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	<title>Arquivos stakeholders - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos stakeholders - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<item>
		<title>A Influência dos Stakeholders na Administração Pública</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/a-influencia-dos-stakeholders-na-administracao-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 13:58:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[análise bibliométrica]]></category>
		<category><![CDATA[governança colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[legitimidade organizacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/A-influencia-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/A-influencia-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/A-influencia-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/A-influencia.png 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A Teoria dos Stakeholders, originalmente concebida para o setor empresarial, tem sido amplamente aplicada ao setor público desde os anos 1980. Na Administração Pública, ela se mostra essencial para compreender como os relacionamentos com diversos grupos afetam a legitimidade e o desempenho organizacional. O conceito de stakeholders envolve qualquer grupo ou indivíduo que possa influenciar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/A-influencia-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/A-influencia-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/A-influencia-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/12/A-influencia.png 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A Teoria dos Stakeholders, originalmente concebida para o setor empresarial, tem sido amplamente aplicada ao setor público desde os anos 1980. Na Administração Pública, ela se mostra essencial para compreender como os relacionamentos com diversos grupos afetam a legitimidade e o desempenho organizacional. O conceito de stakeholders envolve qualquer grupo ou indivíduo que possa influenciar ou ser influenciado pela realização dos objetivos da organização. Portanto, esta revisão tem como objetivo investigar como a Administração Pública adota a Teoria dos Stakeholders e quais bases teóricas sustentam seu desenvolvimento.</p>
<p><a href="https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/14719037.2024.2323170">Os pesquisadores Ricardo Corrêa Gomes, Erika Lisboa, Greici Sarturi e Gustavo Mirapalheta conduziram a pesquisa e a publicaram na <em>Public Management Review</em></a>. Utilizando o banco de dados Clarivate Web of Science, pesquisadores analisaram mais de 2 mil artigos relacionados à Administração Pública que mencionavam o termo &#8220;stakeholder&#8221;. Assim, a metodologia incluiu uma análise bibliométrica para identificar autores, fontes e referências mais relevantes, e uma análise lexical para examinar o contexto de uso dessas referências.</p>
<h2>Os resultados indicam que a teoria dos stakeholders na administração pública está baseada em quatro pilares principais.</h2>
<p>Esses pilares são: governança colaborativa, relevância dos stakeholders, legitimidade e problemas de políticas maliciosas. A governança colaborativa, em particular, destacou-se como um framework teórico que defende a participação ativa dos stakeholders na formulação e implementação de políticas públicas. Sendo assim, isso implica que os stakeholders não apenas legitimam o processo, mas também desempenham um papel ativo nas decisões.</p>
<p>Além disso, a relevância dos stakeholders foi outro aspecto crucial na análise dos pesquisadores. A influência de um stakeholder depende do seu interesse nos objetivos da organização e da sua capacidade de impactar o desempenho organizacional. Logo, esse conceito é especialmente importante para a administração pública, pois o engajamento adequado dos stakeholders pode determinar o sucesso ou fracasso de políticas públicas.</p>
<p>Por fim, a pesquisa conclui que, na Administração Pública, a Teoria dos Stakeholders evoluiu de um enfoque em desempenho organizacional para uma ferramenta crucial na formulação de políticas públicas. Além disso, as pressões institucionais externas, como legitimidade e governança colaborativa, desempenham um papel fundamental ao determinar quais stakeholders são mais influentes. A análise também mostrou que a literatura se concentra mais em questões de políticas públicas do que em gestão estratégica. Isso sugere que a Teoria dos Stakeholders no setor público é mais relevante para a criação de valor coletivo e justiça social.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/14719037.2024.2323170">artigo na integra.</a></p>
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		<title>Abordagem conceitual que conecta água, energia e alimentos permite gestão ambiental mais sustentável</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/nexo-agua-energia-alimentos-politicas-sustentaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 11:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[stakeholders]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[water-food-energy nexus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="nexo água-emergia-alimentos" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diante do contexto global de crises climáticas e escassez de recursos, o nexo água-energia-alimentos (water-food-energy, WEF na sigla em inglês) &#8211; abordagem que integra questões que envolvem esses temas &#8211; vêm se tornando um princípio chave na elaboração de pesquisas e políticas mais sustentáveis. A ferramenta é valiosa para entender como as diferentes esferas envolvidas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="nexo água-emergia-alimentos" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-aerea-de-um-rio-cercado-por-ilhas-cobertas-de-vegetacao-sob-a-luz-solar-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Diante do contexto global de crises climáticas e escassez de recursos, o nexo água-energia-alimentos (<i>water-food-energy</i>, WEF na sigla em inglês) &#8211; abordagem que integra questões que envolvem esses temas &#8211; vêm se tornando um princípio chave na elaboração de pesquisas e políticas mais sustentáveis. A ferramenta é valiosa para entender como as diferentes esferas envolvidas interagem entre si e informar decisões no contexto da governança ambiental. Aos poucos, se torna mais integrativa e completa, permitindo que as instituições possam formular soluções mais eficazes para lidar com os desafios em torno do tema.</p>
<p>A reflexão está em artigo publicado pelos pesquisadores da FGV EAESP Rodrigo Augusto Bellezoni e Jose Antonio Puppim de Oliveira, com colaboradores, na revista “<i>Frontiers in Water”</i>. Para entender como o nexo e suas aplicações evoluíram ao longo do tempo, os autores levantaram 681 estudos sobre o tema na base de dados Scopus, sem intervalo de tempo determinado, e identificaram os principais tópicos abordados em cada fase. Eles definiram cinco períodos de análise: 2012 a 2016, 2017 a 2018, 2019, 2020 e 2021.</p>
<p>Dentre os cinco intervalos analisados, os autores identificaram que, de forma geral, o debate do nexo passou de um âmbito rural &#8211; com a preocupação com a gestão de recursos hídricos, agricultura sustentável e produção de biocombustíveis, por exemplo &#8211; para o contexto urbano, com a implementação de políticas públicas baseadas no nexo e preocupações relacionadas à redução de poluição e consumo em processos industriais e infraestrutura de cidades, por exemplo.</p>
<h2>Contribuições do nexo água-energia-alimentos para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</h2>
<p>Mais recentemente, as discussões têm se centrado em torno dos desafios relacionados às mudanças climáticas e o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, por exemplo. Essas transformações indicam que pesquisadores e tomadores de decisão têm ampliado a abordagem WEF para atender a demandas cada vez mais interligadas entre si no contexto água-energia-alimentos, bem como orientar a gestão de recursos, políticas e programas ambientais pelos governos e autoridades.</p>
<p>Apesar da maior integração dos conceitos entre si, a capacidade limitada das instituições governamentais &#8211; que apresentam restrições de orçamento, por exemplo &#8211; dificultam a implementação dos objetivos relacionados ao WEF. No caso do Brasil, os pesquisadores ressaltam que as estruturas governamentais, que são fragmentadas, não priorizam os desafios do nexo. Além disso, os autores também destacam que a participação de vários grupos de interesse &#8211; os <i>stakeholders</i> &#8211; é essencial para que aconteça a alocação de recursos de forma sustentável nos governos.</p>
<p><a href="https://www.frontiersin.org/journals/water/articles/10.3389/frwa.2022.859891/full">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<item>
		<title>Integrar fatores sociais a objetivos de negócio é estratégia de multinacionais para atender a demandas globais de sustentabilidade</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/integrar-fatores-sociais-a-objetivos-de-negocio-e-estrategia-de-multinacionais-para-atender-a-demandas-globais-de-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 11:25:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[capacidade dinâmica]]></category>
		<category><![CDATA[gestores]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[parcerias]]></category>
		<category><![CDATA[stakeholders]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-alena-koval-886521-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-alena-koval-886521-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-alena-koval-886521-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-alena-koval-886521-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-alena-koval-886521-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Para lidar com o cenário de mudanças constantes no ambiente de negócios e pressões de diferentes partes interessadas, empresas desenvolvem estratégias que integram seus objetivos de negócio a princípios sociais e ambientais. Mecanismos de monitoramento de demandas e promoção de parcerias com diferentes grupos de interesse, ou stakeholders &#8211; organizações não governamentais, agências reguladoras, governos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/integrar-fatores-sociais-a-objetivos-de-negocio-e-estrategia-de-multinacionais-para-atender-a-demandas-globais-de-sustentabilidade/">Integrar fatores sociais a objetivos de negócio é estratégia de multinacionais para atender a demandas globais de sustentabilidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-alena-koval-886521-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-alena-koval-886521-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-alena-koval-886521-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-alena-koval-886521-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-alena-koval-886521-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Para lidar com o cenário de mudanças constantes no ambiente de negócios e pressões de diferentes partes interessadas, empresas desenvolvem estratégias que integram seus objetivos de negócio a princípios sociais e ambientais. Mecanismos de monitoramento de demandas e promoção de parcerias com diferentes grupos de interesse, ou <i>stakeholders </i>&#8211; organizações não governamentais, agências reguladoras, governos e comunidades locais, por exemplo &#8211; são implementados de forma a corresponder às transformações mundiais em aspectos políticos e sociais, além de garantir vantagens competitivas no mercado.</p>
<p>É o que mostra artigo publicado na “Revista de Administração de Empresas” (RAE) pelas pesquisadoras da FGV EAESP Marina Amado Bahia Gama e Maria Tereza Leme Fleury, em colaboração com o pesquisador Pablo Leão. Para analisar como as companhias implementam estratégias sociais em seus negócios, os autores realizaram um estudo de caso múltiplo com quatro multinacionais brasileiras do setor de papel e celulose. Buscando entender o posicionamento de cada organização, foram realizadas entrevistas com gestores das empresas e diferentes <i>stakeholders</i>, no período de novembro de 2018 a dezembro de 2020.</p>
<h2>Sustentabilidade: oportunidade para a adaptação das empresas</h2>
<p>Segundo o estudo, a habilidade de uma organização em modificar recursos para atender a demandas do ambiente é conhecida como <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/inovacao-sustentabilidade-economia-circular/">capacidade dinâmica</a> (CD) e vem sendo mobilizada também para corresponder a agendas políticas e sociais. No setor de papel e celulose, gestores usam a CD para detectar problemas e oportunidades no âmbito social a partir de práticas como a elaboração de canais de comunicação com <i>stakeholders</i> para receber demandas e dialogar com esses atores. A partir daí, as empresas criam parcerias e programas com governos, comunidades locais e organizações sem fins lucrativos de forma a engajar e criar relacionamentos positivos com esses grupos. Também regulam sua atividade ao se manterem em dia com critérios de sustentabilidade e certificações ambientais, por exemplo.</p>
<p>Os pesquisadores ainda destacam como as companhias têm aproveitado o cenário para explorar as oportunidades de serem sustentáveis, e não só gerar lucro pela atividade principal da empresa. Exemplos práticos mencionados pelos gestores são a redução do endividamento em nível histórico e a diminuição do prazo para cumprirem com objetivos sociais &#8211; como a remoção de carbono da atmosfera &#8211; causados pelo alinhamento com metas ambientais. Por último, as mudanças na agenda social dependem de uma estrutura organizacional que apoie essas transformações e as posicionem como prioridade da empresa.</p>
<p><a href="https://periodicos.fgv.br/rae/article/view/89764">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/integrar-fatores-sociais-a-objetivos-de-negocio-e-estrategia-de-multinacionais-para-atender-a-demandas-globais-de-sustentabilidade/">Integrar fatores sociais a objetivos de negócio é estratégia de multinacionais para atender a demandas globais de sustentabilidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Iniciativas de responsabilidade social podem impactar reputação, imagem corporativa e relacionamento com stakeholders externos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/iniciativas-de-responsabilidade-social-podem-impactar-reputacao-imagem-corporativa-e-relacionamento-com-stakeholders-externos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2021 12:22:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de operações e logística]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=1936</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-tom-fisk-1427107-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Pesquisa da FGV discute responsabilidade social nas cadeias de abastecimento" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-tom-fisk-1427107-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-tom-fisk-1427107-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-tom-fisk-1427107-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-tom-fisk-1427107-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Apesar da impressão errônea de que as iniciativas de responsabilidade social podem ser custosas, um estudo recente que tem entre seus autores pesquisadores da FGV EAESP mostra que essa percepção não reflete a realidade. Em um artigo publicado no periódico &#8220;Supply Chain Management&#8221;, os autores indicam que empresas com alta performance podem dar foco em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/iniciativas-de-responsabilidade-social-podem-impactar-reputacao-imagem-corporativa-e-relacionamento-com-stakeholders-externos/">Iniciativas de responsabilidade social podem impactar reputação, imagem corporativa e relacionamento com stakeholders externos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-tom-fisk-1427107-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Pesquisa da FGV discute responsabilidade social nas cadeias de abastecimento" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-tom-fisk-1427107-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-tom-fisk-1427107-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-tom-fisk-1427107-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-tom-fisk-1427107-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Apesar da impressão errônea de que as iniciativas de responsabilidade social podem ser custosas, um estudo recente que tem entre seus autores pesquisadores da FGV EAESP mostra que essa percepção não reflete a realidade.</p>
<p>Em um artigo publicado no periódico &#8220;Supply Chain Management&#8221;, os autores indicam que empresas com alta performance podem dar foco em iniciativas de responsabilidade social e alcançar resultados impressionantes. Segundo os dados da pesquisa, organizações que estão moralmente engajadas costumam ter os maiores níveis de <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-de-operacoes-e-logistica/sustentabilidade-etica-cadeia-suprimentos/">iniciativas socialmente responsáveis em suas cadeias de abastecimento</a>. Esses altos níveis alcançados por essas organizações sugerem uma influência na performance de diversas variáveis, como suas reputações e imagens externas.</p>
<p>Além disso, organizações que têm perfis &#8220;dispostos a cooperar&#8221; (<em>willing-to-comply</em>) ou com tendências &#8220;egoístas&#8221; (<em>self-serving</em>) demonstraram diferentes níveis de implementação das iniciativas de responsabilidade social, mas também níveis significantemente diferentes de relação destas ações com a relação com <em>stakeholders</em> externos e com reputação e imagem da corporação.</p>
<h2>Responsabilidade social nas cadeias de abastecimento gera impacto positivo para empresas</h2>
<p>Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores se basearam em pesquisas realizadas em 262 fábricas localizadas em 15 países, comparando as iniciativas socialmente responsáveis em nível nacional (comparando entre os países) e realizando regressões múltiplas para identificar as associações entre desempenho, manufatura e iniciativas socialmente responsáveis.</p>
<p>A partir destas análises, os pesquisadores sugerem que as organizações devem estabelecer um limiar para as iniciativas socialmente responsáveis em suas cadeias de abastecimento se quiserem gerar impactos positivos em variáveis como reputação, imagem e relacionamento com <em>stakeholders</em> externos. &#8220;Os resultados sugerem que essas organizações precisam alcançar um desempenho de qualidade internacional para acumular os benefícios das iniciativas socialmente responsáveis&#8221;, concluem os autores.</p>
<p><a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/SCM-11-2020-0578/full/html">Confira o estudo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/iniciativas-de-responsabilidade-social-podem-impactar-reputacao-imagem-corporativa-e-relacionamento-com-stakeholders-externos/">Iniciativas de responsabilidade social podem impactar reputação, imagem corporativa e relacionamento com stakeholders externos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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