relação ao regime de trabalho, as chances de bem-estar adequado foram maiores entre os funcionários que atuavam em tempo integral na empresa, com 74% de prevalência, do que entre aqueles exclusivamente em teletrabalho (57%), em regime híbrido (60%) ou em licença temporária, (33%). Entre as possíveis explicações para esse resultado, segundo os autores, estão a pouca oportunidade de socialização e os longos períodos de exposição às telas.</p>
<p>Trabalhadores nas faixas etárias de 40 a 49 anos e acima de 50 anos tiveram bem-estar adequado significativamente maior do que aqueles com menos de 30 anos. A prevalência de bem-estar adequado entre os primeiros foi de, respectivamente, 67% e 76%, contra 53% entre os mais jovens. Segundo a literatura da área, menores índices de bem-estar entre a população mais jovem podem estar relacionados ao aumento da ansiedade, às poucas atividades de lazer e às incertezas sobre o futuro diante da superexposição às informações sobre a Covid-19.</p>
<p><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36728099/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Qualidade da interação entre professores e alunos é fundamental para ensino remoto transformador</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/qualidade-da-interacao-entre-professores-e-alunos-e-fundamental-para-ensino-remoto-transformador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 11:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente virtual]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[ensino remoto]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[fgv alunos]]></category>
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		<category><![CDATA[professor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-katerina-holmes-5905709-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-katerina-holmes-5905709-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-katerina-holmes-5905709-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-katerina-holmes-5905709-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-katerina-holmes-5905709-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A aprendizagem pela descoberta e pela colaboração, com processos centrados no aluno, são alguns dos elementos que contribuem para um ensino remoto transformador. Além de explorar essas janelas de conhecimento, as instituições de ensino podem repensar o papel do professor e das tecnologias, segundo artigo com a participação da pesquisadora da FGV EAESP Fernanda Carreira [&#8230;]</p>
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<p>A pesquisa é um estudo de caso sobre a disciplina Formação Integrada para a Sustentabilidade, da graduação em Administração da FGV EAESP, no período de fevereiro a junho de 2020. No mês de março, ocorreu a migração das atividades para o ensino remoto devido à pandemia de Covid-19. Portanto, a maioria das aulas ocorreu de forma virtual. Os autores realizaram grupos focais e entrevistas com estudantes matriculados, além da análise de formulários de avaliação da disciplina preenchidos pelos discentes.</p>
<p>O artigo ressalta que as ferramentas tecnológicas precisam estar a serviço da qualidade das interações para que, mesmo com a distância física, os estudantes se sintam parte de uma construção coletiva e mobilizem-se para os debates e práticas. O engajamento da turma no ensino remoto está relacionado a possibilidades como conversas com pessoas de fora, reuniões em grupos menores e acesso a cenas cotidianas do ambiente doméstico, experiência que propicia momentos de descontração. Neste sentido, o dispositivo tecnológico escolhido para as aulas é a parte menos relevante para a aprendizagem em ambiente virtual, frisam os pesquisadores.</p>
<p>Segundo os depoimentos dos estudantes, o professor deve estar disposto a ouvir e mobilizar afetos para a boa qualidade do ensino remoto. O tempo dedicado à aproximação pessoal entre estudantes e alunos contribuiu para o desenvolvimento de uma relação de confiança e respeito.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rae/a/KjnKHWt9wwr7kLPgGXVWcyt/#">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Consumidores com conhecimento sobre técnicas de persuasão são menos enganados por avaliações falsas na internet</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/consumidores-com-conhecimento-sobre-tecnicas-de-persuasao-sao-menos-enganados-por-avaliacoes-falsas-na-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2023 11:04:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[ODS12]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-pixabay-35550-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-pixabay-35550-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-pixabay-35550-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-pixabay-35550-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-pixabay-35550-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Consumidores que pesquisam sobre um produto ou serviço na internet têm dificuldade em diferenciar avaliações genuínas, que são baseadas em experiências reais de usuários, das falsas. Mas essas pessoas demonstram menor intenção de comprar os itens avaliados de forma fraudulenta ao tomarem conhecimento sobre técnicas comuns de persuasão, como linguagem exagerada e emotiva. Os apontamentos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-pixabay-35550-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-pixabay-35550-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-pixabay-35550-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-pixabay-35550-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-pixabay-35550-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Consumidores que pesquisam sobre um produto ou serviço na internet têm dificuldade em diferenciar avaliações genuínas, que são baseadas em experiências reais de usuários, das falsas. Mas essas pessoas demonstram menor intenção de comprar os itens avaliados de forma fraudulenta ao tomarem conhecimento sobre técnicas comuns de persuasão, como linguagem exagerada e emotiva. Os apontamentos são de artigo com participação da pesquisadora da FGV EAESP Lucia Barros e publicado na revista “Journal of Business Research”.</p>
<p>Os autores realizaram cinco estudos com mais de 1800 participantes no total, adultos de diversas nacionalidades. No primeiro estudo, os participantes foram expostos a críticas autênticas e falsas – usadas para inflar um item com comentários positivos ou prejudicar concorrentes com resenhas negativas. Uma parte do grupo foi informada sobre as características que distinguem essas avaliações. Essas explicações não estiveram disponíveis para o grupo controle. Os pesquisadores verificaram que o grupo controle teve maior intenção de compra de produtos avaliados de forma enganosa. Já os participantes informados tiveram níveis menores de intenção de compra ao lerem as resenhas falsas, o que corresponde à principal hipótese de pesquisa.</p>
<p>No quinto estudo, os pesquisadores criaram quatro avaliações falsas, que continham uma das quatro características que as diferem de comentários fidedignos: a unilateralidade &#8211; o texto traz apenas elogios ou críticas, sem meio termo; o exagero – características positivas ou negativas são destacadas apelando a emoções; o estilo de linguagem que remete à persuasão de vendedores; e as descrições genéricas e pouco detalhadas da experiência. Segundo o artigo, avaliações que ponderam prós e contras foram consideradas significativamente mais confiáveis pelos consumidores com conhecimento sobre técnicas de persuasão.</p>
<p>Lucia Barros explica que as avaliações falsas impactam o consumidor porque induzem à compra de um produto ou serviço que, em condições normais, não seria considerado como opção. Comentários enganosos também fazem o consumidor desistir de comprar algo que poderia ser de seu interesse. “De maneira geral, os consumidores acreditam nas avaliações de outros consumidores, o que não acontece com outras formas de persuasão, em que os consumidores já sabem que há uma intenção de persuasão. Por exemplo, os consumidores sabem que os vendedores querem que eles comprem produtos. Já as avaliações online deveriam ser sinceras, com base em experiências de compras de outros consumidores”, explica a pesquisadora.</p>
<p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0148296322010037">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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