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	<title>Arquivos benefícios - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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		<title>Mais invisíveis: cerca de 18 milhões estão de fora do auxílio e de programas do governo, apesar da baixa renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2020 22:05:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A parcela de trabalhadores invisíveis, que estão fora do escopo de programas de transferência de renda do governo brasileiro é ainda maior do que os 38 milhões de invisíveis que recebem o auxílio emergencial, mas não constam no Cadastro Único do Governo Federal. Mais de 18 milhões de trabalhadores se somam a eles — são [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A parcela de trabalhadores invisíveis, que estão fora do escopo de programas de transferência de renda do governo brasileiro é ainda maior do que os 38 milhões de invisíveis que recebem o auxílio emergencial, mas não constam no Cadastro Único do Governo Federal. Mais de 18 milhões de trabalhadores se somam a eles — são pessoas que não receberam o auxílio emergencial e nem são beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada, apesar de terem baixa renda.</p>
<p>Esses são os resultados de um levantamento inédito feito pelo Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (<a href="https://cemif.fgv.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGVcemif</a>) da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), que descreve o perfil do trabalhador brasileiro que não recebeu o auxílio emergencial. O relatório foi publicado nesta quinta (12).</p>
<p>Partindo dos dados da última versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, os pesquisadores descreveram as faixas de renda, o gênero e a raça dos trabalhadores que não receberam auxílio emergencial. Eles também levantaram o percentual de trabalhadores informais que recebem até um salário mínimo, numa tentativa de descrever as principais características da informalidade durante a pandemia de Covid-19.</p>
<p>Com relação à renda, 38% dos respondentes da Pnad Covid-19 declararam ter uma renda de, no máximo, salário mínimo. As mulheres (58%) e pessoas que se autodeclaram pretos e pardos (56%) predominam entre os mais pobres, que não receberam o auxílio emergencial. Cerca de 94% destes trabalhadores não recebem Bolsa Família nem o Benefício de Prestação Continuada.</p>
<p>Sobre a informalidade, o estudo aponta que 37% dos trabalhadores informais possuem uma renda que não supera um salário mínimo. Para 14% dos informais, essa renda não supera sequer meio salário mínimo. A maioria (93%) dos informais de renda mensal menor ou igual a um salário mínimo não solicitaram crédito, muito provavelmente porque sabiam que o resultado provável seria negativo, analisam os pesquisadores.</p>
<p>“Enquanto relativamente poucos conseguiram se proteger do vírus trabalhando em casa durante a pandemia, o trabalhador informal enfrentou uma combinação de extensas jornadas de trabalho, baixa remuneração e quase nenhum mecanismo de proteção social”, analisa Lauro Gonzalez, coordenador do estudo.</p>
<p>Para ele, “é necessário redefinir o que chamamos de grupo de invisíveis de forma a incluir quem não recebeu o auxílio emergencial, mas tem renda reduzida”. O fato de não terem que fornecer dados para o auxílio emergencial faz com que essa parcela da população fique de fora do radar do CadÚnico, base de dados para a execução de políticas públicas do governo. “O CadÚnico precisa ser aprimorado para que possa acompanhar a realidade dessas famílias de menor renda de forma mais dinâmica”, complementa Lauro.</p>
<p>Confira o relatório:</p>
<p><a href="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/AENovembroV10.pdf"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-778" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/estudo-fgvcemif-invisiveis-auxilio-emergencial-211x300.png" alt="" width="211" height="300" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/estudo-fgvcemif-invisiveis-auxilio-emergencial-211x300.png 211w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/estudo-fgvcemif-invisiveis-auxilio-emergencial.png 502w" sizes="(max-width: 211px) 100vw, 211px" /></a></p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Bori</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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