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	<title>Arquivos reação - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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		<title>Pesquisa descreve opressões do governo anterior a funcionários públicos federais e estratégias de reação a essas ameaças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 14:23:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[denúncia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-sora-shimazaki-5668770-1279x720-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-sora-shimazaki-5668770-1279x720-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-sora-shimazaki-5668770-1279x720-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-sora-shimazaki-5668770-1279x720-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-sora-shimazaki-5668770-1279x720-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Durante a gestão do governo federal entre 2019 e 2022, servidores federais precisaram aprimorar suas estratégias contra o desmonte institucional. Com o aumento das opressões ao funcionalismo público, o custo individual da contestação se tornou mais alto para os funcionários, que passaram a formalizar suas reações através, por exemplo, de processos judiciais coletivos.  Os aprendizados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-sora-shimazaki-5668770-1279x720-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-sora-shimazaki-5668770-1279x720-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-sora-shimazaki-5668770-1279x720-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-sora-shimazaki-5668770-1279x720-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-sora-shimazaki-5668770-1279x720-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><div class="entry-content">
<p>Durante a gestão do governo federal entre 2019 e 2022, servidores federais precisaram aprimorar suas estratégias contra o desmonte institucional. Com o aumento das opressões ao funcionalismo público, o custo individual da contestação se tornou mais alto para os funcionários, que passaram a formalizar suas reações através, por exemplo, de processos judiciais coletivos.  Os aprendizados da relação conflituosa entre governo e servidores são descritos por artigo de pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) e da Universidade de Brasília (UnB) publicado na segunda-feira (20) na “Revista Brasileira de Ciência Política”.</p>
<p>A pesquisa mapeou estratégias de opressão do governo e de reação dos funcionários públicos a partir de entrevistas realizadas de dezembro a maio de 2020 com 165 servidores federais de 15 órgãos governamentais, que atuam em áreas como planejamento, desenvolvimento social e econômico, saúde e meio ambiente. As estratégias foram classificadas como formais (com uso de mecanismos oficiais, como decretos e instruções normativas) ou informais (realizadas por mensagens de texto, por exemplo) e como coletivas ou individuais.</p>
<p>A abertura de processo administrativo contra um servidor a partir de acusações indevidas ou arbitrárias, exonerações e mudanças de postos de trabalho à revelia do funcionário público foram estratégias formais individuais de opressão observadas pelo estudo e causaram impacto na saúde mental dos trabalhadores. Outras táticas como assédio e ameaças informais aos indivíduos, que têm um efeito mais restrito na carreira dos servidores, também foram observadas.</p>
<p>A opressão formal e coletiva pode ser vista em ameaças como a responsabilização disciplinar de servidores por postagens em redes sociais, conforme nota técnica publicada pela Controladoria Geral da União em 2020, e barreiras de acesso aos sistemas de informação e documentos oficiais. A ocupação de cargos públicos por militares no período também cerceou o trabalho dos servidores. As estratégias de reação dos burocratas foram mais custosas nesse cenário, pois exigiram medidas judiciais e organização de resistência coletiva através de associações e sindicatos.</p>
<p>A pesquisadora da FGV EAESP Gabriela Lotta, uma das autoras do trabalho, explica que os representantes do governo anterior apostaram em punições exemplares para gerar a sensação de que ações individuais teriam um custo muito alto aos servidores. Isto provocou mudanças nas estratégias de reação desde o início do governo. “Ao longo do tempo, foi se construindo um clima de medo. Por exemplo, começou a circular a informação de que os celulares estavam sendo rastreados, e então os servidores começaram a ficar com medo de mandar mensagens. Por isso, mesmo que seja mais difícil e mais caro, os funcionários públicos passaram a formalizar e coletivizar a estratégia, o que os protegia muito mais individualmente”.</p>
<p>Segundo Lotta, as fragilidades institucionais identificadas pelo trabalho servem de aprendizado para o atual governo e para um melhor funcionamento da administração pública, contribuindo para o fortalecimento da democracia. Um dos aprendizados é que os comitês de ética ou as corregedorias, espaços que ajudam a proteger o servidor, não podem ser ocupados por representantes políticos, como foi feito pelo governo anterior. “Precisamos de uma agenda que garanta a autonomia desses espaços de denúncia e a proteção dos servidores contra práticas como remoção e exoneração”, frisa a autora.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rbcpol/a/fcyFtg7C3ZBvPx9hRMHTWXF/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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