<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos ESG - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
	<atom:link href="https://www.impacto.blog.br/tags/esg/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.impacto.blog.br/tags/esg/</link>
	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 19 Jan 2026 12:41:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/03/cropped-impacto_favicon-32x32.png</url>
	<title>Arquivos ESG - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
	<link>https://www.impacto.blog.br/tags/esg/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>O efeito COP nos investimentos ESG: como conferências climáticas influenciam fundos sustentáveis</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/efeito-cop-investimentos-esg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 11:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[COP]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[ETFs]]></category>
		<category><![CDATA[finanças verdes]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 13]]></category>
		<category><![CDATA[política climática]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=6173</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/179-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ilustração de ETFs ESG e impacto das COPs da ONU nos mercados financeiros" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/179-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/179-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/179-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/179-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A relação entre política climática e mercado financeiro está cada vez mais evidente. À medida que governos sinalizam compromissos ambientais em fóruns internacionais, investidores reagem, ajustando expectativas e estratégias. Nesse cenário, as Conferências das Partes da ONU, conhecidas como COPs, ganharam protagonismo não apenas no debate climático, mas também nas decisões de alocação de capital. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/efeito-cop-investimentos-esg/">O efeito COP nos investimentos ESG: como conferências climáticas influenciam fundos sustentáveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/179-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ilustração de ETFs ESG e impacto das COPs da ONU nos mercados financeiros" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/179-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/179-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/179-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/179-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A relação entre política climática e mercado financeiro está cada vez mais evidente. À medida que governos sinalizam compromissos ambientais em fóruns internacionais, investidores reagem, ajustando expectativas e estratégias. Nesse cenário, as Conferências das Partes da ONU, conhecidas como COPs, ganharam protagonismo não apenas no debate climático, mas também nas decisões de alocação de capital. O estudo apresentado neste texto analisa justamente o efeito COP nos investimentos ESG (ambiental, social e de governança), mostrando, portanto, como esses eventos globais influenciam o desempenho e o risco de fundos sustentáveis negociados no mercado.</p>
<p>A pesquisa foi conduzida por Thiago Dalmédico Gil e Wesley Mendes-Da-Silva, da FGV EAESP, e publicada na revista Economics Letters. Os autores analisaram 70 ETFs ESG entre 2016 e 2024, comparando o comportamento desses fundos antes e depois das COPs. ETFs são fundos de investimento negociados em bolsa, semelhantes a ações, que reúnem diversos ativos em um único produto, facilitando o acesso dos investidores a temas específicos, como energia limpa ou baixo carbono. Os pesquisadores observaram indicadores como retorno, volume de negociação, volatilidade e o grau de movimento conjunto com o mercado em geral.</p>
<h1>O efeito COP nos investimentos ESG</h1>
<p>Os resultados mostram que o impacto das COPs não é uniforme ao longo do tempo. Entre 2016 e 2020, período de consolidação do Acordo de Paris, os efeitos foram mais difusos. Já entre 2021 e 2024, fase marcada por maior ambição climática, os sinais se tornaram mais claros. Embora fundos ligados à energia solar passaram a apresentar desempenho inferior após as COPs, temas como infraestrutura sustentável e baixo carbono ganharam força.</p>
<p>Além disso, vários investimentos ESG passaram a oscilar mais próximos do mercado como um todo depois das conferências. Em outras palavras, eles perderam parte do seu papel de diversificação no curto prazo. Embora essa mudança pareça pequena, ela é relevante para investidores que usam esses fundos como proteção ou equilíbrio de risco.</p>
<p>Tomados em conjunto, os resultados indicam que as COPs funcionam como momentos de forte atenção e informação para os mercados. Dessa forma, elas ajudam a redefinir expectativas sobre quais setores devem se beneficiar da transição climática e quais podem enfrentar mais desafios. Para investidores, isso significa que o calendário das COPs pode ser um fator estratégico na gestão de investimentos ESG.</p>
<p>Por fim, o efeito COP nos investimentos ESG mostra que sustentabilidade e mercado financeiro estão profundamente conectados. Entender essa dinâmica, portanto, permite decisões mais conscientes, alinhando impacto ambiental e estratégia financeira em um cenário de transição cada vez mais acelerado.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1016/j.econlet.2025.112780">o artigo na íntegra.  </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/efeito-cop-investimentos-esg/">O efeito COP nos investimentos ESG: como conferências climáticas influenciam fundos sustentáveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Finanças sustentáveis e diagnóstico organizacional: dois pilares para competitividade e longevidade empresarial</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/blog-gestao-e-negocios/financas-sustentaveis-e-diagnostico-organizacional-dois-pilares-para-competitividade-e-longevidade-empresarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 21:50:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Gestão e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[finanças sustentáveis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=5136</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios__gabriela-rodrigues-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios__gabriela-rodrigues-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios__gabriela-rodrigues-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios__gabriela-rodrigues-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Por Gabriela Avancini Rodrigues, pós-graduanda do Doutorado Profissional em Administração da FGV EAESP e especialista em estratégia e produtos bancários. &#160; Em um cenário empresarial cada vez mais dinâmico e focado em resultados, entender os fatores que impactam o desempenho organizacional é crucial para gestores que buscam manter suas empresas competitivas. A crescente preocupação com [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/blog-gestao-e-negocios/financas-sustentaveis-e-diagnostico-organizacional-dois-pilares-para-competitividade-e-longevidade-empresarial/">Finanças sustentáveis e diagnóstico organizacional: dois pilares para competitividade e longevidade empresarial</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios__gabriela-rodrigues-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios__gabriela-rodrigues-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios__gabriela-rodrigues-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/topo_blog_gestao_e_negocios__gabriela-rodrigues-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><em>Por Gabriela Avancini Rodrigues, pós-graduanda do <a href="https://eaesp.fgv.br/cursos/doutorado-profissional-administracao-dpa">Doutorado Profissional em Administração</a> da FGV EAESP e especialista em estratégia e produtos bancários.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em um cenário empresarial cada vez mais dinâmico e focado em resultados, entender os fatores que impactam o desempenho organizacional é crucial para gestores que buscam manter suas empresas competitivas. A crescente preocupação com questões ambientais e sociais aumentou a pressão do mercado para que as organizações se adaptem à nova realidade. Para equilibrar resultados financeiros com responsabilidade socioambiental, é fundamental realizar um diagnóstico organizacional que considere as particularidades de cada empresa e foque na sustentabilidade de longo prazo.</p>
<p>Uma das maneiras mais comuns de unir finanças com responsabilidade socioambiental é através das finanças sustentáveis. Finanças Sustentáveis referem-se à integração de critérios ambientais, sociais e de governança às decisões financeiras tomadas nas empresas. O conceito relaciona-se à capacidade de uma organização se manter competitiva ao longo do tempo, garantindo não apenas sua sobrevivência, mas também seu crescimento futuro. Para isso, as empresas devem avaliar tanto os impactos ambientais e sociais de suas atividades quanto implementar uma governança eficaz que alinhe toda a organização com esses objetivos. É nesse contexto que os critérios ESG (<em>Environmental, Social, Governance</em>) se tornaram essenciais nas discussões sobre finanças sustentáveis.</p>
<p>As empresas buscam maximizar os resultados financeiros e o retorno para seus acionistas. Mas é possível equilibrar esse foco com as práticas ESG? É importante analisar o negócio de forma completa, avaliando desde a cultura organizacional até sistemas, processos e práticas de gestão. Essa avaliação deve incluir tanto o ambiente externo quanto o interno.</p>
<p>O primeiro passo para alinhar as práticas ESG bons resultados é definir claramente os objetivos de longo prazo da empresa: aonde ela quer chegar e em quanto tempo. Um diagnóstico organizacional bem-feito permite identificar a distância entre o estado atual da empresa e suas metas. O segundo passo consiste em entender a materialidade do negócio, ou seja, o que é relevante para os acionistas ou investidores. Sabendo o que é material de fato e tendo o objetivo de longo prazo definido, o diagnóstico organizacional irá te apoiar a identificar as melhores práticas a serem incorporadas às estratégias de negócios. Isso garante que as decisões sejam equilibradas, sustentáveis e mantenham a competitividade no longo prazo.</p>
<p>Diversos métodos podem ser aplicados para um diagnóstico organizacional, como a tradicional análise SWOT (Forças (<em>Strengths</em>), Fraquezas (<em>Weaknesses</em>), Oportunidades (<em>Opportunities</em>) e Ameaças (<em>Threats</em>). A Microsoft, por exemplo, uniu fatores externos e internos. Externamente, identificou o risco de regulamentações ambientais mais rígidas impactarem seus resultados financeiros, enquanto internamente reconheceu uma alta dependência de energia, tornando a energia um aspecto material para a empresa. Ao combinar esses fatores, a empresa encontrou oportunidades para reduzir emissões de carbono e melhorar a eficiência energética, mantendo sua liderança no setor de tecnologia e assegurando bons resultados financeiros.</p>
<p>Uma análise organizacional cuidadosa, que avalia o ambiente externo e os atributos internos da organização, permite identificar oportunidades únicas, evitando a simples imitação de concorrentes. Imitar concorrentes não garante necessariamente bons resultados. A prática de conquistar uma vantagem competitiva temporária, que logo é copiada, não deve ser o foco em sustentabilidade.</p>
<p>O exemplo da Coca-Cola e da PepsiCo é significativo. Enquanto a Coca-Cola focou em reduzir o uso de água para garantir a sustentabilidade de suas operações, a PepsiCo adotou uma abordagem mais ampla, promovendo a agricultura sustentável por meio do programa <em>Sustainable Farming Initiative</em>, que apoia agricultores a aumentar a produtividade e reduzir o impacto ambiental. A Coca-Cola identificou a escassez de água como uma ameaça direta e estabeleceu metas ambiciosas, como devolver 100% da água utilizada em suas operações. Já a PepsiCo, que atua tanto no mercado de bebidas quanto no de alimentos, identificou que a escassez de grãos poderia prejudicar seus resultados e, por isso, desenvolveu práticas para apoiar a sustentabilidade agrícola.</p>
<p>Esses exemplos demonstram como temas de sustentabilidade podem se tornar poderosas estratégias de inovação e garantir a longevidade das empresas, mesmo em mercados altamente competitivos. As duas empresas entenderam que alinhar sustentabilidade aos objetivos de negócios não só fortalece suas posições no mercado, como também as prepara para enfrentar desafios futuros. Ao fazê-lo, mostraram que é possível atender à demanda de criação de valor para acionistas por meio do uso consistente de práticas ESG.</p>
<p>Porém, não basta identificar a oportunidade, é necessário colocá-la em prática. Após identificar a oportunidade, é fundamental que os gestores descubram como a empresa pode se adaptar de forma eficiente para absorver essas mudanças. Caso contrário, o resultado financeiro esperado pode ser reduzido.</p>
<p>Portanto, sim, é possível aplicar práticas sustentáveis ao mesmo tempo em que se melhoram os resultados financeiros. Integrar as práticas ESG de forma alinhada com os objetivos financeiros de longo prazo permite às empresas transformar desafios em oportunidades de inovação e crescimento. Para que as empresas sigam esse caminho e se destaquem, seus gestores precisam adotar uma visão estratégica integrada e identificar o que é material para a organização, ou seja, os aspectos ambientais, sociais e de governança que mais impactam o sucesso do negócio, focando nas áreas que realmente geram valor. Ao analisar o negócio como um todo, as empresas conseguem não só proteger-se contra riscos futuros, mas também criar novas oportunidades de prosperidade em mercados cada vez mais exigentes. Esse é o caminho para transformar as demandas ESG em vantagens competitivas reais, promovendo um ciclo virtuoso de criação de valor.</p>
<p>___</p>
<p><em>Texto originalmente <a href="https://www.estadao.com.br/economia/gestao-e-negocios/financas-sustentaveis-e-diagnostico-organizacional-dois-pilares-para-competitividade-e-longevidade-empresarial/">publicado</a> no blog <a href="https://www.estadao.com.br/economia/gestao-e-negocios">Gestão e Negócios do Estadão</a>, uma parceria entre a FGV EAESP e o Estadão, reproduzido na íntegra com autorização.</em></p>
<p><em>Os artigos publicados na coluna Blog Gestão e Negócios refletem exclusivamente a opinião de seus autores, não representando, necessariamente, a visão da Fundação Getulio Vargas ou do jornal Estadão.</em></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/blog-gestao-e-negocios/financas-sustentaveis-e-diagnostico-organizacional-dois-pilares-para-competitividade-e-longevidade-empresarial/">Finanças sustentáveis e diagnóstico organizacional: dois pilares para competitividade e longevidade empresarial</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em busca de sustentabilidade, gestão da cadeia de suprimentos deve incorporar práticas éticas e de responsabilidade social</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-de-operacoes-e-logistica/sustentabilidade-etica-cadeia-suprimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 11:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de operações e logística]]></category>
		<category><![CDATA[cadeia de suprimentos]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=3645</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Trabalhador organiza caixas com suprimentos em depósito" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Para uma gestão mais sustentável, o campo da Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management, ou SCM) deve incorporar aspectos críticos e sociais em seus debates. Reflexões sobre poder, questões éticas e ambientais, diversidade e condições de trabalho são algumas das recomendações. Ao abordar de forma crítica as relações entre compradores e fornecedores, bem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-de-operacoes-e-logistica/sustentabilidade-etica-cadeia-suprimentos/">Em busca de sustentabilidade, gestão da cadeia de suprimentos deve incorporar práticas éticas e de responsabilidade social</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Trabalhador organiza caixas com suprimentos em depósito" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Para uma gestão mais sustentável, o campo da Gestão da Cadeia de Suprimentos (<i>Supply Chain Management</i>, ou SCM) deve incorporar <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/iniciativas-de-responsabilidade-social-podem-impactar-reputacao-imagem-corporativa-e-relacionamento-com-stakeholders-externos/">aspectos críticos e sociais</a> em seus debates. Reflexões sobre poder, questões éticas e ambientais, diversidade e condições de trabalho são algumas das recomendações.</p>
<p>Ao abordar de forma crítica as relações entre compradores e fornecedores, bem como os sistemas de eficiência e produtividade na produção industrial, a SCM pode aprimorar os estudos e as práticas da área com base nos três aspectos centrais dos Estudos Críticos da Gestão (<i>Critical Management Studies</i>): a desnaturalização de práticas de gestão exploratórias, a inclusão de maior reflexividade crítica e social nas pesquisas e a elaboração de novas medidas para avaliar o desempenho de trabalhadores na área, sem foco na eficiência de produção.</p>
<p>O achado está em <a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/SCM-02-2023-0117/full/html">artigo publicado pelos pesquisadores da FGV EAESP Ely Laureano Paiva e Rafael Alcadipani, em colaboração com demais autores, na revista <i>“Supply Chain Management”</i></a>. Para investigar como o campo dos Estudos Críticos da Gestão pode agregar na solução de problemas da Gestão da Cadeia de Suprimentos, os autores realizaram uma revisão de literatura sistemática. Eles analisaram 103 artigos publicados em 12 periódicos de prestígio da área de SCM num intervalo de 10 anos, entre 2012 e 2021.</p>
<h2>Pensando a gestão da cadeia de suprimentos a partir de perspectiva crítica</h2>
<p>O crescimento rápido e intenso de cadeias de produção globais (ou <i>supply chains</i>) levou à ampliação de práticas de impacto socioambiental negativo, como a exploração da força de trabalho, a precarização das condições de trabalho e a intensificação de desigualdades de gênero, poder e raça. Nesse cenário, os pesquisadores argumentam que a gestão da cadeia de suprimentos não deve ser abordada apenas do ponto de vista técnico e operacional, mas também sob uma perspectiva crítica, considerando as implicações sociais, éticas e ambientais de suas práticas.</p>
<p>De acordo com os autores, os três elementos chave dos Estudos Críticos da Gestão ajudam a revelar problemas normalmente omitidos na área de SCM e abrem caminho para perspectivas e práticas mais inclusivas, permitindo reflexões sobre o impacto das assimetrias de poder, a importância do desenvolvimento sustentável e da diversidade na cultura institucional e preocupações com condições de trabalho mais responsáveis, por exemplo. Os estudos de SCM tratam desses aspectos de forma superficial e com foco no aumento da produtividade, ressaltam os autores. Portanto, é importante explorar melhor essas contribuições.</p>
<p>Como soluções práticas, o estudo sugere a importância de gestores considerarem em suas decisões não apenas eficiência e lucratividade, mas também o <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-de-operacoes-e-logistica/empresas-pequenos-fornecedores-diversidade-inclusao/">impacto social</a> e ambiental das operações, com crítica e reflexão contínuas e condizentes com a demanda global por sustentabilidade. Isso inclui a busca efetiva por diversidade nos profissionais da equipe e a melhoria das condições de trabalho e a redução de riscos ambientais.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-de-operacoes-e-logistica/sustentabilidade-etica-cadeia-suprimentos/">Em busca de sustentabilidade, gestão da cadeia de suprimentos deve incorporar práticas éticas e de responsabilidade social</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Auditorias que fornecem selo de credibilidade e estratégias de ESG trazem impacto social para negócios</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/auditorias-que-fornecem-selo-de-credibilidade-e-estrategias-de-esg-trazem-impacto-social-para-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 14:40:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[coerência]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[compliance]]></category>
		<category><![CDATA[consistência]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[impacto social]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2863</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/riccardo-annandale-7e2pe9wjL9M-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/riccardo-annandale-7e2pe9wjL9M-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/riccardo-annandale-7e2pe9wjL9M-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/riccardo-annandale-7e2pe9wjL9M-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/riccardo-annandale-7e2pe9wjL9M-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Negócios alinhados à sustentabilidade e à responsabilidade social são cada vez mais necessários diante de desafios como desigualdade social e crise climática. Apesar da dificuldade em mensurar o impacto social das organizações, algumas qualidades são fundamentais para empreendimentos com essa missão. As auditorias que garantem a transparência e credibilidade das empresas do Sistema B, inovações [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/auditorias-que-fornecem-selo-de-credibilidade-e-estrategias-de-esg-trazem-impacto-social-para-negocios/">Auditorias que fornecem selo de credibilidade e estratégias de ESG trazem impacto social para negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/riccardo-annandale-7e2pe9wjL9M-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/riccardo-annandale-7e2pe9wjL9M-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/riccardo-annandale-7e2pe9wjL9M-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/riccardo-annandale-7e2pe9wjL9M-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/riccardo-annandale-7e2pe9wjL9M-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Negócios alinhados à <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-de-operacoes-e-logistica/sustentabilidade-etica-cadeia-suprimentos/">sustentabilidade</a> e à responsabilidade social são cada vez mais necessários diante de desafios como desigualdade social e crise climática. Apesar da dificuldade em mensurar o impacto social das organizações, algumas qualidades são fundamentais para empreendimentos com essa missão. As auditorias que garantem a transparência e credibilidade das empresas do Sistema B, inovações como programas de trainees para pessoas negras, além de compromissos a longo prazo através de práticas ESG (ambiente, sociedade e governança) são exemplos de iniciativas que podem contribuir para a geração de impacto social.</p>
<p>Artigo do pesquisador da FGV EAESP Edgard Barki publicado na revista “GV Executivo” reflete sobre os obstáculos e oportunidades de negócios voltados a fazer a diferença na vida das pessoas em áreas como saúde, educação, habitação e serviços financeiros. O autor alerta que o conceito de impacto social não é consensual, e com frequência seu entendimento é baseado na autodeclaração das empresas.</p>
<p>Empreendimentos criados com a missão de combater desigualdades e atender a população de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social podem ter impacto direto no público atendido. Porém, explica o autor, o monitoramento desse impacto envolve recursos financeiros, humanos, além de tempo, o que representa obstáculos para a realização dessa atividade em pequenos negócios.</p>
<p>O artigo também ressalta que os negócios de impacto ficam com frequência restritos à mitigação, focados em minimizar problemas criados pelo capitalismo sem questionar o <i>status quo </i>ou promover mudanças mais radicais. Além disso, incorporar a base da pirâmide no mundo dos negócios representa um desafio adicional para reduzir desigualdades.</p>
<p>Por outro lado, as oportunidades de impacto social residem em fatores que o autor denomina como “cinco Cs para uma transformação social mais concreta”: a colaboração, que exige superação das atuações individuais para resolver questões complexas; o compliance, que cria mecanismos de transparência e credibilidade para as ações empresariais; a consistência, que objetiva impactos sistêmicos a longo prazo; a coerência, que conecta discurso e realidade e vai além de práticas pontuais; e a coragem, que consiste na inovação que rompe com paradigmas.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/88526">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/auditorias-que-fornecem-selo-de-credibilidade-e-estrategias-de-esg-trazem-impacto-social-para-negocios/">Auditorias que fornecem selo de credibilidade e estratégias de ESG trazem impacto social para negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresas de setores poluidores têm menor nível de divulgação de informações ambientais</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/empresas-de-setores-poluidores-tem-menor-nivel-de-divulgacao-de-informacoes-ambientais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2022 14:22:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[disclosure]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Índice de Sustentabilidade Empresarial empresas]]></category>
		<category><![CDATA[RAE]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2874</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="gráfico relatório" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Empresas de setores não poluidores apresentam maior postura proativa para a implementação de práticas sustentáveis. Já empresas potencialmente poluidoras têm mais afinidade com a postura reativa, pois o compartilhamento de informações é realizado para mitigação de danos.  A conclusão é de artigo que mede o nível de disclosure ambiental das empresas, ou seja, a divulgação [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/empresas-de-setores-poluidores-tem-menor-nivel-de-divulgacao-de-informacoes-ambientais/">Empresas de setores poluidores têm menor nível de divulgação de informações ambientais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="gráfico relatório" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Empresas de setores não poluidores apresentam maior postura proativa para a implementação de práticas sustentáveis. Já empresas potencialmente poluidoras têm mais afinidade com a postura reativa, pois o compartilhamento de informações é realizado para mitigação de danos.  A conclusão é de artigo que mede o nível de <i>disclosure</i> ambiental das empresas, ou seja, a divulgação voluntária de informações não financeiras, realizada principalmente em áreas como meio ambiente, gênero e direitos humanos. Com participação da pesquisadora da FGV EAESP Edilene Santana Santos, o trabalho está publicado na “Revista de Administração de Empresas” (RAE).</p>
<p>São analisadas as 107 empresas brasileiras não financeiras avaliadas pelo <i>Environmental Disclosure Score</i> (EDS) entre 2010 e 2018. O EDS compõe o índice da Bloomberg que avalia o desempenho ESG das empresas a partir do grau de divulgação de informações sobre gestão ambiental.</p>
<p>Os dados são confrontados com duas variáveis principais: a participação da empresa no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), medido pela bolsa de valores brasileira (B3), e a materialidade das provisões ambientais, número mensurado pela relação entre o balanço patrimonial da empresa e a obrigação ambiental reconhecida pela empresa em um mesmo ano. Os autores também avaliam se as empresas pertencem ou não a setores ambientalmente sensíveis, como mineração, óleo e gás – estas representam 43% das observações.</p>
<p>Como resultado, o artigo associa significativamente as empresas não poluidoras à adesão ao ISE, o que representa uma postura proativa da organização. Tal estratégia encontra respaldo na teoria da imagem ou reputação, em que a divulgação é um elemento de interação com a sociedade e cria valor para empresa, conforme ressaltam os autores.</p>
<p>Já empresas potencialmente poluidoras aparecem mais associadas à variável das provisões ambientais. Elas apresentam postura reativa ou defensiva, agindo em resposta a problemas socioambientais para reverter a percepção negativa do público, como prevê a teoria da legitimação. Desta forma, aponta o artigo, teorias antagônicas explicam contextos distintos de <i>disclosure</i> ambiental.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rae/a/3MWVtsj4zDJFYgLDcWjPnQd/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/empresas-de-setores-poluidores-tem-menor-nivel-de-divulgacao-de-informacoes-ambientais/">Empresas de setores poluidores têm menor nível de divulgação de informações ambientais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Evento destaca a importância da Agenda 2030 para as empresas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/evento-destaca-a-importancia-da-agenda-2030-para-as-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 15:10:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[FGV InCompany]]></category>
		<category><![CDATA[gv-executivo]]></category>
		<category><![CDATA[ODS]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Pacto Global]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2771</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_011-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_011-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_011-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_011-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_011-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O FGV in Company, em parceria com a GV-executivo, realizou o evento “Ética, Compliance e Agenda Global”. O encontro foi moderado por Adriana Wilner, editora adjunta da GV-executivo e contou com especialistas que abordaram temas emergentes para as empresas, como os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS), ESG e Agenda 2030. Gabriela Rozman, gerente do Pacto [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/evento-destaca-a-importancia-da-agenda-2030-para-as-empresas/">Evento destaca a importância da Agenda 2030 para as empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_011-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_011-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_011-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_011-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_011-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O <a href="https://educacao-executiva-in-company.fgv.br/">FGV in Company</a>, em parceria com a <a href="http://www.fgv.br/gvexecutivo">GV-executivo</a>, realizou o evento “<a href="https://www.youtube.com/watch?v=8E4oT7sxbRY">Ética, Compliance e Agenda Global</a>”. O encontro foi moderado por Adriana Wilner, editora adjunta da GV-executivo e contou com especialistas que abordaram temas emergentes para as empresas, como os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS), ESG e Agenda 2030.</p>
<p>Gabriela Rozman, gerente do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), falou sobre o surgimento e a importância do Pacto Global, lembrando que o Brasil tem a segunda maior rede com 1700 membros. O Pacto tem o objetivo de impulsionar empresas para contribuírem com o desenvolvimento sustentável e, desde 2015, comprometerem-se com a Agenda 2030 da ONU, construída em conjunto com governos, sociedade civil e diversos movimentos sustentáveis.</p>
<p>Dentre outros pontos, Ligia Maura Costa, professora titular da FGV EAESP e coordenadora do Centro de Estudos em Ética, Transparência, Integridade e Compliance (FGVethics), lembrou que o ODS 16 (número 5) trata do combate à corrupção e suborno em todas as suas formas, impacta em todos os outros Objetivos. Ligia destacou também que muitas pesquisas comprovam que quando uma empresa é íntegra, a longo prazo aumenta seu lucro de forma sustentável. Por outro lado, empresas envolvidas em esquemas de corrupção, embora vendam mais no início, são insustentáveis a longo prazo, pois perdem dinheiro para manter pagamentos de propinas, além das outras implicações fiscais e jurídicas.</p>
<p>Professora titular da FGV EAESP e coordenadora do Núcleo de Estudos em Organizações e Pessoas (FGV NEOP), Maria José Tonelli falou sobre o ODS 5, que aborda a questão da igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres e meninas e chamou a atenção, dentre outros pontos, para os dados de 2021 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que revelam números alarmantes de feminicídio e estupro da população feminina, uma realidade ainda pior para as mulheres negras. Maria José destacou também que a igualdade de gênero tem várias intersecções, dentre elas as questões econômicas, de classe social, de idade e participação na política.</p>
<p>Para Jorge Cavalcanti Boucinhas Filho, professor da FGV EAESP e diretor de Relações Internacionais da Academia Brasileira de Direito do Trabalho, a agenda 2030 trouxe para as empresas e organizações uma nova realidade, revelando outros valores além daqueles mostrados pelos números e balanços de faturamento. Jorge destacou que, se antes uma empresa era medida pelo número de filiais ou de empregados que possuía, hoje ela é medida pelo valor da sua marca e, cada vez mais, a marca é impactada por outros valores, não somente os aferíveis em balanços. Nesse ponto, segundo o professor, a pauta ESG e Agenda 2030 impulsiona as empresas a mudarem as suas estratégias.</p>
<p>O evento foi transmitido ao vivo e o vídeo pode ser assistido <a href="https://www.youtube.com/watch?v=8E4oT7sxbRY">aqui</a>.</p>
<p>Acesse também a <a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/issue/view/4822">edição especial da GV-executivo</a> que traz artigos sobre o tema.</p>

<a href='https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/evento-destaca-a-importancia-da-agenda-2030-para-as-empresas/attachment/fgv_011/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_011-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_011-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_011-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_011-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_011-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/evento-destaca-a-importancia-da-agenda-2030-para-as-empresas/attachment/fgv_021/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_021-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_021-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_021-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_021-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_021-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/evento-destaca-a-importancia-da-agenda-2030-para-as-empresas/attachment/fgv_026/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_026-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_026-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_026-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_026-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_026-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/evento-destaca-a-importancia-da-agenda-2030-para-as-empresas/attachment/fgv_041/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_041-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_041-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_041-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_041-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_041-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/evento-destaca-a-importancia-da-agenda-2030-para-as-empresas/attachment/fgv_043/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_043-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_043-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_043-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_043-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_043-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/evento-destaca-a-importancia-da-agenda-2030-para-as-empresas/attachment/fgv_033/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_033-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_033-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_033-700x700.jpg 700w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/evento-destaca-a-importancia-da-agenda-2030-para-as-empresas/attachment/fgv_057-2/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_057-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_057-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_057-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_057-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/FGV_057-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>

<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/evento-destaca-a-importancia-da-agenda-2030-para-as-empresas/">Evento destaca a importância da Agenda 2030 para as empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ESG: menos de um terço das empresas têm políticas de saúde e segurança para colaboradores na cadeia de suprimentos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/esg-menos-de-um-terco-das-empresas-tem-politicas-de-saude-e-seguranca-para-colaboradores-na-cadeia-de-suprimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2022 11:29:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[cadeia de suprimentos]]></category>
		<category><![CDATA[colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
		<category><![CDATA[recursos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[segurança no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[supply chain]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2625</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mulher branca aponta para gráfico na tela de computador" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Entre as empresas brasileiras com  práticas em ESG, sigla que indica fatores de sustentabilidade nas organizações, 79% possuem políticas de saúde e segurança relacionadas a colaboradores, mas menos de um terço possui tais políticas relacionadas à cadeia de suprimentos. A implementação de equipe com foco nestas áreas pode contribuir para o bem-estar dos colaboradores e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/esg-menos-de-um-terco-das-empresas-tem-politicas-de-saude-e-seguranca-para-colaboradores-na-cadeia-de-suprimentos/">ESG: menos de um terço das empresas têm políticas de saúde e segurança para colaboradores na cadeia de suprimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mulher branca aponta para gráfico na tela de computador" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Entre as empresas brasileiras com  práticas em ESG, sigla que indica fatores de sustentabilidade nas organizações, 79% possuem políticas de saúde e segurança relacionadas a colaboradores, mas menos de um terço possui tais políticas relacionadas à cadeia de suprimentos. A implementação de equipe com foco nestas áreas pode contribuir para o bem-estar dos colaboradores e para melhoria no desempenho em ESG. É o que aponta estudo da pesquisadora da FGV EAESP Melissa Velasco Schleich publicado na <a href="https://doi.org/10.1590/S0034-759020220511">Revista de Administração de Empresas</a> nesta segunda (5).</p>
<p>O artigo analisou os registros das 106 empresas brasileiras disponíveis no sistema Refinitiv ESG scores, que reúne informações de domínio público, referentes ao período de 2015 a 2019. Foram avaliadas 11 métricas sob a categoria de colaboradores, que transpassam a dimensão “S” do ESG (Ambiental, Social e Governança). O levantamento aponta quais políticas e práticas em recursos humanos são mais utilizadas nessas organizações de diferentes setores. As empresas mais bem colocadas no ranking correspondem a cerca de ¼ da amostra e possuem políticas relacionadas a colaboradores nas áreas de saúde e segurança, treinamento e desenvolvimento, além de diversidade e oportunidade.</p>
<p>“De acordo com a nossa análise, grande parte das empresas nos níveis mais altos de ESG já incorporaram políticas formais nos temas de gestão de pessoas, pautadas por maior grau de conscientização e bem-estar do colaborador. No entanto, ainda parece haver um caminho relevante a ser percorrido para que as práticas advindas de tais políticas sejam efetivamente incorporadas à gestão”, afirma Melissa Velasco Schleich.</p>
<p>O conceito de ESG está relacionado à tomada de consciência por parte da empresa dos impactos que ela gera e das ações que pode tomar sobre eles. Além de priorizar saúde e segurança no trabalho, o artigo ressalta que os gestores devem considerar a adoção de políticas de treinamento e desenvolvimento e a adesão a políticas relacionadas à diversidade e oportunidade.</p>
<p>A autora explica que as práticas de sustentabilidade e ESG ainda são recentes, e o estudo busca orientar empresas, profissionais e gestores sobre potenciais oportunidades de implementação de políticas e práticas na área. “Adicionalmente, apesar do crescente interesse pela interconexão entre os princípios e práticas da gestão de recursos humanos das empresas e a gestão da cadeia de suprimentos, esta relação mostra-se ainda distante, tanto na existência de políticas (de saúde e segurança, por exemplo) quanto na aplicação efetiva de práticas, como treinamento ou implementação de melhorias”, completa a pesquisadora da FGV EAESP.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rae/a/kmjN8FPqZ3t4hkHZGDWzWBw/?lang=pt">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/esg-menos-de-um-terco-das-empresas-tem-politicas-de-saude-e-seguranca-para-colaboradores-na-cadeia-de-suprimentos/">ESG: menos de um terço das empresas têm políticas de saúde e segurança para colaboradores na cadeia de suprimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agenda de sustentabilidade nas organizações é tema de webinar com pesquisadores da FGV EAESP</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/agenda-de-sustentabilidade-nas-organizacoes-e-tema-de-webinar-com-pesquisadores-da-fgv-eaesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 11:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[gv-executivo]]></category>
		<category><![CDATA[indústria inovação e infraestruturas]]></category>
		<category><![CDATA[ODS9]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2516</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/max-saeling-GFDNXpOsQjU-unsplash1-scaled-e1657320865971-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mãos femininas seguram muda de planta" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/max-saeling-GFDNXpOsQjU-unsplash1-scaled-e1657320865971-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/max-saeling-GFDNXpOsQjU-unsplash1-scaled-e1657320865971-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/max-saeling-GFDNXpOsQjU-unsplash1-scaled-e1657320865971-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/max-saeling-GFDNXpOsQjU-unsplash1-scaled-e1657320865971-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Questões globais como as mudanças climáticas e a pandemia de covid-19 evidenciam a importância de as organizações incorporarem aspectos ambientais, sociais e de governança (ESG) em suas estratégias. Realizado no dia 15 de junho pelo  FGV In Company, em parceria com a revista GV-Executivo, o webinar “Caminhos para a sustentabilidade” discutiu a aplicação de iniciativas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/agenda-de-sustentabilidade-nas-organizacoes-e-tema-de-webinar-com-pesquisadores-da-fgv-eaesp/">Agenda de sustentabilidade nas organizações é tema de webinar com pesquisadores da FGV EAESP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/max-saeling-GFDNXpOsQjU-unsplash1-scaled-e1657320865971-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mãos femininas seguram muda de planta" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/max-saeling-GFDNXpOsQjU-unsplash1-scaled-e1657320865971-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/max-saeling-GFDNXpOsQjU-unsplash1-scaled-e1657320865971-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/max-saeling-GFDNXpOsQjU-unsplash1-scaled-e1657320865971-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/max-saeling-GFDNXpOsQjU-unsplash1-scaled-e1657320865971-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Questões globais como as mudanças climáticas e a pandemia de covid-19 evidenciam a importância de as organizações incorporarem aspectos ambientais, sociais e de governança (ESG) em suas estratégias. Realizado no dia 15 de junho pelo  <a href="https://educacao-executiva-in-company.fgv.br/">FGV In Company</a>, em parceria com a revista GV-Executivo, o webinar “Caminhos para a sustentabilidade” discutiu a aplicação de iniciativas ESG nas políticas públicas e no mundo empresarial.</p>
<p>A atividade contou com a participação de três autores de textos da <a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/issue/view/4780">edição da GV-Executivo </a>publicada no primeiro trimestre de 2022: Mario Monzoni, coordenador do Centro de Estudos em Sustentabilidade (<a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-estudos-sustentabilidade/sobre">FGVces</a>), Lívia Menezes Pagotto, doutora em Administração Pública e Governo pela FGV EAESP, e Aron Belinky, mestre em Administração Pública e Governo pela FGV EAESP. Adriana Wilner, editora adjunta da GV-Executivo, mediou a conversa.</p>
<p>Mario Manzoni lembrou que a discussão sobre sustentabilidade tem mais de 50 anos, ressaltando a Conferência de Meio Ambiente e Desenvolvimento de 1972 como marco para esta agenda. “O desenvolvimento sustentável começa a ser questão a partir do momento em que os países começam a crescer e não entregam indicadores sociais, em particular na saúde e na educação”, frisou.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/85080">Aron Belinky</a> destacou que a perspectiva ESG não é uma evolução da ideia de sustentabilidade, como alguns setores têm interpretado por conta da popularização do termo &#8212; o <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/esg-como-modismo-do-mundo-dos-negocios-e-os-riscos-para-a-sustentabilidade/">“tsunami ESG”</a>. Segundo o pesquisador, a prática ESG se restringe aos resultados ambientais, sociais e econômicos com foco no mundo dos negócios. Já a sustentabilidade prevista na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas traz uma visão mais ampla e se aplica a todos os setores da sociedade.</p>
<p>Lívia Pagotto comentou que incorporar a agenda da sustentabilidade nas empresas passa por estabelecer um diálogo transparente com a sociedade, considerando sua relação com o meio e com outros atores. Segundo a pesquisadora, é preciso pensar em novos modelos de governança para responder ao dinamismo do mundo atual e compreender limites de leituras e de respostas dos Estados diante da complexidade dos problemas ambientais.</p>
<p>Há 20 anos, a GV-Executivo propõe debates relevantes para gestores e tomadores de decisão. A edição “Caminhos para a Sustentabilidade” marca a reformulação da revista, que agora conta com o apoio da FGV In Company.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira o evento na íntegra:</p>
<div class="jeg_video_container jeg_video_content"><iframe loading="lazy" title="Caminhos para a sustentabilidade" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/dlKXnWHnBJc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/agenda-de-sustentabilidade-nas-organizacoes-e-tema-de-webinar-com-pesquisadores-da-fgv-eaesp/">Agenda de sustentabilidade nas organizações é tema de webinar com pesquisadores da FGV EAESP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ESG na prática: para real impacto, estratégias empresariais devem respeitar os limites do planeta</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/videos/esg-na-pratica-para-real-impacto-estrategias-empresariais-devem-respeitar-os-limites-do-planeta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 14:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[gv-executivo]]></category>
		<category><![CDATA[indústria inovação e infraestruturas]]></category>
		<category><![CDATA[ODS9]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2504</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="planta, tablet branco e xícara de café sobre superfície branca" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A adoção do termo ESG (ambiente, sociedade e governança) no mundo dos negócios sinaliza que as empresas estão mais conscientes sobre a importância de pensar sobre os seus impactos ambientais. Mas adotar uma narrativa de sustentabilidade e a linguagem ESG em relatórios não é suficiente se a agenda empresarial não implementar estratégias com base em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/videos/esg-na-pratica-para-real-impacto-estrategias-empresariais-devem-respeitar-os-limites-do-planeta/">ESG na prática: para real impacto, estratégias empresariais devem respeitar os limites do planeta</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="planta, tablet branco e xícara de café sobre superfície branca" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2510" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/esg-na-pratica-para-real-impacto-estrategias-empresariais-devem-respeitar-os-limites-do-planeta-1.webp" alt="" width="1" height="1" />A adoção do termo ESG (ambiente, sociedade e governança) no mundo dos negócios sinaliza que as empresas estão mais conscientes sobre a importância de pensar sobre os seus impactos ambientais. Mas adotar uma narrativa de sustentabilidade e a linguagem ESG em relatórios não é suficiente se a agenda empresarial não implementar estratégias com base em uma mudança de paradigma.  Em vídeo, o coordenador do Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces) da FGV EAESP, Mario Monzoni, detalha as principais constatações do artigo <em>O Metaverso do ESG</em>, publicado em parceria com a pesquisadora Fernanda Carreira na primeira edição de 2022 da revista &#8220;GV-Executivo&#8221;.</p>
<p>Fernanda Carreira, também pesquisadora da FGVces, explica que o título do trabalho alude à crescente tendência de atividades em realidade virtual, o metaverso. &#8220;É como se estivéssemos vivendo em um imaginário coletivo de que o ESG chegou para resolver todos os problemas da sociedade&#8221;, aponta. A autora destaca o conceito de economia ecológica presente no artigo como uma orientação para olhar os negócios por uma lente de respeito aos limites do planeta, considerando alternativas sistêmicas como decrescimento, Bem Viver e ecofeminismo.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/85510/80703">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/videos/esg-na-pratica-para-real-impacto-estrategias-empresariais-devem-respeitar-os-limites-do-planeta/">ESG na prática: para real impacto, estratégias empresariais devem respeitar os limites do planeta</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresas brasileiras investem em projetos sociais que contribuem para o desenvolvimento do território</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/empresas-brasileiras-investem-em-projetos-sociais-que-contribuem-para-o-desenvolvimento-do-territorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2022 14:01:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[cidades e comunidades sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento local]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[filantropia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS11]]></category>
		<category><![CDATA[território]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2388</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-julia-m-cameron-6995201-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Sobre uma mesa, voluntários, uma mulher branca e um homem negro, organizam latas de alimentos e pães em caixas de plástico para transporte" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-julia-m-cameron-6995201-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-julia-m-cameron-6995201-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-julia-m-cameron-6995201-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-julia-m-cameron-6995201-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Na última década, empresas brasileiras têm buscado conciliar seus projetos sociais com as políticas públicas locais e com as estratégias corporativas. A filantropia corporativa deseja ir além de ações pontuais e fortalecer as lideranças comunitárias do entorno, contribuindo para o desenvolvimento do território. A motivação dos gestores é deixar um legado de benefícios sociais para [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/empresas-brasileiras-investem-em-projetos-sociais-que-contribuem-para-o-desenvolvimento-do-territorio/">Empresas brasileiras investem em projetos sociais que contribuem para o desenvolvimento do território</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-julia-m-cameron-6995201-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Sobre uma mesa, voluntários, uma mulher branca e um homem negro, organizam latas de alimentos e pães em caixas de plástico para transporte" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-julia-m-cameron-6995201-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-julia-m-cameron-6995201-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-julia-m-cameron-6995201-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/05/pexels-julia-m-cameron-6995201-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Na última década, empresas brasileiras têm buscado conciliar seus projetos sociais com as políticas públicas locais e com as estratégias corporativas. A filantropia corporativa deseja ir além de ações pontuais e fortalecer as lideranças comunitárias do entorno, contribuindo para o desenvolvimento do território. A motivação dos gestores é deixar um legado de benefícios sociais para a população, conforme aponta estudos dos pesquisadores da FGV EAESP Livia Menezes Pagotto, Mariana Xavier Nicolletti e Mário Monzoni.</p>
<p>Os autores realizaram entrevistas por meio de grupo focal com 13 gestores corporativos responsáveis pela implementação de projetos de desenvolvimento territorial em empresas de sete setores econômicos diferentes. Em seguida, realizaram entrevistas individuais com 13 gestores, sendo dois deles também participantes do grupo focal.</p>
<h2>Projetos sociais de empresas podem gerar benefícios permanentes</h2>
<p>O estudo verificou que a filantropia corporativa é um investimento de social de longo prazo. Os gestores consultados relatam a importância de ouvir a comunidade durante todo o processo de construção das ações, respeitando as capacidades e culturas do território em questão. Através da postura denominada pelos autores de &#8216;cidadania corporativa&#8217;, essas empresas buscam estar de acordo com as políticas públicas de desenvolvimento territorial.</p>
<p>Os gestores também mencionam vantagens na relação dos programas sociais com a atividade-fim da empresa. As iniciativas de mitigação de impactos sociais e ambientais e o investimento em infraestrutura, qualificação de recursos humanos e geração de renda local contribuem para o desenvolvimento do território em que as empresas estão instaladas, o que traz resultados positivos também para a consolidação do próprio negócio.</p>
<p><a href="https://periodicos.ufv.br/apgs/article/view/11704">Confira o estudo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/empresas-brasileiras-investem-em-projetos-sociais-que-contribuem-para-o-desenvolvimento-do-territorio/">Empresas brasileiras investem em projetos sociais que contribuem para o desenvolvimento do território</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
