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	<title>Arquivos Emissão de carbono - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos Emissão de carbono - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Como reduzir a incerteza nos relatórios de carbono: pesquisa propõe modelo mais preciso para emissões corporativas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 11:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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<p>Essa incerteza, muitas vezes causada por dados incompletos ou inconsistentes, pode comprometer comparações entre empresas e dificultar decisões sustentáveis. Sendo assim, pesquisadores desenvolveram uma metodologia inovadora pioneira para reduzir esses erros e fortalecer a credibilidade dos inventários de carbono.</p>
<p>O estudo — conduzido por José Antonio Puppim (FGV EAESP), Peter Wanke (FGV EBAPE e FGV EAESP), Jorge Antunes (UFRJ) e Yong Tan (Universidade de Bradford) — foi publicado na revista Energy Economics. Os autores aplicaram o modelo em dados de mais de 200 empresas brasileiras que reportaram suas emissões ao Protocolo GHG entre 2017 e 2019.</p>
<p>Portanto, o modelo combina simulações probabilísticas (Monte Carlo) com a lógica fuzzy, uma técnica matemática capaz de lidar com dados ambíguos ou incompletos. Assim, o método trata tanto a aleatoriedade dos números quanto a imprecisão das informações, oferecendo uma análise mais realista dos impactos ambientais corporativos.</p>
<h1>Revelando o impacto da imprecisão nos relatórios de carbono: nova metodologia ajuda empresas a divulgar dados mais confiáveis</h1>
<p>Os pesquisadores observaram que as emissões de Escopo 3 são as mais imprecisas, devido à complexidade das cadeias de suprimentos. Setores com maior pressão regulatória ou voltados à exportação, como agricultura e energia elétrica, tiveram melhor desempenho na qualidade das informações. Porém, áreas como pesquisa e desenvolvimento e imóveis apresentaram maiores lacunas.</p>
<p>Além disso, o modelo mostrou que reduzir a imprecisão nos Escopos 2 e 3 é essencial para melhorar o desempenho ambiental das empresas. Essa precisão maior permite decisões estratégicas mais acertadas e comparações setoriais mais justas.</p>
<p>Para as empresas, o novo arcabouço funciona como uma ferramenta de diagnóstico: identifica áreas com dados incompletos e orienta investimentos em coleta e gestão de informações. Já para reguladores e auditores, ele oferece indicadores objetivos sobre o grau de incerteza nos relatórios, o que contribui para criar políticas e padrões mais eficazes.</p>
<p>Por fim, ao propor um novo modo de lidar com dados imprecisos, a pesquisa avança a agenda de transparência e responsabilidade ambiental, reforçando a importância de decisões baseadas em evidências confiáveis para acelerar o combate às mudanças climáticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1016/j.eneco.2025.108672">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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