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	<title>Arquivos custos de transação - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos custos de transação - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Renegociar contratos com foco na sustentabilidade pode gerar mais que benefícios ambientais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 11:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A contratação pública representa mais de 12% do PIB mundial e, além de movimentar bilhões, tem o potencial de influenciar práticas sustentáveis em escala. Uma nova pesquisa mostra que renegociar contratos públicos com foco em sustentabilidade não só gera impactos ambientais positivos como também reduz conflitos e custos ao longo da execução dos contratos. Isso [&#8230;]</p>
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<p>O estudo analisou mais de 80 mil modificações em contratos públicos de países da União Europeia entre 2016 e 2021. Os dados vieram do sistema oficial da UE, o Tenders Electronic Daily (TED). O foco foi entender o motivo das renegociações, o tom das interações (mais cooperativas ou conflituosas) e o impacto nos valores dos contratos.</p>
<p>A pesquisa é assinada por Fernando Deodato (FGV EAESP), Carolyn Heinrich, Stéphane Saussier e Mehdi Shiva. Os pesquisadores publicaram na International Journal of Commerce and Contracting e recebeu o prêmio de Melhor Artigo do Ano.</p>
<p>Um dos principais achados foi que as renegociações motivadas por objetivos sustentáveis — como inclusão de critérios ambientais ou sociais — estão ligadas a relações mais cooperativas entre as partes. Em outras palavras, quando os contratos são ajustados para incluir preocupações sustentáveis, o processo tende a ser mais amigável e produtivo.</p>
<h1>Renegociar contratos não é sinônimo de problema — pode ser solução</h1>
<p>Além disso, o estudo não encontrou evidências de que essas renegociações aumentem os custos dos contratos, o que rebate o medo comum de que ações, mesmo que em nome da sustentabilidade, tragam prejuízos ou sejam uma forma de disfarçar má gestão.</p>
<p>O trabalho mostra que renegociar contratos pode ser uma ferramenta legítima para adaptar acordos às exigências atuais de sustentabilidade, especialmente quando há abertura para o diálogo entre governos e empresas. A análise de sentimento aplicada nos dados identificou que renegociações sustentáveis têm maior chance de serem positivas, com menos sinais de conflito.</p>
<h2>O que isso muda na prática?</h2>
<p>As conclusões sugerem que políticas públicas devem olhar para além da fase inicial de contratação. É fundamental acompanhar e adaptar os contratos ao longo da execução, promovendo ajustes sustentáveis quando necessário. Além disso, o estudo também reforça a importância de critérios de julgamento que vão além do menor preço, priorizando propostas com maior valor social ou ambiental.</p>
<p>Apesar dos benefícios identificados, os autores alertam que práticas sustentáveis devem ser reais e monitoradas. Alegações falsas de sustentabilidade — o chamado greenwashing — ainda são um risco. Por isso, a transparência e a clareza dos objetivos sustentáveis nas renegociações são essenciais.</p>
<p>Por fim, a pesquisa amplia o entendimento sobre o papel da contratação pública na agenda sustentável. Mostra que renegociar contratos com esse foco pode, sim, trazer ganhos ambientais e econômicos, ao mesmo tempo que melhora a relação entre as partes envolvidas. Isso abre caminho para que políticas públicas usem a execução contratual como uma ferramenta estratégica de impacto positivo.</p>
<p>Leia <a href="https://journals.sagepub.com/doi/epub/10.1177/20555636231222171">o artigo na integra</a>.</p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Estratégia ou necessidade? O impacto da Integração Vertical nas operações globais</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-ou-necessidade-o-impacto-da-integracao-vertical-nas-operacoes-globais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 14:31:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de operações e logística]]></category>
		<category><![CDATA[cadeia de suprimentos]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2337070637-350x350-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2337070637-350x350-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2337070637-350x350-1-300x300.jpg 300w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2337070637-350x350-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2337070637-350x350-1.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />No cenário atual da gestão de operações e cadeias de suprimentos (OSCM), empresas enfrentam desafios cada vez mais complexos, como crises econômicas, pandemias e incertezas geopolíticas. Esses fatores têm incentivado um movimento de &#8220;desglobalização&#8221;, com muitas empresas optando por integrar suas operações internamente, em uma estratégia conhecida como integração vertical. Portanto, essa abordagem visa garantir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2337070637-350x350-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2337070637-350x350-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2337070637-350x350-1-300x300.jpg 300w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2337070637-350x350-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2337070637-350x350-1.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>No cenário atual da gestão de operações e cadeias de suprimentos (OSCM), empresas enfrentam desafios cada vez mais complexos, como crises econômicas, pandemias e incertezas geopolíticas. Esses fatores têm incentivado um movimento de &#8220;desglobalização&#8221;, com muitas empresas optando por integrar suas operações internamente, em uma estratégia conhecida como integração vertical. Portanto, essa abordagem visa garantir maior controle sobre a cadeia de valor, aumentando a resiliência organizacional e a competitividade em um ambiente incerto.</p>
<p><a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/RAUSP-03-2023-0041/full/html">A pesquisa foi conduzida por Ely Laureano Paiva e Raul Beal Partyka e publicada na RAUSP Management Journal.</a> O estudo utilizou uma revisão sistemática da literatura, coletando mais de 170 artigos do campo OSCM das bases de dados Scopus e Web of Science. O objetivo foi identificar lacunas no conhecimento sobre integração vertical e propor novas direções de pesquisa para gestão de operações e cadeias de suprimentos.</p>
<h2>Os resultados mostraram que não há um fator isolado que determine a viabilidade da integração vertical.</h2>
<p>A decisão de internalizar operações deve levar em consideração não apenas os custos de produção, mas também os custos de governança e transação. A combinação dessas perspectivas ajuda as empresas a desenvolverem suas capacidades e enfrentarem melhor as incertezas de mercado. Além disso, a integração vertical nas etapas finais da cadeia permite que a empresa tenha maior controle sobre os preços de varejo e se aproxime dos clientes. Já a integração nas etapas iniciais assegura a qualidade dos materiais fornecidos, garantindo produtos de melhor qualidade.</p>
<p>Outro ponto importante revelado pela pesquisa é que, em contextos de alta incerteza, como o atual, a terceirização pode ser menos eficaz. Assim, a integração vertical torna-se uma solução mais vantajosa. O estudo também destacou que a reconfiguração da cadeia de suprimentos é uma estratégia relevante para manter a eficiência e a competitividade a longo prazo.</p>
<p>Essa prática tem implicações significativas para gerentes de operações, que devem avaliar cuidadosamente a reconfiguração de suas cadeias de suprimentos em tempos de crise. Além disso, formuladores de políticas e agências reguladoras desempenham um papel essencial em facilitar essa reconfiguração, oferecendo suporte estratégico para adoção de práticas mais verticalizadas. Socialmente, a integração vertical torna as empresas mais resilientes, uma vantagem crucial em um ambiente global caracterizado por desafios constantes.</p>
<p>O estudo reforça a importância da integração vertical como uma estratégia fundamental para empresas que buscam aumentar sua competitividade e resiliência. Embora não haja uma única abordagem aplicável a todas as empresas, a combinação de fatores como custos, governança e desenvolvimento de competências é essencial para o sucesso da integração. Por fim, a pesquisa destaca a necessidade de mais estudos empíricos para entender melhor os efeitos dessa estratégia em diferentes indústrias e contextos econômicos.</p>
<p>Leia <a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/RAUSP-03-2023-0041/full/html">o artigo na integra.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-ou-necessidade-o-impacto-da-integracao-vertical-nas-operacoes-globais/">Estratégia ou necessidade? O impacto da Integração Vertical nas operações globais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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