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	<title>Arquivos meio ambiente - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos meio ambiente - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Oito em cada dez municípios de fronteira têm baixo desempenho em saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Feb 2023 16:32:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[abasteciemnto de água]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />De 557 municípios da Faixa de Fronteira brasileira, 453 possuem baixo desempenho em indicadores de saúde. Quanto aos indicadores de meio ambiente, 299 municípios têm desempenho mediano. Os apontamentos são de artigo com a participação do pesquisador da FGV EAESP Marco Antonio Catussi Paschoalotto publicado na revista “Ambiente &#38; Sociedade”. Os autores analisaram indicadores de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>De 557 municípios da Faixa de Fronteira brasileira, 453 possuem baixo desempenho em indicadores de saúde. Quanto aos indicadores de meio ambiente, 299 municípios têm desempenho mediano. Os apontamentos são de artigo com a participação do pesquisador da FGV EAESP Marco Antonio Catussi Paschoalotto publicado na revista “Ambiente &amp; Sociedade”.</p>
<p>Os autores analisaram indicadores de saúde e meio ambiente de 557 dos 588 municípios brasileiros que compõem a Faixa de Fronteira nacional. A partir dos dados, relativos ao ano de 2016, criaram dois índices, um para saúde e outro para meio ambiente.</p>
<p>O artigo compara os dados de três sub-regiões: arco Norte (Amapá, Pará, Roraima, Amazonas e Acre); arco Central (Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul); e arco Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). O arco Central tem a melhor média de atendimento total de água e de cobertura de coleta de resíduos e o menor número de acidentes com animais peçonhentos. O arco Sul tem a menor média de perdas na distribuição de água e menos óbitos de causas evitáveis entre crianças com menos de cinco anos.</p>
<p>Já o arco Norte tem os piores indicadores relacionados ao meio ambiente, destacam os autores, como baixo nível de atendimento total de água e de cobertura de coleta de resíduos. O arco Norte também possui número maior de municípios com baixo desempenho na área da saúde, como maiores taxas de óbitos de causas evitáveis entre crianças com menos de cinco anos, o que pode ser explicado por uma infraestrutura socioeconômica mais precária da região.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/asoc/a/6B3qSxgrzQrKwfhnFCJdV4C/?format=pdf&amp;lang=pt">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>ESG: menos de um terço das empresas têm políticas de saúde e segurança para colaboradores na cadeia de suprimentos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/esg-menos-de-um-terco-das-empresas-tem-politicas-de-saude-e-seguranca-para-colaboradores-na-cadeia-de-suprimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2022 11:29:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[cadeia de suprimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mulher branca aponta para gráfico na tela de computador" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Entre as empresas brasileiras com  práticas em ESG, sigla que indica fatores de sustentabilidade nas organizações, 79% possuem políticas de saúde e segurança relacionadas a colaboradores, mas menos de um terço possui tais políticas relacionadas à cadeia de suprimentos. A implementação de equipe com foco nestas áreas pode contribuir para o bem-estar dos colaboradores e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mulher branca aponta para gráfico na tela de computador" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/09/pexels-kampus-production-62489871-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Entre as empresas brasileiras com  práticas em ESG, sigla que indica fatores de sustentabilidade nas organizações, 79% possuem políticas de saúde e segurança relacionadas a colaboradores, mas menos de um terço possui tais políticas relacionadas à cadeia de suprimentos. A implementação de equipe com foco nestas áreas pode contribuir para o bem-estar dos colaboradores e para melhoria no desempenho em ESG. É o que aponta estudo da pesquisadora da FGV EAESP Melissa Velasco Schleich publicado na <a href="https://doi.org/10.1590/S0034-759020220511">Revista de Administração de Empresas</a> nesta segunda (5).</p>
<p>O artigo analisou os registros das 106 empresas brasileiras disponíveis no sistema Refinitiv ESG scores, que reúne informações de domínio público, referentes ao período de 2015 a 2019. Foram avaliadas 11 métricas sob a categoria de colaboradores, que transpassam a dimensão “S” do ESG (Ambiental, Social e Governança). O levantamento aponta quais políticas e práticas em recursos humanos são mais utilizadas nessas organizações de diferentes setores. As empresas mais bem colocadas no ranking correspondem a cerca de ¼ da amostra e possuem políticas relacionadas a colaboradores nas áreas de saúde e segurança, treinamento e desenvolvimento, além de diversidade e oportunidade.</p>
<p>“De acordo com a nossa análise, grande parte das empresas nos níveis mais altos de ESG já incorporaram políticas formais nos temas de gestão de pessoas, pautadas por maior grau de conscientização e bem-estar do colaborador. No entanto, ainda parece haver um caminho relevante a ser percorrido para que as práticas advindas de tais políticas sejam efetivamente incorporadas à gestão”, afirma Melissa Velasco Schleich.</p>
<p>O conceito de ESG está relacionado à tomada de consciência por parte da empresa dos impactos que ela gera e das ações que pode tomar sobre eles. Além de priorizar saúde e segurança no trabalho, o artigo ressalta que os gestores devem considerar a adoção de políticas de treinamento e desenvolvimento e a adesão a políticas relacionadas à diversidade e oportunidade.</p>
<p>A autora explica que as práticas de sustentabilidade e ESG ainda são recentes, e o estudo busca orientar empresas, profissionais e gestores sobre potenciais oportunidades de implementação de políticas e práticas na área. “Adicionalmente, apesar do crescente interesse pela interconexão entre os princípios e práticas da gestão de recursos humanos das empresas e a gestão da cadeia de suprimentos, esta relação mostra-se ainda distante, tanto na existência de políticas (de saúde e segurança, por exemplo) quanto na aplicação efetiva de práticas, como treinamento ou implementação de melhorias”, completa a pesquisadora da FGV EAESP.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rae/a/kmjN8FPqZ3t4hkHZGDWzWBw/?lang=pt">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/esg-menos-de-um-terco-das-empresas-tem-politicas-de-saude-e-seguranca-para-colaboradores-na-cadeia-de-suprimentos/">ESG: menos de um terço das empresas têm políticas de saúde e segurança para colaboradores na cadeia de suprimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>Regulação tem elevado o nível de transparência das ações corporativas de ESG e apresentam impacto positivo no valor de mercado</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/regulacao-tem-elevado-o-nivel-de-transparencia-das-acoes-corporativas-de-esg-e-apresentam-impacto-positivo-no-valor-de-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Dec 2021 12:14:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/noah-buscher-x8ZStukS2PM-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/noah-buscher-x8ZStukS2PM-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/noah-buscher-x8ZStukS2PM-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/noah-buscher-x8ZStukS2PM-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/noah-buscher-x8ZStukS2PM-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A relação entre as iniciativas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) e a performance financeira das empresas é um tema que há muito atrai o interesse de pesquisadores e profissionais de mercado. Para avaliar a potencial relação causal entre ESG, valor da firma e custo de capital, um pesquisador da FGV [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/noah-buscher-x8ZStukS2PM-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/noah-buscher-x8ZStukS2PM-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/noah-buscher-x8ZStukS2PM-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/noah-buscher-x8ZStukS2PM-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/noah-buscher-x8ZStukS2PM-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A relação entre as iniciativas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) e a performance financeira das empresas é um tema que há muito atrai o interesse de pesquisadores e profissionais de mercado.</p>
<p>Para avaliar a potencial relação causal entre ESG, valor da firma e custo de capital, um pesquisador da FGV EAESP investigou os impactos da sanção da Diretriz 2014/95/EU, que tornou obrigatória a divulgação de práticas ESG para uma população considerável de empresas em toda a União Europeia.</p>
<p>Analisando uma amostra de 895 firmas, que foram subdivididas entre grupos de tratamento e grupos de controle, com observações no período de 2009 a 2019, o pesquisador chegou a resultados que indicam que a regulação foi efetiva em elevar o nível geral de transparência das ações corporativas de ESG.</p>
<p>&#8220;Mais importante, quando comparadas às empresas de controle, as firmas do grupo de tratamento apresentaram um impacto incremental significativo e positivo no valor de mercado, além de uma redução no custo de capital&#8221;, atesta o pesquisador.</p>
<p>O trabalho, que está disponível na base de dissertações da FGV EAESP, também apresenta implicações práticas para diferentes audiências, como governos e órgãos reguladores buscando avançar com políticas relacionadas à divulgação de informações não financeiras pelas empresas, executivos com a intenção de incorporar iniciativas de sustentabilidade na estratégia de suas empresas e investidores interessados no movimento de investimento responsável.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/30606/Rafael%20Kubiski%20-%20ESG%20Initiatives%20Pay%20Off%20%28v_final_CMAE%29.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y">Confira a dissertação na íntegra</a></p>
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		<title>Análise mostra que discurso político sobre a pandemia segue o mesmo padrão do negacionismo ambiental</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/ao-promover-a-pseudociencia-discursos-de-bolsonaro-sobre-a-pandemia-seguem-o-mesmo-padrao-do-negacionismo-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[EAESP Pesquisa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 11:32:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência política]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[discurso político]]></category>
		<category><![CDATA[gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[política]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=1455</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/seder-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/seder-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/seder-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/seder-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Ao promover a pseudociência e enfraquecer as ações do Ministério da Saúde, os discursos do presidente com relação à pandemia de Covid-19 seguem padrão semelhante a posicionamentos do governo sobre questões climáticas em 2019. É o que mostra estudo realizado por pesquisadores da FGV/EAESP, em parceria com pesquisadores da Universidade de Cape Town, África do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/ao-promover-a-pseudociencia-discursos-de-bolsonaro-sobre-a-pandemia-seguem-o-mesmo-padrao-do-negacionismo-ambiental/">Análise mostra que discurso político sobre a pandemia segue o mesmo padrão do negacionismo ambiental</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/seder-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/seder-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/seder-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/seder-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Ao promover a pseudociência e enfraquecer as ações do Ministério da Saúde, os discursos do presidente com relação à pandemia de Covid-19 seguem padrão semelhante a posicionamentos do governo sobre questões climáticas em 2019. É o que mostra estudo realizado por pesquisadores da FGV/EAESP, em parceria com pesquisadores da Universidade de Cape Town, África do Sul, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade de São Paulo (USP) publicada na “<a href="https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/17441692.2021.1945123">Global Public Health</a>”.</p>
<p>O estudo analisou de maneira sistemática mais de 7.200 notícias publicadas sobre Covid-19 em quatro jornais de grande circulação no Brasil (Folha de S. Paulo; Estado de S. Paulo; O Globo; e Valor Econômico), entre os meses de janeiro e julho de 2020, período mais crítico da pandemia, em que havia pouco conhecimento sobre o vírus. Ao explorar em profundidade essas notícias, os pesquisadores notaram quatro principais padrões nos discursos do presidente em torno da pandemia:</p>
<ul>
<li>Diminuição da importância do distanciamento social;</li>
<li>Negacionismo científico e simplificação dos impactos da pandemia;</li>
<li>Uso inadequado da ciência para dar um verniz de cientificidade aos argumentos utilizados;</li>
<li>Transferência para os governadores estaduais da culpa e dos custos das medidas impopulares.</li>
</ul>
<p>Essas conclusões foram possíveis com o uso de técnicas Processamento Natural de Linguagem (NLP), um campo da inteligência artificial que permite analisar um grande volume de dados textuais, destacando padrões e criando categorizações. &#8220;Ao analisar o cluster associado ao presidente, identificamos uma série de discursos que corroboram o que os observadores e analistas definem como uma resposta fraca e controversa à pandemia&#8221;, explica Lira Luz Benites Lázaro, uma das autoras do estudo.</p>
<p>Os pesquisadores ressaltam que as ações do presidente não apenas têm implicações na forma como o país lida com a pandemia, mas também afetam o seu desenvolvimento econômico sustentável. Para os autores do estudo, o ímpeto de manter a economia funcionando, a despeito das altas taxas de mortalidade e da destruição da Amazônia, sugere que suas prioridades são de curto prazo, às custas do meio ambiente e da sustentabilidade social.</p>
<p>Para <a href="https://pesquisa-eaesp.fgv.br/professor/elize-massard-da-fonseca">Elize Massard da Fonseca</a>, que também é autora do estudo, mais do que pedir para que esses líderes levarem a ciência a sério, é preciso investigar por quê eles agem assim. &#8220;Os índices de aprovação de Bolsonaro aumentaram em 2020, o que sugere que seu discurso ressoou com uma parcela do eleitorado, mesmo com o aumento do número de mortes. É fundamental que estudos futuros investiguem os determinantes do populismo, particularmente durante pandemias”, sugere.</p>
<p>&#8212;</p>
<p><strong>Portaria FGV Nº19</strong>: As manifestações expressas por integrantes dos quadros da Fundação Getulio Vargas, nas quais constem a sua identificação como tais, em artigos e entrevistas publicados nos meios de comunicação em geral, representam exclusivamente as opiniões dos seus autores e não, necessariamente, a posição institucional da FGV.</p>
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