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	<title>Arquivos Internacionalização precoce - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos Internacionalização precoce - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Como as PMEs alcançam a internacionalização precoce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 18:02:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1846393102-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1846393102-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1846393102-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1846393102-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_1846393102-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Com a globalização e os avanços tecnológicos, as Pequenas e Médias Empresas (PMEs) têm acessado os mercados externos de forma cada vez mais rápida. Essas empresas começam a atuar em mercados internacionais logo após sua fundação, buscando vantagens como maior competitividade e novos fluxos de receita. Isso é chamado de internacionalização precoce. No entanto, a [&#8230;]</p>
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<p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1075425324000437?via%3Dihub">O estudo</a> de Jorge Carneiro (FGV EAESP), Edgar Nave e João Ferreira (Universidade da Beira Interior, Portugal), utilizou dados de 171 PMEs de Portugal, dentre elas empresas de internacionalização precoce (EIFs) e exportadoras tardias. Publicado na Journal of International Management, o trabalho aplicou modelos de regressão logística para examinar como dimensões da orientação empreendedora internacional (IEO) e redes internacionais (INO) afetam o acesso rápido a mercados externos.</p>
<p>Existem cinco dimensões da Orientação Empreendedora Internacional. São elas: proatividade, inovação, tomada de risco, agressividade competitiva e autonomia.</p>
<h2>Os resultados destacaram que inovação, autonomia e agressividade competitiva são fatores-chave para a internacionalização precoce.</h2>
<p>Portanto, empresas que promovem uma cultura interna inovadora e conferem maiores níveis de autonomia aos seus colaboradores, estão em melhor posição de introduzir produtos adaptados às demandas globais e explorar oportunidades internacionais durante os seus primeiros três anos de vida. A agressividade competitiva, ou seja, a capacidade de resposta a ações dos competidores, também demonstrou uma influência positiva neste processo, ainda que menor em comparação às anteriores.</p>
<p>Por outro lado, as dimensões de tomada de risco e proatividade não apresentaram significância estatística. Isso pode indicar que as PMEs em fase inicial priorizam respostas a estímulos externos em vez de assumir posturas proativas ou arriscadas em mercados internacionais.</p>
<h3>O papel das redes internacionais</h3>
<p>A coopetição — colaboração estratégica com competidores — se mostrou essencial para fortalecer a relação entre inovação e internacionalização precoce. O estudo revelou que as empresas que estabelecem redes com competidores conseguem desenvolver inovações que aceleram seu acesso a mercados externos. Em contrapartida, a colaboração com não-competidores, como fornecedores e clientes, não demonstrou impacto significativo sobre as dimensões da Orientação Empreendedora Internacional.</p>
<p>O estudo reforça que PMEs devem investir em culturas organizacionais baseadas em inovação, autonomia, agressividade competitiva e coopetição para alcançar a internacionalização já em seus estágios iniciais de operação. Parcerias estratégicas com competidores podem amplificar o impacto da inovação, permitindo às empresas superar barreiras iniciais de mercado.</p>
<p>Por fim, essas descobertas fornecem insights para gestores de PMEs e formuladores de políticas, destacando a importância de redes internacionais como ativos estratégicos para empresas que buscam competir em um cenário global.</p>
<p>Leia <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1075425324000437?via%3Dihub">o artigo na integra.</a></p>
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