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	<title>Arquivos expatriação - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos expatriação - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Por que organizações devem considerar a história colonial na adaptação de expatriados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 11:16:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação cultural]]></category>
		<category><![CDATA[expatriação]]></category>
		<category><![CDATA[história colonial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2552647267-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2552647267-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2552647267-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2552647267-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2552647267-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Quando falamos em adaptação de expatriados, muitas vezes pensamos que falar a mesma língua ou compartilhar traços culturais facilita o processo. No entanto, uma pesquisa publicada na Journal of International Business Studies mostra que essa visão simplifica demais a questão. O estudo de Roberta Aguzzoli, Martyna Śliwa, Jorge Lengler, Chris Brewster e Denise Quatrin (FGV [&#8230;]</p>
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<p>A pesquisa teve abordagem qualitativa e interpretativista. Dessa forma, foram realizadas 42 entrevistas com brasileiros que atuaram ou atuam em Portugal em diferentes setores e níveis hierárquicos. As entrevistas revelaram como os participantes narram e interpretam suas vivências. Além disso, a análise utilizou livros de história brasileiros e portugueses para comparar como cada país ensina sua versão do passado colonial.</p>
<h1>Resultados: adaptação parcial e narrativas históricas</h1>
<p>Os relatos mostram que, apesar da proximidade cultural, a adaptação dos brasileiros em Portugal é parcial. Ou seja, muitos aprendem a se virar no dia a dia (adaptação cognitiva) e até ajustam alguns comportamentos (adaptação comportamental). Mas, no campo emocional (adaptação afetiva), persistem sentimentos de desconforto, frustração e até ressentimento.</p>
<p>Sendo assim, dois tipos de narrativas se destacaram:</p>
<ol>
<li>A narrativa da “Brasilidade”, ligada ao orgulho nacional e ao direito de estar em Portugal, reforçada pela memória da resistência ao período colonial.</li>
<li>A narrativa do “brasileiro marginalizado”, baseada na percepção de que portugueses veem brasileiros como inferiores, o que dificulta a construção de relações positivas.</li>
</ol>
<p>Essas narrativas, enraizadas no passado colonial, influenciam como os expatriados interpretam situações de trabalho e como respondem a elas. Embora o idioma seja o mesmo, o sotaque brasileiro frequentemente desperta estereótipos negativos. Muitos entrevistados relataram que a língua, em vez de aproximar, serviu como barreira. Portanto, isso limitou a criação de redes locais de apoio e dificultou o sentimento de pertencimento.</p>
<h2>O que isso significa para empresas e gestores</h2>
<p>O estudo desafia a ideia de que a adaptação melhora naturalmente com o tempo. No caso de contextos marcados por histórias coloniais, a adaptação plena pode nunca acontecer. Para empresas internacionais, essa é uma lição importante: não basta considerar fatores culturais e institucionais, é preciso também reconhecer o peso da história.</p>
<p>A recomendação dos autores é que organizações capacitem seus funcionários a compreender diferentes narrativas históricas e a refletirem sobre preconceitos implícitos. Isso pode reduzir tensões, melhorar o ambiente de trabalho e favorecer a inclusão de expatriados.</p>
<p>Por fim, entender a expatriação exige olhar não apenas para cultura e língua, mas também para os legados históricos que moldam relações entre países. Para brasileiros em Portugal, a história colonial segue sendo um fator determinante em sua adaptação profissional e pessoal.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1057/s41267-024-00754-y">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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