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	<title>Arquivos inteligência artificial nas empresas - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos inteligência artificial nas empresas - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Brasil tem mais dispositivos digitais do que habitantes e engatinha no uso da IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 11:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[custo de TI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2508126069-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2508126069-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2508126069-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2508126069-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_2508126069-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O Brasil está cada vez mais digital. Uma nova pesquisa do FGVcia, o Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da FGV EAESP, revelou que o país tem 502 milhões de dispositivos digitais em uso — mais do que a população brasileira. Isso representa 2,4 aparelhos por habitante, entre smartphones, notebooks, tablets e computadores. O dado [&#8230;]</p>
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<p>A pesquisa é anual desde 1988 e, nesta edição, envolveu 2.672 médias e grandes empresas de diferentes setores. Ela foi conduzida pelo professor Fernando Meirelles, pesquisador e fundador do FGVcia, e é reconhecida como uma das mais completas do país sobre o uso de tecnologia nas empresas. Além de apresentar números impressionantes sobre o uso de dispositivos, a pesquisa também traz dados inéditos sobre inteligência artificial, investimentos em TI e custos operacionais.</p>
<p><strong>Ouça os resultados da pesquisa aqui</strong></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-5616-1" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/wav" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/Uso-de-TI-no-Brasil-Podcast-da-Pesquisa-FGVcia-2025.wav?_=1" /><a href="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/Uso-de-TI-no-Brasil-Podcast-da-Pesquisa-FGVcia-2025.wav">https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/Uso-de-TI-no-Brasil-Podcast-da-Pesquisa-FGVcia-2025.wav</a></audio>
<h1>Dos dispositivos digitais, smartphones dominam e conectividade é móvel</h1>
<p>O número de smartphones em uso chegou a 272 milhões, ou 1,3 por habitante, confirmando que o celular é o principal meio de acesso digital no país. Os computadores (desktops, notebooks e tablets) somam 230 milhões. Sendo assim, 92% dos dispositivos em uso são móveis, o que mostra que o brasileiro está cada vez mais conectado em movimento, com média de mais de 9 horas por dia online.</p>
<p>Além disso, as empresas brasileiras investem em média 10% da sua receita líquida em tecnologia da informação, valor que cresceu 6% ao ano desde 1988. Nos bancos, esse índice chega a 18%, com previsão de alcançar R$ 56 bilhões até 2027. Porém, o estudo revela um dado curioso: quanto maior a empresa, maior o custo anual de TI por usuário — em média R$ 60 mil por pessoa, podendo chegar a R$ 162 mil no setor bancário. Ou seja, mesmo com mais estrutura, as grandes empresas ainda enfrentam desafios para tornar a TI mais eficiente.</p>
<h2>Inteligência artificial ainda é pouco explorada</h2>
<p>A IA generativa, como o ChatGPT, vem ganhando espaço, mas o uso ainda é tímido. 80% das empresas declararam utilizar IA, mas 75% admitem que o uso ainda é limitado, geralmente em tarefas pontuais, como assistentes virtuais ou análises simples. Entre as ferramentas mais usadas estão o Microsoft Copilot (40%), ChatGPT da OpenAI (32%) e o Google Gemini (20%).</p>
<p>A pesquisa também apontou o domínio da Microsoft em diversas categorias de software. O Excel, por exemplo, ainda é usado por 90% das empresas para análises financeiras, mesmo com o avanço de ferramentas mais modernas de inteligência analítica. Nos sistemas de gestão (ERP), Totvs e SAP dividem o mercado, com destaque para a SAP entre grandes empresas.</p>
<h3>Mais do que conectados, é hora de amadurecer digitalmente</h3>
<p>Por fim, os dados mostram que o Brasil avançou rápido na digitalização, especialmente com o celular como protagonista. No entanto, o desafio agora é estratégico: integrar melhor a tecnologia aos processos de negócio, aproveitar ao máximo o potencial da inteligência artificial e repensar custos com mais eficiência.</p>
<p>Leia <a href="http://www.fgv.br/cia/pesquisa">o relatório na integra.</a></p>
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		<title>Artigo propõe gestão de riscos para inteligência artificial em organizações</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/artigo-propoe-gestao-de-riscos-para-inteligencia-artificial-em-organizacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Mar 2023 11:03:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de riscos]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial nas empresas]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="O uso da inteligência artificial nas empresas pode gerar impactos como a discriminação, que devem ser mapeados e reduzidos, diz artigo da FGV" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A adoção da inteligência artificial pelas organizações pode gerar impactos imprevisíveis, como discriminação, segundo artigo dos pesquisadores da FGV EAESP Carlos Eduardo Brandão e João Luiz Becker publicado na revista “GV Executivo”. Por isso, princípios éticos como responsabilidade, com a implementação de mecanismos de auditoria, transparência sobre capacidades e limitações dos sistemas e ética, baseada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="O uso da inteligência artificial nas empresas pode gerar impactos como a discriminação, que devem ser mapeados e reduzidos, diz artigo da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A adoção da inteligência artificial pelas organizações pode gerar impactos imprevisíveis, como discriminação, segundo artigo dos pesquisadores da FGV EAESP Carlos Eduardo Brandão e João Luiz Becker publicado na revista “GV Executivo”. Por isso, princípios éticos como responsabilidade, com a implementação de mecanismos de auditoria, transparência sobre capacidades e limitações dos sistemas e ética, baseada na supervisão e intervenção humana, são princípios fundamentais para lidar com essa tecnologia.</p>
<p>A pesquisa trabalha com uma revisão sistemática de 173 trabalhos científicos sobre o tema, acessados em bases de dados como Web of Science e Scopus. A partir da literatura, os autores apontam que o uso de algoritmos de inteligência artificial pelas organizações exige uma atualização dos modelos de referência para gestão de riscos para garantir sistemas confiáveis, justos e responsáveis.</p>
<p>A inteligência artificial consiste na adaptação de recursos e funções tecnológicas às interações com humanos para<a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/contabilidade-e-financas/inteligencia-artificial-aprimoramento-estrategico-mercado-financeiro/"> responder de forma cada vez mais precisa</a> às demandas do usuário, explica o artigo. Porém, altos níveis de automação contribuem para o aumento de riscos, como a reprodução de vieses e práticas discriminatórias ocasionadas por falhas de reconhecimento facial de suspeitos de crimes, acidentes causados por veículos com sistemas de direção autônomos e interferência nos processos de aprendizagem humana.</p>
<h2>Inteligência artificial nas empresas: riscos e impactos devem ser mapeados, comunicados e mitigados</h2>
<p>O processo de gestão de riscos proposto pelos autores é cíclico e alinhado aos objetivos da inteligência artificial nas organizações. Prevê medidas como identificar, categorizar e avaliar os riscos mapeados, considerando a possibilidade de ocorrência de um evento de risco na organização. Em seguida, os impactos devem ser registrados e comunicados para as partes interessadas e órgãos de regulação, com esforço de mitigação e constante monitoramento dos resultados.</p>
<p>Entre as estruturas de gestão de risco sugeridas pelo artigo, estão a criação de comitê de risco para supervisionar o uso dos sistemas de inteligência artificial nas empresas e orientar as medidas para a mitigação de impactos. “Ao longo de sua jornada, as organizações devem assumir riscos adequados aos seus objetivos e metas, evitando a superexposição ou a subexposição, potencialmente prejudiciais aos seus negócios”, observam os autores.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/88403">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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