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	<title>Arquivos confiança do consumidor - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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		<title>Ativismo de marcas funciona? O que define a autoridade moral das empresas ao defender causas sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 11:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Marcas e ONGs em ações sociais praticando ativismo de marcas e debate sobre credibilidade empresarial" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O ativismo de marcas deixou de ser exceção e passou a fazer parte da estratégia de comunicação de muitas empresas. Posicionamentos sobre diversidade, justiça social e direitos civis aparecem com frequência em campanhas e redes sociais. No entanto, nem sempre essas iniciativas geram confiança. Muitas vezes, o efeito é o oposto: críticas, boicotes e acusações [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/ativismo-de-marcas-funciona-o-que-define-a-autoridade-moral-das-empresas-ao-defender-causas-sociais/">Ativismo de marcas funciona? O que define a autoridade moral das empresas ao defender causas sociais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Marcas e ONGs em ações sociais praticando ativismo de marcas e debate sobre credibilidade empresarial" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O ativismo de marcas deixou de ser exceção e passou a fazer parte da estratégia de comunicação de muitas empresas. Posicionamentos sobre diversidade, justiça social e direitos civis aparecem com frequência em campanhas e redes sociais. No entanto, nem sempre essas iniciativas geram confiança. Muitas vezes, o efeito é o oposto: críticas, boicotes e acusações de oportunismo. Sendo assim, surge uma pergunta central para consumidores e organizações: quando as empresas possuem autoridade moral para prescrever comportamentos?</p>
<p>Essa questão foi investigada em um estudo conduzido por Lucia Barros, pesquisadora da FGV EAESP, em parceria com Cristiane Pizzutti, Nathalia Brum de Mello, Marcos Severo de Almeida, Giuliana Isabella e Paulo de Paula Baptista. O artigo foi publicado na Journal of Business Research. A pesquisa reuniu cinco experimentos com consumidores do Brasil e dos Estados Unidos, analisando percepções sobre empresas e ONGs, além de medir autoridade moral, reputação, atitudes, escolha de marcas e disposição a pagar.</p>
<h1>Ativismo de marcas: quando o posicionamento gera confiança</h1>
<p>Os resultados mostram que empresas costumam ser vistas com menor autoridade moral do que ONGs ao se posicionarem sobre causas sociais. Isso acontece porque muitos consumidores acreditam que o principal objetivo das empresas continua sendo o lucro. Autoridade moral é a capacidade de uma organização influenciar valores e comportamentos de forma considerada ética e crível.</p>
<p>Além disso, a pesquisa revela que essa desconfiança não é igual para todos. Consumidores com orientação política mais conservadora tendem a questionar com mais intensidade as motivações das empresas. Já consumidores mais liberais mostram maior abertura para a ideia de que uma marca pode, ao mesmo tempo, buscar lucro e defender causas sociais.</p>
<h2>O que fortalece a autoridade moral das marcas?</h2>
<p>Apesar do ceticismo inicial, o estudo aponta caminhos claros para que o ativismo de marcas funcione. O primeiro é a coerência ao longo do tempo. Ou seja, as pessoas veem como mais autênticas empresas que conseguem mostrar um histórico consistente de ações alinhadas à causa defendida. Isso sinaliza compromisso de longo prazo, e não uma ação pontual motivada por tendências.</p>
<p>O segundo caminho é a parceria com ONGs. Ao se associar a organizações sem fins lucrativos, as empresas se beneficiam da legitimidade dessas instituições. Como resultado, a percepção de interesses ocultos diminui, e a autoridade moral aumenta. Esse efeito positivo aparece com mais força em causas progressistas, que costumam ter mais críticas de oportunismo ou woke washing.</p>
<p>A autoridade moral, portanto, não afeta apenas a imagem. Ela influencia decisões concretas. Marcas percebidas como legítimas tendem a ter melhor reputação, gerar atitudes mais favoráveis e aumentar a probabilidade de escolha pelo consumidor. Além disso, em alguns casos, isso também se traduz em maior disposição a pagar.</p>
<p>Por outro lado, quando o consumidor percebe o ativismo como incoerente ou oportunista, ele falha em melhorar a reputação e pode até afastar esses potenciais compradores. Assim, o estudo reforça que se posicionar não é suficiente. É preciso consistência, parceria e responsabilidade contínua para que o ativismo de marcas gere confiança real e impacto positivo.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1016/j.jbusres.2025.115913">o artigo na íntegra.  </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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