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	<title>Arquivos misoginia - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Machosfera e política: como comunidades online influenciam o debate público no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/machosfera-politica-brasil-telegram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 11:26:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/204-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="machosfera política é analisada em grupos do Telegram no Brasil." decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/204-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/204-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/204-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/05/204-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Nos últimos anos, o crescimento de comunidades online voltadas à masculinidade tem chamado atenção de pesquisadores. No entanto, além de discussões sobre comportamento ou relacionamentos, esses espaços também passaram a influenciar debates públicos. Por isso, entender a relação entre machosfera e política se tornou essencial para compreender como ideias circulam nas redes e impactam a sociedade. Nesse contexto, o ambiente digital deixa de ser apenas um espaço de troca e passa a atuar como agente ativo na formação de opiniões.</p>
<p>O estudo foi conduzido por Julie Ricard, Ergon Cugler de Moraes Silva, Mario Aquino Alves, Lupicinio Iñiguez-Rueda, Gabriel Rocha, Stefanny Vitória e Guilherme Nogueira Bittar Celestino, no âmbito do Desinfo.Pop, laboratório vinculado ao Centro de Estudos em Administração Pública e Governo da FGV EAESP. Publicada como nota técnica, a pesquisa analisou 85 comunidades brasileiras no Telegram, reunindo mais de 7 milhões de conteúdos entre 2015 e 2025. Os pesquisadores combinaram análise quantitativa, observando menções a lideranças políticas ao longo do tempo, com análise qualitativa, focada na interpretação de discursos recorrentes.</p>
<h1>Machosfera e política</h1>
<p>Os resultados mostram que a machosfera brasileira vai muito além de conversas sobre identidade masculina. Na prática, ela funciona como um espaço de circulação de ideias políticas. Isso acontece porque, além de discutir temas sociais, essas comunidades incorporam debates sobre eleições, lideranças e ideologias, conectando diferentes assuntos em uma mesma narrativa.</p>
<p>Além disso, o estudo identificou que a política aparece de forma constante nesses grupos. Foram mais de 15 mil menções a figuras políticas relevantes, o que indica que o tema não surge de forma pontual, mas acompanha o cenário nacional ao longo do tempo. Dessa forma, mesmo comunidades que não se apresentam como políticas acabam participando desse debate.</p>
<p>Outro ponto importante é que essas discussões seguem uma lógica própria. Ou seja, as lideranças políticas são interpretadas a partir de valores e categorias específicas desse universo. Com isso, conceitos ligados à masculinidade influenciam diretamente a forma como figuras públicas são avaliadas, o que altera a percepção sobre poder, autoridade e legitimidade.</p>
<h2>Como grupos do Telegram moldam percepções sobre gênero e poder</h2>
<p>Ao mesmo tempo, a pesquisa mostra que políticas de gênero são alvos frequentes de ataques. Em vez de serem tratadas como instrumentos de proteção ou direitos, iniciativas como educação sexual e leis de proteção às mulheres são frequentemente apresentadas como ameaças. Esse tipo de abordagem contribui para gerar desconfiança e resistência na sociedade.</p>
<p>Além disso, os dados revelam que discursos de ódio não aparecem isolados. Pelo contrário, eles se conectam a outras formas de discriminação, como racismo e preconceito contra pessoas LGBTQIA+. Como resultado, forma-se um ambiente que reforça desigualdades e normaliza a exclusão.</p>
<p>Por fim, os pesquisadores destacam que a machosfera atua como um espaço de socialização ideológica. Isso significa que esses grupos não apenas refletem opiniões existentes, mas também ajudam a moldá-las. Assim, eles influenciam a forma como indivíduos enxergam a sociedade, a política e os direitos.</p>
<p>Em síntese, o estudo indica que compreender a machosfera é fundamental para entender os desafios atuais das políticas públicas e do debate democrático. Afinal, o que acontece nesses ambientes digitais pode ter efeitos concretos na forma como a sociedade percebe temas essenciais, especialmente aqueles ligados à igualdade de gênero e aos direitos sociais.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.5281/zenodo.19197715">o artigo na íntegra.</a></p>
<p>Conheça mais sobre o Desinfo.Pop: <a href="https://desinfopop.org/">https://desinfopop.org/</a></p>
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