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	<title>Arquivos organizações - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos organizações - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Como a capacidade de governança influenciou a resposta à COVID-19 nos países em desenvolvimento</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/como-a-capacidade-de-governanca-influenciou-a-resposta-a-covid-19-nos-paises-em-desenvolvimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 11:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[capacidade estatal]]></category>
		<category><![CDATA[coordenação]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A pandemia de COVID-19 impôs desafios sem precedentes aos governos em todo o mundo. Enquanto algumas nações conseguiram responder rapidamente, outras enfrentaram dificuldades na contenção do vírus. Um estudo recente publicado na Brazilian Political Science Review, realizado pelo pesquisador da FGV EAESP Gustavo de Almeida Lopes Fernandes em parceria com Ivan Filipe Fernandes, analisou como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/vaccination-doctor-center-filling-patients-information-notepad-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A pandemia de COVID-19 impôs desafios sem precedentes aos governos em todo o mundo. Enquanto algumas nações conseguiram responder rapidamente, outras enfrentaram dificuldades na contenção do vírus. Um estudo recente publicado na Brazilian Political Science Review, realizado pelo pesquisador da FGV EAESP Gustavo de Almeida Lopes Fernandes em parceria com Ivan Filipe Fernandes, analisou como as capacidades de governança influenciaram a resposta à crise nos países em desenvolvimento. O estudo identificou que a eficácia na gestão da pandemia esteve diretamente relacionada à capacidade dos governos de coordenar recursos, tomar decisões estratégicas e cooperar internacionalmente.</p>
<p>Os pesquisadores utilizaram dados do Oxford COVID-19 Government Response Tracker (OxCGRT) e do Índice de Transformação da Bertelsmann Stiftung (BTI) para avaliar a capacidade de governança de 129 países em desenvolvimento. Foram analisados quatro componentes principais: capacidade de direcionamento, eficiência de recursos, construção de consenso interno e cooperação internacional. Modelos estatísticos foram aplicados para verificar como essas dimensões impactaram os números de casos e mortes durante os primeiros dez meses da pandemia.</p>
<h1> Os resultados indicam que a capacidade de governança eficiente foi um fator crucial para conter a disseminação da COVID-19.</h1>
<p>Dessa maneira, países com forte capacidade de governança reduziram em até 50% o número de mortes e casos confirmados. Isso mesmo quando adotavam medidas semelhantes de restrição social.</p>
<p>Entre as dimensões analisadas, a cooperação internacional foi a mais relevante. Estados que buscaram informações e recursos de parceiros globais responderam melhor à crise, conseguindo implementar medidas mais eficazes e rápidas. Além disso, o uso eficiente de recursos também foi fundamental, garantindo que sistemas de saúde não entrassem em colapso e permitindo a alocação adequada de equipamentos e profissionais.</p>
<p>A capacidade de direcionamento do governo, ou seja, sua habilidade de definir e implementar políticas públicas rapidamente, também mostrou impacto positivo. No entanto, a dimensão da construção de consenso interno apresentou resultados menos consistentes. Em alguns países, o debate prolongado sobre medidas restritivas prejudicou a resposta rápida à pandemia.</p>
<p>Ademais, o estudo reforça a importância de governos preparados e bem estruturados para lidar com crises globais. Além de recursos financeiros e infraestrutura, a capacidade de articular políticas eficazes e de se conectar com a comunidade internacional são elementos determinantes para minimizar os impactos de futuras pandemias.</p>
<p>Por fim, a pesquisa evidencia que investir no fortalecimento da governança é uma estratégia essencial para garantir maior resiliência e eficiência em situações emergenciais. Isso é especialmente válido para países em desenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia <a href="https://www.scielo.br/j/bpsr/a/VDzm7CQTT4D5xWNC4RKLrzQ/">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Para gerar impacto social, empresas compradoras devem investir na diversidade de fornecedores</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-de-operacoes-e-logistica/empresas-pequenos-fornecedores-qualificacao-diversidade-inclusao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 11:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de operações e logística]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade nas organizações]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[fornecedores]]></category>
		<category><![CDATA[impacto social]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão social]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/trabalhador-afro-americano-escrevendo-lista-de-inventario-enquanto-verifica-o-estoque-na-sala-de-armazenamento11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mulher jovem negra observa caixas em estoque e faz anotações em prancheta" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/trabalhador-afro-americano-escrevendo-lista-de-inventario-enquanto-verifica-o-estoque-na-sala-de-armazenamento11-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/trabalhador-afro-americano-escrevendo-lista-de-inventario-enquanto-verifica-o-estoque-na-sala-de-armazenamento11-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/trabalhador-afro-americano-escrevendo-lista-de-inventario-enquanto-verifica-o-estoque-na-sala-de-armazenamento11-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/trabalhador-afro-americano-escrevendo-lista-de-inventario-enquanto-verifica-o-estoque-na-sala-de-armazenamento11-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em empresas compradoras brasileiras, diversidade de fornecedores ainda é desafio e requer mudanças na mentalidade e nas práticas das companhias. Apesar da ampla implementação de programas de diversidade, a maioria das organizações não se engaja em atividades de inclusão social na área de fornecimento. Para incorporar uma perspectiva efetivamente inclusiva, compradoras devem implementar projetos que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/trabalhador-afro-americano-escrevendo-lista-de-inventario-enquanto-verifica-o-estoque-na-sala-de-armazenamento11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mulher jovem negra observa caixas em estoque e faz anotações em prancheta" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/trabalhador-afro-americano-escrevendo-lista-de-inventario-enquanto-verifica-o-estoque-na-sala-de-armazenamento11-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/trabalhador-afro-americano-escrevendo-lista-de-inventario-enquanto-verifica-o-estoque-na-sala-de-armazenamento11-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/trabalhador-afro-americano-escrevendo-lista-de-inventario-enquanto-verifica-o-estoque-na-sala-de-armazenamento11-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/trabalhador-afro-americano-escrevendo-lista-de-inventario-enquanto-verifica-o-estoque-na-sala-de-armazenamento11-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em empresas compradoras brasileiras, diversidade de fornecedores ainda é desafio e requer mudanças na mentalidade e nas práticas das companhias. Apesar da ampla implementação de programas de diversidade, a maioria das organizações não se engaja em atividades de inclusão social na área de fornecimento. Para incorporar uma perspectiva efetivamente inclusiva, compradoras devem implementar projetos que visem maior impacto social, incluindo mentorias para qualificação de fornecedores de grupos minoritários e avaliação das iniciativas com base em seu impacto para a sociedade, e não somente no lucro ou na eficiência.</p>
<p><a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/IJPDLM-09-2021-0407/full/html" target="_blank" rel="noopener">É o que mostra artigo publicado pelas pesquisadoras da FGV EAESP Priscila Miguel e Maria José Tonelli no periódico “<i>International Journal of Physical Distribution &amp; Logistics Management</i>”</a>. Por diversidade de fornecedores, as autoras entendem o processo de aquisição de bens e serviços a partir de provedores minoritários, como mulheres, diferentes grupos étnicos e raciais e pessoas com deficiência, por exemplo. Para investigar como as companhias brasileiras implementam programas de compra desses prestadores, bem como os impactos dessas iniciativas, o estudo contou com duas etapas.</p>
<p>Numa primeira etapa, as autoras aplicaram um questionário com o objetivo de entender o envolvimento de 109 companhias compradoras em práticas de diversidade de fornecedores, entre abril e novembro de 2019. Em seguida, elas realizaram dois estudos de caso para entender como empresas implementam programas voltados à diversidade desses profissionais e quais os resultados dessas iniciativas. O artigo analisou duas multinacionais brasileiras do setor químico engajadas em práticas de diversidade de fornecedores. No total, as autoras realizaram 21 entrevistas aprofundadas com compradores, fornecedores e terceiros no âmbito dessas companhias, entre abril e novembro de 2020.</p>
<h2><b>Qualificação de fornecedores pode contribuir para diversidade e inclusão nas organizações</b></h2>
<p>Os resultados indicam que a diversidade de compradores no Brasil ainda é uma ideia em desenvolvimento. Das 109 compradoras que responderam ao questionário, apenas 13% &#8211; cerca de uma em cada dez &#8211; relataram engajamento com práticas de diversidade no setor de fornecimento. Segundo o estudo, uma das explicações para esse número é a falta de fornecedores qualificados nesses grupos para atenderem à demanda das grandes organizações. Em países emergentes, como o Brasil, esses profissionais sofrem com desigualdades econômicas e não conseguem competir em capacidade com os grandes fornecedores. Por sua vez, as empresas não oferecem iniciativas de mentoria e preparo para capacitar esses profissionais.</p>
<p>Além disso, muitas companhias apresentam vieses inconscientes de que esses profissionais são menos qualificados e restritos a determinadas áreas. Em outros casos, contratam esses prestadores apenas na condição de oferecerem o menor custo. Para as autoras, é necessário priorizar o oferecimento e o alcance de programas de capacitação a esses prestadores. Neste sentido, as organizações podem adorar metas e perspectivas que contribuam para diminuir a exclusão social.</p>
<p>É importante, ainda, que as empresas superem dilemas entre critérios econômicos e sociais, olhando a <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-de-operacoes-e-logistica/sustentabilidade-etica-cadeia-suprimentos/">sustentabilidade</a> como um <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pressoes-de-clientes-tem-impacto-positivo-na-implementacao-de-praticas-ambientais-e-sociais-em-empresas/">fator que aumenta o valor do produto ou do serviço para os clientes</a>. O papel de terceiros &#8211; como gestores de programas de diversidade e relações institucionais nas empresas &#8211; também recebe destaque. Estes atores são responsáveis por intermediar as relações entre compradores e fornecedores, criando conexões e contribuindo para a capacitação desses profissionais.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Em busca de sustentabilidade, gestão da cadeia de suprimentos deve incorporar práticas éticas e de responsabilidade social</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-de-operacoes-e-logistica/sustentabilidade-etica-cadeia-suprimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 11:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de operações e logística]]></category>
		<category><![CDATA[cadeia de suprimentos]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Trabalhador organiza caixas com suprimentos em depósito" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Para uma gestão mais sustentável, o campo da Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management, ou SCM) deve incorporar aspectos críticos e sociais em seus debates. Reflexões sobre poder, questões éticas e ambientais, diversidade e condições de trabalho são algumas das recomendações. Ao abordar de forma crítica as relações entre compradores e fornecedores, bem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Trabalhador organiza caixas com suprimentos em depósito" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/jovem-que-trabalha-em-um-armazem-com-caixas1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Para uma gestão mais sustentável, o campo da Gestão da Cadeia de Suprimentos (<i>Supply Chain Management</i>, ou SCM) deve incorporar <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/iniciativas-de-responsabilidade-social-podem-impactar-reputacao-imagem-corporativa-e-relacionamento-com-stakeholders-externos/">aspectos críticos e sociais</a> em seus debates. Reflexões sobre poder, questões éticas e ambientais, diversidade e condições de trabalho são algumas das recomendações.</p>
<p>Ao abordar de forma crítica as relações entre compradores e fornecedores, bem como os sistemas de eficiência e produtividade na produção industrial, a SCM pode aprimorar os estudos e as práticas da área com base nos três aspectos centrais dos Estudos Críticos da Gestão (<i>Critical Management Studies</i>): a desnaturalização de práticas de gestão exploratórias, a inclusão de maior reflexividade crítica e social nas pesquisas e a elaboração de novas medidas para avaliar o desempenho de trabalhadores na área, sem foco na eficiência de produção.</p>
<p>O achado está em <a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/SCM-02-2023-0117/full/html">artigo publicado pelos pesquisadores da FGV EAESP Ely Laureano Paiva e Rafael Alcadipani, em colaboração com demais autores, na revista <i>“Supply Chain Management”</i></a>. Para investigar como o campo dos Estudos Críticos da Gestão pode agregar na solução de problemas da Gestão da Cadeia de Suprimentos, os autores realizaram uma revisão de literatura sistemática. Eles analisaram 103 artigos publicados em 12 periódicos de prestígio da área de SCM num intervalo de 10 anos, entre 2012 e 2021.</p>
<h2>Pensando a gestão da cadeia de suprimentos a partir de perspectiva crítica</h2>
<p>O crescimento rápido e intenso de cadeias de produção globais (ou <i>supply chains</i>) levou à ampliação de práticas de impacto socioambiental negativo, como a exploração da força de trabalho, a precarização das condições de trabalho e a intensificação de desigualdades de gênero, poder e raça. Nesse cenário, os pesquisadores argumentam que a gestão da cadeia de suprimentos não deve ser abordada apenas do ponto de vista técnico e operacional, mas também sob uma perspectiva crítica, considerando as implicações sociais, éticas e ambientais de suas práticas.</p>
<p>De acordo com os autores, os três elementos chave dos Estudos Críticos da Gestão ajudam a revelar problemas normalmente omitidos na área de SCM e abrem caminho para perspectivas e práticas mais inclusivas, permitindo reflexões sobre o impacto das assimetrias de poder, a importância do desenvolvimento sustentável e da diversidade na cultura institucional e preocupações com condições de trabalho mais responsáveis, por exemplo. Os estudos de SCM tratam desses aspectos de forma superficial e com foco no aumento da produtividade, ressaltam os autores. Portanto, é importante explorar melhor essas contribuições.</p>
<p>Como soluções práticas, o estudo sugere a importância de gestores considerarem em suas decisões não apenas eficiência e lucratividade, mas também o <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-de-operacoes-e-logistica/empresas-pequenos-fornecedores-diversidade-inclusao/">impacto social</a> e ambiental das operações, com crítica e reflexão contínuas e condizentes com a demanda global por sustentabilidade. Isso inclui a busca efetiva por diversidade nos profissionais da equipe e a melhoria das condições de trabalho e a redução de riscos ambientais.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-de-operacoes-e-logistica/sustentabilidade-etica-cadeia-suprimentos/">Em busca de sustentabilidade, gestão da cadeia de suprimentos deve incorporar práticas éticas e de responsabilidade social</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Relações pessoais e impacto social do trabalho são essenciais para o bem-estar de profissionais da enfermagem</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/relacoes-pessoais-e-impacto-social-do-trabalho-sao-essenciais-para-o-bem-estar-de-profissionais-da-enfermagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Sep 2023 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[ODS3]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e bem-estar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=3422</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="profissional de saúde" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A forma como profissionais do campo da enfermagem enxergam seu trabalho está ligada, principalmente, a fatores subjetivos a cada trabalhador. Apesar da importância de aspectos objetivos, como remuneração e condições de trabalho, elementos intrínsecos à atuação de um profisisonal da saúde apresentam grande contribuição para seu bem-estar no trabalho. É o caso das relações pessoais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="profissional de saúde" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-karolina-grabowska-5207099-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A forma como profissionais do campo da enfermagem enxergam seu trabalho está ligada, principalmente, a fatores subjetivos a cada trabalhador. Apesar da importância de aspectos objetivos, como remuneração e condições de trabalho, elementos intrínsecos à atuação de um profisisonal da saúde apresentam grande contribuição para seu <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/bem-estar-trabalhadores-saude/">bem-estar no trabalho. </a>É o caso das relações pessoais e da dimensão social da atividade, por exemplo. A análise está em artigo publicado pelo pesquisador da FGV EAESP Anderson de Souza Sant’Anna, em colaboração com as pesquisadoras Karynne Prado e Daniela Martins Diniz, na Revista “Psicologia: Organizações &amp; Trabalho” (rPOT).</p>
<p>Para investigar a percepção de trabalhadores da enfermagem sobre sua ocupação, os autores entrevistaram cinco enfermeiros que atuam em uma cidade do interior de Minas Gerais, sobre sua relação com o trabalho. A coleta de dados ocorreu em novembro de 2018. Os participantes contemplam diferentes trajetórias profissionais da área: docência, administração, atuação no setor público de saúde e atividade autônoma ou empresarial.</p>
<h2>Profissional da saúde preza pela boa convivência com colegas e pacientes</h2>
<p>A pesquisa aponta um consenso entre os entrevistados de que suas funções produzem resultados que beneficiam o restante da sociedade, como o cuidado pessoal e a formação de novos profissionais, bem como permitem a oportunidade de desenvolvimento individual &#8211; desde a troca de experiências com colegas e pacientes até o gerenciamento de equipes. A maioria também relata que autonomia para a tomada de decisões e uma boa convivência com os colegas de trabalho são aspectos fundamentais para o exercício da enfermagem. Os participantes concordam que essas características favorecem positivamente a forma como enxergam seu trabalho.</p>
<p>Por outro lado, parte dos entrevistados aponta que a ausência de feedback positivo, privilégios desiguais e assédio moral são fatores que contribuem negativamente para o sentido que atribuem a seu trabalho. Segundo os autores, os resultados da pesquisa podem ser utilizados para embasar políticas de trabalho que priorizem os <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/investimentos-em-saude-lazer-e-seguranca-no-trabalho-melhoram-qualidade-de-vida-de-funcionarios-de-hospital/">aspectos positivos</a> mencionados pelos enfermeiros. Como próximos passos, os pesquisadores sugerem a elaboração de estudos quantitativos que permitam mensurar o percentual de importância de cada fator no bem-estar dos profissionais e possíveis correlações entre eles.</p>
<p><a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1984-66572021000100006">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Corporações devem assumir responsabilidade em casos de violação de direitos humanos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/corporacoes-devem-assumir-responsabilidade-em-casos-de-violacao-de-direitos-humanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 16:49:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODS16]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
		<category><![CDATA[Paz Justiça e Instituições Eficazes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/obi-pixel7propix-XDBRGiRYE-I-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Corporações tendem a usar a terceirização de funcionários para se desvincularem de casos de violação dos direitos humanos, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/obi-pixel7propix-XDBRGiRYE-I-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/obi-pixel7propix-XDBRGiRYE-I-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/obi-pixel7propix-XDBRGiRYE-I-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/obi-pixel7propix-XDBRGiRYE-I-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Grandes corporações tendem a usar a terceirização de funcionários para se desobrigar das responsabilidades em casos de violação dos direitos humanos, aponta estudo publicado na revista “Organizações &#38; Sociedade” por pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV EAESP) e da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Segundo os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/obi-pixel7propix-XDBRGiRYE-I-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Corporações tendem a usar a terceirização de funcionários para se desvincularem de casos de violação dos direitos humanos, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/obi-pixel7propix-XDBRGiRYE-I-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/obi-pixel7propix-XDBRGiRYE-I-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/obi-pixel7propix-XDBRGiRYE-I-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/obi-pixel7propix-XDBRGiRYE-I-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Grandes corporações tendem a usar a terceirização de funcionários para se desobrigar das responsabilidades em casos de violação dos direitos humanos, aponta estudo publicado na revista “Organizações &amp; Sociedade” por pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV EAESP) e da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).</p>
<p>Segundo os pesquisadores, os estudos sobre negócios e direitos humanos precisam incluir as contribuições de grupos e indivíduos que sofrem preconceitos e violências devido a um modelo de gestão que privilegia o lucro sobre a vida.</p>
<p>O artigo ilustra a tensão entre corporações e direitos humanos a partir do assassinato de João Alberto de Freitas, 40 anos, negro, cliente de uma loja da rede Carrefour. Morto por seguranças em novembro de 2020, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o caso chamou a atenção para a violência e o racismo estrutural. Para o estudo, foram recolhidas notícias em jornais de grande circulação nos dias que sucederam o crime, além de documentos eletrônicos sobre o caso publicados por movimentos sociais.</p>
<p>Em seus comunicados sobre o caso, a rede de supermercados afirmou que não compactuava com a violência e que adotaria ações para o combate ao racismo estrutural, como a criação de um Comitê Externo sobre Diversidade e Inclusão e a revisão do treinamento dos funcionários. A empresa também enviou pedido de desculpas e pagou indenização à família.</p>
<p>Porém, observa o artigo, a organização nunca chegou a admitir, de fato, sua responsabilidade, alegando ter tomado todas as providências cabíveis para assegurar a punição dos agressores. As políticas e ações de combate ao racismo estrutural receberam críticas de movimentos negros, que não foram chamados para diálogo. E, mesmo após a agressão que vitimou João Alberto, outras violações de direito à vida foram registradas em lojas pelo Brasil, o que mostra que as corporações ainda não colocam em prática o discurso de valorização dos direitos humanos e não atuam em uma perspectiva antirracista.</p>
<p>“Não existe descumprimento de somente um direito. Quando um direito humano é violado, na verdade todos os direitos humanos foram rompidos”, afirma a professora da UFU Cintia Rodrigues de Oliveira, uma das autoras do artigo. Ao se desvincularem de ameaças à vida, as grandes corporações geram danos colaterais, aponta a pesquisadora. “Junto com as operações regulares dessas empresas, como a oferta de bens e serviços, ocorrem operações danosas para a sociedade”, alerta.</p>
<p>Segundo o artigo, atribui-se ao Estado de forma geral a responsabilidade de combater violações em direitos humanos, enquanto empresas podem optar pelo cumprimento ou não de normas a esse respeito. A professora reitera que, mesmo indiretamente, o Estado está envolvido em crimes corporativos, pois as leis tendem a ser formuladas por agentes públicos que atuam de acordo com interesses de setores privados. Portanto, é necessário haver uma mudança no modelo de negócios, hoje baseado em uma concentração de poder que beneficia poucos, observa a pesquisadora. “Um dos caminhos é tornar os movimentos sociais mais ativos e fortalecidos”, completa a autora.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/osoc/a/B7DkxSKQXLWBmNX3T4Tchrv/?lang=pt">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Empreendedorismo e planejamento financeiro são temas centrais em programas de preparação de funcionários para a aposentadoria</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/empreendedorismo-e-planejamento-financeiro-sao-temas-centrais-em-programas-de-preparacao-de-funcionarios-para-a-aposentadoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2023 11:20:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A ascensão de programas empresariais que preparam funcionários para a aposentadoria está relacionada à lógica neoliberal, estimulando projetos de vida com ênfase em novas atividades econômicas. Além de informações sobre saúde integral e bem-estar, as iniciativas de orientação a trabalhadores mais velhos abordam temas como empreendedorismo e planejamento financeiro, o que reforça a narrativa de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-anna-shvets-5257550-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A ascensão de programas empresariais que preparam funcionários para a aposentadoria está relacionada à lógica neoliberal, estimulando projetos de vida com ênfase em novas atividades econômicas. Além de informações sobre saúde integral e bem-estar, as iniciativas de orientação a trabalhadores mais velhos abordam temas como empreendedorismo e planejamento financeiro, o que reforça a narrativa de uma responsabilidade individual dos profissionais pelo seu futuro econômico diante de uma suposta ineficiência da previdência social brasileira.</p>
<p>É o que diz artigo com participação da pesquisadora da FGV EAESP Maria José Tonelli publicado na “Revista de Administração Mackenzie”. Os pesquisadores realizaram entrevistas com nove especialistas de cinco consultorias que oferecem programas de preparação para aposentadoria (PPA) e de duas empresas que contrataram esses programas. As consultorias estão sediadas no estado de São Paulo, mas prestam serviços para todo o Brasil.</p>
<p>A atuação das consultorias revela diferentes concepções de envelhecimento no mercado de trabalho. Em altos níveis hierárquicos, a experiência de pessoas mais velhas é valorizada, e estas são menos impactadas pelo processo de enxugamento das empresas. O artigo também ressalta que a maioria dos profissionais de alta gerência atendidos pelos PPAs são homens.</p>
<p>Já em cargos operacionais que demandam força física e agilidade, a idade mais elevada é vista como entrave para a continuidade na função. “Verificamos que os PPA operam como uma forma de pacificar conflitos organizacionais ao ‘humanizarem’ as demissões de funcionários mais velhos e de nível operacional, de modo a torná-las mais graduais e previsíveis, reduzindo riscos de processos trabalhistas”, observam os autores.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/ram/a/KFh79CX6zpPbDF7ysRTH5vr/?format=pdf">Confira a pesquisa na íntegra</a></p>
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		<title>Pandemia e trabalho remoto aumentaram risco de fraudes corporativas, apontam profissionais de governança, risco e compliance</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-da-informacao/pandemia-e-trabalho-remoto-aumentaram-risco-de-fraudes-corporativas-apontam-profissionais-de-governanca-risco-e-compliance/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 15:55:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da informação]]></category>
		<category><![CDATA[acesso remoto]]></category>
		<category><![CDATA[compliance]]></category>
		<category><![CDATA[fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[governança]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
		<category><![CDATA[rsico cibernético]]></category>
		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Segundo a percepção de profissionais de governança, risco e compliance, o período de isolamento por conta da pandemia de Covid-19 aumentou o risco de fraudes corporativas. A crise sanitária provocou a flexibilização de regulamentos e a adoção de trabalho remoto por empresas desacostumadas a esta modalidade, gerando sensação de falta de supervisão para 57,5% dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Segundo a percepção de profissionais de governança, risco e <i>compliance</i>, o período de isolamento por conta da pandemia de Covid-19 aumentou o risco de fraudes corporativas. A crise sanitária provocou a flexibilização de regulamentos e a adoção de trabalho remoto por empresas desacostumadas a esta modalidade, gerando sensação de falta de supervisão para 57,5% dos trabalhadores.</p>
<p>Os dados são de artigo com coautoria do pesquisador da FGV EAESP Jonny Mateus Rodrigues publicado na revista “GV Executivo”. O estudo é baseado em 120 respostas de trabalhadores brasileiros que atuam nas áreas de governança corporativa, riscos, controles internos e <i>compliance</i> a questionário aplicado virtualmente entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022. Os entrevistados atuam em empresas de diversos portes com vínculos variados &#8211; foram considerados tanto trabalhadores internos, que são contratados pela organização, como profissionais que atuam de forma externa, como consultores.</p>
<p>75% das empresas dos respondentes adotaram o regime de <i>home office</i> durante a pandemia. Segundo 62,5% dos trabalhadores que atuam de forma externa às organizações, o trabalho remoto provocou dificuldades de comunicação, percentual bem menor entre os funcionários internos – 32,9%. O teletrabalho aumentou a percepção de risco cibernético, o mais citado entre os entrevistados, com 77,5% de menções, à frente de riscos como operacional, sanitário, financeiro e de conformidade.</p>
<p>O artigo aponta a importância do investimento em tecnologias para aprimorar o nível de segurança para acesso remoto de serviços, pois o <i>home office</i> seguirá como prática no pós-pandemia. “Sobre as diferenças entre grupos, de forma geral, nota-se que empresas maiores e multinacionais parecem mais preparadas para lidar com situações como a pandemia do que as menores e nacionais, que muitas vezes enfrentam mais riscos e precisam fazer maiores investimentos repentinos”, apontam os autores.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/88905">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Artigo propõe gestão de riscos para inteligência artificial em organizações</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/artigo-propoe-gestao-de-riscos-para-inteligencia-artificial-em-organizacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Mar 2023 11:03:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de riscos]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial nas empresas]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="O uso da inteligência artificial nas empresas pode gerar impactos como a discriminação, que devem ser mapeados e reduzidos, diz artigo da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A adoção da inteligência artificial pelas organizações pode gerar impactos imprevisíveis, como discriminação, segundo artigo dos pesquisadores da FGV EAESP Carlos Eduardo Brandão e João Luiz Becker publicado na revista “GV Executivo”. Por isso, princípios éticos como responsabilidade, com a implementação de mecanismos de auditoria, transparência sobre capacidades e limitações dos sistemas e ética, baseada [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/artigo-propoe-gestao-de-riscos-para-inteligencia-artificial-em-organizacoes/">Artigo propõe gestão de riscos para inteligência artificial em organizações</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="O uso da inteligência artificial nas empresas pode gerar impactos como a discriminação, que devem ser mapeados e reduzidos, diz artigo da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-vojtech-okenka-392018-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A adoção da inteligência artificial pelas organizações pode gerar impactos imprevisíveis, como discriminação, segundo artigo dos pesquisadores da FGV EAESP Carlos Eduardo Brandão e João Luiz Becker publicado na revista “GV Executivo”. Por isso, princípios éticos como responsabilidade, com a implementação de mecanismos de auditoria, transparência sobre capacidades e limitações dos sistemas e ética, baseada na supervisão e intervenção humana, são princípios fundamentais para lidar com essa tecnologia.</p>
<p>A pesquisa trabalha com uma revisão sistemática de 173 trabalhos científicos sobre o tema, acessados em bases de dados como Web of Science e Scopus. A partir da literatura, os autores apontam que o uso de algoritmos de inteligência artificial pelas organizações exige uma atualização dos modelos de referência para gestão de riscos para garantir sistemas confiáveis, justos e responsáveis.</p>
<p>A inteligência artificial consiste na adaptação de recursos e funções tecnológicas às interações com humanos para<a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/contabilidade-e-financas/inteligencia-artificial-aprimoramento-estrategico-mercado-financeiro/"> responder de forma cada vez mais precisa</a> às demandas do usuário, explica o artigo. Porém, altos níveis de automação contribuem para o aumento de riscos, como a reprodução de vieses e práticas discriminatórias ocasionadas por falhas de reconhecimento facial de suspeitos de crimes, acidentes causados por veículos com sistemas de direção autônomos e interferência nos processos de aprendizagem humana.</p>
<h2>Inteligência artificial nas empresas: riscos e impactos devem ser mapeados, comunicados e mitigados</h2>
<p>O processo de gestão de riscos proposto pelos autores é cíclico e alinhado aos objetivos da inteligência artificial nas organizações. Prevê medidas como identificar, categorizar e avaliar os riscos mapeados, considerando a possibilidade de ocorrência de um evento de risco na organização. Em seguida, os impactos devem ser registrados e comunicados para as partes interessadas e órgãos de regulação, com esforço de mitigação e constante monitoramento dos resultados.</p>
<p>Entre as estruturas de gestão de risco sugeridas pelo artigo, estão a criação de comitê de risco para supervisionar o uso dos sistemas de inteligência artificial nas empresas e orientar as medidas para a mitigação de impactos. “Ao longo de sua jornada, as organizações devem assumir riscos adequados aos seus objetivos e metas, evitando a superexposição ou a subexposição, potencialmente prejudiciais aos seus negócios”, observam os autores.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/88403">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Burnout: olhar para a subjetividade dos trabalhadores é alternativa para lidar com o problema nas organizações</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/burnout-olhar-para-a-subjetividade-dos-trabalhadores-e-alternativa-para-lidar-com-o-problema-nas-organizacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 19:28:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[burnout]]></category>
		<category><![CDATA[corpo erógeno]]></category>
		<category><![CDATA[corporalidade]]></category>
		<category><![CDATA[esgotamento]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[subjetividade]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Olhar para a subjetividade dos trabalhadores é alternativa para lidar com burnout e esgotamento profissional nas organizações, diz estudo" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Através da psicanálise, é possível investigar como o controle organizacional se manifesta nos corpos dos sujeitos no mundo do trabalho. Segundo artigo com a coautoria do pesquisador da FGV EAESP Marcelo Galletti Ferretti publicado na “Revista de Administração de Empresas” (RAE), os estudos organizacionais devem superar a noção de corpo baseada na anatomia. Os pesquisadores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Olhar para a subjetividade dos trabalhadores é alternativa para lidar com burnout e esgotamento profissional nas organizações, diz estudo" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-kampus-production-8636636-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Através da psicanálise, é possível investigar como o controle organizacional se manifesta nos corpos dos sujeitos no mundo do trabalho. Segundo artigo com a coautoria do pesquisador da FGV EAESP<a href="https://eaesp.fgv.br/pessoa/marcelo-galletti-ferretti"> Marcelo Galletti Ferretti</a> publicado na “Revista de Administração de Empresas” (RAE), os estudos organizacionais devem superar a noção de corpo baseada na anatomia.</p>
<p>Os pesquisadores realizam análise de literatura sobre os estudos organizacionais e a noção psicanalítica de corpo erógeno, que considera as subjetividades dos indivíduos. O artigo aponta que ainda há lacunas nas produções sobre essa relação.</p>
<h2>Casos de esgotamento profissional alertam para a necessidade de reconhecer as particularidades dos indivíduos</h2>
<p>O conhecimento moderno ocidental entende a organização a partir de um paralelo com a noção de organismo, cada órgão cumpre sua função na ordem estabelecida, explicam os autores. A partir desta linha de pensamento, o corpo humano é entendido através de suas funções biológicas e, portanto, como um objeto passivo.</p>
<p>Já a noção de corporalidade reconhece o corpo como expressão do que é particular e subjetivo. Conforme o artigo, o conceito de corpo erógeno, vindo da psicanálise, contribui para o entendimento do corpo através de elementos somáticos e psíquicos. Compreender essa relação é importante diante do crescimento de doenças e <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/empresas-devem-cuidar-da-saude-mental-dos-colaboradores-43-estao-sobrecarregados/">transtornos relacionados ao trabalho</a>, como o <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/diante-das-incertezas-no-ambiente-de-trabalho-praticas-de-recursos-humanos-podem-amenizar-ansiedade-dos-funcionarios/">esgotamento profissional</a> (síndrome de burnout).</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rae/a/Vqz3hhLMPJyLgrjNPgRfQKn/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/burnout-olhar-para-a-subjetividade-dos-trabalhadores-e-alternativa-para-lidar-com-o-problema-nas-organizacoes/">Burnout: olhar para a subjetividade dos trabalhadores é alternativa para lidar com o problema nas organizações</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Instabilidade política e inflação crescente são as maiores preocupações dos executivos para o ano de 2023</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/instabilidade-politica-e-inflacao-crescente-sao-as-maiores-preocupacoes-dos-executivos-para-o-ano-de-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 19:41:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[desafios]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[executivos]]></category>
		<category><![CDATA[instabilidade política]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-cottonbro-studio-59712901-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-cottonbro-studio-59712901-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-cottonbro-studio-59712901-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-cottonbro-studio-59712901-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-cottonbro-studio-59712901-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A instabilidade política e a inflação crescente serão as maiores preocupações dos altos executivos em 2023. É o que revela levantamento inédito realizado pela empresa de consultoria em recrutamento Michael Page, com apoio técnico do professor de Estratégia e Liderança da FGV EAESP Paul Ferreira. A alta liderança também apontou risco de recessão, falta de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-cottonbro-studio-59712901-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-cottonbro-studio-59712901-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-cottonbro-studio-59712901-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-cottonbro-studio-59712901-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-cottonbro-studio-59712901-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A instabilidade política e a inflação crescente serão as maiores preocupações dos altos executivos em 2023. É o que revela levantamento inédito realizado pela empresa de consultoria em recrutamento Michael Page, com apoio técnico do professor de Estratégia e Liderança da FGV EAESP Paul Ferreira. A alta liderança também apontou risco de recessão, falta de confiança no governo e mudanças no comportamento do consumidor como principais desafios a serem enfrentados, nessa ordem. Para 45,7% dos respondentes, o resultado das eleições impactou os principais desafios das empresas.</p>
<p>A pesquisa <strong>O Brasil pós-eleições: uma visão da liderança empresarial</strong> foi realizada em novembro e dezembro de 2022, contando com as respostas de 147 executivos (presidentes, vice-presidentes, diretores, superintendentes e sócios) de todo o território nacional e de companhias de diversos setores. A íntegra da pesquisa será divulgada nesta semana.</p>
<p>“O resultado das eleições presidenciais influenciou os desafios que os principais líderes terão pela frente ao longo do ano. São aspectos políticos e econômicos que não estão sob controle de suas gestões, mas que impactam em decisões estratégicas, planos de negócios e modelo de gestão”, explica Ricardo Basaglia, CEO da Michael Page no Brasil.</p>
<p>Na avaliação do professor da FGV EAESP, Paul Ferreira, “a alta preocupação com o retorno da inflação é compreensível. A inflação pressiona as organizações, uma vez que afeta as cadeias de suprimentos e decisões de preços de produtos ou serviços, o relacionamento com o cliente e o gerenciamento de caixa e, acima de tudo, os salários. Enfrentar pressões inflacionárias ascendentes exige respostas estratégicas altamente reativas que incluem corte de custos e/ou repasse desses aumentos para consumidores e usuários finais, ambas difíceis e arriscadas de executar”.</p>
<p>O estudo também procurou saber da alta liderança quais serão os principais desafios de sua gestão em 2023. De acordo com os respondentes, atrair e reter talentos será o maior desafio, seguido por reestruturação de processos, menores custos, transformação digital, melhorar o fluxo de caixa, ser mais centrado no cliente, entre outros.</p>
<p>“O desequilíbrio entre oferta e demanda de profissionais leva a uma guerra de talentos que o mercado de trabalho já vem lidando há algum tempo. Esse é um desafio global que não tem a ver exclusivamente com economia, mas com a velocidade das transformações, a pressão por resultado e a alta competitividade. É claro que, a depender do movimento econômico, há mais ou menos influência em alguns aspectos como a oferta de emprego, por exemplo. Contudo, a guerra de talentos não se dá pela eleição. É a busca acirrada por profissionais com um conjunto de habilidades, experiências e visões que nem o mercado ou as escolas formaram o suficiente ainda.”, diz Basaglia.</p>
<p>O estudo também busco entender os principais fatores críticos para o crescimento da empresa nos próximos anos. O desenvolvimento/ oferta de novos produtos/ serviços foi a resposta preponderante. Na sequência vieram expansão de parcerias estratégicas, expansão a novos segmentos de clientes, contratação de pessoas e atração de talentos, aumentar a velocidade de vendas de produtos e serviços, entre outros.</p>
<p>O desafio de gestão de pessoas foi outro assunto abordado na pesquisa. Entre as respostas mais mencionadas pelos executivos, apareceram, nessa ordem: construção de times ágeis, fortalecer a retenção de talentos, fortalecer o pipeline de lideranças, desenvolver competências e habilidades da força de trabalho, construir uma cultura mais inovadora, entre outros.</p>
<p>“Os executivos estão priorizando o desenvolvimento de equipes ágeis para elevar a capacidade de aprendizagem de suas organizações. A agilidade constrói uma resiliência cadenciada na forma como uma organização toma decisões em períodos de elevada complexidade e incerteza, permitindo lidar com as expectativas de longo, médio e de curto prazo ao mesmo tempo”, diz Ferreira.</p>
<p><em>Fonte: Conteúdo Comunicação e Insight Comunicação</em></p>
<p>Para conferir o estudo <a href="https://www.michaelpage.com.br/estudos-e-tendencias/brasil-pos-eleicoes">clique aqui</a></p>
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