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	<title>Arquivos finanças - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos finanças - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Pesquisa de Impacto: Educação Financeira na aldeia Kamakã</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/videos/pesquisa-de-impacto-educacao-financeira-na-aldeia-kamaka/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 11:32:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Brumadinho]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/educacao_financeira_kamaka-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/educacao_financeira_kamaka-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/educacao_financeira_kamaka-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/educacao_financeira_kamaka-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A educação financeira pode transformar vidas – e é exatamente isso que o projeto da FGV está fazendo para mais de 132 mil pessoas afetadas pelo acidente da barragem de Brumadinho. Em parceria com o Tribunal de Justiça e o Ministério Público de Minas Gerais, a iniciativa levou conhecimento essencial à aldeia Kamakã (Esmeraldas-MG), ajudando [&#8230;]</p>
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<p>André Andrade, do FGV Projetos, destaca que a participação dos Kamakã é uma vitória da comunidade, pois através do PTR e também da ajuda da Fundação, eles podem mais uma vez estabelecer suas origens e reforçar a unidade da aldeia. Cláudia Yoshinaga, professora de finanças da FGV, ressalta o papel da Fundação, que além de operacionalizar o projeto do PTR, é uma instituição de ensino e com isso, pôde ensinar a comunidade sobre como gerenciar o recurso financeiro recebido pelas famílias.</p>
<p>Com material didático acessível e um treinamento inédito, o impacto do projeto se expandiu por meio da mídia e agora será replicado para formar multiplicadores. Além disso, a experiência já inspira novas ações do Ministério Público e do Tribunal de Justiça para incluir a educação financeira em futuros processos de indenização.</p>
<p>Assista e saiba mais sobre essa iniciativa transformadora!</p>
<div class="jeg_video_container jeg_video_content"><iframe title="Pesquisa de Impacto: Educação Financeira na Aldeia Kamakã" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/JcNucq6e5vs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Artigo de professor da FGV EAESP recebe prêmio Fundo Garantidor de Crédito (FGC)</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/noticias-internas/artigo-de-professor-da-fgv-eaesp-recebe-premio-fundo-garantidor-de-credito-fgc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 11:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias internas]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa financeira]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[produto financeiro complexo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/Blog-Impacto-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/Blog-Impacto-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/Blog-Impacto-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/Blog-Impacto-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Artigo do professor Alan de Genaro, da FGV EAESP, recebe o prêmio Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de asset pricing no XXIV Encontro Brasileiro de Finanças (EBFin), evento acadêmico de maior destaque na área de Finanças no Brasil, realizado entre os dias 4 e 6 de julho em Curitiva – PR. O trabalho intitulado &#8220;Product [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/Blog-Impacto-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/Blog-Impacto-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/Blog-Impacto-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/Blog-Impacto-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Artigo do professor Alan de Genaro, da FGV EAESP, recebe o prêmio Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de asset pricing no XXIV Encontro Brasileiro de Finanças (EBFin), evento acadêmico de maior destaque na área de Finanças no Brasil, realizado entre os dias 4 e 6 de julho em Curitiva – PR.</p>
<p>O trabalho intitulado &#8220;Product Complexity, Investor Experience, and Returns&#8221; foi desenvolvido por Alan de Genaro, da FGV EAESP, em parceria com José Liberti, da Kellogg School of Management, Northwestern University; Pedro Saffi, da Cambridge Judge Business School; e Jason Sturgess, da School of Economics and Finance at Queen Mary University of London. O trabalho contou com dados obtidos através do convênio entre a FGV e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).</p>
<p>A pesquisa revelou que, em média, produtos financeiros complexos tendem a gerar rendimentos inferiores aos ativos de renda fixa tradicional. No entanto, investidores sofisticados, com maior experiência no mercado financeiro, conseguiram obter retornos superiores tanto em produtos simples quanto complexos. Uma descoberta notável foi o papel das corretoras independentes na certificação de produtos complexos, ajudando a mitigar potenciais conflitos de interesse entre emissores e distribuidores.</p>
<p>Este estudo oferece contribuições valiosas para o debate atual sobre a regulação de produtos financeiros complexos, destacando a importância da experiência dos investidores e do papel dos distribuidores na certificação desses produtos.</p>
<p>A premiação no XXIV Encontro Brasileiro de Finanças reforça a relevância e o impacto do trabalho acadêmico realizado pelos professores da FGV EAESP, consolidando a instituição como um centro de excelência em pesquisa financeira.</p>
<p><a href="https://www.eief.it/eief/images/De_genaro.pdf">Leia mais sobre a pesquisa</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quais fatores afetam a renegociação de dívidas no Brasil?</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/quais-fatores-afetam-a-renegociacao-de-dividas-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 11:32:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Compensação de renegociação]]></category>
		<category><![CDATA[contratos de dívida]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Renegociação de dívida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1790560727-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1790560727-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1790560727-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1790560727-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1790560727-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A renegociação de dívidas é uma prática comum em mercados financeiros, surgindo como uma resposta à incompletude dos contratos financeiros. Quando um tomador de empréstimo ou credor não pode cumprir ou deseja alterar os termos iniciais de um contrato, pode-se iniciar um processo de renegociação. Ela é crucial para melhorar a saúde financeira da empresa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1790560727-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1790560727-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1790560727-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1790560727-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/07/shutterstock_1790560727-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A renegociação de dívidas é uma prática comum em mercados financeiros, surgindo como uma resposta à incompletude dos contratos financeiros. Quando um tomador de empréstimo ou credor não pode cumprir ou deseja alterar os termos iniciais de um contrato, pode-se iniciar um processo de renegociação. Ela é crucial para melhorar a saúde financeira da empresa durante momentos de dificuldade, podendo obter períodos de carência ou extensão dos prazos de pagamento.</p>
<p>No contexto de mercados emergentes, <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1062976924000553">um estudo recente de Rafael Felipe Schiozer, da FGV EAESP, juntamente com João Paulo Eça, Tatiana Albanez e Mauricio Ribeiro do Valle, foi publicado na <em>Quarterly Review of Economics and Finance</em>.</a> A pesquisa tem como objetivo entender os determinantes da renegociação de dívidas no Brasil.</p>
<p>A equipe realizou uma coleta manual de dados inéditos sobre renegociações de empréstimos de empresas brasileiras. Analisaram mais de três mil notas de demonstrações financeiras entre 2010 e 2021. A amostra incluiu 11.602 observações trimestrais de 326 empresas não financeiras listadas na bolsa de valores brasileira, B3. Assim, o foco foi identificar se, quando e como ocorreram as renegociações e quais foram seus resultados.</p>
<p>Os resultados mostram que a deterioração da saúde financeira das empresas aumenta a probabilidade de renegociação da dívida. Em tais casos, os tomadores de empréstimo geralmente precisam fornecer compensações aos credores, que podem incluir exigências adicionais de garantias, cláusulas restritivas mais rígidas ou taxas de juros mais altas. Logo, essas compensações servem como uma forma de proteger os credores diante do aumento do risco de inadimplência.</p>
<h2>Além disso, os motivadores para a renegociação de dívidas diferem entre economias desenvolvidas e emergentes.</h2>
<p>Isso devido à heterogeneidade das características institucionais de cada jurisdição. Nos mercados emergentes, como o Brasil, há maior assimetria de informação e menor proteção aos credores, resultando em maiores custos de agência. Isso faz com que os credores estejam mais propensos a renegociar com empresas em dificuldade, preferindo renegociações do que o longo e dispendioso processo de recuperação e venda de garantias.</p>
<p>Quanto ao perfil das empresas que renegociaram suas dívidas, elas tendem a ser grandes, porém, enfrentam maiores dificuldades financeiras. Credores frequentemente impõem condições mais rígidas nas renegociações com essas empresas, incluindo aumento da taxa de juros, covenants (cláusulas restritivas) e exigências de garantias adicionais. Ademais, esse comportamento é mais acentuado entre detentores de títulos, que têm maior probabilidade de exigir compensações do que bancos privados e públicos.</p>
<p>O estudo conclui que, em mercados emergentes, onde a proteção aos credores é menor e a assimetria de informação é alta, a compensação na renegociação de dívidas é uma prática comum que visa reduzir o risco para os credores. Além disso, esses achados são essenciais para empresas que buscam renegociar suas dívidas, pois fornecem insights valiosos sobre as expectativas dos credores e as possíveis condições que podem enfrentar. Entender esses fatores permite às empresas preparar-se melhor e adotar estratégias mais eficazes durante o processo de renegociação.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1062976924000553">artigo na integra.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/quais-fatores-afetam-a-renegociacao-de-dividas-no-brasil/">Quais fatores afetam a renegociação de dívidas no Brasil?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa aponta formas de invisibilidade de trabalhadores para escaparem do endividamento</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/inclusao-financeira-e-a-invisibilidade-dos-trabalhadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 11:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
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		<category><![CDATA[fintechs]]></category>
		<category><![CDATA[microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 8]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/46847542542_1ccea16e13_o-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/46847542542_1ccea16e13_o-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/46847542542_1ccea16e13_o-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/46847542542_1ccea16e13_o-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/46847542542_1ccea16e13_o-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A inclusão financeira visa conceder acesso a serviços financeiros formais a indivíduos empobrecidos e marginalizados, acreditando-se que isso os capacite a melhorar sua condição econômica. No entanto, há controvérsias sobre se essa inclusão realmente melhora a qualidade de vida desses grupos. As fintechs (empresas de tecnologia financeira) surgiram como importantes atores nesse cenário, oferecendo soluções [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/46847542542_1ccea16e13_o-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/46847542542_1ccea16e13_o-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/46847542542_1ccea16e13_o-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/46847542542_1ccea16e13_o-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/46847542542_1ccea16e13_o-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A inclusão financeira visa conceder acesso a serviços financeiros formais a indivíduos empobrecidos e marginalizados, acreditando-se que isso os capacite a melhorar sua condição econômica. No entanto, há controvérsias sobre se essa inclusão realmente melhora a qualidade de vida desses grupos.</p>
<p>As fintechs (empresas de tecnologia financeira) surgiram como importantes atores nesse cenário, oferecendo soluções tecnológicas para ampliar o acesso a serviços financeiros a custos reduzidos. Apesar disso, debates críticos destacam que as fintechs podem ter efeitos adversos, como aumentar o endividamento entre grupos já marginalizados, ampliando as desigualdades.</p>
<p>As pesquisadoras da FGV EAESP, Erica Siqueira e Isleide Fontenelle, publicaram um artigo na revista Environment and Planning A: Economy and Space explorando o microcrédito cedido por fintechs para trabalhadores informais e precários na &#8220;periferia da periferia&#8221;, termo cunhado para se referir a espaços mais marginalizados dentro de países já posicionados na periferia do capitalismo central. A pesquisa foi conduzida em duas etapas, analisando as operações de uma empresa fintech na periferia brasileira e investigando dinâmicas de adesão e resistência dos trabalhadores. A primeira etapa incluiu entrevistas e estudo de caso da Plataforma de Microcrédito Fintech (MFP). Na segunda etapa, uma das autoras esteve durante 4 meses no segundo maior complexo de moda e vestuário do Brasil, a <a href="https://www.artesanatopassoapassoja.com.br/feira-da-sulanca-de-caruaru/#google_vignette">Sulanca</a>, na região do Agreste de Pernambuco. Lá, ela realizou observação participante, entrevistas e coletou questionários na feira de Caruaru.</p>
<h2>Invisibilidade financeira: como trabalhadores informais escapam do endividamento nas periferias</h2>
<p>Os resultados mostram que trabalhadores informais, carentes de contratos formais e proteção estatal, se adaptaram a uma forma de trabalho chamada de &#8220;vida-trabalho&#8221;, que, apesar de precária, lhes proporciona uma sensação de liberdade. Operando principalmente em unidades de produção domiciliar, esses trabalhadores valorizam a autonomia que vem com o próprio negócio, apesar das condições desafiadoras.</p>
<p>Por dependerem fortemente de micro e pequenos negócios informais, a pesquisa revelou que esses trabalhadores têm um engajamento limitado com serviços financeiros formais. A maioria prefere transações em dinheiro e evita terminais de pagamento, refletindo um medo da dívida e uma necessidade de invisibilidade financeira para manter a flexibilidade e adaptabilidade. Enquanto as fintechs tentam se apresentar como promotoras da inclusão financeira, ainda dependem de táticas de microfinanças adaptadas à realidade dos trabalhadores informais, perpetuando assim a capitalização dessas populações pelas instituições de microfinanças orientadas para negócios.</p>
<p>O estudo revelou como as condições precárias dos trabalhadores podem ser fatores relevantes para expansão desse tipo de plataforma, evidenciando a periferia da periferia como uma arena ideal para o microcrédito e acumulação capitalista. Essa interseção entre plataformas financeiras e trabalho precário confirma que as novas formas de acumulação perpetuam as antigas na periferia do capital. Além disso, a pesquisa destaca as características distintas da periferia da periferia, reveladas pela resistência dos trabalhadores informais ao microcrédito através de práticas de invisibilidade, mostrando como essas condições precárias historicamente perpetuaram o ciclo de pobreza.</p>
<p>Leia o <a href="https://journals.sagepub.com/doi/pdf/10.1177/0308518X231214945?casa_token=XxPJX205wE0AAAAA:XThA9C99Jbk4WK4m-_-FpAHWeP1abWNLaN1jP6bzRmbBTR3myor9_Ok-2zJbcfGaEM0taswEXfy4gA">artigo na integra</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/inclusao-financeira-e-a-invisibilidade-dos-trabalhadores/">Pesquisa aponta formas de invisibilidade de trabalhadores para escaparem do endividamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Excesso de confiança e efeito manada são os vieses que mais influenciam a tomada de decisão de investidores</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/excesso-de-confianca-e-efeito-manada-sao-os-vieses-que-mais-influenciam-a-tomada-de-decisao-de-investidores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2024 12:43:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1151595443-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1151595443-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1151595443-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1151595443-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1151595443-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em 4 anos, o número de investidores individuais na bolsa de valores brasileira cresceu mais de 6 vezes. Isso tem atraído a atenção dos estudiosos do campo das Finanças Comportamentais, principalmente no que diz respeito à tomada de decisão (TD) dos investidores. As Finanças Comportamentais são o estudo do comportamento dos investidores. Um de seus [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1151595443-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1151595443-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1151595443-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1151595443-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1151595443-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em 4 anos, o número de investidores individuais na bolsa de valores brasileira cresceu mais de 6 vezes. Isso tem atraído a atenção dos estudiosos do campo das Finanças Comportamentais, principalmente no que diz respeito à tomada de decisão (TD) dos investidores. As Finanças Comportamentais são o estudo do comportamento dos investidores. Um de seus principais pilares é a racionalidade limitada dos investidores, pois pressupõe-se que o ser humano nem sempre toma as melhores decisões possíveis, estando sujeito à influência de heurísticas e erros durante a tomada de decisão.</p>
<p>Estima-se que existam pelo menos 22 vieses que comumente influenciam a TD dos investidores. Com o objetivo investigar as opiniões de investidores brasileiros sobre quais vieses psicológicos podem influenciar a tomada de decisão de investidores individuais e profissionais do mercado financeiro, a pesquisadora da FGV EAESP, Claudia Yoshinaga, em conjunto com demais pesquisadores, realizou uma pesquisa publicada na revista Psicologia Clínica. A pesquisa consiste em um questionário composto em sua maioria por questões abertas. Foram analisadas as respostas de 8 pesquisadores do campo das finanças comportamentais, 17 profissionais que atuam no mercado financeiro e 20 investidores individuais.</p>
<p>Em geral, o questionário abordou a opinião sobre os fatores que podem influenciar a tomada de decisão, como pensamentos, emoções e comportamentos, além dos vieses psicológicos. O questionário foi aplicado de forma online, na plataforma Qualtrics, e a amostra foi atingida através do método bola de neve, em que um participante envia a pesquisa para sua rede de contatos.</p>
<p>Os principais resultados demonstram que os participantes reportaram 17 vieses diferentes. Embora existam discrepâncias nas opiniões de cada grupo de participantes, os vieses de ancoragem, excesso de confiança, aversão à perda e efeito manada foram os mais reportados pelos três grupos. O viés de ancoragem refere-se à tendência de utilizar preços conhecidos ou âncoras para determinar se algo está barato ou caro. Já a aversão à perda é a inclinação de evitar qualquer tipo de perda financeira, mesmo que isso signifique se expor a um risco maior. Por fim, o efeito manada é a propensão de seguir a direção ou decisão de um grande grupo de pessoas.</p>
<p>Ademais, a pesquisa aponta que 35% dos investidores individuais relataram não conhecer nenhum viés. Outros 30% acreditam que os profissionais do mercado financeiro são imunes a seus efeitos. Esses achados demonstram a necessidade de intervenções educativas sobre a influência dos vieses psicológicos na tomada de decisão, como cursos e outras intervenções regulatórias ou educativas direcionadas principalmente aos investidores individuais.</p>
<p>Por fim, uma parcela significativa dos participantes mencionou a influência do viés de confirmação na tomada de decisão. Por isso, recomenda-se a realização de novas pesquisas que investiguem esse viés, principalmente considerando o aumento da publicidade como venda de cursos e carteiras de investimento direcionada aos investidores nas redes sociais.</p>
<p><a href="http://www.psi.puc-rio.br/site/images/psi_puc/publicacoes/35.1/PsiClin-v35n1-A09.pdf">Leia o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>O golfe como inovação no ensino de finanças</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/o-golfe-como-inovacao-no-ensino-de-financas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2024 11:14:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_548451244-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_548451244-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_548451244-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_548451244-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_548451244-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O ensino de finanças é frequentemente desafiador, exigindo estratégias inovadoras para engajar alunos e docentes. Uma abordagem interessante é o uso do golfe como metáfora para ensinar princípios financeiros, aproveitando sua complexidade e habilidades cognitivas e motoras que desenvolve, além de sua capacidade de estabelecer redes corporativas informais. O pesquisador da FGV EAESP, Wesley Mendes-da-Silva, [&#8230;]</p>
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<p>O pesquisador da FGV EAESP, Wesley Mendes-da-Silva, conduziu uma experiência pioneira integrando noções de golfe e decisões financeiras em um programa de 60 horas, distribuídas em cinco dias, em um clube de campo. O programa contou com profissionais de golfe, designers, um oficial militar para palestras e a participação de 30 alunos. Durante a disciplina, foram apresentados fundamentos de golfe e finanças, alternando sessões práticas no campo de golfe com aulas teóricas sobre decisões financeiras em startups e gestão de risco de crédito. Os alunos também participaram de um torneio de golfe em equipes, ilustrando as conexões entre o esporte e o ambiente financeiro. A disciplina ocorreu graças à interação da FGV EAESP com o mercado, na qual o Banco ABC entendeu o mérito da discussão, e apoiou a disciplina, cedendo a participação de dois executivos, uma equipe de realização de eventos e a maior parte dos custos financeiros decorrentes da disciplina.</p>
<p>O estudo revelou que a experiência com o golfe melhorou o engajamento dos alunos, promovendo reflexões sobre comportamentos em contextos corporativos e fornecendo ferramentas valiosas para ensinar princípios financeiros e gestão de alto nível. Além disso, os participantes demonstraram um maior comprometimento com valores essenciais ao golfe, como ética e planejamento, que se mostraram conectados ao ambiente financeiro, auxiliando no diagnóstico e endereçamento de erros psicológicos comuns em comportamentos financeiros.</p>
<p>A pesquisa também destacou a viabilidade de integrar temas de finanças sustentáveis em programas de &#8220;Golf Finance&#8221;, abordando tópicos como ESG, compliance e governança corporativa. Essa intersecção entre o golfe e as decisões corporativas oferece uma ampla gama de analogias para a tomada de decisão financeira em níveis pessoal e corporativo, posicionando o golfe como uma ferramenta chave para programas colaborativos e a formação de redes profissionais. O artigo que documenta a experiência tem dados abertos disponíveis a qualquer interessado, gratuitamente.</p>
<p><a href="https://doi.org/10.1590/1982-7849rac2024230075.por">Leia o estudo na íntegra</a></p>
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		<title>Estudo recomenda práticas para combater vendas antiéticas em bancos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudo-recomenda-praticas-para-combater-vendas-antieticas-em-bancos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 11:00:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O varejo bancário é um dos maiores no setor de serviços. Bancos de varejo oferecem diversos serviços financeiros, incluindo crédito e alternativas de investimento que ajudam a apoiar o desenvolvimento econômico. Porém, existe uma lacuna entre as regras de comportamento ético conforme descrito nos códigos de conduta e o que realmente acontece nessas organizações. Entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O varejo bancário é um dos maiores no setor de serviços. Bancos de varejo oferecem diversos serviços financeiros, incluindo crédito e alternativas de investimento que ajudam a apoiar o desenvolvimento econômico. Porém, existe uma lacuna entre as regras de comportamento ético conforme descrito nos códigos de conduta e o que realmente acontece nessas organizações. Entre as principais razões para o comportamento antiético estão a pressão organizacional, a intensa competição e as instruções de supervisores.</p>
<p>Para investigar práticas de vendas antiéticas em bancos, o pesquisador da FGV EAESP, Mateus Ponchio, em conjunto com as pesquisadoras Roberta Basílio e Rafaela Cordeiro, publicou um <a href="https://doi.org/10.1057/s41264-024-00274-8">artigo na revista científica Journal of Financial Services Marketing</a> com entrevistas que apresentam a percepção de 15 funcionários de bancos, provenientes de quatro dos cinco maiores bancos de varejo do Brasil. Para análise das entrevistas, foi utilizada uma abordagem interpretativa que permitiu compreender experiências pessoais, culturas e práticas organizacionais que levam a dilemas éticos em bancos de varejo. Os funcionários que participaram ocupavam diversas posições, desde funcionários da linha de frente até gerentes médios e superiores.</p>
<p>Para explicar o comportamento antiético em organizações, os autores usaram a teoria do desenvolvimento moral. Os pesquisadores identificaram três temas principais nas entrevistas. O primeiro é a ênfase em vender produtos lucrativos em detrimento das necessidades dos clientes. Depois, a isenção de culpa dos funcionários em relação às práticas de vendas e decisões dos clientes, responsabilizando o consumidor ou mesmo o “sistema” do banco. Por último, a prática de “uma mão lava a outra” na relação entre funcionários e clientes, baseada em confiança e &#8220;troca de favores&#8221;. Muitos funcionários avaliam a ética com base em recompensas, aprovação dos colegas e respeito pela autoridade. Portanto, a orientação predominante é para vendas, frequentemente desconsiderando as necessidades e entendimento dos clientes.</p>
<p>Para melhorar o cenário, os pesquisadores sugerem a promoção de uma cultura centrada na confiança e em benefícios mútuos para clientes e banco. Para isso, criar e divulgar conteúdo sobre comportamentos financeiros positivos e usos e benefícios dos produtos adquiridos podem ajudar os consumidores a tomar decisões mais informadas. Além disso, os autores sugerem que haja participação ativa de funcionários de diferentes níveis e funções no desenvolvimento do código de ética da instituição, bem como momentos de discussão sobre situações que levam a dilemas éticos.</p>
<p>Por fim, concluem que a promoção de práticas de gestão financeira saudáveis e discussões regulares sobre o código de conduta são essenciais para alinhar os códigos éticos prescritos com as práticas reais. Estes momentos reflexivos podem ajudar os funcionários a avançar para formas mais avançadas de raciocínio moral. Apoiar funcionários que não atingem metas de vendas, em vez de puni-los, e estender programas de educação financeira para os funcionários são estratégias para melhorar a empatia com os clientes e promover práticas éticas. Recomenda-se também a implementação de programas de desenvolvimento cultural para fomentar uma cultura de responsabilidade mútua e melhorar o clima ético dentro dos bancos.</p>
<p><a href="https://doi.org/10.1057/s41264-024-00274-8">Leia o artigo na íntegra.</a></p>
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		<title>Pesquisadores investigam como moedas comunitárias podem contribuir com Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisadores-investigam-como-moedas-comunitarias-podem-contribuir-com-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 11:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Moedas comunitárias (CCs) são formas alternativas de dinheiro geralmente emitidas e geridas por cidadãos, ONGs e empresas, bem como por administrações públicas locais. Utilizadas para comercializar bens e serviços em territórios limitados ou entre uma determinada comunidade, as CCs são compostas por dimensões simbólicas, culturais e sociais e estão completamente imersas em contextos econômicos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Moedas comunitárias (CCs) são formas alternativas de dinheiro geralmente emitidas e geridas por cidadãos, ONGs e empresas, bem como por administrações públicas locais. Utilizadas para comercializar bens e serviços em territórios limitados ou entre uma determinada comunidade, as CCs são compostas por dimensões simbólicas, culturais e sociais e estão completamente imersas em contextos econômicos e institucionais específicos. Apesar da crescente adoção das CCs, a discussão sobre princípios e valores para abordar seus propósitos, particularmente em relação às questões de sustentabilidade ambiental, ainda é escassa.</p>
<p>Diante dessa lacuna, os pesquisadores da FGV EAESP e colaboradores, Eduardo H. Diniz, Marcelo Henrique de Araujo, Mario Aquino Alves e Lauro Gonzalez, publicaram um <a href="https://doi.org/10.1007/s11625-023-01456-4">artigo na Sustainability Science</a> para apontar quais são os princípios de design a serem considerados em projetos de moeda comunitária orientados para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Para isso, seguiram os paradigmas da pesquisa em ciência do design (DSR) para descrever os princípios de design de um projeto de CC.</p>
<p>Os pesquisadores propõem um framework para princípios de design em projetos de CC alinhados com os ODS baseado em quatro dimensões: análise do contexto, objetivos, detalhamento dos mecanismos necessários para implementação do projeto e critérios de avaliação das implicações do projeto. Projetar projetos de moeda comunitária (CC) para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) requer uma abordagem cuidadosa e matizada que considere tanto os objetivos quanto a sua avaliação no contexto mais amplo do desenvolvimento comunitário.</p>
<p>Embora considere o aspecto multidimensional da sustentabilidade, a literatura anterior aponta o foco limitado em questões ambientais nos projetos de CC. A maioria se concentra em objetivos sociais e econômicos, enquanto projetos explicitamente pró-ambientais são raros. Os pesquisadores apontam exemplos em que os CCs podem contribuir para 12 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Seja na luta contra a pobreza (ODS1), focando no acesso aos direitos econômicos e sociais para os pobres, na igualdade de gênero (ODS5) criando instrumentos de pagamento para o trabalho geralmente não remunerado realizado por mulheres. Há também o pagamento por serviços públicos básicos, como água e eletricidade, eles podem contribuir com o ODS6 (água e saneamento para todos) e ODS7 (acesso à energia acessível).</p>
<p>Portanto, os pesquisadores concluem que as moedas comunitárias têm o potencial de servir como mecanismo valioso para desafios locais e podem ser integradas a uma abordagem destinada a alcançar os ODS. Ao promover a sustentabilidade, inclusão e prosperidade econômica ao nível da comunidade, essas moedas podem contribuir para uma estratégia mais ampla para alcançar os ODS.</p>
<p><a href="https://doi.org/10.1007/s11625-023-01456-4">Leia a pesquisa na íntegra.</a></p>
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		<title>Algoritmos de inteligência artificial permitem aprimoramento estratégico no mercado financeiro</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/contabilidade-e-financas/inteligencia-artificial-aprimoramento-estrategico-mercado-financeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 19:23:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[chat gpt]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Investidores]]></category>
		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-rahul-pandit-1933900-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Estudo da FGV avalia que mercado financeiro pode se valer da grande capacidade de processamento de dados através da inteligência artificial" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-rahul-pandit-1933900-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-rahul-pandit-1933900-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-rahul-pandit-1933900-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-rahul-pandit-1933900-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A inteligência artificial (IA) tem proporcionado mudanças em diversos setores da sociedade, e o mercado financeiro não é exceção. Estratégias de investimentos, avaliação de riscos e finanças corporativas são processos que vêm sendo aprimorados com a ajuda de algoritmos de IA. Em artigo para a revista “GV-executivo”, os pesquisadores da FGV EAESP Claudia Emiko Yoshinaga [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-rahul-pandit-1933900-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Estudo da FGV avalia que mercado financeiro pode se valer da grande capacidade de processamento de dados através da inteligência artificial" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-rahul-pandit-1933900-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-rahul-pandit-1933900-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-rahul-pandit-1933900-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-rahul-pandit-1933900-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A inteligência artificial (IA) tem proporcionado mudanças em diversos setores da sociedade, e o mercado financeiro não é exceção. Estratégias de investimentos, avaliação de riscos e finanças corporativas são processos que vêm sendo aprimorados com a ajuda de algoritmos de IA. <a href="https://periodicos.fgv.br/gvexecutivo/article/view/89911">Em artigo para a revista “GV-executivo”</a>, os pesquisadores da FGV EAESP Claudia Emiko Yoshinaga e Henrique Castro discutem o papel das novas tecnologias no mundo financeiro e o impacto dessas mudanças para profissionais da área.</p>
<p>Diferentemente de métodos tradicionais, em que as análises são feitas manualmente, a inteligência artificial processa grandes quantidades de dados de forma rápida e simultânea, permitindo a<a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/contabilidade-e-financas/novo-modelo-de-previsao-da-taxa-de-cambio-pode-trazer-maior-retorno-financeiro-e-menos-risco-para-investidores/"> identificação de padrões e correlações</a>. A partir de informações do mercado financeiro, tecnologias de IA podem auxiliar investidores a tomar decisões estratégicas e aproveitar oportunidades passageiras do mercado, por exemplo. Um exemplo é a chamada negociação algorítmica, em que os algoritmos realizam negociações a partir de dados do mercado em tempo real. Outro exemplo é o investimento quantitativo, em que a IA cria modelos preditivos de movimentações do mercado com base em dados históricos.</p>
<h2>Mercado financeiro deve priorizar dados de alta qualidade ao lidar com inteligência artificial</h2>
<p>Os autores também destacam o aprimoramento que as tecnologias vêm gerando na área de gestão de riscos. Com mais dados sendo analisados, pode-se detectar de forma mais precisa padrões suspeitos de fraudes e falhas na segurança em investimentos e finanças empresariais. Além disso, ferramentas de processamento de informações, como o Chat GPT, ajudam a identificar tendências financeiras &#8211; como acontecimentos do mundo corporativo &#8211; e a percepção do público sobre determinados movimentos no mercado, auxiliando na tomada de decisões por gestores e investidores.</p>
<p>Os efeitos também são sentidos pela área corporativa, que utiliza <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/combinacao-de-inteligencia-artificial-e-metodologias-tradicionais-traz-melhorias-a-analise-de-dados-qualitativos/">análises de inteligência artificial</a> para melhorar a distribuição de recursos financeiros dentro da empresa, para avaliar possíveis alvos para fusão e aquisição e elaborar relatórios otimizados. Por outro lado, no uso de IAs pela indústria financeira, os autores atentam para a necessidade de priorizar dados de alta qualidade, eliminando possíveis vieses que possam atrapalhar os resultados, bem como associar o processo à supervisão humana, para que seja complementado pelo pensamento crítico e, ainda, cumprir regulamentações de privacidade <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/artigo-propoe-gestao-de-riscos-para-inteligencia-artificial-em-organizacoes/">para garantir a segurança dos dados</a> e os direitos individuais.</p>
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		<title>Fintechs: estudo explica armadilhas da inclusão financeira por plataformas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/contabilidade-e-financas/fintechs-estudo-explica-armadilhas-da-inclusao-financeira-por-plataformas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 11:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[clientes]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[fintechs]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão financeira]]></category>
		<category><![CDATA[microcrédito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Além de coletar e utilizar comercialmente os dados dos usuários, a vigilância das plataformas digitais financeiras (fintechs) afeta o comportamento do consumidor e sua capacidade de decisão. Segundo artigo de pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) publicado na revista “Journal of the Association for Information [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Além de coletar e utilizar comercialmente os dados dos usuários, a vigilância das plataformas digitais financeiras (<em>fintechs</em>) afeta o comportamento do consumidor e sua capacidade de decisão. Segundo artigo de pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) publicado na revista “Journal of the Association for Information System”, clientes de serviços personalizados de microcrédito ficam expostos a um ciclo de constante renovação dos empréstimos enquanto única oportunidade de inclusão social e financeira.</p>
<p>Os pesquisadores realizaram estudo de caso de uma <em>fintech</em> que atende microempreendedores no Brasil. Além de realizar entrevistas com o CEO e funcionários entre março de 2018 e janeiro de 2019, o trabalho partiu também da observação de uma região de atuação da empresa e baseou-se, principalmente, em dados secundários sobre a organização, como materiais de imprensa e relatórios de prestação de contas produzidos entre 2013 e 2019.</p>
<p>A inclusão financeira digital se apresenta como alternativa para facilitar o acesso ao crédito de pessoas de baixa renda e sem emprego formal, perfil considerado de risco por bancos tradicionais, explica o artigo. A produção científica tem destacado os aspectos positivos desses serviços, que oneram menos o cliente devido aos baixos custos de operação das <em>fintechs</em>. Mas, no contexto no capitalismo de vigilância, a inclusão social torna-se desafio individual, e não coletivo ou social, e depende de plataformas digitais sujeitas aos interesses do mercado financeiro, alerta a pesquisa.</p>
<p>Além de prever e controlar as ações dos usuários pelos dados de navegação e pagamento no celular, a chamada “inclusão financeira vigiada” conta com agentes de microcrédito que estabelecem relações de confiança com a comunidade. Esses funcionários criam conexão pessoal com o microempreendedor para assegurar a renovação constante do microcrédito, que é de curto prazo. Os valores são utilizados principalmente em capital de giro e crédito rotativo, apontam Érica Siqueira, Eduardo Diniz e Marlei Pozzebon, autores do artigo.</p>
<p>Os pesquisadores explicam que a baixa inadimplência, com taxa de repagamento entre 92 e 95%, torna o negócio lucrativo e de baixo risco para as<em> fintechs</em>. “Por um lado, esse crédito permite a expansão e valorização acelerada da plataforma financeira, mas por outro, pode colocar em risco o crescimento e expansão dos micros e pequenos negócios. Nesse sentido, nosso texto traz um alerta, para que as empresas privadas não operem apenas para transformar a pobreza e a falta de proteção social em um negócio rentável para elas”.</p>
<p>Os autores observam que modelos de inclusão financeira e microcrédito precisam ser repensados por profissionais e governos para que não reproduzam práticas de vigilância.  “É importante notar o quanto as plataformas digitais em geral têm aperfeiçoado seus algoritmos para aumentar sua rentabilidade por meio de práticas pouco éticas”, ressaltam. Para pesquisas futuras, eles destacam que é relevante ampliar o escopo de estudo de vigilância para incluir arranjos de tecnologias e agentes humanos. “Os agentes humanos não são meros coletores de informação, mas são elementos centrais em estratégias de vigilância”, completa Siqueira.</p>
<p><a href="https://aisel.aisnet.org/jais/vol24/iss5/6/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/contabilidade-e-financas/fintechs-estudo-explica-armadilhas-da-inclusao-financeira-por-plataformas/">Fintechs: estudo explica armadilhas da inclusão financeira por plataformas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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