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	<title>Arquivos saúde - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos saúde - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<item>
		<title>Estudo avalia aumento da procura de doação de sangue com incentivo de vale-transporte</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/gestao-de-saude/incentivo-a-doacao-de-sangue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 14:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento pró-social]]></category>
		<category><![CDATA[doação de sangue]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A necessidade de incentivar mais pessoas a doar sangue com maior frequência é evidente e urgente, pois o suprimento de sangue muitas vezes é insuficiente para atender à demanda dos sistemas de saúde em todo o mundo. Entender como aumentar efetivamente esse comportamento pró-social é crítico para o bom funcionamento dos sistemas de saúde. Uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_560321068-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A necessidade de incentivar mais pessoas a doar sangue com maior frequência é evidente e urgente, pois o suprimento de sangue muitas vezes é insuficiente para atender à demanda dos sistemas de saúde em todo o mundo. Entender como aumentar efetivamente esse comportamento pró-social é crítico para o bom funcionamento dos sistemas de saúde.</p>
<p>Uma barreira frequentemente mencionada para a doação de sangue é o deslocamento. Para examinar a eficácia de um incentivo de remoção de barreiras, a pesquisadora <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0277953624004702?dgcid=coauthor">Lucia Barros, da FGV EAESP, junto com pesquisadores da FGV EBAPE e do Imperial College London, conduziu um estudo publicado na Social Science and Medicine</a>. O estudo analisou a implementação de um vale-transporte de um dia para promover a doação de sangue e seus efeitos a longo prazo.</p>
<p>Em 2018, o hemocentro estadual do Rio de Janeiro lançou uma campanha em parceria com uma empresa de transporte por aplicativo, oferecendo vouchers de transporte que ofereciam desconto para viagens com origem e/ou destino na unidade do hemocentro. A análise abrangeu um período de 195 dias e quase 24 mil doadores, utilizando regressão logística e modelos de risco proporcional para avaliar a influência da campanha e as taxas de retorno.</p>
<p>Os resultados mostraram um aumento significativo nas tentativas de doação no dia da campanha, com 590 tentativas resultando em 438 doações efetivas. Houve um aumento notável no número de doadores de primeira viagem e a iniciativa atraiu mais indivíduos que se encaixavam no perfil dos clientes da empresa de transporte por aplicativo. O incentivo aliviou os custos financeiros, de tempo e esforço, reduzindo os inconvenientes associados à doação de sangue.</p>
<p>No entanto, o tempo de espera no hemocentro foi consideravelmente maior no dia da campanha, mas sem comprometer a qualidade do sangue coletado. A intervenção resultou em um aumento de 97,4% nas doações no dia da campanha, com uma taxa de retorno prevista de 36,2% para o grupo tratado.</p>
<p>Embora o incentivo tenha aumentado substancialmente o comparecimento dos doadores no dia da intervenção, ele também reduziu a taxa de retorno dos doadores no futuro. Isso pode ser explicado devido ao aumento no tempo de espera, que afetou negativamente a experiência dos doadores. Apesar disso, o aumento de curto prazo no número de doações durante a intervenção compensou a redução nas taxas de retorno, validando a eficácia da intervenção.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0277953624004702?dgcid=coauthor">artigo na integra.</a></p>
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		<item>
		<title>A Cobertura Universal de Saúde nos países de baixa renda</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/a-cobertura-universal-de-saude-nos-paises-de-baixa-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 11:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura universal de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[direito à saúde]]></category>
		<category><![CDATA[mortalidade infantil]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 3]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1250646838-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1250646838-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1250646838-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1250646838-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1250646838-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A Cobertura Universal de Saúde significa garantir que todos recebam os serviços de saúde de qualidade quando necessário, sem que isso resulte em dificuldades financeiras para as famílias. Um estudo publicado na Lancet Global Health, que contou com a presença do pesquisador da FGV EAESP, Rudi Rocha, investigou a relação entre a Cobertura Universal de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1250646838-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1250646838-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1250646838-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1250646838-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1250646838-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A Cobertura Universal de Saúde significa garantir que todos recebam os serviços de saúde de qualidade quando necessário, sem que isso resulte em dificuldades financeiras para as famílias. Um <a href="https://www.thelancet.com/action/showPdf?pii=S2214-109X%2824%2900040-8">estudo publicado na Lancet Global Health</a>, que contou com a presença do pesquisador da FGV EAESP, Rudi Rocha, investigou a relação entre a Cobertura Universal de Saúde e as desigualdades na mortalidade infantil em 60 países de baixa e média renda (LMICs) entre os anos de 2000 e 2019. Este estudo examinou se a expansão da cobertura universal de saúde durante esse período contribuiu para a redução das disparidades socioeconômicas na mortalidade infantil.</p>
<p>A pesquisa analisou dados de mais de 4 milhões de nascimentos em 60 países de baixa e média renda. Foram realizados modelos de regressão logística para avaliar a associação entre indicadores de cobertura universal à saúde e o risco de morte infantil, ajustados para variáveis de dados sobre o bebê, a mãe e o país em que moram. Os dados foram obtidos a partir de Inquéritos Demográficos e de Saúde (DHS).</p>
<p>O estudo revelou que a expansão da cobertura universal à saúde resultou na redução da mortalidade infantil, evitando aproximadamente 15,5 milhões de mortes. No entanto, observou-se que essa redução é maior entre as famílias relativamente menos pobre. Os resultados mostram que a relação entre cobertura universal à saúde e mortalidade infantil torna-se menos forte à medida que a cobertura geral aumenta.</p>
<p>A expansão dos serviços de saúde reprodutiva, materna, neonatal e infantil estavam associados a maiores reduções na mortalidade infantil para famílias mais pobres, enquanto elementos como capacidade de serviço e acesso estavam mais relacionados a reduções para famílias relativamente menos pobres. Isso sugere que as políticas de saúde devem ser desenhadas para garantir que os grupos de menor renda continuem a se beneficiar à medida que a cobertura se expande.</p>
<p>Embora a expansão  dos serviços universais de saúde tenha contribuído para a redução da mortalidade infantil em países de baixa e média renda, a pesquisa aponta que é crucial focar em corrigir as desigualdades existentes na cobertura. Isso requer uma abordagem abrangente para mapear a cobertura, custos e qualidade dos serviços de saúde, identificando quais grupos populacionais estão excluídos. Ir além do acesso e dos custos é essencial para o progresso da cobertura e para garantir que ninguém seja deixado para trás.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.thelancet.com/action/showPdf?pii=S2214-109X%2824%2900040-8">artigo na integra</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/a-cobertura-universal-de-saude-nos-paises-de-baixa-renda/">A Cobertura Universal de Saúde nos países de baixa renda</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Investimentos em saúde, lazer e segurança no trabalho melhoram qualidade de vida de funcionários de hospital</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/investimentos-em-saude-lazer-e-seguranca-no-trabalho-melhoram-qualidade-de-vida-de-funcionarios-de-hospital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Oct 2023 11:16:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Gestão hospitalar deve elaborar estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em hospital de São Paulo, uma estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho aumenta a adesão e o estado de saúde dos trabalhadores. A iniciativa, realizada por meio de parcerias entre empresas e operadoras de saúde, baseia-se no foco em três grandes áreas ligadas à qualidade de vida: clínicas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Gestão hospitalar deve elaborar estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-mix-and-match-studio-4227081-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em hospital de São Paulo, uma estratégia para promoção da qualidade de vida dos funcionários no ambiente de trabalho aumenta a adesão e o estado de saúde dos trabalhadores. A iniciativa, realizada por meio de parcerias entre empresas e operadoras de saúde, baseia-se no foco em três grandes áreas ligadas à qualidade de vida: clínicas de atendimento, áreas destinadas ao lazer e gestão da segurança do trabalho. O programa tem gerado resultados positivos: os funcionários participam ativamente das iniciativas e há redução significativa do comportamento sedentário e do estresse, por exemplo.</p>
<p>A análise está em artigo publicado na “Revista Brasileira de Saúde Suplementar” (RBSS) pelos pesquisadores da FGV EAESP, Alberto José Niituma Ogata e Ana Maria Malik, em colaboração com o gestor de saúde Leonardo Piovesan Mendonça. Para investigar a implementação de programas de bem-estar dos trabalhadores nas empresas, os autores realizaram um estudo de caso analisando a iniciativa de promoção de saúde do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), em São Paulo, em parceria com operadoras de saúde, bem como suas ferramentas e resultados.</p>
<h2>Gestão hospitalar pode incentivar prática de exercícios físicos e alimentação saudável dos trabalhadores</h2>
<p>O chamado Programa Bem-Estar (PBE) foi implementado em 2011 com o objetivo de investir em estruturas de <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/relacoes-pessoais-e-impacto-social-do-trabalho-sao-essenciais-para-o-bem-estar-de-profissionais-da-enfermagem/">promoção da saúde do trabalhador no ambiente de trabalho</a>. Dentre os recursos oferecidos pelo programa estão diversas modalidades de exercícios físicos, como academias de ginástica, atendimento médico próprio ao trabalhador e treinamentos relacionados à segurança do trabalho, como simulados de combate a incêndios. Além das atividades, o programa oferece um sistema de incentivos que auxilia na adesão dos funcionários. Ao manter vacinas e exames médicos em dia, por exemplo, os funcionários acumulam pontos que podem ser revertidos em uma porcentagem de sua remuneração.</p>
<p>Os autores apontam que mais de 98% dos funcionários participam da iniciativa, com as taxas de adesão às atividades físicas chegando a 90%. Além da redução de comportamentos sedentários, também houve melhora significativa na alimentação dos funcionários e na economia com custos de planos de saúde: entre 2016 e 2018, por exemplo, houve uma redução de 30% nos custos médicos em usuários de academia de ginástica. Vale destacar que a iniciativa tornou-se referência na área, acumulando prêmios nacionais e mundiais em programas de qualidade de vida.</p>
<p><a href="https://rbss.org.br/index.php/RBSS/article/view/4/5">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gestão das vacinas na pandemia trouxe novos insights sobre governança e mercado em questões de saúde</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/economia-politica/gestao-das-vacinas-na-pandemia-trouxe-novos-insights-sobre-governanca-e-mercado-em-questoes-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2023 11:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia política]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[gestão da pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[questões sobre vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=3393</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="cientista com jaleco branco manipula amostras em laboratório" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Durante a pandemia de Covid-19, as vacinas desempenharam um importante papel no controle da emergência de saúde mundial. Ultrapassando as esferas da ciência e da saúde, no entanto, o fenômeno foi atravessado por dimensões políticas e econômicas, que tornaram os processos de produção e distribuição de vacinas um ponto chave na compreensão das complexas relações [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/economia-politica/gestao-das-vacinas-na-pandemia-trouxe-novos-insights-sobre-governanca-e-mercado-em-questoes-de-saude/">Gestão das vacinas na pandemia trouxe novos insights sobre governança e mercado em questões de saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="cientista com jaleco branco manipula amostras em laboratório" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/09/pexels-polina-tankilevitch-3735747-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Durante a pandemia de Covid-19, as vacinas desempenharam um importante papel no controle da emergência de saúde mundial. Ultrapassando as esferas da ciência e da saúde, no entanto, o fenômeno foi atravessado por dimensões políticas e econômicas, que tornaram os processos de produção e distribuição de vacinas um ponto chave na compreensão das complexas relações entre gestão, mercado e problemas de saúde globais.</p>
<p>A reflexão é feita por Elize Massard da Fonseca, pesquisadora da FGV EAESP, em conjunto com demais autores, em texto de abertura para a edição especial de economia política das vacinas da revista &#8220;Journal of Health Politics, Policy and Law&#8221;. A edição reúne estudos de pesquisadores de diferentes regiões do mundo e sob diferentes aspectos da política envolvida nas vacinas.</p>
<p>Questões que colocam em conflito a autoridade pública e os interesses privados, como a necessidade de investimentos em pesquisa científica, por exemplo, tornam as vacinas um importante estudo de caso para especialistas que investigam aspectos da economia política. A situação indica, por exemplo, que considerar perspectivas políticas e econômicas ao tratar de problemas da área da saúde ajuda os tomadores de decisões a formularem políticas para enfrentar esses desafios de forma mais assertiva, ressaltam os autores.</p>
<p>Os pesquisadores também apontam para uma nova tendência trazida pela pandemia ao campo da economia política. Conhecida como <i>marketcraft</i>, estratégia pela qual ações estatais moldam o mercado com o objetivo de atender a interesses políticos específicos, como o fomento a parcerias com indústrias, traz benefícios à economia em tempos como esses.</p>
<p>Os autores ainda apontam que a economia política deve ser pensada em paralelo a políticas sociais e de saúde: as duas esferas se complementam e, juntas, fornecem maior compreensão ao estudo uma da outra, bem como à gestão de crises como a pandemia de Covid-19.</p>
<p><a href="https://read.dukeupress.edu/jhppl/article/doi/10.1215/03616878-10910797/381114/The-Political-Economy-of-Vaccines-During-the-COVID">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Pandemia intensificou desigualdades na saúde e educação entre diferentes regiões do Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/desigualdades-regionais-saude-educacao-pandemia-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 11:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[assistência social]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdades regionais]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Inação do governo federal na saúde e na educação sobrecarregou estados e municípios, exacerbando desigualdades regionais, diz estudo da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diante da ausência de ações do governo federal para administrar os efeitos da pandemia na saúde e na educação brasileiras, medidas emergenciais foram assumidas por estados e municípios, o que exacerbou desigualdades regionais. Ainda que os primeiros casos tenham sido registrados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a taxa de mortalidade por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Inação do governo federal na saúde e na educação sobrecarregou estados e municípios, exacerbando desigualdades regionais, diz estudo da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/giovanni-gagliardi-fvT3t9iOaJI-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Diante da ausência de ações do governo federal para administrar os efeitos da pandemia na saúde e na educação brasileiras, <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/pandemia-acentuou-resposta-nacional-descoordenada-em-politicas-de-assistencia-social-e-educacao/">medidas emergenciais foram assumidas por estados e municípios</a>, o que exacerbou desigualdades regionais. Ainda que os primeiros casos tenham sido registrados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a taxa de mortalidade por Covid-19, por exemplo, cresceu rapidamente em estados com maior vulnerabilidade socioeconômica, principalmente nas regiões Norte e Nordeste.</p>
<p>Os apontamentos estão em capítulo da pesquisadora da FGV EAESP Elize Massard da Fonseca e colaboradores publicado no livro “<a href="https://link.springer.com/book/10.1007/978-3-031-22219-1#about-this-book">The Coronavirus Pandemic and Inequality</a>”. Através de revisão de literatura, os autores refletem sobre a resposta brasileira durante a pandemia em três diferentes áreas: saúde, educação e assistência social.</p>
<p>Os pesquisadores destacam que a desarticulação nacional das políticas educacionais verificada a partir de 2019 prejudicou as estratégias durante a pandemia, visto que o governo federal não estabeleceu regulamentação nacional diante do fechamento de escolas e não adotou ações para diminuir as desigualdades nessa área. Alguns estados, como São Paulo, conseguiram implementar medidas inovadoras, como a transmissão de conteúdo pela TV e internet. Porém, estados com capacidades fiscal e administrativa reduzidas sequer conseguiram articular estratégias de ensino à distância, que demandam infraestrutura inexistente nesses locais.</p>
<p>Após demanda do Congresso, o governo federal adotou como política socioeconômica para responder à pandemia o pagamento do Auxílio Emergencial a famílias de baixa renda e trabalhadores informais. Ainda é cedo para entender o impacto do Auxílio Emergencial na redução da pobreza e da desigualdade, ressalta o capítulo, mas os autores observam que nos primeiros três trimestres de 2021, após a suspensão do benefício, havia um número maior de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza do que nos anos pré-pandemia.</p>
<p>O capítulo sublinha que as desigualdades socioeconômicas verificadas no período contribuem também para a manutenção das desigualdades raciais no país. Embora as taxas de incidência de Covid-19 tenham sido maiores entre a população branca, por exemplo, a população negra em todas as regiões do país sofreu maior letalidade e maior risco de morte em comparação aos brancos. Por outro lado, em relação à vacinação, o texto observa que a cobertura da atenção primária à saúde contribuiu para um acesso mais equitativo aos imunizantes nos municípios mais vulneráveis.</p>
<p><a href="https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-031-22219-1_4">Confira o capítulo na íntegra</a></p>
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		<title>Em carta publicada na Science, professor da FGV e autoridades enumeram desafios das políticas de saúde no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/carta-science-saude-desafios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 11:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[carta na science]]></category>
		<category><![CDATA[políticas de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/online-marketing-hIgeoQjS_iE-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/online-marketing-hIgeoQjS_iE-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/online-marketing-hIgeoQjS_iE-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/online-marketing-hIgeoQjS_iE-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/online-marketing-hIgeoQjS_iE-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O atual governo deve fortalecer a governança e o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). Aprimorar os serviços de atenção primária e promover uma equilibrada distribuição geográfica de recursos humanos são algumas das medidas fundamentais para iniciar a recuperação, nos próximos anos, das capacidades e da infraestrutura de saúde no Brasil. A avaliação está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/online-marketing-hIgeoQjS_iE-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/online-marketing-hIgeoQjS_iE-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/online-marketing-hIgeoQjS_iE-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/online-marketing-hIgeoQjS_iE-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/05/online-marketing-hIgeoQjS_iE-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O atual governo deve fortalecer a governança e o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). Aprimorar os serviços de atenção primária e promover uma equilibrada distribuição geográfica de recursos humanos são algumas das medidas fundamentais para iniciar a recuperação, nos próximos anos, das capacidades e da infraestrutura de saúde no Brasil.</p>
<p>A avaliação está em carta publicada na revista Science no dia 14 de abril de 2023 pelo coordenador do Centro de Pesquisa e Planejamento em Saúde da FGV EAESP, Adriano Massuda, com a ministra da Saúde, Nísia Trindade, os ex-ministros da pasta Arthur Chioro, José Gomes Temporão, Humberto Costa e Alexandre Padilha, e a pesquisadora da Universidade de Harvard Marcia Castro.</p>
<p>Os autores identificam retrocessos que atingiram o SUS nos últimos sete anos, como a queda da cobertura vacinal e o crescimento da mortalidade materna e de hospitalizações de crianças por desnutrição causada pela fome, que hoje atinge 33 milhões de brasileiros. A carta também destaca que o período foi marcado por limitações do sistema de saúde desde a imposição de medidas de austeridade em 2016, por uma resposta inadequada à pandemia de Covid-19 e pelo arrefecimento da crise humanitária entre os indígenas Yanomami, vinculada à destruição ambiental.</p>
<p>O próximo passo para recuperar a saúde brasileira, segundo os especialistas, é reduzir os altos índices de morbidade e mortalidade da população. “Essa meta deve incluir o aumento da cobertura vacinal, a redução da fila de espera para atendimento especializado e a reorganização da atenção à saúde de indígenas, crianças, adolescentes e mulheres. Melhorar a vigilância da saúde também melhorará a resposta do sistema de saúde às emergências”, avaliam.</p>
<p><a href="https://www.science.org/doi/10.1126/science.adh1254">Confira a carta na íntegra</a></p>
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		<title>Retorno ao trabalho presencial traz mais bem-estar psicológico a homens e funcionários em tempo integral na empresa</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/retorno-ao-trabalho-presencial-traz-mais-bem-estar-psicologico-a-homens-e-funcionarios-em-tempo-integral-na-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 13:18:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />No retorno a atividades de trabalho presenciais durante a pandemia de Covid-19, a prevalência de bem-estar entre funcionários homens foi de 71%, índice significativamente maior do que entre mulheres. Neste grupo,  o predomínio do bem-estar adequado foi de apenas 56%, o que pode estar relacionado à maior exposição das mulheres a situações de risco e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-the-coach-space-2977547-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>No retorno a atividades de trabalho presenciais durante a pandemia de Covid-19, a prevalência de bem-estar entre funcionários homens foi de 71%, índice significativamente maior do que entre mulheres. Neste grupo,  o predomínio do bem-estar adequado foi de apenas 56%, o que pode estar relacionado à maior exposição das mulheres a situações de risco e estresse, como sobrecarga de trabalho e acúmulo do cuidado com a família, e à ocorrência de transtornos como ansiedade e depressão. A constatação é de artigo com participação dos pesquisadores da FGV EAESP Alberto José Niituma Ogata e Ana Maria Malik publicado na revista “Journal of Occupational and Environmental Medicine”.</p>
<p>Os autores aplicaram questionário online a 2241 trabalhadores de nove empresas brasileiras dos setores de indústria e construção entre outubro e novembro de 2021. O bem-estar psicológico dos participantes foi avaliado de acordo com o Índice de Bem-Estar da Organização Mundial da Saúde considerando as características sociodemográficas, laborais e as condições de saúde dos trabalhadores da amostra. Do total de participantes da pesquisa, 63.15% apresentaram bem-estar adequado.</p>
<p>Trabalhadores das equipes de limpeza, manutenção ou segurança relataram maior prevalência de bem-estar adequado, de 85%. O menor índice, 57%, foi registrado entre os trabalhadores administrativos. Com relação ao regime de trabalho, as chances de bem-estar adequado foram maiores entre os funcionários que atuavam em tempo integral na empresa, com 74% de prevalência, do que entre aqueles exclusivamente em teletrabalho (57%), em regime híbrido (60%) ou em licença temporária, (33%). Entre as possíveis explicações para esse resultado, segundo os autores, estão a pouca oportunidade de socialização e os longos períodos de exposição às telas.</p>
<p>Trabalhadores nas faixas etárias de 40 a 49 anos e acima de 50 anos tiveram bem-estar adequado significativamente maior do que aqueles com menos de 30 anos. A prevalência de bem-estar adequado entre os primeiros foi de, respectivamente, 67% e 76%, contra 53% entre os mais jovens. Segundo a literatura da área, menores índices de bem-estar entre a população mais jovem podem estar relacionados ao aumento da ansiedade, às poucas atividades de lazer e às incertezas sobre o futuro diante da superexposição às informações sobre a Covid-19.</p>
<p><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36728099/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Mais da metade dos municípios brasileiros participam de cooperações intermunicipais na área de saúde</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/mais-da-metade-dos-municipios-brasileiros-participam-de-cooperacoes-intermunicipais-na-area-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2023 18:03:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[arranjo]]></category>
		<category><![CDATA[consórcio]]></category>
		<category><![CDATA[cooperação intermunicipal]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=3064</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-evg-kowalievska-1170979-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-evg-kowalievska-1170979-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-evg-kowalievska-1170979-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-evg-kowalievska-1170979-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-evg-kowalievska-1170979-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Regras rígidas de transferência de recursos federais podem estimular as cooperações intermunicipais na área de saúde, segundo artigo publicado na revista “Public Organization Review”. Em 2019, 2923 municípios brasileiros participaram de consórcios públicos na área de saúde, enquanto apenas 436 municípios estiveram envolvidos em arranjos do tipo na área de educação, escrevem os pesquisadores da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-evg-kowalievska-1170979-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-evg-kowalievska-1170979-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-evg-kowalievska-1170979-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-evg-kowalievska-1170979-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-evg-kowalievska-1170979-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Regras rígidas de transferência de recursos federais podem estimular as cooperações intermunicipais na área de saúde, segundo artigo publicado na revista “Public Organization Review”. Em 2019, 2923 municípios brasileiros participaram de consórcios públicos na área de saúde, enquanto apenas 436 municípios estiveram envolvidos em arranjos do tipo na área de educação, escrevem os pesquisadores da FGV EAESP Eduardo Grin e Gustavo Fernandes.</p>
<p>O estudo busca medir a probabilidade de os municípios brasileiros participarem de <a href="https://www.impacto.blog.br/sem-categoria/gestao-publica-educacao-cooperacao-intermunicipal/">cooperações nas áreas de saúde e educação</a>. Para compor as variáveis levadas em consideração, os autores utilizam dados como os da Pesquisa de Informações Básicas Municipais do Instituto Brasileiro de Estatística (IBGE) referente aos anos de 2011, 2015 e 2019, do Ministério da Educação e do Ministério da Saúde, além de informações financeiras organizadas pelo Tesouro Federal.</p>
<h2>Cooperações intermunicipais na saúde: pré-requisitos do SUS motivam arranjos</h2>
<p>Sem uma organização política nacional e unificada na área de educação, a gerência do governo federal sobre os municípios é mais fraca do que a política de saúde, explica o artigo. Apesar de o Plano Municipal de Educação ser uma obrigatoriedade desde 2014, fundo ou conselho de educação não são exigências federais para as transferências de recursos, que consideram um valor per capita de gastos por aluno.</p>
<p>Já a adesão dos municípios ao Sistema Único de Saúde depende de plano, fundo e conselho municipal estabelecidos, o que incentiva arranjos cooperativos entre os municípios que precisam se adequar aos pré-requisitos para receber os aportes do Fundo Nacional de Saúde. Os subsídios federais para a saúde contribuem para as cooperações intermunicipais especialmente em cidades menores e com economias mais frágeis, completa o artigo.</p>
<p><a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s11115-022-00664-3">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/mais-da-metade-dos-municipios-brasileiros-participam-de-cooperacoes-intermunicipais-na-area-de-saude/">Mais da metade dos municípios brasileiros participam de cooperações intermunicipais na área de saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Oito em cada dez municípios de fronteira têm baixo desempenho em saúde</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/oito-em-cada-dez-municipios-de-fronteira-tem-baixo-desempenho-em-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Feb 2023 16:32:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[abasteciemnto de água]]></category>
		<category><![CDATA[coleta e resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[municípios]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de mortalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />De 557 municípios da Faixa de Fronteira brasileira, 453 possuem baixo desempenho em indicadores de saúde. Quanto aos indicadores de meio ambiente, 299 municípios têm desempenho mediano. Os apontamentos são de artigo com a participação do pesquisador da FGV EAESP Marco Antonio Catussi Paschoalotto publicado na revista “Ambiente &#38; Sociedade”. Os autores analisaram indicadores de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/1150mc034-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>De 557 municípios da Faixa de Fronteira brasileira, 453 possuem baixo desempenho em indicadores de saúde. Quanto aos indicadores de meio ambiente, 299 municípios têm desempenho mediano. Os apontamentos são de artigo com a participação do pesquisador da FGV EAESP Marco Antonio Catussi Paschoalotto publicado na revista “Ambiente &amp; Sociedade”.</p>
<p>Os autores analisaram indicadores de saúde e meio ambiente de 557 dos 588 municípios brasileiros que compõem a Faixa de Fronteira nacional. A partir dos dados, relativos ao ano de 2016, criaram dois índices, um para saúde e outro para meio ambiente.</p>
<p>O artigo compara os dados de três sub-regiões: arco Norte (Amapá, Pará, Roraima, Amazonas e Acre); arco Central (Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul); e arco Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). O arco Central tem a melhor média de atendimento total de água e de cobertura de coleta de resíduos e o menor número de acidentes com animais peçonhentos. O arco Sul tem a menor média de perdas na distribuição de água e menos óbitos de causas evitáveis entre crianças com menos de cinco anos.</p>
<p>Já o arco Norte tem os piores indicadores relacionados ao meio ambiente, destacam os autores, como baixo nível de atendimento total de água e de cobertura de coleta de resíduos. O arco Norte também possui número maior de municípios com baixo desempenho na área da saúde, como maiores taxas de óbitos de causas evitáveis entre crianças com menos de cinco anos, o que pode ser explicado por uma infraestrutura socioeconômica mais precária da região.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/asoc/a/6B3qSxgrzQrKwfhnFCJdV4C/?format=pdf&amp;lang=pt">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/oito-em-cada-dez-municipios-de-fronteira-tem-baixo-desempenho-em-saude/">Oito em cada dez municípios de fronteira têm baixo desempenho em saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Integração de alimentação saudável e outros hábitos à prática de esportes gera experiência de consumo mais ampla e benefícios mais duradouros</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/consumo-integracao-de-alimentacao-saudavel-e-outros-habitos-a-pratica-de-esportes-gera-experiencia-mais-ampla-e-beneficios-mais-duradouros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 11:06:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[corrida]]></category>
		<category><![CDATA[hábito]]></category>
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		<category><![CDATA[ritmos globais]]></category>
		<category><![CDATA[rotina]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A experiência em atividades físicas como corrida e natação são práticas de consumo que, em conjunto com outras práticas, ordenam a vida cotidiana. No caso de praticantes de esportes, a rotina é delimitada por uma orquestração de práticas, como a realização de exercícios complementares para manter o desempenho e a alimentação saudável, por exemplo. Portanto, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/fitsum-admasu-oGv9xIl7DkY-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A experiência em atividades físicas como corrida e natação são práticas de consumo que, em conjunto com outras práticas, ordenam a vida cotidiana. No caso de praticantes de esportes, a rotina é delimitada por uma orquestração de práticas, como a realização de exercícios complementares para manter o desempenho e a alimentação saudável, por exemplo. Portanto, as práticas recorrentes e associadas ao objetivo principal geram uma experiência temporal mais ampla, ou seja, seus efeitos e benefícios são duradouros.</p>
<p>A constatação é de artigo dos pesquisadores da FGV EAESP Benjamin Rosenthal e Eliane Pereira Zamith Brito publicado na revista “Marketing Theory”. Os pesquisadores realizaram 25 entrevistas com 15 corredores e 10 nadadores que vivem em São Paulo e praticam essas atividades há mais de dois anos. Um dos autores também utilizou a observação participante em seu ambiente de prática de atividade física para interpretar os dados das entrevistas.</p>
<p>Os autores propõem o conceito de ritmos globais de práticas de consumo para se referir à integração de hábitos de consumo. Assim, o desalinhamento das práticas está associado a uma “arritmia”, constatada no relato de nadadores ou corredores que sentem irritação, ansiedade ou cansaço após períodos sem realizar atividades físicas.</p>
<p>Além do benefício pessoal, essas práticas estão relacionadas com o envolvimento social. No caso dos esportes estudados, o pertencimento a uma comunidade de atletas impacta diretamente na experiência dos praticantes, que relatam identificação com pessoas jovens, saudáveis e alegres. Os pesquisadores apontam que os ritmos globais podem contribuir para a literatura sobre a formação de valor das experiências recorrentes de consumo, e podem ser úteis para entender práticas que ocorrem no cotidiano dos espaços urbanos.</p>
<p><a href="https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/14705931221081161">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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