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	<title>Arquivos funcionários - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos funcionários - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<item>
		<title>Cooperação e coletividade são peças-chave na implementação de ambiente de trabalho mais democrático</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/cooperacao-e-coletividade-sao-pecas-chave-na-implementacao-de-ambiente-de-trabalho-mais-democratico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 11:26:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[cultura e clima organizacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/close-de-diversas-pessoas-dando-as-maos1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Práticas organizacionais colaborativas garantem ambiente de trabalho mais democrático e eficiente, aponta estudo da FGV" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/close-de-diversas-pessoas-dando-as-maos1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/close-de-diversas-pessoas-dando-as-maos1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/close-de-diversas-pessoas-dando-as-maos1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Para garantir um ambiente de trabalho mais democrático e adaptado aos desafios globais, empresas devem realizar mudanças estratégicas na gestão de recursos humanos (RH). As práticas atuais &#8211; que levam em consideração lideranças centralizadas e avaliações pessoais de performance, por exemplo &#8211; contribuem para o individualismo e impedem conquistas mais colaborativas. Para contornar a situação, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/cooperacao-e-coletividade-sao-pecas-chave-na-implementacao-de-ambiente-de-trabalho-mais-democratico/">Cooperação e coletividade são peças-chave na implementação de ambiente de trabalho mais democrático</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/close-de-diversas-pessoas-dando-as-maos1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Práticas organizacionais colaborativas garantem ambiente de trabalho mais democrático e eficiente, aponta estudo da FGV" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/close-de-diversas-pessoas-dando-as-maos1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/close-de-diversas-pessoas-dando-as-maos1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/close-de-diversas-pessoas-dando-as-maos1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Para garantir um ambiente de trabalho mais democrático e adaptado aos desafios globais, empresas devem realizar mudanças estratégicas na gestão de recursos humanos (RH). As práticas atuais &#8211; que levam em consideração lideranças centralizadas e avaliações pessoais de <i>performance</i>, por exemplo &#8211; contribuem para o individualismo e impedem conquistas mais colaborativas. Para contornar a situação, é preciso repensar a forma como as práticas organizacionais são desenhadas e implementadas, priorizando mecanismos que geram mais cooperação e coletividade entre a organização e seus membros.</p>
<p>A reflexão está em artigo publicado pelo pesquisador da FGV EAESP Renato Souza na revista <i>“Scandinavian Journal of Management”</i>. No estudo, o autor analisa as práticas de gestão de recursos humanos utilizadas atualmente no mundo corporativo e seus impactos para o desenvolvimento de um ambiente mais participativo e sustentável, além de sugerir estratégias para ajustar as políticas às necessidades internas e externas às empresas.</p>
<h2>Ambiente de trabalho deve se adaptar a desafios globais</h2>
<p>De acordo com o autor, o contexto corporativo é complexo, incerto e dinâmico, e práticas de gestão de RH mais colaborativas e coletivas são essenciais para acompanhar grandes transformações globais, como a desigualdade e as mudanças climáticas, de forma sustentável e democrática &#8211; política conhecida como bem comum. Assim, a reformulação da liderança como um processo colaborativo entre os membros da organização é uma das principais estratégias que ajudam a alcançar esses objetivos, com a <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/executivos-devem-apostar-no-regime-hibrido-para-engajar-colaboradores-no-pos-pandemia/">participação direta dos funcionários</a> em processos de tomada de decisões e a designação de objetivos conjuntos, por exemplo.</p>
<p>Além disso, para atender ao bem comum, os sistemas de gestão e <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/ambiente-organizacional-performance-colaboradores/">avaliação da <i>performance</i> de funcionários</a> devem levar em consideração não só as características e comportamentos próprios de cada indivíduo, mas o suporte mútuo fornecido por cada membro da organização, as relações colaborativas, o trabalho em equipe e o desenvolvimento de metas coletivas e compartilhadas. Um exemplo é a disparidade salarial entre homens e mulheres, desafio que diz respeito ao bem comum e que pode ser pensado a partir de objetivos e perspectivas mais cooperativas no ambiente de trabalho, ressalta o autor.</p>
<p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0956522123000416">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/cooperacao-e-coletividade-sao-pecas-chave-na-implementacao-de-ambiente-de-trabalho-mais-democratico/">Cooperação e coletividade são peças-chave na implementação de ambiente de trabalho mais democrático</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Investimentos em saúde, lazer e segurança no trabalho melhoram qualidade de vida de funcionários de hospital</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/investimentos-em-saude-lazer-e-seguranca-no-trabalho-melhoram-qualidade-de-vida-de-funcionarios-de-hospital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Oct 2023 11:16:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[funcionários]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Gestão hospitalar deve elaborar estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho, diz pesquisa da FGV" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em hospital de São Paulo, uma estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho aumenta a adesão e o estado de saúde dos trabalhadores. A iniciativa, realizada por meio de parcerias entre empresas e operadoras de saúde, baseia-se no foco em três grandes áreas ligadas à qualidade de vida: clínicas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Gestão hospitalar deve elaborar estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em hospital de São Paulo, uma estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho aumenta a adesão e o estado de saúde dos trabalhadores. A iniciativa, realizada por meio de parcerias entre empresas e operadoras de saúde, baseia-se no foco em três grandes áreas ligadas à qualidade de vida: clínicas de atendimento, áreas destinadas ao lazer e gestão da segurança do trabalho. O programa tem gerado resultados positivos: os funcionários participam ativamente das iniciativas e há redução significativa do comportamento sedentário e do estresse, por exemplo.</p>
<p>A análise está em artigo publicado na “Revista Brasileira de Saúde Suplementar” (RBSS) pelos pesquisadores da FGV EAESP, Alberto José Niituma Ogata e Ana Maria Malik, em colaboração com o gestor de saúde Leonardo Piovesan Mendonça. Para investigar a implementação de programas de bem-estar dos trabalhadores nas empresas, os autores realizaram um estudo de caso analisando a iniciativa de promoção de saúde do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), em São Paulo, em parceria com operadoras de saúde, bem como suas ferramentas e resultados.</p>
<h2>Gestão hospitalar pode incentivar prática de exercícios físicos e alimentação saudável dos trabalhadores</h2>
<p>O chamado Programa Bem-Estar (PBE) foi implementado em 2011 com o objetivo de investir em estruturas de <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/relacoes-pessoais-e-impacto-social-do-trabalho-sao-essenciais-para-o-bem-estar-de-profissionais-da-enfermagem/">promoção da saúde do trabalhador no ambiente de trabalho</a>. Dentre os recursos oferecidos pelo programa estão diversas modalidades de exercícios físicos, como academias de ginástica, atendimento médico próprio ao trabalhador e treinamentos relacionados à segurança do trabalho, como simulados de combate a incêndios. Além das atividades, o programa oferece um sistema de incentivos que auxilia na adesão dos funcionários. Ao manter vacinas e exames médicos em dia, por exemplo, os funcionários acumulam pontos que podem ser revertidos em uma porcentagem de sua remuneração.</p>
<p>Os autores apontam que mais de 98% dos funcionários participam da iniciativa, com as taxas de adesão às atividades físicas chegando a 90%. Além da redução de comportamentos sedentários, também houve melhora significativa na alimentação dos funcionários e na economia com custos de planos de saúde: entre 2016 e 2018, por exemplo, houve uma redução de 30% nos custos médicos em usuários de academia de ginástica. Vale destacar que a iniciativa tornou-se referência na área, acumulando prêmios nacionais e mundiais em programas de qualidade de vida.</p>
<p><a href="https://rbss.org.br/index.php/RBSS/article/view/4/5">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<item>
		<title>Empresas devem cuidar da saúde mental dos colaboradores; 43% estão sobrecarregados</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/empresas-devem-cuidar-da-saude-mental-dos-colaboradores-43-estao-sobrecarregados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 21:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[burnout]]></category>
		<category><![CDATA[colaboradores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="saúde mental no trabalho: 43% dos trabalhadores que retornam ao regime presencial estão sobrecarregados, diz pesquisa" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Os riscos da Covid-19 e a falta de perspectiva no cenário pandêmico afetaram a saúde mental de funcionários de empresas nos anos de 2020 e 2021. Já no contexto de retorno ao ambiente de trabalho a partir de 2022, a sobrecarga de trabalho passou a ser o maior fator de impacto negativo na saúde mental [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/empresas-devem-cuidar-da-saude-mental-dos-colaboradores-43-estao-sobrecarregados/">Empresas devem cuidar da saúde mental dos colaboradores; 43% estão sobrecarregados</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="saúde mental no trabalho: 43% dos trabalhadores que retornam ao regime presencial estão sobrecarregados, diz pesquisa" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-karolina-grabowska-60285401-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Os riscos da Covid-19 e a falta de perspectiva no cenário pandêmico afetaram a saúde mental de funcionários de empresas nos anos de 2020 e 2021. Já no contexto de retorno ao ambiente de trabalho a partir de 2022, a sobrecarga de trabalho passou a ser o maior fator de impacto negativo na saúde mental dos colaboradores. É o que indica estudo com participação do pesquisador da FGV EAESP Paul Ferreira e da graduanda em Administração de Empresas Taynã Chiodi Appel. A sobrecarga foi citada por 43% dos entrevistados, seguida pela pressão por resultados e metas, lembrada por 31% dos respondentes.</p>
<p>Publicado na revista “GV Executivo”, o artigo analisa a transição do mercado de trabalho para um cenário pós-pandemia e parte de dados referentes ao primeiro semestre de 2022. A pesquisa é baseada em respostas de 572 profissionais brasileiros que ocupam cargos variados, como analistas, gerentes e coordenadores de empresas. A maioria dos respondentes (88%) atua na Região Sudeste.</p>
<h2>Para cuidar da saúde mental no trabalho, líderes devem manter escuta ativa</h2>
<p>Os autores relatam que 54% dos trabalhadores já sofreram algum transtorno de saúde mental. Destes, 63% afirmam não ter recebido apoio da liderança para lidar com a doença e quase 60% saíram da empresa por conta do quadro. “Os respondentes relataram que <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/43-dos-trabalhadores-brasileiros-alegam-que-estao-com-sobrecarga-de-trabalho-revela-pesquisa/">se sentem sobrecarregados</a> e pressionados por resultados, sem contrapartida de reconhecimento, o que pode causar episódios de desmotivação, crise de pânico, depressão e culminar em burnout”, aponta o artigo.</p>
<p>Os colaboradores citaram doze benefícios que consideraram mais importantes de serem oferecidos pelas empresas<a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/dores-fisicas-causadas-pelo-home-office-estao-associadas-a-baixos-indices-de-bem-estar-e-saude-mental/"> durante a pandemia</a>, divididos em três categorias: serviços de saúde, auxílio financeiro e apoio ao desenvolvimento profissional. Porém, eles dizem que as empresas não comunicam nem implementam oito desses benefícios &#8211; como é o caso de programas de saúde mental, prioridade mais citada na pesquisa, não implementados pelas empresas, segundo 67% dos entrevistados.</p>
<p>Os líderes devem criar espaços seguros de conversa e manter uma escuta ativa, afirmam os autores. O treinamento em saúde mental também é uma das recomendações do artigo. “De maneira particular, gestores de equipes devem ter as habilidades para identificar todos os subordinados e responder com empatia e de forma adequada a eles, especialmente àqueles que podem ser mais vulneráveis, uma vez que estão sub-representados no escritório em função de <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/maioria-das-profissionais-de-saude-negras-se-sentem-despreparadas-para-lidar-com-a-pandemia/">raça</a>, <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/inclusao-de-mulheres-no-mercado-de-trabalho-precisa-de-equiparacao-de-salarios-e-diversificacao-de-liderancas/">gênero</a>, orientação sexual ou outra identidade”, completam os pesquisadores.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/88543/83309">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/empresas-devem-cuidar-da-saude-mental-dos-colaboradores-43-estao-sobrecarregados/">Empresas devem cuidar da saúde mental dos colaboradores; 43% estão sobrecarregados</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Atitudes podem incluir de maneira excludente e excluir com sensação de inclusão, mostra estudo em clube social brasileiro</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/atitudes-podem-incluir-de-maneira-excludente-e-excluir-com-sensacao-de-inclusao-mostra-estudo-em-clube-social-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[EAESP Pesquisa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 11:10:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=1417</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-andrea-piacquadio-3770238-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-andrea-piacquadio-3770238-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-andrea-piacquadio-3770238-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-andrea-piacquadio-3770238-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-andrea-piacquadio-3770238-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diversas práticas cotidianas de um clube social brasileiro, localizado na região Sul, serviram de base para uma pesquisa com inspiração etnográfica que descreve relações entre funcionários e sócios do clube, que acontecem em uma tensão entre exclusão e inclusão, com o objetivo de manter a desigualdade entre estes estratos sociais. O artigo, publicado nos Cadernos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/atitudes-podem-incluir-de-maneira-excludente-e-excluir-com-sensacao-de-inclusao-mostra-estudo-em-clube-social-brasileiro/">Atitudes podem incluir de maneira excludente e excluir com sensação de inclusão, mostra estudo em clube social brasileiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-andrea-piacquadio-3770238-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-andrea-piacquadio-3770238-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-andrea-piacquadio-3770238-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-andrea-piacquadio-3770238-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/pexels-andrea-piacquadio-3770238-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Diversas práticas cotidianas de um clube social brasileiro, localizado na região Sul, serviram de base para uma pesquisa com inspiração etnográfica que descreve relações entre funcionários e sócios do clube, que acontecem em uma tensão entre exclusão e inclusão, com o objetivo de manter a desigualdade entre estes estratos sociais.</p>
<p>O artigo, <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1679-39512020000400770&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt&amp;ORIGINALLANG=pt">publicado nos Cadernos EBAPE</a>, mostra que práticas consideradas bastante comuns e aceitas, como o recebimento de uniformes e o estabelecimento de regras formais e informais de conduta leva a uma forma de exclusão dos funcionários, no sentido de evitar que eles alcançassem privilégios que deveriam se manter restritos aos frequentadores do clube. &#8220;Práticas como penalizar o uso de uma peça que não fosse do uniforme, o ato de sentar durante o período de trabalho ou a exigência de se alimentar em uma área específica, fora do clube, designada para as refeições dos funcionários tidos como de baixo escalão são formas de evidenciar o lugar de uns e de outros naquela realidade&#8221;, explica Fernando Vianna, doutorando em Administração de Empresas na FGV EAESP e um dos autores do artigo.</p>
<p>O uniforme é apresentado pelos autores como uma das evidências de uma forma estruturada de exclusão excludente, já que o sujeito da ralé é incluído em uma condição de &#8220;uniformizado&#8221;, o que pode lhe poupar de frequentes abordagens policiais, mas também lhe marca como um &#8220;não-consumidor&#8221; de bons produtos e serviços. &#8220;A relação entre os funcionários que usam uniforme e os que não usam uniforme é estruturada para legitimar a hierarquia e a desigualdade social entre os grupos, desigualdade que é também reproduzida pelos próprios funcionários, que abaixam suas cabeças quando um sócio passa, e pelos sócios, que só cumprimentam funcionários com roupas semelhantes às suas&#8221;, destacam os autores.</p>
<p>As tensões entre inclusão e exclusão ficam evidentes até mesmo na função da televisão do clube, que segundo os autores exibe produtos e serviços voltados exclusivamente aos sócios merecedores, ainda que sejam cotidianamente observados pelos membros da ralé. &#8220;O funcionário é excluído da capacidade de consumo, mas está incluído em uma situação que pensa ser positiva, pois está trabalhando. Assim, essa inclusão em um trabalho precarizado exclui o trabalhador da possibilidade de aquisição daqueles bens, fazendo com que ele próprio se inclua em um grupo que se percebe como fracassado&#8221;, descrevem os pesquisadores.</p>
<p>Para a realização do estudo, um dos pesquisadores frequentou o clube diariamente por alguns meses, conversando com informantes chave e tomando notas de campo, que permitiram chegar às análises publicadas, que discutem de que modos a ralé é socialmente excluída de determinadas situações e incluída em outras, bem como os motivos para tanto.</p>
<p>&#8220;Esse processo de exclusão includente e de inclusão excludente resulta na manutenção da desigualdade social por meio de práticas aparentemente normais, justificáveis, institucionalmente aceitas e incentivadas&#8221;, explicam os autores, que descrevem que tal processo faz com que a ralé seja incluída e ou excluída por meio destas práticas, que consequentemente levam à reprodução e legitimação de uma condição social de precariedade.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1679-39512020000400770&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt&amp;ORIGINALLANG=pt">Confira o estudo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/atitudes-podem-incluir-de-maneira-excludente-e-excluir-com-sensacao-de-inclusao-mostra-estudo-em-clube-social-brasileiro/">Atitudes podem incluir de maneira excludente e excluir com sensação de inclusão, mostra estudo em clube social brasileiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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