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	<title>Arquivos indústria inovação e infraestruturas - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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		<title>Investidores individuais contribuem para financiar infraestrutura no Brasil, mas não cobrem projetos de maior risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2022 21:42:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[indústria inovação e infraestruturas]]></category>
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		<category><![CDATA[investimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/troy-mortier-AieHOEGMKmk-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Maquinário amarelo em canteiro de obras" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/troy-mortier-AieHOEGMKmk-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/troy-mortier-AieHOEGMKmk-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/troy-mortier-AieHOEGMKmk-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/troy-mortier-AieHOEGMKmk-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A partir de 2011, pessoas físicas passaram a participar mais ativamente dos investimentos em infraestrutura nacional através da compra, com isenção do Imposto de Renda, de títulos de dívida emitidos por empresas ou sociedades de propósito específico. A isenção fiscal prevista na Lei nº 12.431, de 2011, refletiu na compra direta de 1/4 dessas dívidas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/troy-mortier-AieHOEGMKmk-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Maquinário amarelo em canteiro de obras" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/troy-mortier-AieHOEGMKmk-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/troy-mortier-AieHOEGMKmk-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/troy-mortier-AieHOEGMKmk-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/troy-mortier-AieHOEGMKmk-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A partir de 2011, pessoas físicas passaram a participar mais ativamente dos investimentos em infraestrutura nacional através da compra, com isenção do Imposto de Renda, de títulos de dívida emitidos por empresas ou sociedades de propósito específico. A isenção fiscal prevista na Lei nº 12.431, de 2011, refletiu na compra direta de 1/4 dessas dívidas – denominadas debêntures incentivadas – por investidores individuais entre 2012 e 2022. Foi a maior participação registrada no período. Em segundo e terceiro lugares, ficaram a compra de debêntures por fundos de investimento, com 21% de participação, e por instituições financeiras, com 18%.</p>
<p>Por outro lado, os benefícios previstos pela lei para as pessoas físicas reduzem o rendimento para investidores institucionais e não são atraentes para os fundos de pensão, que já recebem isenção fiscal. Investidores individuais tendem a preferir investimentos de curto prazo e menor risco, o que representa aportes menores em projetos com maior insegurança em razão da ausência de histórico de receitas, como os de infraestrutura de transportes.</p>
<p>Os apontamentos estão em artigo dos pesquisadores do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV EAESP Camila Yamahaki e Gustavo Velloso Breviglieri publicado na Revista de Administração Pública. O estudo é baseado em 14 entrevistas com representantes de gestores de investimentos, empresas de energia renovável, consultorias, universidades e governo federal com expertise sobre investimentos em infraestrutura no Brasil.</p>
<p>Os interlocutores apontam que o incentivo a parcerias com investidores locais poderia ajudar na prospecção de investimentos estrangeiros, hoje inibidos pelas taxas de câmbio e pela instabilidade política do país. Além de reformas estruturais que garantam segurança jurídica aos investidores estrangeiros, os autores também observam que a certificação verde ou de baixo carbono dos ativos em infraestrutura, tendo em vista as políticas ESG (ambiental, social e de governança) das organizações, podem tornar o financiamento de projetos nacionais mais atrativo no mercado internacional.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rap/a/k4XK9LGYwGZqtCCTqRkfqhr/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Agenda de sustentabilidade nas organizações é tema de webinar com pesquisadores da FGV EAESP</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/agenda-de-sustentabilidade-nas-organizacoes-e-tema-de-webinar-com-pesquisadores-da-fgv-eaesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 11:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/max-saeling-GFDNXpOsQjU-unsplash1-scaled-e1657320865971-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mãos femininas seguram muda de planta" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/max-saeling-GFDNXpOsQjU-unsplash1-scaled-e1657320865971-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/max-saeling-GFDNXpOsQjU-unsplash1-scaled-e1657320865971-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/max-saeling-GFDNXpOsQjU-unsplash1-scaled-e1657320865971-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/max-saeling-GFDNXpOsQjU-unsplash1-scaled-e1657320865971-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Questões globais como as mudanças climáticas e a pandemia de covid-19 evidenciam a importância de as organizações incorporarem aspectos ambientais, sociais e de governança (ESG) em suas estratégias. Realizado no dia 15 de junho pelo  <a href="https://educacao-executiva-in-company.fgv.br/">FGV In Company</a>, em parceria com a revista GV-Executivo, o webinar “Caminhos para a sustentabilidade” discutiu a aplicação de iniciativas ESG nas políticas públicas e no mundo empresarial.</p>
<p>A atividade contou com a participação de três autores de textos da <a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/issue/view/4780">edição da GV-Executivo </a>publicada no primeiro trimestre de 2022: Mario Monzoni, coordenador do Centro de Estudos em Sustentabilidade (<a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-estudos-sustentabilidade/sobre">FGVces</a>), Lívia Menezes Pagotto, doutora em Administração Pública e Governo pela FGV EAESP, e Aron Belinky, mestre em Administração Pública e Governo pela FGV EAESP. Adriana Wilner, editora adjunta da GV-Executivo, mediou a conversa.</p>
<p>Mario Manzoni lembrou que a discussão sobre sustentabilidade tem mais de 50 anos, ressaltando a Conferência de Meio Ambiente e Desenvolvimento de 1972 como marco para esta agenda. “O desenvolvimento sustentável começa a ser questão a partir do momento em que os países começam a crescer e não entregam indicadores sociais, em particular na saúde e na educação”, frisou.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/85080">Aron Belinky</a> destacou que a perspectiva ESG não é uma evolução da ideia de sustentabilidade, como alguns setores têm interpretado por conta da popularização do termo &#8212; o <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/esg-como-modismo-do-mundo-dos-negocios-e-os-riscos-para-a-sustentabilidade/">“tsunami ESG”</a>. Segundo o pesquisador, a prática ESG se restringe aos resultados ambientais, sociais e econômicos com foco no mundo dos negócios. Já a sustentabilidade prevista na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas traz uma visão mais ampla e se aplica a todos os setores da sociedade.</p>
<p>Lívia Pagotto comentou que incorporar a agenda da sustentabilidade nas empresas passa por estabelecer um diálogo transparente com a sociedade, considerando sua relação com o meio e com outros atores. Segundo a pesquisadora, é preciso pensar em novos modelos de governança para responder ao dinamismo do mundo atual e compreender limites de leituras e de respostas dos Estados diante da complexidade dos problemas ambientais.</p>
<p>Há 20 anos, a GV-Executivo propõe debates relevantes para gestores e tomadores de decisão. A edição “Caminhos para a Sustentabilidade” marca a reformulação da revista, que agora conta com o apoio da FGV In Company.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira o evento na íntegra:</p>
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<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/agenda-de-sustentabilidade-nas-organizacoes-e-tema-de-webinar-com-pesquisadores-da-fgv-eaesp/">Agenda de sustentabilidade nas organizações é tema de webinar com pesquisadores da FGV EAESP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>ESG na prática: para real impacto, estratégias empresariais devem respeitar os limites do planeta</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/videos/esg-na-pratica-para-real-impacto-estrategias-empresariais-devem-respeitar-os-limites-do-planeta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 14:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[agenda 2030]]></category>
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		<category><![CDATA[gv-executivo]]></category>
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		<category><![CDATA[ODS9]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="planta, tablet branco e xícara de café sobre superfície branca" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A adoção do termo ESG (ambiente, sociedade e governança) no mundo dos negócios sinaliza que as empresas estão mais conscientes sobre a importância de pensar sobre os seus impactos ambientais. Mas adotar uma narrativa de sustentabilidade e a linguagem ESG em relatórios não é suficiente se a agenda empresarial não implementar estratégias com base em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="planta, tablet branco e xícara de café sobre superfície branca" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/leone-venter-pVt9j3iWtPM-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2510" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/esg-na-pratica-para-real-impacto-estrategias-empresariais-devem-respeitar-os-limites-do-planeta-1.webp" alt="" width="1" height="1" />A adoção do termo ESG (ambiente, sociedade e governança) no mundo dos negócios sinaliza que as empresas estão mais conscientes sobre a importância de pensar sobre os seus impactos ambientais. Mas adotar uma narrativa de sustentabilidade e a linguagem ESG em relatórios não é suficiente se a agenda empresarial não implementar estratégias com base em uma mudança de paradigma.  Em vídeo, o coordenador do Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces) da FGV EAESP, Mario Monzoni, detalha as principais constatações do artigo <em>O Metaverso do ESG</em>, publicado em parceria com a pesquisadora Fernanda Carreira na primeira edição de 2022 da revista &#8220;GV-Executivo&#8221;.</p>
<p>Fernanda Carreira, também pesquisadora da FGVces, explica que o título do trabalho alude à crescente tendência de atividades em realidade virtual, o metaverso. &#8220;É como se estivéssemos vivendo em um imaginário coletivo de que o ESG chegou para resolver todos os problemas da sociedade&#8221;, aponta. A autora destaca o conceito de economia ecológica presente no artigo como uma orientação para olhar os negócios por uma lente de respeito aos limites do planeta, considerando alternativas sistêmicas como decrescimento, Bem Viver e ecofeminismo.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/85510/80703">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/videos/esg-na-pratica-para-real-impacto-estrategias-empresariais-devem-respeitar-os-limites-do-planeta/">ESG na prática: para real impacto, estratégias empresariais devem respeitar os limites do planeta</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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