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	<title>Arquivos chatbot - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Com uso de inteligência artificial em telessaúde, cidades conseguem reduzir sobrecarga do sistema de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[EAESP Pesquisa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2021 12:21:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/engin-akyurt-fboaVuIdgzU-unsplash-1199x675-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/engin-akyurt-fboaVuIdgzU-unsplash-1199x675-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/engin-akyurt-fboaVuIdgzU-unsplash-1199x675-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/engin-akyurt-fboaVuIdgzU-unsplash-1199x675-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Tele atendimentos médicos com o uso de inteligência artificial (IA) ajudaram a reduzir a sobrecarga do sistema de saúde durante a pandemia de Covid-19. A conclusão é de um grupo de pesquisadores do Instituto Laura Fressatto (de Curitiba), da PUCPR, e da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), que analisaram o uso de uma plataforma de [&#8230;]</p>
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<p>Os pesquisadores detectaram que, ao interagir com a plataforma de chatbot, que faz atendimentos por meio de conversas estruturadas, quase metade (45%) dos mais de 24 mil pacientes atendidos foram classificados com sintomas leves, cerca de 30% foram diagnosticados com sintomas moderados e apenas 14,2% foram apontados como casos graves de Covid-19. Dessa forma, o acesso ao sistema de saúde passa a acontecer de maneira coordenada, apenas para alguns casos em específico.</p>
<p>“No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) é a principal fonte de atendimento para 75% da população, portanto previa-se uma saturação do sistema com o aumento contínuo de casos. Com o uso da plataforma, a redução da sobrecarga acontece justamente pela identificação de casos leves e, eventualmente, de casos moderados, que são monitorados à distância”, contextualiza <a href="https://pesquisa-eaesp.fgv.br/professor/adriano-massuda">Adriano Massuda,</a> pesquisador da FGV EAESP e um dos autores do <a href="https://doi.org/10.3389/fdgth.2021.648585">estudo</a>. “O uso de inteligência artificial (IA) permitiu capacitar os atendimentos de telessaúde a ajudar a resolver esse gargalo, aumentando o acesso coordenado dos pacientes ao sistema de saúde, priorizando a recomendação de buscar um hospital apenas nos casos mais graves”, analisa Massuda.</p>
<p>Os autores concluem que a implementação de plataformas de telessaúde com base em IA pode aumentar o acesso dos pacientes aos atendimentos de saúde de maneira segura, especialmente diante de uma situação tão inédita quanto a pandemia de Covid-19. “Implementar um sistema de tele atendimento no Brasil foi possível e pode ajudar a reduzir a sobrecarga nos sistemas de saúde”, concluem os autores.</p>
<p>“No entanto, para que tais atendimentos sejam bem sucedidos, é crucial que as plataformas possam se adaptar a necessidades locais, o que deve incluir a possibilidade de fazer alterações na árvore de decisão dos algoritmos dos chatbots”, pondera Hugo Morales, do Instituto Laura Fressato. Com base nos resultados do estudo, a recomendação dos autores é apostar em uma política nacional de transformação digital de saúde, que possa guiar e melhorar a adoção de tecnologias inovadoras, como os chatbots de atendimento, a nível municipal.</p>
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