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	<title>Arquivos multinacionais - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos multinacionais - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Como multinacionais podem reduzir desigualdades em mercados emergentes</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/multinacionais-comunidades-desfavorecidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 11:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades desfavorecidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/06/CooperCaps20025-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Multinacionais e comunidades desfavorecidas em projeto de desenvolvimento social e inclusão econômica em mercado emergente" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/06/CooperCaps20025-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/06/CooperCaps20025-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/06/CooperCaps20025-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/06/CooperCaps20025-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />As empresas multinacionais estão cada vez mais pressionadas a assumir um papel mais ativo diante de problemas sociais e econômicos nos países em desenvolvimento. Além disso, consumidores, governos e investidores passaram a cobrar não apenas resultados financeiros, mas também impactos positivos nas regiões onde essas organizações operam. Nesse cenário, uma nova pesquisa mostra que a [&#8230;]</p>
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<p>O estudo foi desenvolvido pelos pesquisadores da FGV EAESP Renan Oliveira e Prof. Jorge Carneiro, em parceria com pesquisadores da University of Birmingham (Prof. Pervez Ghauri e pesquisadora associada Jayne Cathcart) e da University of Manchester (Prof. Axèle Giroud). O estudo contou com apoio e financiamento do UKRI e FAPESP para o projeto MNEDEVELOP:</p>
<p><a href="https://nam10.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fmore.bham.ac.uk%2Fmnedevelop%2F&amp;data=05%7C02%7Cjorge.carneiro%40fgv.br%7C75b2cbbbe3934d06eb3008deb19fc147%7C79f6b639ab1242808077bdbeef869b33%7C0%7C0%7C639143496883675079%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=EVmrsrcFvnJxTimzT7ox1kYuE8I7gZzsxjvnRhZkNR0%3D&amp;reserved=0">Multinational Enterprises and disadvantaged communities in emerging markets (MNEDEVELOP) – Empowering Multinationals for Inclusive Sustainable Development (MNEDEVELOP)</a></p>
<p>O artigo foi publicado na revista científica <em>International Journal of Management Reviews</em>. Para chegar aos resultados, os autores realizaram uma revisão semissistemática de 119 estudos publicados em áreas como gestão, economia, desenvolvimento e estudos regionais, utilizando bases como Web of Science, Scopus e ABI Inform.</p>
<h1>Multinacionais e comunidades desfavorecidas</h1>
<p>A pesquisa mostra que empresas multinacionais podem ajudar comunidades vulnerabilizadas por meio de ações ligadas a emprego digno, cadeia de fornecedores, provimento de infraestrutura e de serviços locais. Em muitos casos, essas iniciativas envolvem parcerias com ONGs, governos, cooperativas e lideranças comunitárias. Dessa forma, as empresas conseguem compreender melhor as necessidades locais e criar estratégias mais alinhadas à realidade dos moradores.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, esse tipo de aproximação também fortalece a chamada “licença social para operar”, conceito que representa a aceitação social das atividades empresariais por parte das comunidades. Ou seja, além de evitar conflitos e melhorar sua reputação, as multinacionais conseguem criar relações mais sustentáveis e duradouras.</p>
<p>Os resultados indicam que os impactos positivos podem incluir melhorias em saúde, educação, infraestrutura e acesso à tecnologia. Em regiões próximas a operações de mineração, por exemplo, programas de desenvolvimento comunitário ajudaram a ampliar oportunidades econômicas e serviços básicos para populações locais e comunidades vulnerabilizadas.</p>
<h2>Parcerias locais fortalecem impacto social e competitividade empresarial</h2>
<p>Ao mesmo tempo, o estudo destaca que os benefícios não acontecem automaticamente. Muitas multinacionais enfrentam dificuldades para dialogar com instituições locais e compreender normas culturais específicas. Por isso, as parcerias com organizações da sociedade civil e atores locais aparecem como fundamentais para construir confiança e ampliar os impactos sociais.</p>
<p>Outro ponto importante é que os efeitos das iniciativas variam conforme o setor econômico. Enquanto empresas de mineração costumam investir em infraestrutura e programas sociais ligados ao território, multinacionais de setores como tecnologia, turismo e beleza frequentemente utilizam a interação com comunidades para compreender melhor o mercado local e desenvolver novos produtos e serviços.</p>
<p>Para os pesquisadores, governos, empresas e sociedade civil precisam atuar de forma colaborativa para ampliar os resultados positivos dessas interações. Políticas públicas, regulamentações e estratégias compartilhadas podem incentivar multinacionais a integrar comunidades desfavorecidas em suas atividades econômicas de maneira mais sustentável e inclusiva.</p>
<p>De acordo com os autores, o principal desafio é transformar ações solitárias em estratégias permanentes de desenvolvimento social. Quando conseguem construir relações participativas e transparentes, as multinacionais não apenas fortalecem sua competitividade, mas também podem contribuir para reduzir desigualdades e gerar valor compartilhado em mercados emergentes.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1111/ijmr.70018">o artigo na íntegra.  </a></p>
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		<title>Multilatinas não recebem prêmio por manter mais caixa, revela estudo sobre América Latina</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/multilatinas-nao-recebem-premio-por-manter-mais-caixa-revela-estudo-sobre-america-latina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 11:18:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[ODS 8]]></category>
		<category><![CDATA[Reservas de caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/169-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Gráfico ilustrando a comparação do valor de mercado do caixa entre Multilatinas e empresas domésticas na América Latina." decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/169-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/169-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/169-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/169-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />As reservas de caixa são um dos temas mais importantes na gestão financeira, pois influenciam diretamente a segurança, o crescimento e o valor de mercado das empresas. No entanto, ainda existe muita dúvida sobre como os investidores avaliam o caixa e equivalentes de caixa, especialmente quando se trata de empresas multinacionais. Por isso, este estudo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/169-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Gráfico ilustrando a comparação do valor de mercado do caixa entre Multilatinas e empresas domésticas na América Latina." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/169-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/169-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/169-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/169-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>As reservas de caixa são um dos temas mais importantes na gestão financeira, pois influenciam diretamente a segurança, o crescimento e o valor de mercado das empresas. No entanto, ainda existe muita dúvida sobre como os investidores avaliam o caixa e equivalentes de caixa, especialmente quando se trata de empresas multinacionais. Por isso, este estudo investigou se o valor das reservas de caixa das multinacionais latino-americanas — as chamadas Multilatinas — é diferente do valor atribuído ao caixa das empresas que atuam apenas em seus países de origem.</p>
<p>Aviner Silva Manoel, Marcelo da Costa Moraes, Jorge Carneiro (FGV EAESP) e Eloisa Perez-de Toledo realizaram e publicaram o estudo no <em>Journal of International Management</em>. Para responder à pergunta central, os autores analisaram dados de 491 empresas de capital aberto das seis maiores economias da região entre 2000 e 2018. Sendo assim, os pesquisadores compararam Multilatinas e empresas domésticas, excluindo setores regulados e subsidiárias estrangeiras para evitar distorções, utilizando modelos de regressão.</p>
<h1>O valor das reservas de caixa nas Multilatinas: o que realmente importa para os investidores</h1>
<p>Os resultados mostram que os investidores não atribuem um prêmio ao caixa mantido pelas Multilatinas. Em outras palavras, mesmo que essas empresas tenham mais oportunidades de crescimento e maior acesso a financiamento externo, o mercado não considera seu caixa mais valioso do que o das empresas domésticas.</p>
<p>Isso ocorre porque, ao mesmo tempo em que a internacionalização amplia as oportunidades, ela também aumenta riscos. Entre eles estão mais conflitos entre gestores e acionistas, maior dificuldade de monitorar subsidiárias e níveis mais altos de assimetria de informação. Além disso, muitas Multilatinas atuam em países próximos, com estruturas institucionais semelhantes e, frequentemente, com proteção fraca ao investidor. Esses fatores reduzem a confiança dos acionistas na boa utilização das reservas de caixa.</p>
<p>Embora as Multilatinas tenham, em média, maiores oportunidades de investimento, os investidores temem que parte do caixa possa ser utilizada em projetos pouco eficientes ou em despesas que beneficiem mais os gestores do que a empresa. Sem informações claras sobre onde o caixa está alocado — se no país de origem ou no exterior — os investidores avaliam esse recurso de forma mais conservadora.</p>
<p>A pesquisa conclui que os efeitos positivos da internacionalização são neutralizados por riscos de governança e falta de transparência. Isso impede que o valor de mercado do caixa das Multilatinas se destaque. Assim, mesmo com operações internacionais, elas não recebem um reconhecimento maior do mercado.</p>
<p>Para gestores, isso significa que melhorar a transparência e fortalecer a governança — especialmente em subsidiárias estrangeiras — pode aumentar a confiança dos investidores. Já para formuladores de políticas públicas, o estudo sugere exigir a divulgação separada das reservas de caixa domésticas e estrangeiras. Por fim, estes cuidados facilitariam decisões mais eficientes por parte de acionistas, analistas e órgãos reguladores.</p>
<p>Leia<a href="https://doi.org/10.1016/j.intman.2025.101240"> o artigo na íntegra. </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Acordos de preços com autoridades fiscais reduzem incerteza tributária das empresas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/contabilidade-e-financas/acordos-de-precos-com-autoridades-fiscais-reduzem-incerteza-tributaria-das-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2023 11:11:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[acordos antecipados de preços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-anna-nekrashevich-6801647-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-anna-nekrashevich-6801647-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-anna-nekrashevich-6801647-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-anna-nekrashevich-6801647-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-anna-nekrashevich-6801647-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Os acordos antecipados de preços, estabelecidos entre empresas e autoridades fiscais dos países para reduzir a incerteza tributária dos contribuintes, eliminam a incidência de penalização fiscal às multinacionais. É o que demonstra modelo teórico inédito desenvolvido em artigo com coautoria do pesquisador da FGV EAESP Rafael Antonio e publicado na revista “Journal of Business Economics”. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-anna-nekrashevich-6801647-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-anna-nekrashevich-6801647-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-anna-nekrashevich-6801647-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-anna-nekrashevich-6801647-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-anna-nekrashevich-6801647-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Os acordos antecipados de preços, estabelecidos entre empresas e autoridades fiscais dos países para reduzir a incerteza tributária dos contribuintes, eliminam a incidência de penalização fiscal às multinacionais. É o que demonstra modelo teórico inédito desenvolvido em artigo com coautoria do pesquisador da FGV EAESP Rafael Antonio e publicado na revista “Journal of Business Economics”.</p>
<p>Conforme explica a pesquisa, as regras dos acordos antecipados (<i>advanced pricing agreements</i>, ou APA, na sigla em inglês) podem ser atrativas para empresas que seguem a estratégia conhecida como <i>profit shifting</i>. Trata-se de processo pelo qual as companhias driblam altos impostos alocando seus lucros em países e jurisdições com baixa tributação.</p>
<p>Os pesquisadores verificaram a coerência do modelo teórico ao aplicá-lo a dados de 69 empresas brasileiras de capital aberto. Os dados das companhias foram obtidos da base S&amp;P Capital IQ e são referentes ao período 2010-2020. “Nós conseguimos demonstrar empiricamente a ocorrência desse comportamento nas empresas. Especificamente, nós identificamos um excesso de <i>profit shifting</i> a países que implementam normas de APA, consistentemente com as nossas previsões teóricas”, explica Antonio.</p>
<p>A pesquisa verifica que as 69 empresas analisadas têm incentivos para transferir lucros para países com acordos de preço disponíveis diante do alto nível de incerteza fiscal no país. “O Brasil possui uma elevada carga tributária, um sistema de normas tributárias extremamente complexo e normas de preços de transferência únicas no mundo. A literatura atual tem dificuldade de analisar fatores concomitantes que influenciam o comportamento evasivo. O contexto brasileiro implica em intensos incentivos ao <i>profit shifting</i>, para alocação de resultados para fora do Brasil”, completa Antonio.</p>
<p><a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s11573-022-01125-5">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/contabilidade-e-financas/acordos-de-precos-com-autoridades-fiscais-reduzem-incerteza-tributaria-das-empresas/">Acordos de preços com autoridades fiscais reduzem incerteza tributária das empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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