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	<title>Arquivos América Latina e Caribe - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos América Latina e Caribe - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Na América Latina e Caribe, resiliência às mudanças climáticas passa pelo combate às desigualdades sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2022 11:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[açõa climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/milo-miloezger-pNArDGC_aNY-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Resiliência climática está associada à prosperidade socioeconômica e ao incentivo dos governos a atividades sustentáveis, diz pesquisa" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/milo-miloezger-pNArDGC_aNY-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/milo-miloezger-pNArDGC_aNY-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/milo-miloezger-pNArDGC_aNY-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/milo-miloezger-pNArDGC_aNY-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diante dos riscos associados às mudanças climáticas, tomadores de decisão e executores de políticas públicas da América Latina e Caribe devem estabelecer um círculo virtuoso em que políticas de bem-estar social acolham a população mais vulnerável da região e promovam a superação das desigualdades sociais. Artigo de autoria da pesquisadora da FGV EAESP Cyntia Vilasboas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/milo-miloezger-pNArDGC_aNY-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Resiliência climática está associada à prosperidade socioeconômica e ao incentivo dos governos a atividades sustentáveis, diz pesquisa" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/milo-miloezger-pNArDGC_aNY-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/milo-miloezger-pNArDGC_aNY-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/milo-miloezger-pNArDGC_aNY-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/milo-miloezger-pNArDGC_aNY-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Diante dos riscos associados às mudanças climáticas, tomadores de decisão e executores de políticas públicas da América Latina e Caribe devem estabelecer um círculo virtuoso em que políticas de bem-estar social acolham a população mais vulnerável da região e promovam a superação das desigualdades sociais. Artigo de autoria da pesquisadora da FGV EAESP Cyntia Vilasboas Calixto Casnici e parceiros de universidades estrangeiras publicado na revista “Futures” apresenta prioridades de stakeholders de sete países da região para a <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/recife-sao-paulo-rio-de-janeiro-brasilia-e-curitiba-estao-entre-as-capitais-com-melhor-resposta-as-mudancas-climaticas-segundo-pesquisa-premiada/">adaptação às mudanças climáticas</a> em longo prazo.</p>
<p>Para a coleta de dados, os autores realizaram grupos focais virtuais com 269 pessoas de Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Jamaica, México e Peru entre novembro de 2020 e fevereiro de 2021. Os participantes da pesquisa, ligados à academia, ao mercado, ao governo ou à sociedade civil, responderam sobre quais consideravam os melhores e piores cenários futuros para seus países na perspectiva da sustentabilidade. Com base nas respostas, os pesquisadores construíram quatro cenários futuros de resiliência às mudanças climáticas na região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Resiliência climática reúne prosperidade socioeconômica e soluções baseadas na natureza</h2>
<p>No cenário mais positivo, a resiliência climática está associada à prosperidade socioeconômica e ao acesso de todos os cidadãos à educação e à tecnologia com vistas a incentivar inovações e soluções baseadas na natureza. A administração pública estabeleceria regulações e incentivo para atividades sustentáveis, atuando com base na ciência. O setor privado apostaria na produção e no consumo limpos, na economia circular e na agricultura regenerativa. A sociedade seria permeada pela consciência climática e pela cultura de participação e cooperação para a sustentabilidade.</p>
<p>Já no cenário negativo, os países não têm resiliência às mudanças climáticas ou competitividade socioeconômica. As políticas públicas seriam marcadas pela concentração de poder, pela instabilidade e pela corrupção e o setor privado, pela dependência da extração e recursos naturais, sobretudo combustíveis fósseis e minérios. Tal cenário acarretaria concentração de riqueza e altas taxas de desemprego, e prejudicaria, simultaneamente, o desenvolvimento nacional e o meio ambiente.</p>
<p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0016328722001148?via%3Dihub">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>População de baixa renda e escolaridade tem menos acesso a bancos e corretoras financeiras na América Latina e Caribe</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/economia-politica/populacao-de-baixa-renda-e-escolaridade-tem-menos-acesso-a-bancos-e-corretoras-financeiras-na-america-latina-e-caribe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 17:27:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia política]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina e Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão financeira]]></category>
		<category><![CDATA[ODS10]]></category>
		<category><![CDATA[reduzir as desigualdades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="em fila, pessoas aguardam para utilizar caixas eletrônicos em agência bancária" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A exclusão dos serviços financeiros formais na América Latina e Caribe afeta principalmente pessoas com níveis de renda e escolaridade mais baixos. Os 20% mais pobres da América Latina são menos propensos a manter conta bancária ou poupança em bancos e corretoras, embora tendam a realizar mais empréstimos comparados a pessoas pertencentes a faixas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="em fila, pessoas aguardam para utilizar caixas eletrônicos em agência bancária" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A exclusão dos serviços financeiros formais na América Latina e Caribe afeta principalmente pessoas com níveis de renda e escolaridade mais baixos. Os 20% mais pobres da América Latina são menos propensos a manter conta bancária ou poupança em bancos e corretoras, embora tendam a realizar mais empréstimos comparados a pessoas pertencentes a faixas de renda mais altas. Os achados dos pesquisadores Victor Motta e Lauro Gonzalez, do Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (FGV Cemif) da FGV EAESP, estão publicados na edição de quarta (1) da revista “Development in Practice”.</p>
<p>O estudo utiliza informações do banco de dados Global Findex de 2014 do Banco Mundial, que inclui uma pesquisa sobre inclusão financeira de cerca de 150 mil adultos em 143 países. Para realizar a análise, os autores selecionaram uma amostra aleatória de 16.536 adultos em 18 países da América Latina e Caribe. Na região, 44% das pessoas têm acesso a uma conta bancária em uma instituição financeira formal. Porém, apenas 14% mantêm conta poupança e 9% obtêm empréstimos formais.</p>
<p>“Na América Latina e Caribe, a proporção de indivíduos que possuem conta bancária é maior do que em outras regiões em desenvolvimento, mas ainda há bastante heterogeneidade. Por exemplo, a média para a América Latina e Caribe é de 44%, mas no caso brasileiro, 70% dos indivíduos possuem conta bancária”, comenta Victor Motta, um dos autores do estudo. Sobre a tendência observada nos países estudados, o pesquisador comenta: “Na América Latina e Caribe, o problema é muito maior em relação ao uso da conta em si (baixa movimentação) do que ao acesso a uma conta bancária”.</p>
<p>A pesquisa aponta que as mulheres têm maior probabilidade de acessar serviços como conta corrente, poupança e empréstimo e utilizar cartão de débito e crédito. “Uma explicação potencial para este efeito positivo pode ter relação com o aumento da digitalização de pagamentos feitos por meios eletrônicos e a capilaridade das transferências de renda condicionadas na América Latina (por exemplo, o Bolsa Família, no Brasil, e o Oportunidades, no México), que geralmente têm as mulheres como beneficiárias”, observa Victor Motta. Segundo o artigo, as mulheres também são mais propensas a recorrer a empréstimos de fontes informais, como parentes e serviços de crédito de lojas, do que os homens.</p>
<p>Apesar de as tecnologias digitais não serem suficientes para garantir inclusão financeira, a facilidade de acesso pode ajudar a diminuir o número de indivíduos sem conta bancária. Conforme o estudo, é necessário haver direcionamento de políticas públicas para jovens de estratos de renda e escolaridade mais baixos, considerando obstáculos para o uso dos serviços formais associados a esta população, como distância das agências bancárias, custos de abertura de contas e tipo de documentação exigida.</p>
<p><a href="https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/09614524.2022.2077314?src=">Confira o artigo na íntegra (em inglês)</a></p>
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