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	<title>Arquivos RAE - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos RAE - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>ABEC Meeting 2024: FGV EAESP sedia fórum nacional de editoria científica</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/noticias-internas/abec-meeting-2024-fgv-eaesp-sedia-forum-nacional-de-editoria-cientifica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 17:59:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias internas]]></category>
		<category><![CDATA[ABECMeeting]]></category>
		<category><![CDATA[CiênciaAberta]]></category>
		<category><![CDATA[EditoriaCientífica]]></category>
		<category><![CDATA[FGVEAESP]]></category>
		<category><![CDATA[PublicaçãoAcadêmica]]></category>
		<category><![CDATA[RAE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/Blog-Impacto-ABEC-Meeting-na-FGV-EAESP-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/Blog-Impacto-ABEC-Meeting-na-FGV-EAESP-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/Blog-Impacto-ABEC-Meeting-na-FGV-EAESP-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/Blog-Impacto-ABEC-Meeting-na-FGV-EAESP-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) foi palco da edição do ABEC Meeting 2024, o mais importante fórum brasileiro de editoria científica, realizado em novembro. O evento, promovido pela Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC Brasil) com apoio da RAE-Revista de Administração de Empresas, reuniu cerca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/Blog-Impacto-ABEC-Meeting-na-FGV-EAESP-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/Blog-Impacto-ABEC-Meeting-na-FGV-EAESP-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/Blog-Impacto-ABEC-Meeting-na-FGV-EAESP-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/Blog-Impacto-ABEC-Meeting-na-FGV-EAESP-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (<strong>FGV EAESP</strong>) foi palco da edição do <strong>ABEC Meeting</strong><strong> 2024</strong>, o mais importante fórum brasileiro de editoria científica, realizado em novembro. O evento, promovido pela Associação Brasileira de Editores Científicos (<strong>ABEC Brasil</strong>) com apoio da <strong>RAE-Revista de Administração de Empresas</strong>, reuniu cerca de 230 editores de todo o país para discutir os principais desafios e avanços na área.</p>
<p>Durante três dias, os participantes acompanharam painéis temáticos, workshops e uma exposição de serviços oferecidos por empresas especializadas em editoria e publicação. Entre os temas abordados, destacaram-se:</p>
<ul>
<li>Desafios de indexação de periódicos;</li>
<li>Ética e qualidade das publicações científicas;</li>
<li>Sustentabilidade financeira das revistas;</li>
<li>Inteligência artificial e ciência aberta;</li>
<li>Periódicos predatórios e divulgação cientí</li>
</ul>
<p><strong>Edna Montero</strong>, presidente da ABEC Brasil e professora da USP e UNIFESP, reforçou a importância do encontro, destacando que o objetivo é atualizar os associados sobre os problemas mais atuais da editoria científica e propor soluções práticas. Segundo ela:</p>
<p><em>&#8220;A ABEC prima por trazer o que tem de mais atual, o que gera mais problemas na editoria cient</em><em>í</em><em>fica, a gente procura trazer isso para os nossos associados, assim n</em><em>ós vimos tem</em><em>á</em><em>ticas de intelig</em><em>ê</em><em>ncia artificial, a discussão sobre ci</em><em>ê</em><em>ncia aberta, os desafios da editoria cient</em><em>í</em><em>fica junto a CAPES, SciELO e DOAJ, procuramos trazer estas instituições representantes justamente para os nossos associados terem a oportunidade de verificar o que podem fazer para melhorar as suas</em> <em>revistas, porque esse </em><em>é </em><em>o nosso grande objetivo</em><em>”.</em></p>
<p>Além de importantes painéis, o evento contou com a participação de representantes de instituições como SciELO, Ibict, Clarivate, Fiocruz, Lilacs e <strong>CAPES/MEC</strong>, representada por <strong>Luiz Antonio Pessan</strong>, Diretor de Programas e Bolsas.</p>
<p>Um dos destaques da programação foi o painel “Desempenho do periódico: Indicadores de impacto”, coordenado por <strong>Juliana Bonomi Santos</strong>, editora-chefe da RAE e professora da FGV EAESP. O debate contou com <strong>D</strong><strong>é</strong><strong>borah Dias</strong> (Clarivate), <strong>Roberta Cerqueira</strong> (Fiocruz) e <strong>Germana Barata</strong> (UNICAMP, ABEC Brasil), e abordou métricas que contribuem para a gestão e impacto dos periódicos científicos.</p>
<p>Silvia Galleti (Instituto Biológico, ABEC Brasil) e coordenadora do ABEC Meeting 2024, declarou:</p>
<p><em>“</em><em>A gente tem esse agradecimento a fazer </em><em>à </em><em>FGV por essa parceria, por ceder esse espa</em><em>ç</em><em>o num local tão nobre da cidade de São Paulo para onde a gente quis trazer esse evento. Com isso a gente teve um p</em><em>ú</em><em>blico muito bom podendo participar do nosso evento, recebendo esse conhecimento que a gente est</em><em>á </em><em>tentando compartilhar e passar para os editores.</em><em>”.</em></p>
<p>O ABEC Meeting 2024 consolidou-se como uma plataforma essencial para discutir estratégias, tendências e soluções que fortalecem a editoria científica brasileira, promovendo avanços no cenário acadêmico e editorial do país.</p>
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		<title>Estudos acadêmicos devem aprofundar conhecimento sobre liderança coletiva nas organizações brasileiras</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/estudos-academicos-devem-aprofundar-conhecimento-sobre-lideranca-coletiva-nas-organizacoes-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Dec 2022 14:24:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[liderança coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
		<category><![CDATA[RAE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/cowomen-ZKHksse8tUU-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mulheres coworking mesa trabalho reunião" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/cowomen-ZKHksse8tUU-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/cowomen-ZKHksse8tUU-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/cowomen-ZKHksse8tUU-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/cowomen-ZKHksse8tUU-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A maioria dos estudos sobre liderança no Brasil ainda têm como foco as ações e comportamentos de líderes individuais e relações verticais nas organizações. Nove em cada dez estudos da área ainda utilizam  teorias tradicionais de liderança, que focam em aspectos como estilo dos líderes e seu impacto nas equipes. A constatação é dos pesquisadores [&#8230;]</p>
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<p>Os autores analisaram a literatura científica sobre liderança em 32 artigos publicados em periódicos brasileiros entre 2016 e 2021. A pesquisa verificou a produção acadêmica alinhada às três principais lentes de estudo: liderança individual (a lente do “eu”), <i>followership</i> ou estudo dos liderados (a lente do “eles”) e liderança coletiva (a lente do “nós”).</p>
<p>A lente do “eu”, na qual a maioria dos estudos está centrada, remete a processos de comando unitário, com influência exercida verticalmente, de cima para baixo. “De modo geral, a pesquisa brasileira tende a não considerar a contribuição de outros atores organizacionais, especialmente aqueles que não ocupam cargos formais de autoridade para o processo de liderança”, explicam os autores.</p>
<p>De outro modo, as pesquisas mais raras tratam sobre a submissão de liderados e liderança coletiva. A primeira enfatiza a influência dos liderados nos resultados obtidos pela liderança. Já a segunda enxerga a liderança associada a realizações coletivas, com participação de diferentes pessoas.</p>
<p>Por isso, segundo os autores, estudos sobre liderança no Brasil devem incorporar aspectos que vão além da hierarquia tradicional nas organizações. As perspectivas relacionais e coletivas podem ajudar a entender fenômenos como a liderança compartilhada.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rae/a/Mv5tFP5yp5Fqm9FYwXzndSQ/">Confira o estudo na íntegra</a></p>
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		<title>Empresas de setores poluidores têm menor nível de divulgação de informações ambientais</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/empresas-de-setores-poluidores-tem-menor-nivel-de-divulgacao-de-informacoes-ambientais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2022 14:22:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[disclosure]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Índice de Sustentabilidade Empresarial empresas]]></category>
		<category><![CDATA[RAE]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="gráfico relatório" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Empresas de setores não poluidores apresentam maior postura proativa para a implementação de práticas sustentáveis. Já empresas potencialmente poluidoras têm mais afinidade com a postura reativa, pois o compartilhamento de informações é realizado para mitigação de danos.  A conclusão é de artigo que mede o nível de disclosure ambiental das empresas, ou seja, a divulgação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="gráfico relatório" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-lukas-669612-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Empresas de setores não poluidores apresentam maior postura proativa para a implementação de práticas sustentáveis. Já empresas potencialmente poluidoras têm mais afinidade com a postura reativa, pois o compartilhamento de informações é realizado para mitigação de danos.  A conclusão é de artigo que mede o nível de <i>disclosure</i> ambiental das empresas, ou seja, a divulgação voluntária de informações não financeiras, realizada principalmente em áreas como meio ambiente, gênero e direitos humanos. Com participação da pesquisadora da FGV EAESP Edilene Santana Santos, o trabalho está publicado na “Revista de Administração de Empresas” (RAE).</p>
<p>São analisadas as 107 empresas brasileiras não financeiras avaliadas pelo <i>Environmental Disclosure Score</i> (EDS) entre 2010 e 2018. O EDS compõe o índice da Bloomberg que avalia o desempenho ESG das empresas a partir do grau de divulgação de informações sobre gestão ambiental.</p>
<p>Os dados são confrontados com duas variáveis principais: a participação da empresa no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), medido pela bolsa de valores brasileira (B3), e a materialidade das provisões ambientais, número mensurado pela relação entre o balanço patrimonial da empresa e a obrigação ambiental reconhecida pela empresa em um mesmo ano. Os autores também avaliam se as empresas pertencem ou não a setores ambientalmente sensíveis, como mineração, óleo e gás – estas representam 43% das observações.</p>
<p>Como resultado, o artigo associa significativamente as empresas não poluidoras à adesão ao ISE, o que representa uma postura proativa da organização. Tal estratégia encontra respaldo na teoria da imagem ou reputação, em que a divulgação é um elemento de interação com a sociedade e cria valor para empresa, conforme ressaltam os autores.</p>
<p>Já empresas potencialmente poluidoras aparecem mais associadas à variável das provisões ambientais. Elas apresentam postura reativa ou defensiva, agindo em resposta a problemas socioambientais para reverter a percepção negativa do público, como prevê a teoria da legitimação. Desta forma, aponta o artigo, teorias antagônicas explicam contextos distintos de <i>disclosure</i> ambiental.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rae/a/3MWVtsj4zDJFYgLDcWjPnQd/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Professor  Jorge Carneiro da FGV EAESP é eleito presidente da AIB-LAC</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/professor-da-fgv-eaesp-eleito-presidente-da-aib-lac/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2021 13:44:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias internas]]></category>
		<category><![CDATA[AIB-LAC]]></category>
		<category><![CDATA[Editor RAE]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Professor FGV EAESP]]></category>
		<category><![CDATA[RAE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=1511</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/eaesp_linkedin_prof_jorge_aib_v2-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/eaesp_linkedin_prof_jorge_aib_v2-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/eaesp_linkedin_prof_jorge_aib_v2-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/eaesp_linkedin_prof_jorge_aib_v2-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Jorge Carneiro, professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP) é eleito presidente do AIB-LAC (Academy of International Business – Latin America and the Caribbean chapter) para o período julho/2021 a junho/2024. A FGV EAESP foi a host da edição 2021 (realizada online) do congresso anual do AIB-LAC. A Academy of International Business (AIB) é a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/eaesp_linkedin_prof_jorge_aib_v2-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/eaesp_linkedin_prof_jorge_aib_v2-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/eaesp_linkedin_prof_jorge_aib_v2-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/07/eaesp_linkedin_prof_jorge_aib_v2-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><a href="https://eaesp.fgv.br/professor/jorge-manoel-teixeira-carneiro">Jorge Carneiro</a>, professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP) é eleito presidente do AIB-LAC (<a href="https://lac.aib.world/">Academy of International Business – Latin America and the Caribbean chapter</a>) para o período julho/2021 a junho/2024. A FGV EAESP foi a host da edição 2021 (realizada online) do congresso anual do AIB-LAC.</p>
<p>A Academy of International Business (AIB) é a principal comunidade global de acadêmicos de negócios internacionais. Fundada em 1959 por um grupo de acadêmicos que buscavam compartilhar ideias e recursos que ajudariam a definir o campo então emergente dos negócios internacionais.  Trata-se de uma organização sem fins lucrativos dedicada a promover pesquisas impactantes, com o objetivo de agregar a área educacional voltada para a prática de negócios, colaborando com líderes em políticas e pesquisas interdisciplinares.</p>
<p>Um capítulo regional é um componente geográfico específico dos membros do AIB que trabalham ou residem na respectiva região. O objetivo principal é fornecer aos membros do AIB, de uma determinada área geográfica, oportunidades para a troca de ideias, apresentação de pesquisas, contatos profissionais e discussão de assuntos de interesse. O AIB tem 14 capítulos estabelecidos em todo o mundo e o AIB-LAC congrega os 43 países da sua respectiva região.</p>
<p>Jorge Carneiro é professor Associado de Estratégia e de Negócios Internacionais da FGV EAESP. Possui doutorado em Administração de Empresas pelo Coppead/UFRJ, com especialização em Negócios Internacionais. É mestre em Administração de Empresas pela PUC-Rio, com especialização em Marketing e bacharel em Engenharia Eletrônica pela mesma instituição. Possui certificação de conselheiro de administração pelo IBGC e é membro do comitê estratégico de governança corporativa da Amcham. Carneiro é editor-chefe da RAE – Revista de Administração de Empresas.</p>
<p>Para mais informações <a href="https://nam10.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Faib.msu.edu%2Fcommunity%2Fchapters.asp&amp;data=04%7C01%7Ctercia.sa%40fgv.br%7Cb6c757bb9c844b0543fe08d9425ceac2%7C79f6b639ab1242808077bdbeef869b33%7C0%7C0%7C637613789114070594%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C1000&amp;sdata=W04IU8FNsV0jEnJOM1sbCrTlCzxAqyKuwpklhU76Svw%3D&amp;reserved=0">acesse o link. </a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Transparência contábil aumenta valoração das empresas e investimentos estrangeiros, mostra estudo</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/transparencia-contabil-aumenta-valoracao-das-empresas-e-investimentos-estrangeiros-mostra-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2020 22:06:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[IFRS]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[RAE]]></category>
		<category><![CDATA[transparência]]></category>
		<category><![CDATA[valora]]></category>
		<category><![CDATA[valoração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A adoção de regras de transparência e de normas internacionais de contabilidade tem impacto positivo no valor das empresas e no mercado de investimentos. A obrigatoriedade, em 2010, das empresas brasileiras em aderirem ao IFRS (International Financial Reporting Standards) – conjunto de práticas que visa uniformizar as demonstrações financeiras de acordo com um padrão internacional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/transparencia-contabil-valoraçao-empresas-e-investimentos-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A adoção de regras de transparência e de normas internacionais de contabilidade tem impacto positivo no valor das empresas e no mercado de investimentos. A obrigatoriedade, em 2010, das empresas brasileiras em aderirem ao IFRS (International Financial Reporting Standards) – conjunto de práticas que visa uniformizar as demonstrações financeiras de acordo com um padrão internacional – aumentou o <i>valuation</i> (estimativa do valor) dessas companhias, reduzindo a distância que havia anteriormente entre elas e empresas semelhantes, mas que apresentavam maior grau de governança corporativa. Esses são resultados de estudo publicado hoje na “Revista de Administração de Empresas” (RAE). O artigo é assinado por Rafael Felipe Schiozer, professores da FGV EAESP, e pesquisadores da Unifesp e Fecap.</p>
<p>Os autores analisaram dados de empresas, de 2007 a 2010, com o objetivo de relacionar nível de transparência contábil e <i>valuation</i>. O período coincide com a aprovação da lei que institui o IFRS e o prazo final para a sua implementação. Para essa análise, coletaram demonstrações financeiras e informações corporativas sobre empresas brasileiras de capital aberto, da base de dados Economatica. Também foram considerados dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre a participação acionária de investidores estrangeiros nessas firmas e de liquidez.</p>
<p>Os pesquisadores chegaram a um universo de 132 empresas, sendo 76 delas listadas nos níveis mais baixos de governança corporativa da Bolsa de Valores de São Paulo (empresas denominadas “tratadas”), que adotaram o IFRS em 2008, e outras 56 firmas semelhantes relacionadas aos níveis mais altos de governança corporativa da bolsa (denominadas “não tratadas” ou grupo de controle), que já haviam adotado o IFRS antes que ele se tornasse obrigatório. Cada empresa tratada teve seu <i>valuation</i> comparado ao de uma empresa não tratada do mesmo setor de atuação, porte e nível de endividamento.</p>
<h2><b>Efeitos além da questão contábil</b></h2>
<p>A partir desse pareamento, os pesquisadores demonstraram que a adoção do IFRS pelas empresas tratadas produziu um aumento de 26% na razão entre valor de mercado e valor patrimonial e um crescimento de cerca de 30% do Q de Tobin (indicador que considera o valor de mercado de uma empresa e as suas dívidas, e o valor de reposição, que se refere ao capital necessário para substituir o ativo circulante e o estoque de uma companhia). Com isso, praticamente se eliminou a diferença de <i>valuation </i>que existia anteriormente entre essas companhias e suas similares com alto grau de governança corporativa. O estudo também mostrou um aumento da participação de investidores estrangeiros nas firmas tratadas em relação às firmas do grupo de controle de 19,3% nas ações ordinárias (com direito a voto) no mesmo período.</p>
<p>De acordo com Rafael Felipe Schiozer, professor da FGV EAESP e um dos autores do estudo, embora se refira a algo que aconteceu entre 2007 e 2010, a pesquisa mostra a importância da transparência contábil e de informações para as empresas. “As leis que determinam que as empresas sejam mais transparentes melhoram a avaliação das companhias, e isso acontece em grande medida porque os investidores estrangeiros se dispõem a investir mais nessas empresas. Essas medidas não têm só um efeito contábil. Elas atuam positivamente no mercado financeiro e no ingresso de recursos no país.”</p>
<p>Confira o <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-75902020000400284&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>artigo</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Bori</a></em></p>
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