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	<title>Arquivos estados - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Pandemia acentuou resposta nacional descoordenada em políticas de assistência social e educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 19:31:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-rodnae-productions-8364026-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-rodnae-productions-8364026-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-rodnae-productions-8364026-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-rodnae-productions-8364026-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-rodnae-productions-8364026-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em 2019, o início de um governo federal que enfraqueceu a resposta coordenada de combate às desigualdades fez com que governos locais assumissem políticas públicas originalmente definidas em nível nacional. A pandemia da Covid-19 acentuou esse processo, e estados e municípios precisaram definir estratégias em nível local para as áreas de assistência social e educação. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-rodnae-productions-8364026-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-rodnae-productions-8364026-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-rodnae-productions-8364026-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-rodnae-productions-8364026-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-rodnae-productions-8364026-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em 2019, o início de um governo federal que enfraqueceu a resposta coordenada de combate às desigualdades fez com que governos locais assumissem políticas públicas originalmente definidas em nível nacional. A pandemia da Covid-19 acentuou esse processo, e estados e municípios precisaram definir estratégias em nível local para as áreas de assistência social e educação.</p>
<p>A constatação é de artigo com participação do pesquisador da FGV EAESP Fernando Burgos Pimentel dos Santos publicado na revista “Policy and Society”. O estudo examina indicadores sociais e dados coletados em documentos e em 16 entrevistas com gestores de secretarias estaduais e municipais dos estados do Amazonas e São Paulo e das cidades de Manaus e São Paulo.</p>
<p>No início da pandemia, o Governo Federal implementou o Auxílio Emergencial, pago via aplicativo de celular. O benefício consistiu em uma medida com fins políticos, segundo os autores. Isto porque a concessão não se conectava com o trabalho de assistentes sociais na linha de frente, como os que atuam em favelas nas grandes cidades ou junto à população de áreas remotas da Amazônia, por exemplo, que poderiam cadastrar os beneficiários.</p>
<p>Por outro lado, sem diretrizes nacionais, secretarias estaduais e municipais elaboraram protocolos próprios para manter em funcionamento serviços sociais como vagas em abrigos e distribuição de alimentos. A Secretaria de Assistência Social do estado de São Paulo, por exemplo, recorreu à arrecadação de doações para seguir atendendo a população vulnerável.</p>
<p>No caso da educação, o artigo destaca a rápida adaptação dos estados ao ensino à distância, facilitando o acesso a equipamentos e aparelhos conectados à internet e realizando distribuição presencial de materiais. Porém, a fragmentação das políticas públicas pode ser observada nos programas de merenda escolar, que fazem parte da política educacional do Governo Federal, mas ficaram desassistidos durante a pandemia.</p>
<p>Os autores alertam que esse cenário contribuiu para acentuar desigualdades regionais no Brasil. Mesmo que alguma capacidade subnacional de resposta tenha sido construída anteriormente, as ações dos atores locais durante a pandemia foram fragmentadas e conseguiram apenas atender a necessidades emergenciais, avalia o artigo.</p>
<p><a href="https://academic.oup.com/policyandsociety/article/41/2/306/6526982?login=false">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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