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	<title>Arquivos inclusão financeira - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos inclusão financeira - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Geografia do Pix: estudo revela padrões de uso e impacto do meio de pagamento no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/geografia-do-pix-estudo-revela-padroes-de-uso-e-impacto-do-meio-de-pagamento-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2025 11:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/pix-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/pix-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/pix-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/pix-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/pix-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Lançado em 2020 pelo Banco Central, o Pix rapidamente se consolidou como o principal meio de pagamento digital do país. Em 2024, mais de 150 milhões de brasileiros já haviam realizado pelo menos uma transação por meio da plataforma. Dessa forma, o pix superou o dinheiro como principal forma de pagamento. Para entender melhor os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/pix-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/pix-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/pix-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/pix-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/pix-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Lançado em 2020 pelo Banco Central, o Pix rapidamente se consolidou como o principal meio de pagamento digital do país. Em 2024, mais de 150 milhões de brasileiros já haviam realizado pelo menos uma transação por meio da plataforma. Dessa forma, o pix superou o dinheiro como principal forma de pagamento. Para entender melhor os padrões de uso do Pix no território nacional, pesquisadores do Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (FGVCemif) da FGV EAESP conduziram um estudo inédito intitulado “Geografia do Pix: Análise descritiva das Transações Pix por Município no ano de 2024”.</p>
<p>O estudo foi conduzido pelos pesquisadores Fabricio M. Trevisan, Lauro Gonzalez, Eduardo H. Diniz e Adrian Cernev, da FGV EAESP, e utilizou dados das Estatísticas do Pix por Município de 2024, disponibilizadas pelo Banco Central do Brasil. Além disso, os pesquisadores cruzaram essas informações com os dados do Censo Demográfico de 2022, do IBGE. A análise focou em transações feitas por pessoas físicas. Isso permitiu calcular indicadores de adesão, frequência de uso e valor médio das transações em diferentes estados e municípios.</p>
<h1>O levantamento revelou que a adesão ao Pix já ultrapassa 60% da população brasileira, sendo que o Distrito Federal apresenta a maior taxa de uso (77%) e o Piauí a menor (54,7%).</h1>
<p>Apesar de estados mais ricos, como São Paulo e Rio de Janeiro, apresentarem alta adesão, algumas regiões menos desenvolvidas, como Amapá e Roraima, também demonstraram forte engajamento com a ferramenta.</p>
<p>Em relação à frequência de uso, os brasileiros realizam, em média, uma transação por mês via Pix, com variações significativas entre os estados. Os amazonenses foram os que mais utilizaram o sistema (48 transações mensais por usuário), enquanto os catarinenses foram os que menos utilizaram (25 transações mensais). Esse dado sugere que, nas regiões de menor renda, o Pix é usado com mais frequência para transações cotidianas.</p>
<p>Já o valor médio das transações reflete o nível de renda dos usuários. Enquanto estados do Sul e Sudeste apresentam valores médios superiores a R$ 220, estados do Norte e Nordeste registram valores mais baixos, como R$ 119 no Amazonas e R$ 129 no Amapá.</p>
<h2>O impacto do Pix e desafios futuros</h2>
<p>Além disso, o estudo também destacou casos atípicos, como o município de Pacaraima (RR). Lá, o número de usuários cadastrados no Pix é cinco vezes maior do que a população registrada no Censo. Isso pode ocorrer, possivelmente, devido ao fluxo migratório na região fronteiriça com a Venezuela.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, o modelo de pagamentos instantâneos desenvolvido pelo Banco Central pode servir de referência internacional para outros países que buscam soluções eficientes para a digitalização dos meios de pagamento. Além disso, o estudo aponta que o Pix tende a expandir suas funcionalidades, incluindo operações de crédito, saque e transações internacionais. No entanto, desafios como fraudes e segurança digital precisam de constante monitoração para garantir a confiança dos usuários.</p>
<p>A pesquisa reforça o papel do Pix como um elemento central na inclusão financeira do Brasil e demonstra como sua adoção varia conforme as condições socioeconômicas e regionais do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia <a href="https://portal.fgv.br/sites/default/files/uploads/geografia_do_pix_completo.pdf">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<item>
		<title>Fintechs lideradas por pessoas negras desenvolvem algoritmos inclusivos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/fintechs-lideradas-por-pessoas-negras-desenvolvem-algoritmos-inclusivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 12:29:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Algoritmo viés racial]]></category>
		<category><![CDATA[fintechs de propriedade negra]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão financeira]]></category>
		<category><![CDATA[justiça social]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A desigualdade racial no acesso a serviços financeiros é uma barreira histórica que perpetua injustiças sociais e limita oportunidades. No Brasil, fintechs lideradas por pessoas negras surgem como agentes de mudança, enfrentando os desafios de reverter os vieses raciais incorporados em sistemas de pontuação de crédito tradicionais. Portanto, essas startups assumem o compromisso de criar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A desigualdade racial no acesso a serviços financeiros é uma barreira histórica que perpetua injustiças sociais e limita oportunidades. No Brasil, fintechs lideradas por pessoas negras surgem como agentes de mudança, enfrentando os desafios de reverter os vieses raciais incorporados em sistemas de pontuação de crédito tradicionais. Portanto, essas startups assumem o compromisso de criar algoritmos inclusivos, capazes de promover justiça social e combater a exclusão financeira racial. Isso permite oferecer novas oportunidades para comunidades historicamente marginalizadas.</p>
<p>O estudo, conduzido pelos pesquisadores da FGV EAESP, Eduardo Henrique Diniz, Bruno Sanches, Marlei Pozzebon e Simone Luvizan, examinou três fintechs negras brasileiras por meio de 24 entrevistas com fundadores, gerentes e equipes técnicas dessas fintechs negras, além de empreendedoras sociais, analistas de dados, potenciais clientes dessas fintechs e pesquisadores da comunidade negra, dados que se somaram à análise de documentos e vídeos dessas empresas.</p>
<p>Publicado na prestigiada revista MIS Quarterly, o trabalho triangula a teoria da justiça social de Nancy Fraser com o conceito latino-americano de tecnologia social para analisar e entender as práticas de produção de algoritmos inclusivos no ecossistema fintech.</p>
<h1>O desenvolvimento de algoritmos inclusivos passa pela necessidade de combinar a reflexividade humana com a automação da máquina</h1>
<p>Os resultados mostram que as fintechs negras enfrentam restrições financeiras e operacionais, mas adotam estratégias criativas para inclusão. Utilizando inteligência híbrida — uma combinação de análise humana e algoritmos baseados em inteligência artificial — essas startups conseguem identificar e eliminar variáveis que reforçam estereótipos raciais. Um exemplo claro é o uso discriminatório de informações geográficas, que desfavorece a população negra, historicamente concentrada em regiões periféricas. Embora a cor da pele não seja um dado explicitamente usado na análise de crédito, essas variáveis geográficas funcionam como proxies discriminatórios. Para combater práticas como essa, as fintechs negras reconfiguram os algoritmos tradicionalmente usados no mercado a partir de investigação sobre os motivos das negativas de crédito, detectando e corrigindo elementos discriminatórios nesses algoritmos.</p>
<p>Além disso, a pesquisa identificou que as fintechs analisadas atuam em três dimensões da justiça social:</p>
<ul>
<li>Representação: Profissionais negros lideram processos-chave, trazendo perspectivas únicas e alinhadas às necessidades de seu público.</li>
<li>Reconhecimento: As startups lideradas por profissionais negros valorizam a identidade e cultura negra, desafiando estereótipos negativos por meio de soluções afirmativas.</li>
<li>Redistribuição: Desenvolvem modelos de pontuação prospectiva, focados no potencial financeiro atual ao invés de avaliações retrospectivas que perpetuam exclusão e com isso conseguem fornecer empréstimos a quem teria mais dificuldade nos sistemas de crédito tradicionais.</li>
</ul>
<p>Portanto, as fintechs lideradas por pessoas negras desempenham um papel vital na construção de algoritmos inclusivos e no fortalecimento da comunidade negra no setor financeiro. No entanto, a verdadeira inclusão exigirá esforços contínuos e de longo prazo para superar as barreiras estruturais e econômicas impostas pelo ecossistema financeiro. Ao redefinir práticas tradicionais e adotar uma abordagem iterativa de design algorítmico, essas startups mostram que é possível equilibrar inclusão social e viabilidade financeira. Por fim, isso permite promover um sistema mais justo para todos.</p>
<p>Leia <a href="https://misq.umn.edu/do-black-fintechs-matter-the-long-and-winding-road-to-develop-inclusive-algorithms-for-social-justice.html">o artigo na integra.</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fintechs: estudo explica armadilhas da inclusão financeira por plataformas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/contabilidade-e-financas/fintechs-estudo-explica-armadilhas-da-inclusao-financeira-por-plataformas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 11:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[clientes]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[fintechs]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão financeira]]></category>
		<category><![CDATA[microcrédito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Além de coletar e utilizar comercialmente os dados dos usuários, a vigilância das plataformas digitais financeiras (fintechs) afeta o comportamento do consumidor e sua capacidade de decisão. Segundo artigo de pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) publicado na revista “Journal of the Association for Information [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Além de coletar e utilizar comercialmente os dados dos usuários, a vigilância das plataformas digitais financeiras (<em>fintechs</em>) afeta o comportamento do consumidor e sua capacidade de decisão. Segundo artigo de pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) publicado na revista “Journal of the Association for Information System”, clientes de serviços personalizados de microcrédito ficam expostos a um ciclo de constante renovação dos empréstimos enquanto única oportunidade de inclusão social e financeira.</p>
<p>Os pesquisadores realizaram estudo de caso de uma <em>fintech</em> que atende microempreendedores no Brasil. Além de realizar entrevistas com o CEO e funcionários entre março de 2018 e janeiro de 2019, o trabalho partiu também da observação de uma região de atuação da empresa e baseou-se, principalmente, em dados secundários sobre a organização, como materiais de imprensa e relatórios de prestação de contas produzidos entre 2013 e 2019.</p>
<p>A inclusão financeira digital se apresenta como alternativa para facilitar o acesso ao crédito de pessoas de baixa renda e sem emprego formal, perfil considerado de risco por bancos tradicionais, explica o artigo. A produção científica tem destacado os aspectos positivos desses serviços, que oneram menos o cliente devido aos baixos custos de operação das <em>fintechs</em>. Mas, no contexto no capitalismo de vigilância, a inclusão social torna-se desafio individual, e não coletivo ou social, e depende de plataformas digitais sujeitas aos interesses do mercado financeiro, alerta a pesquisa.</p>
<p>Além de prever e controlar as ações dos usuários pelos dados de navegação e pagamento no celular, a chamada “inclusão financeira vigiada” conta com agentes de microcrédito que estabelecem relações de confiança com a comunidade. Esses funcionários criam conexão pessoal com o microempreendedor para assegurar a renovação constante do microcrédito, que é de curto prazo. Os valores são utilizados principalmente em capital de giro e crédito rotativo, apontam Érica Siqueira, Eduardo Diniz e Marlei Pozzebon, autores do artigo.</p>
<p>Os pesquisadores explicam que a baixa inadimplência, com taxa de repagamento entre 92 e 95%, torna o negócio lucrativo e de baixo risco para as<em> fintechs</em>. “Por um lado, esse crédito permite a expansão e valorização acelerada da plataforma financeira, mas por outro, pode colocar em risco o crescimento e expansão dos micros e pequenos negócios. Nesse sentido, nosso texto traz um alerta, para que as empresas privadas não operem apenas para transformar a pobreza e a falta de proteção social em um negócio rentável para elas”.</p>
<p>Os autores observam que modelos de inclusão financeira e microcrédito precisam ser repensados por profissionais e governos para que não reproduzam práticas de vigilância.  “É importante notar o quanto as plataformas digitais em geral têm aperfeiçoado seus algoritmos para aumentar sua rentabilidade por meio de práticas pouco éticas”, ressaltam. Para pesquisas futuras, eles destacam que é relevante ampliar o escopo de estudo de vigilância para incluir arranjos de tecnologias e agentes humanos. “Os agentes humanos não são meros coletores de informação, mas são elementos centrais em estratégias de vigilância”, completa Siqueira.</p>
<p><a href="https://aisel.aisnet.org/jais/vol24/iss5/6/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>População de baixa renda e escolaridade tem menos acesso a bancos e corretoras financeiras na América Latina e Caribe</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/economia-politica/populacao-de-baixa-renda-e-escolaridade-tem-menos-acesso-a-bancos-e-corretoras-financeiras-na-america-latina-e-caribe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 17:27:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia política]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina e Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão financeira]]></category>
		<category><![CDATA[ODS10]]></category>
		<category><![CDATA[reduzir as desigualdades]]></category>
		<category><![CDATA[serviços bancários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2436</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="em fila, pessoas aguardam para utilizar caixas eletrônicos em agência bancária" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A exclusão dos serviços financeiros formais na América Latina e Caribe afeta principalmente pessoas com níveis de renda e escolaridade mais baixos. Os 20% mais pobres da América Latina são menos propensos a manter conta bancária ou poupança em bancos e corretoras, embora tendam a realizar mais empréstimos comparados a pessoas pertencentes a faixas de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/economia-politica/populacao-de-baixa-renda-e-escolaridade-tem-menos-acesso-a-bancos-e-corretoras-financeiras-na-america-latina-e-caribe/">População de baixa renda e escolaridade tem menos acesso a bancos e corretoras financeiras na América Latina e Caribe</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="em fila, pessoas aguardam para utilizar caixas eletrônicos em agência bancária" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/06/bancos-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A exclusão dos serviços financeiros formais na América Latina e Caribe afeta principalmente pessoas com níveis de renda e escolaridade mais baixos. Os 20% mais pobres da América Latina são menos propensos a manter conta bancária ou poupança em bancos e corretoras, embora tendam a realizar mais empréstimos comparados a pessoas pertencentes a faixas de renda mais altas. Os achados dos pesquisadores Victor Motta e Lauro Gonzalez, do Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (FGV Cemif) da FGV EAESP, estão publicados na edição de quarta (1) da revista “Development in Practice”.</p>
<p>O estudo utiliza informações do banco de dados Global Findex de 2014 do Banco Mundial, que inclui uma pesquisa sobre inclusão financeira de cerca de 150 mil adultos em 143 países. Para realizar a análise, os autores selecionaram uma amostra aleatória de 16.536 adultos em 18 países da América Latina e Caribe. Na região, 44% das pessoas têm acesso a uma conta bancária em uma instituição financeira formal. Porém, apenas 14% mantêm conta poupança e 9% obtêm empréstimos formais.</p>
<p>“Na América Latina e Caribe, a proporção de indivíduos que possuem conta bancária é maior do que em outras regiões em desenvolvimento, mas ainda há bastante heterogeneidade. Por exemplo, a média para a América Latina e Caribe é de 44%, mas no caso brasileiro, 70% dos indivíduos possuem conta bancária”, comenta Victor Motta, um dos autores do estudo. Sobre a tendência observada nos países estudados, o pesquisador comenta: “Na América Latina e Caribe, o problema é muito maior em relação ao uso da conta em si (baixa movimentação) do que ao acesso a uma conta bancária”.</p>
<p>A pesquisa aponta que as mulheres têm maior probabilidade de acessar serviços como conta corrente, poupança e empréstimo e utilizar cartão de débito e crédito. “Uma explicação potencial para este efeito positivo pode ter relação com o aumento da digitalização de pagamentos feitos por meios eletrônicos e a capilaridade das transferências de renda condicionadas na América Latina (por exemplo, o Bolsa Família, no Brasil, e o Oportunidades, no México), que geralmente têm as mulheres como beneficiárias”, observa Victor Motta. Segundo o artigo, as mulheres também são mais propensas a recorrer a empréstimos de fontes informais, como parentes e serviços de crédito de lojas, do que os homens.</p>
<p>Apesar de as tecnologias digitais não serem suficientes para garantir inclusão financeira, a facilidade de acesso pode ajudar a diminuir o número de indivíduos sem conta bancária. Conforme o estudo, é necessário haver direcionamento de políticas públicas para jovens de estratos de renda e escolaridade mais baixos, considerando obstáculos para o uso dos serviços formais associados a esta população, como distância das agências bancárias, custos de abertura de contas e tipo de documentação exigida.</p>
<p><a href="https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/09614524.2022.2077314?src=">Confira o artigo na íntegra (em inglês)</a></p>
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		<title>Central de cooperativas ilustra caminhos possíveis entre a ação pública e a economia solidária</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/podcast/central-de-cooperativas-ilustra-caminhos-possiveis-entre-a-acao-publica-e-a-economia-solidaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[EAESP Pesquisa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2021 11:16:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[economia solidária]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/04/pexels-thirdman-5256816-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/04/pexels-thirdman-5256816-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/04/pexels-thirdman-5256816-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/04/pexels-thirdman-5256816-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Premiada como a melhor dissertação de mestrado em administração pública e governo de 2020, a pesquisa de Caio Momesso na FGV EAESP investigou as possibilidades existentes entre a ação pública e a proposta da economia solidária ao analisar o caso da central de cooperativas COOPERCENTRAL VR, no Vale do Ribeira &#8211; ele é o entrevistado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/04/pexels-thirdman-5256816-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/04/pexels-thirdman-5256816-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/04/pexels-thirdman-5256816-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/04/pexels-thirdman-5256816-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Premiada como a melhor dissertação de mestrado em administração pública e governo de 2020, a pesquisa de Caio Momesso na FGV EAESP investigou as possibilidades existentes entre a ação pública e a proposta da economia solidária ao analisar o caso da central de cooperativas COOPERCENTRAL VR, no Vale do Ribeira &#8211; ele é o entrevistado dessa edição do podcast Impacto e conta mais detalhes sobre a sua pesquisa.</p>
<p>Com uma abordagem qualitativa, o pesquisador analisou o histórico de formação da cooperativa, seu contexto espaço-temporal, seus mecanismos organizativos, bem como sua relação com o Estado e as políticas públicas e os desafios da sua consolidação.</p>
<p>Ao final da pesquisa, que incluiu interações com as 13 organizações que compõem a cooperativa, envolvendo cerca de 1.200 famílias, o autor conclui que é notável a importância de uma negociação ativa em torno da manutenção de sistemas econômicos alternativos como o proposto pela central de cooperativas.</p>
<p>Entre os desafios ressaltados no estudo, destaca-se a tensão entre a racionalidade de mercado e a racionalidade solidária, que permeia as relações de organizações deste tipo e causam resistências tanto dos cooperados (que precisam se organizar para criar vínculos com atores públicos) quanto dos responsáveis pelas agências públicas (que podem ter diferentes predisposições para incorporar pautas da agricultura familiar e da economia solidária).</p>
<p>Saiba mais sobre a pesquisa de Caio Momesso neste episódio do podcast Impacto ou <a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/28945">conferindo a premiada dissertação de mestrado na íntegra</a>.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed-podcast/episode/3d8hieIbhIXrBXLgMadIE5" width="100%" height="232" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Pesquisa da FGV EAESP recebe prêmio Kauffman Best Paper no ICIS 2020</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-da-informacao/pesquisa-da-fgv-eaesp-recebe-premio-kauffman-best-paper-no-icis-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Dec 2020 18:26:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da informação]]></category>
		<category><![CDATA[fintechs]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão financeira]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[serviços financeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/ICIS-2020-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/ICIS-2020-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/ICIS-2020-75x75.png 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O artigo científico “The pursuit of perfect control and ultimate outreach: social fintech platforms, microcredit agents and surveillance”, de autoria de Erica Siqueira, que defendeu seu doutorado na FGV EAESP em 2020, e dos professores da casa Eduardo Diniz e Marlei Pozzebon recebeu o prêmio Kauffman Best Paper no International Conference on Information Systems (ICIS) [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-da-informacao/pesquisa-da-fgv-eaesp-recebe-premio-kauffman-best-paper-no-icis-2020/">Pesquisa da FGV EAESP recebe prêmio Kauffman Best Paper no ICIS 2020</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/ICIS-2020-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/ICIS-2020-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/ICIS-2020-75x75.png 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O artigo científico “The pursuit of perfect control and ultimate outreach: social fintech platforms, microcredit agents and surveillance”, de autoria de <a href="https://eaesp.fgv.br/professor/erica-souza-siqueira">Erica Siqueira</a>, que defendeu seu doutorado na FGV EAESP em 2020, e dos professores da casa <a href="https://pesquisa-eaesp.fgv.br/professor/eduardo-henrique-diniz">Eduardo Diniz</a> e <a href="https://pesquisa-eaesp.fgv.br/professor/marlei-pozzebon">Marlei Pozzebon</a> recebeu o prêmio Kauffman Best Paper no International Conference on Information Systems (ICIS) 2020, principal congresso internacional de sistemas de informação. Esta é a primeira vez que uma instituição brasileira tem autores premiados como melhor artigo no ICIS.</p>
<p>O objetivo da premiação é identificar pesquisas inovadoras sobre sistemas de informação que sejam relevantes para o contexto do empreendedorismo, especialmente as que apresentam implicações práticas diretas e que abordam problemas econômicos e/ou sociais urgentes. “É uma honra levar o nome da EAESP a esta premiação histórica para toda a academia brasileira, em particular para o campo de sistemas de informação”, comemora Diniz.</p>
<p>No artigo, os autores investigam o caso de uma plataforma de microcrédito que oferece serviços financeiros em uma região empobrecida do Brasil. “Verificamos como a intermediação de agentes humanos de microcrédito é essencial para criar massa crítica que garanta engajamento de clientes potenciais. Nós analisamos criticamente o papel desses agentes e mostramos como eles são usados tanto para disseminar o microcrédito a microempreendedores normalmente excluídos do sistema financeiro tradicional como também para conectar esses microempreendedores a algoritmos que os monitoram continuamente”, comenta Diniz.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-821 aligncenter" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/kaufman-paper-award-winner-300x163.png" alt="" width="497" height="270" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/kaufman-paper-award-winner-300x163.png 300w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/kaufman-paper-award-winner-1024x555.png 1024w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/kaufman-paper-award-winner-768x416.png 768w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/kaufman-paper-award-winner-750x406.png 750w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/kaufman-paper-award-winner-1140x618.png 1140w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/kaufman-paper-award-winner.png 1480w" sizes="(max-width: 497px) 100vw, 497px" /></p>
<p>De acordo com o pesquisador, o conceito de inclusão financeira está costumeiramente associado aos seus aspectos positivos, particularmente às suas contribuições para os objetivos de desenvolvimento sustentável. “Entretanto, características pouco estudadas de plataformas digitais para inclusão financeira mostram outros aspectos não tão positivos, como a possibilidade de monitoramento constante dos usuários que são beneficiados com oferta de crédito, por exemplo”. Diniz relata que esses elementos de vigilância das plataformas digitais já vinham sendo explorados por Shoshana Zuboff, professora da Universidade de Harvard, em seu livro “The Age of Surveillance Capitalism” (Profile Book, 2019). “Entretanto, Zuboff foca apenas nas chamadas <em>big techs</em> &#8212; grandes empresas de tecnologia como Google, Facebook, Amazon e Apple &#8212; e não se aprofunda em outros tipos de plataforma digital, particularmente aquelas focadas em ‘agendas positivas’, como a inclusão financeira, por exemplo”, explica.</p>
<p>O artigo está disponível para assinantes na página da Association for Information Systems (AIS), clique abaixo e confira:</p>
<p><a href="https://aisel.aisnet.org/icis2020/societal_impact/societal_impact/5/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-822" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/Captura-de-Tela-2020-12-15-às-14.20.16-276x300.png" alt="" width="276" height="300" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/Captura-de-Tela-2020-12-15-às-14.20.16-276x300.png 276w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/12/Captura-de-Tela-2020-12-15-às-14.20.16.png 512w" sizes="(max-width: 276px) 100vw, 276px" /></a></p>
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<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-da-informacao/pesquisa-da-fgv-eaesp-recebe-premio-kauffman-best-paper-no-icis-2020/">Pesquisa da FGV EAESP recebe prêmio Kauffman Best Paper no ICIS 2020</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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