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	<title>Arquivos contextualização - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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		<title>Pesquisador da FGV EAESP propõe reconstrução sociológica da categoria de “globalização”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 11:36:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1980358463-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1980358463-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1980358463-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1980358463-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1980358463-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A globalização não é um objeto de estudo claramente definido, mas um conjunto de dinâmicas transfronteiriças globais, econômicas e não econômicas, que exigem uma análise crítica e contínua. Essas dinâmicas operam tanto em nível global quanto em níveis nacional e subnacional (regional e local), envolvendo uma variedade de atores, como Estados, organizações estatais e não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1980358463-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1980358463-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1980358463-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1980358463-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1980358463-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A globalização não é um objeto de estudo claramente definido, mas um conjunto de dinâmicas transfronteiriças globais, econômicas e não econômicas, que exigem uma análise crítica e contínua. Essas dinâmicas operam tanto em nível global quanto em níveis nacional e subnacional (regional e local), envolvendo uma variedade de atores, como Estados, organizações estatais e não estatais, empresas e movimentos sociais.</p>
<p>Com o objetivo de abordar os desafios conceituais e contextuais associados ao estudo da globalização, o professor da FGV EAESP, Alexandre Abdal, elaborou artigo para a <a href="https://doi.org/10.1590/3710908/2022">Revista Brasileira de Ciências Sociais,</a> considerando a proliferação indiscriminada no discurso acadêmico e social do termo “globalização”. Nele, o professor destacou a necessidade de uma abordagem mais refinada que reconheça a complexidade e a natureza processual de longo prazo desse fenômeno social. Para isso, o professor se utiliza da abordagem de Análise dos Sistemas Mundiais para a análise da globalização.</p>
<p>Com uma narrativa histórica analítica desde o início do processo de globalização, Abdal demonstra o crescimento da competitividade internacional, em detrimento de qualquer esforço redistributivo por parte dos Estados nacionais. A globalização é fenômeno recente, de aproximadamente 50 anos, enraizado nos desdobramentos da crise do regime de acumulação fordista-keynesiano ou do capitalismo organizado, identificado como uma nova economia simultaneamente informacional e global.</p>
<p>Assim, a formulação e implementação da globalização envolve duas tarefas. Primeiro, a destruição de antigas regulamentações e institucionalidades consolidadas no pós-Segunda Guerra e que implicavam economias e sociedades relativamente fechadas. A segunda tarefa é a regulação da atuação, em território nacional, de agentes não nacionais, como corporações e empresas, organizações não governamentais, representações de organismos internacionais e movimentos sociais, tornando economias e sociedades mais abertas. Segundo o autor, há três macroprocessos globalizantes: dispersão mundial da produção manufatureira, reestruturação produtiva e organizacional e surgimento da política locacional.</p>
<p>O resultado do artigo é a reconstrução da globalização enquanto categoria analítica, entendida enquanto feixe heterogêneo de dinâmicas globais transfronteiriças, multiescalares e multidimensionais, cotidianamente produzidas, reproduzidas e reguladas por um conjunto de atores, dentre os quais o Estado desempenha papel central. Também conclui que a globalização é situada na crise do regime de acumulação fordista-keynesiano (ou do capitalismo organizado) a partir dos processos de dispersão global da produção, reestruturação produtiva e emergência da política locacional. Por fim, também afirma que é situada no médio prazo do capitalismo histórico, mais precisamente na fase de expansão financeira do Ciclo Sistêmico de Acumulação estadunidense e pelos movimentos de reunificação do mercado mundial.</p>
<p>O autor finaliza que a implementação da globalização gerou impactos negativos, incluindo aumento das desigualdades sociais e desequilíbrios no mercado de trabalho. Cerca de vinte anos depois, surgiram forças políticas autoritárias, conservadoras e populistas, que se apresentam como defensoras dos perdedores da globalização e promovem uma suposta identidade nacional. As democracias liberais foram questionadas pela sua ligação com o mercado mundial em detrimento das populações locais. Assim, a ascensão da China como beneficiária da globalização introduziu três cenários futuros possíveis: os EUA recuperarem a liderança global talvez às custas da integração global, EUA não recuperarem sua liderança e impedirem outros de o fazerem, instalando um caos sistêmico sem liderança clara, ou a China reconstruir a ordem global com um novo projeto contra-hegemônico e antineoliberal de globalização.</p>
<p><a href="https://doi.org/10.1590/3710908/2022">Leia a pesquisa na íntegra.</a></p>
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