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	<title>Arquivos economia criativa - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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		<title>Empreendedorismo tecnológico em comunidades de baixa renda</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/empreendedorismo-tecnologico-em-comunidades-de-baixa-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 11:03:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidades de baixa renda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1369746128-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1369746128-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1369746128-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1369746128-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_1369746128-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Nos últimos anos, projetos internacionais de desenvolvimento têm buscado estimular o empreendedorismo tecnológico em comunidades de baixa renda como forma de aliviar a pobreza. No Brasil, um hub tecnológico conhecido como Porto Digital desenvolveu o projeto &#8220;Ressignifica&#8221;, voltado para fornecer treinamento a empreendedores da economia criativa em comunidades carentes. Os pesquisadores Ely Laureano Paiva (FGV [&#8230;]</p>
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<p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0040162524001975">A pesquisa, publicada na revista Technological Forecasting and Social Change</a>, estuda o caso do projeto Ressignifica em quatro comunidades de baixa renda no Brasil. Assim, os pesquisadores utilizaram como metodologia observação participante, entrevistas com líderes de equipe e coordenadores do projeto, além de análise de documentos. O objetivo foi entender como os recursos de um hub tecnológico poderiam fomentar o empreendedorismo em comunidades de baixa renda.</p>
<h2>O estudo revelou que fornecer apenas recursos, como treinamento e infraestrutura, não é suficiente para os participantes desenvolverem o empreendedorismo tecnológico.</h2>
<p>Desse modo, o fator-chave que determinou o sucesso de alguns grupos foi a alfabetização tecnológica. Outros grupos, especialmente aqueles sem habilidades básicas de negócios e tecnologia, enfrentaram dificuldades adicionais. Durante as três fases do projeto — conscientização empreendedora, estágio inicial e incubação — os participantes precisaram não apenas de acesso a recursos, mas também de apoio para usá-los de maneira eficaz.</p>
<p>Os pesquisadores destacam a etapa de conscientização empreendedora como um recurso chave. Ela visa aumentar a autoestima e a confiança dos participantes e é essencial para o engajamento nas atividades do hub. Além disso, grupos que já possuíam algum grau de alfabetização tecnológica conseguiram avançar mais rapidamente, demonstrando que a formação prévia tem impacto direto nos resultados.</p>
<p>Outro ponto relevante foi a constatação de que o trabalho em equipe foi um dos principais mecanismos para os participantes desenvolverem suas ideias empreendedoras. Portanto, a colaboração entre os membros das comunidades permitiu a identificação de oportunidades e o desenvolvimento de startups durante o processo de incubação.</p>
<p>Em conclusão, o estudo destaca que, para alcançar sucesso em iniciativas de empreendedorismo tecnológico em comunidades de baixa renda, é necessário um conjunto de ações estruturadas ao longo do tempo. Isso inclui capacitação gradual, suporte contínuo e uma adaptação dos recursos às necessidades específicas dos empreendedores em diferentes fases do projeto.</p>
<p>Leia <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0040162524001975">o artigo na integra.</a></p>
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		<title>Ausência de política nacional para economia criativa difere Brasil de vizinhos latino-americanos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/ausencia-de-politica-nacional-para-economia-criativa-difere-brasil-de-vizinhos-latino-americanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 18:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[economia criativa]]></category>
		<category><![CDATA[indústria criativa]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/edward-howell-FzvCBuDhDDE-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ao contrário do Brasil, países da América Latina como a Colômbia e o México têm políticas nacionais consolidadas para economia criativa, diz pesquisa da FGV" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/edward-howell-FzvCBuDhDDE-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/edward-howell-FzvCBuDhDDE-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/edward-howell-FzvCBuDhDDE-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Países da América Latina como a Colômbia e o México têm políticas nacionais consolidadas para incentivar as indústrias criativas. Outros, como Chile e Uruguai, têm ações ainda centradas nas capitais nacionais e investem no crescimento dos setores criativos. Já o Brasil carece de uma estratégia nacional para a economia criativa desde que o Plano de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/edward-howell-FzvCBuDhDDE-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ao contrário do Brasil, países da América Latina como a Colômbia e o México têm políticas nacionais consolidadas para economia criativa, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/edward-howell-FzvCBuDhDDE-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/edward-howell-FzvCBuDhDDE-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/edward-howell-FzvCBuDhDDE-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Países da América Latina como a Colômbia e o México têm políticas nacionais consolidadas para incentivar as indústrias criativas. Outros, como Chile e Uruguai, têm ações ainda centradas nas capitais nacionais e investem no crescimento dos setores criativos. Já o Brasil carece de uma estratégia nacional para a economia criativa desde que o Plano de Ação da Economia Criativa brasileira foi descontinuado com a extinção do Ministério da Cultura em 2017.</p>
<p>Em artigo publicado na revista “Brazilian Creative Industries Journal”, os pesquisadores da FGV EAESP Luis Paulo Bresciani, Pedro Vianna Godinho Peria e Lucas Bazani Chér realizam um panorama das políticas públicas propostas para a indústria criativa nos cinco países.</p>
<p>Os autores apontam que leis e organizações que financiam os <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/em-cidade-dos-estados-unidos-caracteristicas-das-populacoes-negras-e-latinas-podem-impactar-a-transicao-para-industria-criativa/">empreendimentos criativos</a> são pontos recorrentes nos países que têm políticas nacionais. Outra demanda comum é o fortalecimento das instituições, governamentais ou não, ligadas ao setor &#8211; no caso do Brasil, as iniciativas têm ocorrido em nível subnacional e com a mobilização de atores da sociedade civil.</p>
<h2>Política nacional de incentivo à economia criativa no Brasil é fundamental, avalia pesquisador</h2>
<p>Segundo Luis Paulo Bresciani, o estudo evidencia o papel dos governos nacionais na condução de políticas públicas para o fortalecimento da economia criativa na América Latina: “O avanço na articulação de governos subnacionais com as políticas nacionais é um ponto central no desafio latino-americano para seu posicionamento virtuoso no campo da economia criativa”, comenta o pesquisador.</p>
<p>Bresciani destaca que, no Brasil, diversos governos estaduais e prefeituras têm conduzido iniciativas importantes no setor: “O urgente retorno do governo federal para esse movimento, com a retomada de uma política nacional de economia criativa que seja coordenada aos esforços dos estados e municípios, é uma condição essencial para que se ampliem os resultados do Brasil nesse campo”, completa o autor.</p>
<p><a href="https://periodicos.feevale.br/seer/index.php/braziliancreativeindustries/article/view/3071/3110">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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