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	<title>Arquivos Multinacionais de Mercados Emergentes - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos Multinacionais de Mercados Emergentes - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Como a responsabilidade social fortalece as multinacionais brasileiras em tempos de crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 11:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias não-mercadológicas.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2429975795-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Multinacional brasileira investindo em ações de responsabilidade social para fortalecer sua resiliência financeira" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2429975795-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2429975795-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2429975795-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2429975795-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Num mundo cada vez mais instável, crises como a pandemia de COVID-19 mostraram que as empresas precisam mais do que bons produtos para sobreviver. Elas precisam de propósito e responsabilidade. Sendo assim, uma nova pesquisa publicada na Journal of Business Research por Marina Gama (FGV EAESP), em coautoria com Cyntia Casnici (University of Leeds), Mariana [&#8230;]</p>
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<p>O estudo analisou dados de 404 empresas brasileiras de capital aberto entre 2018 e 2021, comparando aquelas que adotam práticas de RSC com as que não adotam. As pesquisadoras utilizaram métodos econométricos robustos para observar como essas práticas influenciaram o desempenho financeiro antes e depois da pandemia de COVID-19.</p>
<h1>Responsabilidade social: fazer o bem é bom para os negócios</h1>
<p>Os resultados mostram que a RSC não é apenas uma ação ética, mas também uma estratégia financeira inteligente. Empresas engajadas em iniciativas sociais e ambientais conseguiram mitigar os impactos negativos da crise, mantendo estabilidade e credibilidade perante investidores.</p>
<p>Além disso, o estudo revelou que, ao se envolverem em atividades sociais no país de origem, as multinacionais brasileiras reduzem a chamada “desvantagem de origem” — ou seja, o estigma de vir de economias emergentes. Sendo assim, essa atuação fortalece a legitimidade global e atrai investidores internacionais, especialmente os que seguem critérios ESG (ambientais, sociais e de governança).</p>
<p>A pesquisa explica que empresas socialmente responsáveis:</p>
<ul>
<li>Ganham confiança de investidores e consumidores;</li>
<li>Retêm talentos e aumentam o engajamento interno;</li>
<li>Reduzem riscos financeiros em momentos de incerteza.</li>
</ul>
<p>Esses fatores combinados criam um ciclo positivo de sustentabilidade e desempenho econômico. Ou seja, na prática, as empresas que já investiam em RSC antes da pandemia foram as que mais conseguiram se recuperar rapidamente.</p>
<h2>Implicações para gestores e formuladores de políticas</h2>
<p>Portanto, as autoras recomendam que líderes empresariais adotem uma visão integrada da RSC, envolvendo diferentes departamentos e conectando ações sociais com os objetivos de longo prazo da empresa. Além disso, sugerem que governos e instituições incentivem práticas de ESG e parcerias multissetoriais, fortalecendo o ambiente institucional e reduzindo vulnerabilidades dos mercados emergentes.</p>
<p>Para empresas que ainda não atuam no exterior, investir em responsabilidade social também pode ser um diferencial competitivo dentro do próprio mercado brasileiro.</p>
<p>Por fim, a mensagem central da pesquisa é clara: “fazer o bem para se dar bem”. Em tempos de crise, empresas que investem em responsabilidade social não apenas protegem suas finanças, mas também ganham legitimidade, confiança e sustentabilidade de longo prazo.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1016/j.jbusres.2025.115290">o artigo na íntegra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Como multinacionais de mercados emergentes alcançam maturidade digital</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-multinacionais-de-mercados-emergentes-alcancam-maturidade-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 11:48:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Capacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Integração do Ecossistema]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade digital]]></category>
		<category><![CDATA[Multinacionais Brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[Multinacionais de Mercados Emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 8]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 9]]></category>
		<category><![CDATA[Subsidiárias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2190380955-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2190380955-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2190380955-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2190380955-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2190380955-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A transformação digital tornou-se essencial para a competitividade das empresas na era moderna. Enquanto multinacionais nascidas digitais lideram o processo, as multinacionais de mercados emergentes (EMNEs) enfrentam desafios únicos ao integrar tecnologias digitais em suas operações. Portanto, este estudo explora como essas empresas buscam maturidade digital para competir globalmente, aproveitando suas subsidiárias e adaptando-se a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2190380955-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2190380955-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2190380955-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2190380955-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2190380955-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A transformação digital tornou-se essencial para a competitividade das empresas na era moderna. Enquanto multinacionais nascidas digitais lideram o processo, as multinacionais de mercados emergentes (EMNEs) enfrentam desafios únicos ao integrar tecnologias digitais em suas operações. Portanto, este estudo explora como essas empresas buscam maturidade digital para competir globalmente, aproveitando suas subsidiárias e adaptando-se a um ambiente digital dinâmico.</p>
<p>A pesquisa foi conduzida por Maria Tereza Leme Fleury (FGV EAESP) e colaboradores, incluindo Afonso Fleury (Poli/USP), Luis Oliveira e Pablo Leao. <a href="https://doi.org/10.1016/j.ibusrev.2024.102271">Publicado na revista International Business Review</a>, o estudo utilizou dados de 91 multinacionais brasileiras e empregou modelagem de equações estruturais (PLS-SEM) para testar o modelo adaptado de maturidade digital proposto originalmente pela Academia Nacional de Ciências e Engenharia da Alemanha (ACATECH).</p>
<h2>O estudo apresenta a Capacidade de Maturidade Digital (DMC) como um conjunto de competências organizacionais críticas.</h2>
<p>Essas incluem o uso estratégico de tecnologia, gerenciamento de dados, capacitação de equipes, design organizacional e promoção de uma cultura digital. Essas cinco dimensões sustentam as capacidades dinâmicas de percepção, aproveitamento e transformação nas multinacionais de mercados emergentes.</p>
<p>O estudo destaca que as subsidiárias estrangeiras são fundamentais para transferir conhecimento local e promover inovações. Elas atuam como pontes entre a matriz e os ecossistemas de mercado, ajudando a empresa a adotar decisões habilitadas digitalmente e integrar-se a cadeias de valor globais.</p>
<p>Portanto, a maturidade digital nas multinacionais de mercados emergentes depende de fatores interligados: a capacidade técnica digital (DTC), essencial para integrar tecnologias nos processos operacionais; a gestão eficiente de dados, que transforma informações em decisões estratégicas; e o desenvolvimento de competências digitais na força de trabalho.</p>
<p>Além disso, o design organizacional ágil e a promoção de uma cultura digital aceleram a inovação. Já as subsidiárias estrangeiras atuam como hubs de conhecimento que influenciam a matriz. Empresas que investem nessas áreas aumentam sua competitividade global, com processos mais eficientes, integração em cadeias de valor e maior agilidade estratégica.</p>
<p>Os achados desta pesquisa oferecem diretrizes para gestores de EMNEs que buscam implementar transformações digitais. A adaptação do modelo ACATECH para incluir dimensões críticas como gestão de pessoas e cultura digital reforça a aplicabilidade do estudo em contextos organizacionais diversos. Em resumo, a busca por maturidade digital é essencial para que multinacionais de mercados emergentes permaneçam competitivas na era digital. Assim, é possível maximizar a sinergia entre suas operações globais e locais.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1016/j.ibusrev.2024.102271">o artigo na integra.</a></p>
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