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	<title>Arquivos investimentos - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos investimentos - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Como notícias influenciam o sucesso de campanhas de crowdfunding</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/noticias-influenciam-o-sucesso-de-campanhas-de-crowdfunding/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 12:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_2447982425-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_2447982425-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_2447982425-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_2447982425-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/09/shutterstock_2447982425-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A mídia de massa desempenha um papel fundamental na formação de expectativas e no comportamento econômico das pessoas. Em campanhas de crowdfunding, onde pessoas apoiam campanhas dedicadas a financiar projetos, em troca de recompensas não financeiras, o tom das notícias pode influenciar as decisões de investimento. Assim, o pesquisador da FGV EAESP, Wesley Mendes da [&#8230;]</p>
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<p>A pesquisa analisou mais de 350.000 promessas realizadas em 3.600 campanhas de crowdfunding de recompensa hospedadas na plataforma Catarse, cobrindo 2.631, das mais de 5.500 cidades brasileiras. Utilizando Processamento de Linguagem Natural (NLP), o tom das notícias foi classificado diariamente a partir de 1.266 manchetes do jornal <em>O Estado de São Paulo</em> e postagens em mídias sociais, como o X (antigo Twitter). O modelo de regressão utilizado mediu o impacto do tom da mídia sobre o valor dos aportes de capital. Ademais, os pesquisadores levaram em consideração variáveis como a distância geográfica entre o empreendedor e o apoiador e a desigualdade de renda nas cidades.</p>
<h2>Os resultados revelam que boas notícias na mídia induzem aportes de capital mais generosos em campanhas de crowdfunding.</h2>
<p>Porém, notícias com tom negativo reduzem a disposição dos apoiadores a realizar aportes de capital mais generosos. A análise também aponta que a distância geográfica entre o apoiador e o empreendedor afeta negativamente o valor do aporte. Portanto, há uma presença de um &#8220;viés doméstico&#8221;, onde apoiadores tendem a investir mais em campanhas mais próximas de sua própria localidade.</p>
<p>Além disso, o estudo mostrou que a desigualdade de renda nas cidades dos apoiadores reforça o impacto das boas notícias. Em cidades com maior desigualdade, os apoiadores tendem a fazer promessas maiores. Possivelmente, os apoiadores são motivados pela percepção de que o crowdfunding pode ajudar a reduzir desigualdades sociais. Isso sugere que a interação entre fatores sociais e o sentimento de mercado pode influenciar de forma significativa os resultados das campanhas de financiamento coletivo.</p>
<p>Esses achados oferecem insights para empreendedores e gestores de plataformas de crowdfunding. Ao entender como o tom das notícias afeta o comportamento dos apoiadores, eles podem ajustar suas estratégias de marketing e comunicação para otimizar os resultados das campanhas. Além disso, em um cenário de aumento da desigualdade de renda, o crowdfunding pode emergir como uma ferramenta eficaz para captar recursos em áreas com maiores desigualdades, quando combinado com um sentimento de mercado positivo.</p>
<p>Leia <a href="https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/00472778.2022.2041198">o artigo na integra</a>.</p>
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		<title>Estudo desafia estereótipos de gênero em recomendações de investimentos no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudo-desafia-estereotipos-de-genero-em-recomendacoes-de-investimentos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2024 11:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[ações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1329251861-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1329251861-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1329251861-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1329251861-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1329251861-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A participação de mulheres no mercado de ações brasileiro ainda é muito tímida, representando apenas um quarto de todos os acionistas do país. No setor de Equity Research, responsável por recomendar ações a investidores institucionais, a presença feminina é ainda menor. Apenas 12% das recomendações de investimento nos últimos 10 anos foram feitas por mulheres. [&#8230;]</p>
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<p>Nesse contexto, os pesquisadores da FGV EAESP, Alexandra Strommer Godoi e Gustavo Corrêa Mirapalheta, em conjunto com alunos, publicaram um estudo na Revista de Administração de Empresas (RAE) investigando se as analistas mulheres apresentavam maior aversão ao risco e menor otimismo em suas recomendações de investimento comparadas aos homens. O estudo examinou quase 7.500 recomendações de investimentos feitas por analistas de Equity Research no Brasil entre 2009 e 2021. Utilizando análises de regressão linear múltipla e logística, os pesquisadores analisaram as recomendações das principais empresas listadas na B3. A pesquisa categorizou as recomendações em compra (otimista), venda (pessimista) e manutenção (neutra).</p>
<p>Contrariando a hipótese inicial, as recomendações de investimento feitas por mulheres tendiam a ser mais otimistas do que as feitas por homens; em particular, analistas mulheres tenderam a evitar emitir recomendações de venda. Dos dados analisados, 87% das recomendações foram feitas por analistas homens, enquanto apenas 12% vieram de mulheres. Surpreendentemente, a representatividade feminina entre os analistas de Equity Research diminuiu ao longo dos 11 anos estudados, em vez de aumentar.</p>
<p>Mais da metade das recomendações totais foram de compra. As recomendações de manutenção corresponderam a quase 39%, e as de venda apenas 8%, o que sugere um comportamento excessivamente confiante tanto por parte de homens quanto de mulheres.</p>
<p>O estudo revelou que a percepção comum de que as mulheres são mais avessas ao risco e menos otimistas em suas decisões de investimento não se aplica às analistas de Equity Research no Brasil.</p>
<p>Além disso, especificamente na análise de regressões logísticas das recomendações, a disparidade de gênero foi observada especificamente nas recomendações de venda, e esse efeito desapareceu quando se controlou pelo setor de cobertura, instituição a que o analista pertence e ano da recomendação. Esse resultado sugere que fatores institucionais e contextuais tendem a influenciar mais as recomendações do que o gênero do analista.</p>
<p>Os pesquisadores destacam a necessidade de promover uma maior inclusão e representatividade feminina no setor de Equity Research. Além disso, sugerem que as políticas corporativas e educacionais devem focar em eliminar barreiras e preconceitos que possam estar limitando a participação feminina nesse campo. Com isso, espera-se que as futuras gerações de analistas possam ter uma representação mais equilibrada de gênero, refletindo um mercado mais diversificado e inclusivo.</p>
<p>Leia o <a href="https://periodicos.fgv.br/rae/article/view/90899/85433">artigo na integra</a></p>
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		<item>
		<title>Estudo recomenda práticas para combater vendas antiéticas em bancos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudo-recomenda-praticas-para-combater-vendas-antieticas-em-bancos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 11:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O varejo bancário é um dos maiores no setor de serviços. Bancos de varejo oferecem diversos serviços financeiros, incluindo crédito e alternativas de investimento que ajudam a apoiar o desenvolvimento econômico. Porém, existe uma lacuna entre as regras de comportamento ético conforme descrito nos códigos de conduta e o que realmente acontece nessas organizações. Entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2016949892-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O varejo bancário é um dos maiores no setor de serviços. Bancos de varejo oferecem diversos serviços financeiros, incluindo crédito e alternativas de investimento que ajudam a apoiar o desenvolvimento econômico. Porém, existe uma lacuna entre as regras de comportamento ético conforme descrito nos códigos de conduta e o que realmente acontece nessas organizações. Entre as principais razões para o comportamento antiético estão a pressão organizacional, a intensa competição e as instruções de supervisores.</p>
<p>Para investigar práticas de vendas antiéticas em bancos, o pesquisador da FGV EAESP, Mateus Ponchio, em conjunto com as pesquisadoras Roberta Basílio e Rafaela Cordeiro, publicou um <a href="https://doi.org/10.1057/s41264-024-00274-8">artigo na revista científica Journal of Financial Services Marketing</a> com entrevistas que apresentam a percepção de 15 funcionários de bancos, provenientes de quatro dos cinco maiores bancos de varejo do Brasil. Para análise das entrevistas, foi utilizada uma abordagem interpretativa que permitiu compreender experiências pessoais, culturas e práticas organizacionais que levam a dilemas éticos em bancos de varejo. Os funcionários que participaram ocupavam diversas posições, desde funcionários da linha de frente até gerentes médios e superiores.</p>
<p>Para explicar o comportamento antiético em organizações, os autores usaram a teoria do desenvolvimento moral. Os pesquisadores identificaram três temas principais nas entrevistas. O primeiro é a ênfase em vender produtos lucrativos em detrimento das necessidades dos clientes. Depois, a isenção de culpa dos funcionários em relação às práticas de vendas e decisões dos clientes, responsabilizando o consumidor ou mesmo o “sistema” do banco. Por último, a prática de “uma mão lava a outra” na relação entre funcionários e clientes, baseada em confiança e &#8220;troca de favores&#8221;. Muitos funcionários avaliam a ética com base em recompensas, aprovação dos colegas e respeito pela autoridade. Portanto, a orientação predominante é para vendas, frequentemente desconsiderando as necessidades e entendimento dos clientes.</p>
<p>Para melhorar o cenário, os pesquisadores sugerem a promoção de uma cultura centrada na confiança e em benefícios mútuos para clientes e banco. Para isso, criar e divulgar conteúdo sobre comportamentos financeiros positivos e usos e benefícios dos produtos adquiridos podem ajudar os consumidores a tomar decisões mais informadas. Além disso, os autores sugerem que haja participação ativa de funcionários de diferentes níveis e funções no desenvolvimento do código de ética da instituição, bem como momentos de discussão sobre situações que levam a dilemas éticos.</p>
<p>Por fim, concluem que a promoção de práticas de gestão financeira saudáveis e discussões regulares sobre o código de conduta são essenciais para alinhar os códigos éticos prescritos com as práticas reais. Estes momentos reflexivos podem ajudar os funcionários a avançar para formas mais avançadas de raciocínio moral. Apoiar funcionários que não atingem metas de vendas, em vez de puni-los, e estender programas de educação financeira para os funcionários são estratégias para melhorar a empatia com os clientes e promover práticas éticas. Recomenda-se também a implementação de programas de desenvolvimento cultural para fomentar uma cultura de responsabilidade mútua e melhorar o clima ético dentro dos bancos.</p>
<p><a href="https://doi.org/10.1057/s41264-024-00274-8">Leia o artigo na íntegra.</a></p>
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		<title>Investimentos em Certificado de Operações Estruturadas (COE) não são substitutos dos investimentos em CDB, mostra pesquisa</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/investimentos-em-certificado-de-operacoes-estruturadas-coe-nao-sao-substitutos-dos-investimentos-em-cdb-mostra-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 12:55:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/mathieu-stern-1zO4O3Z0UJA-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/mathieu-stern-1zO4O3Z0UJA-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/mathieu-stern-1zO4O3Z0UJA-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/mathieu-stern-1zO4O3Z0UJA-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/mathieu-stern-1zO4O3Z0UJA-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Ao detectar o crescimento dos investimentos em produtos estruturados no Brasil, em especial o Certificado de Operações Estruturadas (COE), Alan de Genaro, pesquisador da FGV EAESP, se debruçou sobre dados históricos para avaliar se esse produto era de fato uma alternativa a produtos de captação bancária tradicional para o investidor de varejo. Por meio de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/mathieu-stern-1zO4O3Z0UJA-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/mathieu-stern-1zO4O3Z0UJA-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/mathieu-stern-1zO4O3Z0UJA-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/mathieu-stern-1zO4O3Z0UJA-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/mathieu-stern-1zO4O3Z0UJA-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Ao detectar o crescimento dos investimentos em produtos estruturados no Brasil, em especial o Certificado de Operações Estruturadas (COE), Alan de Genaro, pesquisador da FGV EAESP, se debruçou sobre dados históricos para avaliar se esse produto era de fato uma alternativa a produtos de captação bancária tradicional para o investidor de varejo.<br />
Por meio de uma base de dados com todos os COE liquidados entre os anos 2016 e 2019, o pesquisador verificou que apesar dos COE terem sido um dos principais canais utilizados pelos investidores de varejo nos últimos anos, eles não podem ser vistos como substitutos dos investimentos via Tesouro Direto ou por meio dos instrumentos de captação bancária tradicional, os Certificados de Depósito Bancário (CDB).<br />
Isso porque além de ser um produto estruturado com opcionalidades embutidas, que nem sempre são conhecidas pelos investidores de varejo, existe também um conflito de interesse na atividade de intermediação, o que pode fazer com que as instituições que realizam a distribuição desse produto não tenham o incentivo adequado para informar o investidor sobre as vantagens e os riscos dos produtos.<br />
&#8220;A combinação desses dois fatores pode resultar em um cenário no qual o investidor de varejo acaba adquirindo um produto que não oferece um resultado que supere aquele que seria obtido caso este tivesse investido no tesouro direto ou em um CDB&#8221;, alerta Alan de Genaro.<br />
O autor conclui que os COEs são melhores produtos quando o investidor tem à sua disposição produtos similares para comparar, quando escolhe produtos mais simples, com prazo curto, e que tenha a modalidade de capital garantido e condição de resgate antecipado.</p>
<p><a href="https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=3783498">Confira o estudo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/investimentos-em-certificado-de-operacoes-estruturadas-coe-nao-sao-substitutos-dos-investimentos-em-cdb-mostra-pesquisa/">Investimentos em Certificado de Operações Estruturadas (COE) não são substitutos dos investimentos em CDB, mostra pesquisa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>As decisões financeiras das empresas, como focar em investimentos ou retenção de caixa, dependem das restrições a que estão sujeitas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/decisoes-financeiras-das-empresas-como-focar-em-investimentos-ou-retencao-de-caixa-depende-das-restricoes-a-que-estao-sujeitas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Sep 2021 11:54:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[decisões financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[investimento corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[políticas financeiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-lukas-590011-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-lukas-590011-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-lukas-590011-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-lukas-590011-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-lukas-590011-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Na esteira de outros estudos anteriores que analisaram a interdependência das decisões financeiras, autores de uma pesquisa recente também encontraram evidências de que as restrições financeiras causam um grande impacto nas decisões das empresas, como focar em investimentos, financiamentos, dividendos ou retenção de caixa. . De acordo com o artigo, publicado na RAUSP Management Journal, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-lukas-590011-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-lukas-590011-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-lukas-590011-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-lukas-590011-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-lukas-590011-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Na esteira de outros estudos anteriores que analisaram a interdependência das decisões financeiras, autores de uma pesquisa recente também encontraram evidências de que as restrições financeiras causam um grande impacto nas decisões das empresas, como focar em investimentos, financiamentos, dividendos ou retenção de caixa. .</p>
<p>De acordo com o artigo, publicado na RAUSP Management Journal, as restrições financeiras se manifestam em praticamente todas as empresas, o que indica que estas restrições são de grau e não de tipo.</p>
<p>&#8220;Ao contrário de estudos anteriores, explicamos o impacto direto que as variáveis endógenas podem ter umas sobre as outras&#8221;, detalha Paulo Renato Terra, pesquisador da FGV EAESP e um dos autores do estudo.</p>
<p>Além disso, a pesquisa também explora o impacto do ambiente jurídico específico de cada país na capacidade de colateral dos ativos no nível da empresa.</p>
<p>Os resultados apresentados no artigo são consistentes com a hipótese de que as restrições financeiras distorcem as políticas financeiras das empresas. Para que seja possível formular políticas que reduzam tais distorções, os autores enfatizam o papel da disponibilidade de recursos internos e da fração recuperável de ativos no alívio de tais restrições, o que permite um maior investimento por parte das empresas.</p>
<p>Entre as conclusões da pesquisa, que especifica e estima um sistema de equações simultâneas com dados em painel e efeitos fixos da empresa por mínimos quadrados de três estágios em uma amostra de 8.791 empresas de 62 países entre 1996 e 2010, está a sugestão de que as autoridades devam promover políticas públicas que reduzam a dependência do investimento corporativo dos fluxos de caixa gerados internamente.</p>
<p><a href="https://doi.org/10.1108/RAUSP-01-2019-0003">Confira o estudo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/decisoes-financeiras-das-empresas-como-focar-em-investimentos-ou-retencao-de-caixa-depende-das-restricoes-a-que-estao-sujeitas/">As decisões financeiras das empresas, como focar em investimentos ou retenção de caixa, dependem das restrições a que estão sujeitas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>ESG Investing: novo núcleo de pesquisa com foco no impacto sobre o ambiente de investimentos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/esg-investing-novo-nucleo-de-pesquisa-com-foco-no-impacto-sobre-o-ambiente-de-investimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 00:33:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[FGVcef]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/09/1jQJjIULbwe7-STR36qmCZQ-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/09/1jQJjIULbwe7-STR36qmCZQ-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/09/1jQJjIULbwe7-STR36qmCZQ-75x75.png 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O Centro de Estudos em Finanças (FGVcef) da FGV EAESP lançou na segunda-feira (14/9), o ESG Investing &#8212; um novo núcleo que reúne pesquisadores de diversos perfis com o objetivo de melhor compreender este novo universo, com foco no impacto sobre o ambiente de investimentos. ESG é a sigla para Environmental, Social, and Governance, que significa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/esg-investing-novo-nucleo-de-pesquisa-com-foco-no-impacto-sobre-o-ambiente-de-investimentos/">ESG Investing: novo núcleo de pesquisa com foco no impacto sobre o ambiente de investimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/09/1jQJjIULbwe7-STR36qmCZQ-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/09/1jQJjIULbwe7-STR36qmCZQ-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/09/1jQJjIULbwe7-STR36qmCZQ-75x75.png 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O Centro de Estudos em Finanças (<a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-estudos-financas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGVcef</a>) da FGV EAESP lançou na segunda-feira (14/9), o ESG Investing &#8212; um novo núcleo que reúne pesquisadores de diversos perfis com o objetivo de melhor compreender este novo universo, com foco no impacto sobre o ambiente de investimentos. ESG é a sigla para <em>Environmental, Social, and Governance</em>, que significa melhores práticas ambientais, sociais e de governança corporativa. &#8220;Cada vez mais os investidores em todo o mundo avaliam a aplicação dos seus recursos através também desses fatores não financeiros.  A finalidade é apoiar práticas que melhorem a sociedade como um todo&#8221;, afirma Claudia Yoshinaga, coordenadora do FGVcef e do ESG Investing.</p>
<p>Devido às preocupações por parte de investidores institucionais com mudanças climáticas e exposição ao risco de carbono, não há uma forma de mensuração consensual do ESG das empresas ao redor do mundo, nem sobre o impacto de ESG no desempenho dos investimentos. Diante deste cenário, a dúvida é: investir em empresas preocupadas com ESG traz melhor desempenho ou o investidor está conscientemente contribuindo para a melhoria da sociedade?</p>
<p>&#8220;Para ajudar a esclarecer melhor sobre o ESG, já estamos com pesquisas em andamento com os seguintes temas: impactos macroeconômicos do ESG, em particular nos países em desenvolvimento; como mensurar o comprometimento das empresas com ESG; o desenvolvimento de um rating público; e impactos do ESG nos investimentos&#8221;, declara William Eid, também coordenador do FGVcef e do ESG Investing.</p>
<p>A equipe do novo núcleo é composto por <a href="https://pesquisa-eaesp.fgv.br/professor/claudia-emiko-yoshinaga" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Claudia Yoshinaga</a> e <a href="https://pesquisa-eaesp.fgv.br/professor/william-eid-junior" target="_blank" rel="noopener noreferrer">William Eid Junior</a> (coordenadores); além dos pesquisadores Alcindo Canto Neto, Luis Bonacina, Victor Henriques de Oliveira, Julia Rezende, Samy Mesnik e Rodrigo Michel.</p>
<p>A novidade foi apresentada em evento online pelo canal do FGVcef no YouTube, ocasião em que também foi realizado debate sobre a importância do tema, com participação de Denise Hills (Natura), Marta Pinheiro (XP), Daniel Maria (BB) e Renato Ejnisman (Bradesco). Confira abaixo:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/t51QzYmW0OI?start=123" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/esg-investing-novo-nucleo-de-pesquisa-com-foco-no-impacto-sobre-o-ambiente-de-investimentos/">ESG Investing: novo núcleo de pesquisa com foco no impacto sobre o ambiente de investimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Transparência contábil aumenta valoração das empresas e investimentos estrangeiros, mostra estudo</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/transparencia-contabil-aumenta-valoracao-das-empresas-e-investimentos-estrangeiros-mostra-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2020 22:06:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
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		<category><![CDATA[IFRS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A adoção de regras de transparência e de normas internacionais de contabilidade tem impacto positivo no valor das empresas e no mercado de investimentos. A obrigatoriedade, em 2010, das empresas brasileiras em aderirem ao IFRS (International Financial Reporting Standards) – conjunto de práticas que visa uniformizar as demonstrações financeiras de acordo com um padrão internacional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A adoção de regras de transparência e de normas internacionais de contabilidade tem impacto positivo no valor das empresas e no mercado de investimentos. A obrigatoriedade, em 2010, das empresas brasileiras em aderirem ao IFRS (International Financial Reporting Standards) – conjunto de práticas que visa uniformizar as demonstrações financeiras de acordo com um padrão internacional – aumentou o <i>valuation</i> (estimativa do valor) dessas companhias, reduzindo a distância que havia anteriormente entre elas e empresas semelhantes, mas que apresentavam maior grau de governança corporativa. Esses são resultados de estudo publicado hoje na “Revista de Administração de Empresas” (RAE). O artigo é assinado por Rafael Felipe Schiozer, professores da FGV EAESP, e pesquisadores da Unifesp e Fecap.</p>
<p>Os autores analisaram dados de empresas, de 2007 a 2010, com o objetivo de relacionar nível de transparência contábil e <i>valuation</i>. O período coincide com a aprovação da lei que institui o IFRS e o prazo final para a sua implementação. Para essa análise, coletaram demonstrações financeiras e informações corporativas sobre empresas brasileiras de capital aberto, da base de dados Economatica. Também foram considerados dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre a participação acionária de investidores estrangeiros nessas firmas e de liquidez.</p>
<p>Os pesquisadores chegaram a um universo de 132 empresas, sendo 76 delas listadas nos níveis mais baixos de governança corporativa da Bolsa de Valores de São Paulo (empresas denominadas “tratadas”), que adotaram o IFRS em 2008, e outras 56 firmas semelhantes relacionadas aos níveis mais altos de governança corporativa da bolsa (denominadas “não tratadas” ou grupo de controle), que já haviam adotado o IFRS antes que ele se tornasse obrigatório. Cada empresa tratada teve seu <i>valuation</i> comparado ao de uma empresa não tratada do mesmo setor de atuação, porte e nível de endividamento.</p>
<h2><b>Efeitos além da questão contábil</b></h2>
<p>A partir desse pareamento, os pesquisadores demonstraram que a adoção do IFRS pelas empresas tratadas produziu um aumento de 26% na razão entre valor de mercado e valor patrimonial e um crescimento de cerca de 30% do Q de Tobin (indicador que considera o valor de mercado de uma empresa e as suas dívidas, e o valor de reposição, que se refere ao capital necessário para substituir o ativo circulante e o estoque de uma companhia). Com isso, praticamente se eliminou a diferença de <i>valuation </i>que existia anteriormente entre essas companhias e suas similares com alto grau de governança corporativa. O estudo também mostrou um aumento da participação de investidores estrangeiros nas firmas tratadas em relação às firmas do grupo de controle de 19,3% nas ações ordinárias (com direito a voto) no mesmo período.</p>
<p>De acordo com Rafael Felipe Schiozer, professor da FGV EAESP e um dos autores do estudo, embora se refira a algo que aconteceu entre 2007 e 2010, a pesquisa mostra a importância da transparência contábil e de informações para as empresas. “As leis que determinam que as empresas sejam mais transparentes melhoram a avaliação das companhias, e isso acontece em grande medida porque os investidores estrangeiros se dispõem a investir mais nessas empresas. Essas medidas não têm só um efeito contábil. Elas atuam positivamente no mercado financeiro e no ingresso de recursos no país.”</p>
<p>Confira o <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-75902020000400284&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>artigo</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Bori</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sete em cada dez investidores trocaram de plataforma no último ano</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sete-em-cada-dez-investidores-trocaram-de-plataforma-no-ultimo-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2020 13:08:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[FGVcef]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=535</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/adeolu-eletu-unRkg2jH1j0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/adeolu-eletu-unRkg2jH1j0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/adeolu-eletu-unRkg2jH1j0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/adeolu-eletu-unRkg2jH1j0-unsplash-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Nos últimos 12 meses, 70% dos investidores trocaram de plataforma por meio da qual investem seu dinheiro. Destes, 46% migraram de bancos para plataformas como corretoras e fintechs; e 24% fizeram o contrário, trancando plataformas por bancos tradicionais. O principal motivo apontado para a mudança foram os custos elevados. Os resultados são de estudo realizado pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/adeolu-eletu-unRkg2jH1j0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/adeolu-eletu-unRkg2jH1j0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/adeolu-eletu-unRkg2jH1j0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/adeolu-eletu-unRkg2jH1j0-unsplash-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Nos últimos 12 meses, 70% dos investidores trocaram de plataforma por meio da qual investem seu dinheiro. Destes, 46% migraram de bancos para plataformas como corretoras e fintechs; e 24% fizeram o contrário, trancando plataformas por bancos tradicionais. O principal motivo apontado para a mudança foram os custos elevados.</p>
<p>Os resultados são de estudo realizado pelo Centro de Estudos em Finanças (<a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-estudos-financas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGVcef</a>) da FGV EAESP e a Toluna, com exclusividade para o portal<a href="https://einvestidor.estadao.com.br/comportamento/investidores-bancos-corretoras-fgv/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> E-Investidor/Estadão</a>. O objetivo foi identificar a percepção dos clientes em relação ao atendimento de bancos e plataformas de investimento.</p>
<p>A pesquisa, coordenada pelos professores da FGV EAESP William Eid e Claudia Yoshinaga, entrevistou 512 pessoas de todas as regiões do Brasil no início de junho, sendo 41% homens e 59% mulheres, maiores de 18 anos. A renda familiar anual dos participantes varia de R$ 28 mil a mais de R$ 470 mil.</p>
<p>Para os que retiraram seus investimentos de bancos, o custo foi a principal razão indicada pelos entrevistados (44%), seguido por aconselhamento de amigos e parentes (33%) e serviço deficiente (17%). Para os bancos com grande número de respondentes na pesquisa, o destaque maior é para o Santander, com mais de 54% de consultados indicando que migraram para plataformas/corretoras.</p>
<p>O serviço de assessoria prestado também foi avaliado na pesquisa. Um em cada cinco clientes de bancos nunca tiveram assessoria para investimentos. E um terço dos respondentes indicam ter alguma dificuldade de entender o que o gerente/assessor fala.</p>
<p>&#8220;O mundo dos investimentos está evoluindo muito rapidamente, agências de bancos têm seus dias contados”, diz William Eid, diretor FGVcef, para o E-Investidor/Estadão.</p>
<p>De acordo com o relatório, a saída de corretoras e fintechs, mesmo sendo menor, ainda é relevante, já que corresponde a um quarto dos entrevistados. As plataformas que apresentaram a maior proporção de mudança foram a Inter (34%), seguida pela XP (25%) e Easyinvest (24%). Custos elevados, seguido de serviço deficiente e aconselhamento de amigos/parentes são os motivos apontados para a migração para bancos.</p>
<p>Confira o relatório completo <a href="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/FGVcef-e-Toluna-pesquisa-bancos-e-plataformas.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>aqui</strong></a><strong>.</strong></p>
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