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	<title>Arquivos ODS 2 - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos ODS 2 - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Por que alguns alimentos chamam mais a nossa atenção? Estudo revela como escolhemos entre opções saudáveis e tentadoras</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/atencao-visual-escolhas-alimentares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 18:14:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/197-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Pessoa analisando diferentes opções de alimentos saudáveis e indulgentes em um supermercado, ilustrando a atenção visual nas escolhas alimentares." decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/197-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/197-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/197-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/197-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />No dia a dia, escolher o que comer parece simples. No entanto, diversos estímulos visuais influenciam essa decisão antes mesmo de o consumidor perceber. Cores, imagens, posição do produto e informações no rótulo podem direcionar o olhar e despertar interesse. Nesse contexto, entender a atenção visual nas escolhas alimentares ajuda a explicar por que algumas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/197-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Pessoa analisando diferentes opções de alimentos saudáveis e indulgentes em um supermercado, ilustrando a atenção visual nas escolhas alimentares." decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/197-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/197-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/197-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/197-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>No dia a dia, escolher o que comer parece simples. No entanto, diversos estímulos visuais influenciam essa decisão antes mesmo de o consumidor perceber. Cores, imagens, posição do produto e informações no rótulo podem direcionar o olhar e despertar interesse. Nesse contexto, entender a atenção visual nas escolhas alimentares ajuda a explicar por que algumas opções parecem mais atraentes do que outras.</p>
<p>Pesquisadores costumam dividir os alimentos em duas categorias principais. De um lado estão os alimentos considerados de virtude, como frutas, vegetais e grãos integrais, que costumam ser associados a benefícios de longo prazo para a saúde. Do outro lado estão os alimentos de vício, como doces, frituras e fast food, que oferecem prazer imediato, mas podem trazer impactos negativos quando consumidos em excesso.</p>
<p>O estudo foi conduzido pelos pesquisadores Wagner Junior Ladeira, Weng Marc Lim, Marcelo Perin (da FGV EAESP), Fernando de Oliveira Santini, Tareq Rasul, Dogan Gursoy, Michael Hall e Shakeb Akhtar. O artigo foi publicado na revista científica Journal of Consumer Behaviour. A equipe realizou uma meta-análise, método que reúne resultados de diversos estudos científicos para identificar padrões consistentes. Os pesquisadores analisaram 54 artigos, que juntos envolveram mais de 20 mil participantes.</p>
<p>Esses estudos utilizaram tecnologia de rastreamento ocular, capaz de identificar exatamente para onde uma pessoa olha ao analisar diferentes alimentos. Os pesquisadores observaram dois indicadores principais. O primeiro foi o número de vezes que o olhar se fixa em um produto, o que indica o nível inicial de atenção. O segundo foi o tempo que o olhar permanece no mesmo ponto, sinal de que o consumidor está analisando aquela informação com mais profundidade.</p>
<p>Com esses dados, a pesquisa investigou três tipos de situação: quando as pessoas observam alimentos saudáveis, quando veem alimentos indulgentes e quando precisam escolher entre os dois.</p>
<h1>Atenção visual nas escolhas alimentares</h1>
<p>Os resultados mostram que a forma como os alimentos aparecem influencia diretamente o comportamento do consumidor. Alimentos considerados saudáveis chamam atenção logo no primeiro olhar e também estimulam uma análise mais cuidadosa do produto. Já alimentos indulgentes costumam capturar rapidamente o olhar. Porém, esse tipo de produto nem sempre leva o consumidor a refletir mais profundamente sobre a escolha. Em muitos casos, a decisão acontece de forma mais rápida e impulsiva.</p>
<p>Outro resultado importante aparece nas chamadas escolhas binárias. Isso acontece quando o consumidor precisa escolher entre duas opções opostas, como uma salada de frutas ou um bolo de chocolate. Nesses casos, as pessoas tendem a olhar por mais tempo para as opções disponíveis. Esse comportamento indica um processo de decisão mais reflexivo, pois o consumidor compara benefícios e tenta equilibrar prazer imediato e saúde.</p>
<p>Além disso, os pesquisadores observaram que o tempo de análise costuma ser ainda maior do que o número inicial de olhares. Em outras palavras, capturar a atenção é apenas o primeiro passo. O que realmente influencia a decisão é o tempo que o consumidor dedica a avaliar as opções.</p>
<h2>O papel do marketing e do contexto social nas decisões alimentares</h2>
<p>A pesquisa também mostrou que diversos fatores externos podem intensificar ou reduzir a atenção visual nas escolhas alimentares. Elementos de marketing desempenham papel importante nesse processo. Imagens mais vívidas, embalagens chamativas e descrições detalhadas aumentam o interesse do consumidor e prolongam o tempo de observação. Informações claras sobre alergias ou intolerâncias alimentares também estimulam uma análise mais cuidadosa.</p>
<p>O canal de compra também faz diferença. Ambientes online tendem a incentivar uma análise mais profunda de alimentos saudáveis, enquanto lojas físicas favorecem a comparação direta entre diferentes opções. Além disso, fatores sociais e econômicos influenciam o comportamento visual dos consumidores. Níveis de saúde da população, hábitos alimentares e até indicadores educacionais podem alterar o nível de atenção dedicado aos alimentos.</p>
<p>Esses resultados trazem implicações importantes. Empresas podem organizar melhor seus produtos e destacar informações relevantes para incentivar escolhas mais conscientes. Ao mesmo tempo, campanhas de saúde pública podem usar estratégias visuais mais eficazes para estimular hábitos alimentares equilibrados.</p>
<p>No fim, o estudo mostra que nossas escolhas alimentares começam no olhar. Antes mesmo da decisão final, o cérebro já avalia pistas visuais que podem direcionar o caminho entre a tentação e a saúde.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1002/cb.70015">o artigo na íntegra.   </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<item>
		<title>Sistemas alimentares circulares: soluções para as cidades brasileiras</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/sistemas-alimentares-circulares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 11:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[desperdício alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[justiça social]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 2]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas alimentares]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Feira de alimentos sustentáveis como prática da economia circular nas cidades" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A insegurança alimentar afeta milhões de brasileiros, sendo que 83% dos casos graves estão nas cidades. Ao mesmo tempo, toneladas de alimentos são desperdiçadas diariamente, gerando impactos ambientais e sociais. Nesse contexto, os sistemas alimentares circulares aparecem como alternativa ao modelo linear de produzir, consumir e descartar. Essa abordagem busca reaproveitar recursos, reduzir perdas e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Feira de alimentos sustentáveis como prática da economia circular nas cidades" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A insegurança alimentar afeta milhões de brasileiros, sendo que 83% dos casos graves estão nas cidades. Ao mesmo tempo, toneladas de alimentos são desperdiçadas diariamente, gerando impactos ambientais e sociais. Nesse contexto, os sistemas alimentares circulares aparecem como alternativa ao modelo linear de produzir, consumir e descartar. Essa abordagem busca reaproveitar recursos, reduzir perdas e criar soluções sustentáveis que conciliem saúde, meio ambiente e justiça social.</p>
<p>Um estudo publicado na Revista RAE por Gustavo Porpino, Carlos Eduardo Lourença (FGV EAESP), Juliana Tangari e Cecília Araújo, analisou como governos locais e diferentes atores podem transformar a alimentação urbana. Foram realizados grupos focais com 44 gestores municipais em cinco cidades: Rio Branco (AC), Santarém (PA), Recife (PE), Maricá (RJ) e Curitiba (PR). Sendo assim, o objetivo foi identificar práticas eficazes, obstáculos e oportunidades para aplicar a economia circular à alimentação.</p>
<h1>Os cinco eixos para implantar sistemas alimentares circulares</h1>
<p>Os resultados destacaram cinco eixos fundamentais para a mudança:</p>
<ul>
<li>Pessoas: capacitar equipes técnicas garante continuidade das ações, mesmo com mudanças políticas.</li>
<li>Gestão da qualidade: mercados e feiras precisam de regras claras para assegurar alimentos seguros e de qualidade.</li>
<li>Visão sistêmica: políticas alimentares devem articular saúde, educação, agricultura, meio ambiente e assistência social.</li>
<li>Governança multinível: cidades precisam dialogar com estados, governo federal e sociedade civil para ampliar parcerias.</li>
<li>Circularidade: transformar resíduos em recursos, com compostagem, biogás e reaproveitamento de alimentos, fecha o ciclo e dá vida nova ao sistema alimentar.</li>
</ul>
<p>Um diferencial da pesquisa foi o uso da teoria dos stakeholders, que propõe considerar os interesses de todos os envolvidos — de agricultores a consumidores, passando por ONGs, governos e empresas. Portanto, essa visão reforça que a transição para sistemas alimentares circulares só terá sucesso com colaboração entre os diferentes atores e corresponsabilidade na execução das políticas.</p>
<p>Além disso, práticas como compostagem de resíduos, redistribuição de alimentos por bancos e feiras, agricultura urbana e empreendedorismo social são estratégias práticas para tornar os sistemas alimentares mais sustentáveis. Essas iniciativas não apenas reduzem o desperdício, mas também ampliam o acesso a alimentos de qualidade, regeneram ecossistemas e ajudam no combate às mudanças climáticas.</p>
<h2>Próximos passos para cidades sustentáveis</h2>
<p>O estudo mostra que os sistemas alimentares circulares não são apenas uma ideia teórica, mas uma estratégia viável para enfrentar a insegurança alimentar e as mudanças climáticas.</p>
<p>Por fim, com planejamento, políticas públicas consistentes e engajamento da sociedade, as cidades podem transformar resíduos em recursos, reduzir desigualdades e garantir um modelo alimentar mais justo e sustentável. Assim, adotar sistemas circulares não é apenas uma opção, mas uma necessidade estratégica para o futuro das cidades brasileiras.</p>
<p>Leia <a href="https://periodicos.fgv.br/rae/article/view/93163">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/sistemas-alimentares-circulares/">Sistemas alimentares circulares: soluções para as cidades brasileiras</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>Telhados que Trabalham: como superfícies urbanas podem melhorar a sustentabilidade das cidades</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/telhados-que-trabalham-como-superficies-urbanas-podem-melhorar-a-sustentabilidade-das-cidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 11:39:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Nexo alimento-água-energia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 2]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização multi-objetivo]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas de telhados urbanos]]></category>
		<category><![CDATA[Tomada de decisão]]></category>
		<category><![CDATA[Transição Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/skyscrapers-soar-city-streets-with-green-parks-generated-by-ai-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/skyscrapers-soar-city-streets-with-green-parks-generated-by-ai-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/skyscrapers-soar-city-streets-with-green-parks-generated-by-ai-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/skyscrapers-soar-city-streets-with-green-parks-generated-by-ai-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/skyscrapers-soar-city-streets-with-green-parks-generated-by-ai-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />As cidades modernas enfrentam desafios cada vez mais complexos relacionados ao abastecimento de alimentos, água e energia. A interdependência desses três elementos é conhecida como o nexo alimento-água-energia, um conceito essencial para o desenvolvimento urbano sustentável. Sendo assim, os telhados urbanos surgem como uma solução inovadora para otimizar recursos, descentralizar a produção de energia e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/skyscrapers-soar-city-streets-with-green-parks-generated-by-ai-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/skyscrapers-soar-city-streets-with-green-parks-generated-by-ai-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/skyscrapers-soar-city-streets-with-green-parks-generated-by-ai-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/skyscrapers-soar-city-streets-with-green-parks-generated-by-ai-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/05/skyscrapers-soar-city-streets-with-green-parks-generated-by-ai-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>As cidades modernas enfrentam desafios cada vez mais complexos relacionados ao abastecimento de alimentos, água e energia. A interdependência desses três elementos é conhecida como o nexo alimento-água-energia, um conceito essencial para o desenvolvimento urbano sustentável. Sendo assim, os telhados urbanos surgem como uma solução inovadora para otimizar recursos, descentralizar a produção de energia e reduzir impactos ambientais.</p>
<p>O professor José A. Puppim de Oliveira, da FGV EAESP, em colaboração com pesquisadores chineses, conduziu o estudo publicado na revista Applied Energy. A pesquisa analisou três tipos principais de sistemas de telhados urbanos: telhados descobertos (com painéis fotovoltaicos), telhados verdes (com vegetação e energia solar) e telhados de cultivo ao ar livre (com produção de alimentos). Sendo assim, os pesquisadores utilizaram sistemas de informação geográfica (GIS), avaliação do ciclo de vida e algoritmos de otimização para estimar o impacto desses sistemas em Shenzhen, China, e avaliar sua aplicação em outros contextos urbanos, incluindo o Brasil.</p>
<p>Portanto, a pesquisa revelou que a área total de telhados na cidade de Shenzhen é de aproximadamente 193,95 km². Desses, cerca de 42,83% são adequados para desenvolvimento de sistemas sustentáveis. Entre os principais resultados, destacam-se:</p>
<ul>
<li>O uso de telhados para captação de água poderia suprir até 82,5% da meta de reutilização de água urbana projetada para 2035 na cidade.</li>
<li>O sistema de cultivo em telhados tem potencial para garantir a autossuficiência de vegetais na cidade.</li>
<li>A geração descentralizada de energia solar pode reduzir significativamente a dependência de fontes externas de eletricidade, minimizando as pegadas transfronteiriças de carbono e água.</li>
</ul>
<p>Embora o estudo tenha sido conduzido na China, a metodologia pode ser aplicada em outros contextos urbanos, principalmente no Sul Global. O professor José A. Puppim de Oliveira participou da avaliação dos sistemas, trazendo sua expertise para adaptar os modelos a diferentes realidades. Ademais, algumas cidades brasileiras já testam soluções semelhantes para reduzir o impacto ambiental e aumentar a resiliência urbana.</p>
<p>Estudos como esse demonstram que a integração entre alimentos, água e energia nos telhados urbanos é uma estratégia viável para tornar as cidades mais sustentáveis e resilientes. Portanto, ao aproveitar espaços subutilizados, como os telhados, é possível reduzir impactos ambientais, melhorar a qualidade de vida urbana e garantir recursos essenciais para a população. Por fim, o avanço dessas pesquisas contribui para a transição de centros urbanos em direção a um futuro mais eficiente e equilibrado, beneficiando muitas cidades ao redor do mundo.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0306261924023717">artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/telhados-que-trabalham-como-superficies-urbanas-podem-melhorar-a-sustentabilidade-das-cidades/">Telhados que Trabalham: como superfícies urbanas podem melhorar a sustentabilidade das cidades</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Melhoria na cadeia de suprimentos pode contribuir no combate à fome no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/melhoria-na-cadeia-de-suprimentos-pode-contribuir-no-combate-a-fome-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 14:22:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de operações e logística]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[cadeia de suprimentos]]></category>
		<category><![CDATA[capital intelectual]]></category>
		<category><![CDATA[doação de alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[mecanismos de proteção social]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2482241741-350x350-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2482241741-350x350-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2482241741-350x350-1-300x300.jpg 300w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2482241741-350x350-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2482241741-350x350-1.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A pandemia da Covid-19 acentuou a insegurança alimentar em todo o mundo, afetando especialmente países emergentes, como o Brasil. Uma das soluções para combater esse problema são cadeias de suprimentos de doação de alimentos, que conectam doadores a pessoas em situação de vulnerabilidade. Esta pesquisa, realizada por Luciana Vieira, Priscila Miguel e Camila de Moraes, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2482241741-350x350-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2482241741-350x350-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2482241741-350x350-1-300x300.jpg 300w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2482241741-350x350-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/shutterstock_2482241741-350x350-1.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A pandemia da Covid-19 acentuou a insegurança alimentar em todo o mundo, afetando especialmente países emergentes, como o Brasil. Uma das soluções para combater esse problema são cadeias de suprimentos de doação de alimentos, que conectam doadores a pessoas em situação de vulnerabilidade. <a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/IJLM-02-2024-0132/full/html">Esta pesquisa, realizada por Luciana Vieira, Priscila Miguel e Camila de Moraes, da FGV EAESP, está disponível na revista <em>International Journal of Logistics Management </em>com publicação prevista para 2025</a> e busca mapear as dinâmicas e os desafios dessa cadeia de suprimentos no Brasil e suas implicações para políticas sociais.</p>
<p>Através de um estudo de caso, as pesquisadoras realizaram 15 entrevistas com representantes de bancos de alimentos, doadores, empresas de impacto social e movimentos sociais. Além disso, usaram observações não participantes e dados secundários, como códigos de prática e documentos. A análise dos dados foi realizada por meio de software qualitativo, focando nas diferentes dimensões do Capital Intelectual (estrutural, humano e relacional).</p>
<h2>Os resultados mostram que diferentes elos da cadeia podem alavancar a doação de alimentos em diferentes níveis.</h2>
<p>No começo da cadeia de doação, os processos e regras são mais importantes, enquanto na ponta final, o foco está nas pessoas e nos relacionamentos. Isso é o que as pesquisadoras chamam de dimensões estrutural, humana e relacional. A dimensão estrutural é relacionada a processos, infraestrutura, procedimentos e documentações. Já a dimensão humana trata das habilidades e competências das pessoas envolvidas. Por fim, a dimensão relacional refere-se a rede de relacionamentos e reputação entre as pessoas e empresas envolvidas. No entanto, um aspecto crucial identificado no estudo foi o papel do capital político, que afeta diretamente o acesso a recursos e o engajamento dos stakeholders.</p>
<p>Os bancos de alimentos enfrentam limitações financeiras e operacionais, especialmente na falta de processos padronizados para gerenciar as doações. Melhorias no capital estrutural, como a adoção de tecnologias e processos otimizados, poderiam aumentar a eficiência das doações e melhorar o atendimento às comunidades vulneráveis.</p>
<p>Por fim, a pesquisa conclui que, para que as cadeias de suprimentos de doação de alimentos sejam eficazes, é fundamental uma maior colaboração entre os setores público, privado e organizações sem fins lucrativos. Além disso, o capital político também desempenha um papel determinante, podendo tanto facilitar quanto dificultar o acesso a recursos governamentais e incentivos. A construção de uma rede sólida de parcerias e o fortalecimento do capital intelectual são essenciais para garantir a eficiência e sustentabilidade dessas cadeias no combate à fome no Brasil.</p>
<p>Leia <a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/IJLM-02-2024-0132/full/html">o artigo na integra.</a></p>
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		<title>O futuro sustentável da agricultura global</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/o-futuro-sustentavel-da-agricultura-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 11:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[biotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciência molecular]]></category>
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		<category><![CDATA[ODS 2]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias disruptivas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A população mundial deve crescer entre 30% a 35% nos próximos 60 anos, chegando a 10 bilhões de habitantes até 2050. Isso exigirá um aumento na produção global de alimentos e qualidade nutricional entre 50% a 75%, ao mesmo tempo em que se busca minimizar o impacto ambiental. Nesse contexto, os avanços tecnológicos e inovações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A população mundial deve crescer entre 30% a 35% nos próximos 60 anos, chegando a 10 bilhões de habitantes até 2050. Isso exigirá um aumento na produção global de alimentos e qualidade nutricional entre 50% a 75%, ao mesmo tempo em que se busca minimizar o impacto ambiental. Nesse contexto, os avanços tecnológicos e inovações desempenham papel crucial.</p>
<p>Marcos Fava Neves, pesquisador da FGV EAESP, em conjunto com outros pesquisadores, publicaram um estudo na revista Frontiers In Sustainable Food Systems, destacando avanços tecnológicos que impulsionaram a produção agrícola mundial. A literatura utilizada é baseada em pesquisa científica e na mineração de dados públicos de diversas instituições públicas e privadas, nacionais e internacionais. O estudo também enfoca a evolução da agricultura brasileira, sua relevância para o PIB nacional e os desafios enfrentados.</p>
<p>A revisão aborda a evolução tecnológica na agricultura, os impactos das mudanças climáticas, e a contribuição das ciências moleculares para um agronegócio de alto desempenho. O cenário futuro aponta para a implementação de tecnologias eco-sustentáveis disruptivas. A recente ascensão do conceito ESG (Environmental, Social, and Corporate Governance) organizou um novo caminho baseado na sustentabilidade ambiental a ser seguido pela agricultura, como o aumento do uso de bioinsumos (produtos naturais e biológicos) na agricultura e na redução da dependência de agroquímicos sintéticos.</p>
<p>Entretanto, há desafios a serem superados, como a falta de autossuficiência brasileira em insumos e melhorias na logística. A escassez de mão de obra qualificada e o aumento dos custos trabalhistas também são questões críticas. A mudança climática global representa o principal desafio para o setor.</p>
<p>Em conclusão, os pesquisadores apontam que para alcançar uma produção sustentável, é essencial estimular a inovação, apoiar a agricultura familiar e fortalecer políticas públicas e privadas voltadas para pesquisa e desenvolvimento. O agronegócio brasileiro desempenha papel vital não apenas para a estabilidade socioeconômica do país, mas como principal fornecedor de alimentos e matérias-primas para diversos países. Assim, é imperativo investir em inovação e práticas sustentáveis para atender à crescente demanda global de forma eficiente e responsável.</p>
<p>Leia o <a href="https://doi.org/10.3389/fsufs.2023.1296337">artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Pressões de clientes têm impacto positivo na implementação de práticas ambientais e sociais nas empresas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pressoes-de-clientes-tem-impacto-positivo-na-implementacao-de-praticas-ambientais-e-sociais-em-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 11:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de operações e logística]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[certificação orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[clientes]]></category>
		<category><![CDATA[economias emergentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2022153935-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2022153935-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2022153935-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2022153935-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2022153935-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A produção de açaí na Amazônia brasileira enfrenta desafios significativos tanto sociais quanto ambientais. A expansão do cultivo em áreas elevadas tem resultado em impactos ambientais, como desmatamento e captação de água dos rios. Além disso, a colheita do açaí é uma atividade perigosa, frequentemente envolvendo trabalho infantil e riscos à saúde dos trabalhadores. Essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2022153935-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2022153935-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2022153935-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2022153935-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2022153935-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A produção de açaí na Amazônia brasileira enfrenta desafios significativos tanto sociais quanto ambientais. A expansão do cultivo em áreas elevadas tem resultado em impactos ambientais, como desmatamento e captação de água dos rios. Além disso, a colheita do açaí é uma atividade perigosa, frequentemente envolvendo trabalho infantil e riscos à saúde dos trabalhadores. Essa produção é vital para as comunidades ribeirinhas, sustentando diretamente 300.000 pessoas e envolvendo 54 municípios na cadeia de suprimentos.</p>
<p>Para abordar esses desafios, empresas estão trabalhando com fornecedores para implementar práticas sócio-ambientais e garantir conformidade com regulamentações governamentais. A gestão sustentável da cadeia de suprimentos é essencial, considerando os três pilares: desempenho social, ambiental e financeiro. Para isso, a certificação é uma ferramenta importante no processo, orientando as empresas em direção a práticas sustentáveis e proporcionando confiança aos consumidores sobre a adesão dos fornecedores a essas práticas. Nesse contexto, a pressão dos clientes acaba desempenhando um papel crucial, influenciando as escolhas das empresas e contribuindo para o melhor desempenho operacional daquelas que implementam práticas ambientais adequadas.</p>
<p>Com o objetivo de analisar o impacto das pressões dos clientes e das regulamentações governamentais na implementação de práticas sócio-ambientais na certificação de produtos agrícolas orgânicos, os pesquisadores da FGV EAESP, Susana Pereira e Maciel M. Queiroz, juntamente com Cyntia Martins, Marcia Santiago Scarpin e Mariana Cavalcante, realizaram uma pesquisa publicada na Benchmarking: An International Journal.</p>
<p>A realização da pesquisa foi feita através de questionário múltipla escolha com 206 fornecedores de açaí na Amazônia brasileira que estavam em processo de certificação ou já certificados. Foi utilizada uma escala de cinco pontos variando de 1 (‘discordo totalmente’) a 5 (‘concordo totalmente’) e o questionário abordou práticas ambientais e sociais, pressões dos clientes, regulamentações governamentais e desempenho operacional. As pesquisas foram realizadas presencialmente devido ao baixo nível de educação dos entrevistados e ao fato de estarem localizados em comunidades ribeirinhas distantes das grandes cidades. Os respondentes desta pesquisa eram principalmente pequenos produtores agroextrativistas com mais de 50 anos. Deve-se notar que a cadeia em questão envolve produtores mais experientes com baixo nível educacional.</p>
<p>A pesquisa identificou que as regulamentações governamentais e a certificação desempenham papéis cruciais na promoção de práticas socioambientais pelas empresas. Em economias emergentes como o Brasil, quando o governo não apoia políticas sustentáveis, as empresas assumem esse papel, integrando práticas sustentáveis em sua cadeia de suprimentos. A certificação não só contribui para a sustentabilidade agrícola e comércio justo, mas também reflete os valores da empresa em sustentabilidade.</p>
<p>Em conclusão, empresas focais desempenham um papel-chave como financiadoras e colaboradoras, estabelecendo relações próximas com os produtores e facilitando o acesso a mercados de nicho. A pesquisa também mostrou que a pressão dos clientes tem influência positiva nas práticas sociais e ambientais das empresas. Além disso, a certificação orgânica atua como um moderador, fortalecendo a relação entre a pressão dos clientes e a implementação de práticas ambientais. Esses resultados sublinham a importância de políticas governamentais e incentivos que promovam práticas de certificação orgânica e sustentabilidade.</p>
<p><a href="https://doi.org/10.1108/BIJ-07-2023-0453">Leia o artigo na íntegra </a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pressoes-de-clientes-tem-impacto-positivo-na-implementacao-de-praticas-ambientais-e-sociais-em-empresas/">Pressões de clientes têm impacto positivo na implementação de práticas ambientais e sociais nas empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Parcerias de comunidades rurais com atores públicos e privados garantem produção sustentável e fortalecem economia local</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/parcerias-de-comunidades-rurais-com-atores-publicos-e-privados-garantem-producao-sustentavel-e-fortalecem-economia-local/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 11:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[arranjos multiatores]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades rurais]]></category>
		<category><![CDATA[economia local]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 2]]></category>
		<category><![CDATA[ODS12]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa da FGV]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa premiada]]></category>
		<category><![CDATA[produção e agricultura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[produção e consumo sustentáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/comunidades-rurais-scaled-e1712171703996-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="comunidades rurais" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/comunidades-rurais-scaled-e1712171703996-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/comunidades-rurais-scaled-e1712171703996-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/comunidades-rurais-scaled-e1712171703996-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/comunidades-rurais-scaled-e1712171703996-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Alianças de comunidades rurais com agentes públicos, empresas, ONGs e comunidades tradicionais fortalecem economia local e garantem produção sustentável, mostra pesquisa premiada.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/parcerias-de-comunidades-rurais-com-atores-publicos-e-privados-garantem-producao-sustentavel-e-fortalecem-economia-local/">Parcerias de comunidades rurais com atores públicos e privados garantem produção sustentável e fortalecem economia local</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/comunidades-rurais-scaled-e1712171703996-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="comunidades rurais" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/comunidades-rurais-scaled-e1712171703996-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/comunidades-rurais-scaled-e1712171703996-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/comunidades-rurais-scaled-e1712171703996-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/comunidades-rurais-scaled-e1712171703996-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Dentre as estratégias que buscam promover o desenvolvimento sustentável em áreas rurais e florestais estão os arranjos multiatores. Essas organizações baseiam-se na formação de alianças entre diferentes atores, como agentes públicos, empresas, ONGs e comunidades tradicionais. No Pará e no Ceará, essas redes colaboram para a inclusão e a autonomia dos agricultores familiares, potencializando a economia local e fortalecendo as comunidades. A análise está em <a href="https://inclusaoprodutivarural.cebrap.org.br/publicacao/arranjos-multiatores-e-inclusao-produtiva-rural-agriculturas-do-sertao-e-da-floresta/">artigo publicado pelos pesquisadores da FGV EAESP Zilma Borges e Caio Momesso, com colaboradores, na revista “Cadernos Cebrap Sustentabilidade&#8221;</a>.</p>
<p><a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-realizada-no-fgv-ceapg-e-premiada-pelo-cebrap/">Em janeiro de 2024, o trabalho recebeu o Prêmio &#8216;Ignacy Sachs&#8217; de melhor artigo</a>. <a href="https://inclusaoprodutivarural.cebrap.org.br/premio/">O reconhecimento</a> é uma iniciativa da Cátedra Inclusão Produtiva no Brasil Rural e Interiorano, criada pelo Cebrap Sustentabilidade.</p>
<p>Para investigar a estrutura e o funcionamento dos arranjos, os pesquisadores analisaram dois casos: a <a href="https://origensbrasil.org.br/">Rede Origens Brasil</a>, no Pará, e o Grupo de Economia Solidária e Turismo Rural da Agricultura Familiar (GESTRAF), no Ceará. Entre dezembro de 2020 e julho de 2021, eles realizaram seis entrevistas com agentes envolvidos nos projetos, incluindo líderes do poder público, das comunidades tradicionais e de ONGs ligadas às redes.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, os arranjos são responsáveis por melhorias nas condições de vida das comunidades rurais. Também contribuem para a preservação ambiental e fortalecem a organização comunitária e identidade cultural dos grupos.</p>
<h2><b>Comunidades rurais ainda carecem de infraestrutura e de políticas de desenvolvimento territorial</b></h2>
<p>A Rede Origens Brasil trouxe um aumento na renda dos produtores locais, além de princípios de transparência e ética na cadeia produtiva. A partir dela, os produtores têm acesso às informações sobre a comercialização dos materiais e podem criar conexões com os compradores, tendo mais autonomia sobre o processo. A associação também promove a capacitação técnica dos produtores ao oferecer cursos sobre manejos sustentáveis, por exemplo.</p>
<p>No GESTRAF, por sua vez, os agricultores familiares participam de feiras itinerantes que permitem ampliar a comercialização, o contato com novos clientes e o intercâmbio de saberes com outros produtores. Assim, a rede promove a economia solidária, fomenta a cultura popular e fortalece as comunidades de agricultores.</p>
<p>Apesar dos sucessos alcançados, os arranjos ainda enfrentam desafios. Para superá-los, são necessários investimentos em capacitação técnica dos produtores e fortalecimento da governança dos arranjos. Outras estratégias incluem o aprimoramento da infraestrutura de logística e transporte das redes e a criação de parcerias com o poder público, ampliando o acesso a políticas públicas. Além disso, a promoção de políticas de desenvolvimento territorial devem ser adaptadas às diferentes realidades locais, que possuem suas próprias especificidades.</p>
<p><a href="https://inclusaoprodutivarural.cebrap.org.br/publicacao/arranjos-multiatores-e-inclusao-produtiva-rural-agriculturas-do-sertao-e-da-floresta/">Leia na íntegra a pesquisa premiada.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/parcerias-de-comunidades-rurais-com-atores-publicos-e-privados-garantem-producao-sustentavel-e-fortalecem-economia-local/">Parcerias de comunidades rurais com atores públicos e privados garantem produção sustentável e fortalecem economia local</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Aprendizado de Máquina consegue prever irrigação em plantações de forma mais eficiente</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/aprendizado-de-maquina-consegue-prever-irrigacao-em-plantacoes-de-forma-mais-eficiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 11:01:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem de máquina]]></category>
		<category><![CDATA[internet as coisas]]></category>
		<category><![CDATA[irrigação]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 2]]></category>
		<category><![CDATA[umidade de solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_556950040-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_556950040-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_556950040-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_556950040-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_556950040-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Partindo do fato de que a água é um recurso natural escasso que deve ser preservado, surge a Irrigação de Precisão (IP), que é a aplicação da quantidade certa de água no solo para fornecer produtividade agrícola relacionada à água. De modo geral, a IP pode manter altos rendimentos das culturas usando o mínimo de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/aprendizado-de-maquina-consegue-prever-irrigacao-em-plantacoes-de-forma-mais-eficiente/">Aprendizado de Máquina consegue prever irrigação em plantações de forma mais eficiente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_556950040-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_556950040-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_556950040-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_556950040-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_556950040-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Partindo do fato de que a água é um recurso natural escasso que deve ser preservado, surge a Irrigação de Precisão (IP), que é a aplicação da quantidade certa de água no solo para fornecer produtividade agrícola relacionada à água. De modo geral, a IP pode manter altos rendimentos das culturas usando o mínimo de água, reduzindo a pegada ambiental e os custos de produção.</p>
<p>O sensoriamento do solo e as tecnologias de comunicação de campo costumavam ser pouco confiáveis e caras. A ascensão da Internet das Coisas (IoT) possibilitou a coleta de dados com maior precisão por meio de sensores locais. Essa abundância de dados permite a previsão de umidade do solo baseada em aprendizado de máquina como uma alternativa às abordagens mecânicas tradicionais de estimativa de água para irrigação.</p>
<p>Com o objetivo de melhorar a previsão da umidade do solo baseada em aprendizado de máquina para aplicações de irrigação inteligente, o pesquisador da FGV EAESP, Rodrigo Togneri, em conjunto com Diego Felipe dos Santos, Glauber Camponogara, Hitoshi Nagano, Gilliard Custódio, Ronaldo Prati, Stênio Fernandes e Carlos Kamienski <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0957417422009563">publicaram essa pesquisa na Expert Systems with Applications.</a> Ela desenvolve uma diretriz para modelagem de previsão de umidade do solo baseada em aprendizado de máquina, testada em uma análise de caso real abrangendo oito tipos de culturas em doze campos de quatro fazendas distribuídas por diversos cenários climáticos no Brasil entre 2016 a 2020.</p>
<p>Foi utilizada uma combinação de previsões por meio de um conjunto de algoritmos que fornece um ganho adicional de precisão. O conjunto de dados foi dividido em treinamento, validação e teste, e diferentes algoritmos de aprendizado de máquina foram comparados para identificar os mais adequados ao caso estudado, buscando insights sobre desempenho em diversos cenários de modelagem.</p>
<p>Como resultados, a pesquisa sugere uma abordagem baseada totalmente em dados para estimar a necessidade de água para irrigação, com atenção à qualidade dos dados, visto que tanto a quantidade quanto a qualidade dos dados contextuais são cruciais para a precisão da previsão. Além disso, o estudo destaca que a previsão da umidade do solo baseada em aprendizado de máquina não depende mais de recursos tradicionais baseados em conhecimento de domínio, como evapotranspiração, fenologia da cultura e modelos de comportamento hidráulico do solo, especialmente à medida que a Internet das Coisas (IoT) se torna mais prevalente na agricultura.</p>
<p>Portanto, a pesquisa propõe boas práticas de aprendizado de máquina para previsão de umidade de solo baseada em dados e organiza as etapas de planejamento de modelagem em um guia de referência para projetistas de soluções. O desenvolvimento de diferentes abordagens sistemáticas visa democratizar a irrigação inteligente para o maior número de agricultores e suas condições específicas, para reduzir custos operacionais (tarifa de energia elétrica), mitigar riscos de perda de produtividade das culturas e economizar água, pois é um recurso natural escasso.</p>
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