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	<title>Arquivos sustentabilidade - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos sustentabilidade - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Como novas teorias podem transformar a logística e criar valor disruptivo nas cadeias de suprimentos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/valor-disruptivo-cadeias-de-suprimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 11:17:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de operações e logística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/196-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Rede global de logística conectando centros de distribuição e transporte com tecnologia digital" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/196-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/196-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/196-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/03/196-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Nos últimos anos, as cadeias de suprimentos globais passaram a operar em um ambiente marcado por incerteza e mudanças rápidas. Crises sanitárias, conflitos geopolíticos, eventos climáticos extremos e avanços tecnológicos têm provocado interrupções frequentes na logística mundial. Nesse contexto, empresas precisam ir além das estratégias tradicionais baseadas apenas em eficiência. Surge, portanto, um novo debate [&#8230;]</p>
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<p>O estudo foi conduzido por Maciel Queiroz, pesquisador da FGV EAESP, em coautoria com Remko van Hoek e Samuel Fosso Wamba. O artigo encontra-se na revista científica Journal of Business Logistics.</p>
<p>Os autores desenvolveram uma análise conceitual que reúne quinze teorias vindas de diferentes áreas do conhecimento. O objetivo foi criar um conjunto de ferramentas capaz de explicar melhor como tecnologias emergentes, como a inteligência artificial generativa, podem transformar a logística e fortalecer as cadeias de suprimentos. Assim, em vez de utilizar apenas teorias tradicionais da administração, o estudo incorpora perspectivas da sociologia, da ecologia e da ciência de sistemas complexos.</p>
<h1>Por que a logística precisa de novas formas de pensar inovação</h1>
<p>Durante décadas, grande parte das pesquisas em logística concentrou-se na eficiência operacional. Esse foco ajudou empresas a reduzir custos, otimizar rotas e aumentar a produtividade. No entanto, diante de crises cada vez mais frequentes, essas abordagens começam a revelar limitações.</p>
<p>Os autores argumentam que as cadeias de suprimentos atuais funcionam como sistemas complexos, em que tecnologia, pessoas, organizações e recursos naturais estão interligados. Por isso, compreender esses sistemas exige novas lentes teóricas.</p>
<p>Nesse sentido, o estudo apresenta um conjunto de teorias que ajudam a explicar fenômenos pouco explorados na logística. Algumas abordagens indicam que a adoção de tecnologias depende de fatores sociais e culturais. Outras destacam que as cadeias de suprimentos devem ser analisadas como ecossistemas, nos quais decisões econômicas também geram impactos ambientais e sociais.</p>
<p>Além disso, a pesquisa evidencia que o comportamento humano influencia diretamente as decisões logísticas. Ambientes de trabalho muito pressionados, por exemplo, podem reduzir a capacidade de adaptação das equipes e afetar a qualidade das decisões durante crises.</p>
<h2>Valor disruptivo em cadeias de suprimentos</h2>
<p>A partir dessas diferentes perspectivas, os pesquisadores apresentam o conceito de valor disruptivo nas cadeias de suprimentos. Esse conceito descreve a capacidade de criar soluções logísticas que não apenas aumentam a eficiência, mas também fortalecem a adaptabilidade, a inclusão, a resiliência e a integração ecológica.</p>
<p>Na prática, isso significa repensar como projetar e gerir cadeias de suprimentos. Tecnologias digitais, como inteligência artificial, podem ampliar a visibilidade das operações e melhorar a coordenação entre empresas. Dessa forma, torna-se possível reduzir desperdícios e responder mais rapidamente a mudanças na demanda.</p>
<p>Em síntese, a pesquisa mostra que enfrentar os desafios atuais da logística exige mais do que apenas novas ferramentas tecnológicas. É também necessário ampliar as formas de pensar os sistemas de suprimento. Ao integrar diferentes áreas do conhecimento, o estudo aponta caminhos para desenvolver cadeias de suprimentos mais inovadoras, resilientes e alinhadas às demandas ambientais e sociais do século XXI.</p>
<p>Leia <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/jbl.70053">o artigo na íntegra. </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Como reduzir a incerteza nos relatórios de carbono: pesquisa propõe modelo mais preciso para emissões corporativas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-reduzir-a-incerteza-nos-relatorios-de-carbono-pesquisa-propoe-modelo-mais-preciso-para-emissoes-corporativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 11:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2565837287-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Gráfico verde ilustrando como melhorar a precisão dos relatórios de emissões de carbono em empresas." decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2565837287-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2565837287-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2565837287-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2565837287-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A comunicação das emissões de carbono se tornou peça central das práticas de sustentabilidade corporativa. Mais de 75 % do mercado de capitais está sob algum controle de seus compromissos ou resultados em termos de sustentabilidade, e emissões de gases efeito estufa (GEE) é uma das principais demandas dos investidores. À medida que governos, investidores e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2565837287-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Gráfico verde ilustrando como melhorar a precisão dos relatórios de emissões de carbono em empresas." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2565837287-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2565837287-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2565837287-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_2565837287-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A comunicação das emissões de carbono se tornou peça central das práticas de sustentabilidade corporativa. Mais de 75 % do mercado de capitais está sob algum controle de seus compromissos ou resultados em termos de sustentabilidade, e emissões de gases efeito estufa (GEE) é uma das principais demandas dos investidores. À medida que governos, investidores e consumidores cobram mais transparência, cresce também a necessidade de dados confiáveis. No entanto, empresas enfrentam um grande desafio: a imprecisão nos relatórios de carbono. Isso especialmente nas emissões indiretas (Escopo 3), que envolvem fornecedores e clientes ao longo de toda a cadeia de valor.</p>
<p>Essa incerteza, muitas vezes causada por dados incompletos ou inconsistentes, pode comprometer comparações entre empresas e dificultar decisões sustentáveis. Sendo assim, pesquisadores desenvolveram uma metodologia inovadora pioneira para reduzir esses erros e fortalecer a credibilidade dos inventários de carbono.</p>
<p>O estudo — conduzido por José Antonio Puppim (FGV EAESP), Peter Wanke (FGV EBAPE e FGV EAESP), Jorge Antunes (UFRJ) e Yong Tan (Universidade de Bradford) — foi publicado na revista Energy Economics. Os autores aplicaram o modelo em dados de mais de 200 empresas brasileiras que reportaram suas emissões ao Protocolo GHG entre 2017 e 2019.</p>
<p>Portanto, o modelo combina simulações probabilísticas (Monte Carlo) com a lógica fuzzy, uma técnica matemática capaz de lidar com dados ambíguos ou incompletos. Assim, o método trata tanto a aleatoriedade dos números quanto a imprecisão das informações, oferecendo uma análise mais realista dos impactos ambientais corporativos.</p>
<h1>Revelando o impacto da imprecisão nos relatórios de carbono: nova metodologia ajuda empresas a divulgar dados mais confiáveis</h1>
<p>Os pesquisadores observaram que as emissões de Escopo 3 são as mais imprecisas, devido à complexidade das cadeias de suprimentos. Setores com maior pressão regulatória ou voltados à exportação, como agricultura e energia elétrica, tiveram melhor desempenho na qualidade das informações. Porém, áreas como pesquisa e desenvolvimento e imóveis apresentaram maiores lacunas.</p>
<p>Além disso, o modelo mostrou que reduzir a imprecisão nos Escopos 2 e 3 é essencial para melhorar o desempenho ambiental das empresas. Essa precisão maior permite decisões estratégicas mais acertadas e comparações setoriais mais justas.</p>
<p>Para as empresas, o novo arcabouço funciona como uma ferramenta de diagnóstico: identifica áreas com dados incompletos e orienta investimentos em coleta e gestão de informações. Já para reguladores e auditores, ele oferece indicadores objetivos sobre o grau de incerteza nos relatórios, o que contribui para criar políticas e padrões mais eficazes.</p>
<p>Por fim, ao propor um novo modo de lidar com dados imprecisos, a pesquisa avança a agenda de transparência e responsabilidade ambiental, reforçando a importância de decisões baseadas em evidências confiáveis para acelerar o combate às mudanças climáticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1016/j.eneco.2025.108672">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O poder do consumo consciente e bem-estar no dia a dia: o encantamento do consumidor</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/consumo-consciente-e-bem-estar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 11:34:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_1102807955-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Pessoa preparando cosméticos naturais em casa com ingredientes simples, representando o consumo consciente e bem-estar." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_1102807955-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_1102807955-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_1102807955-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_1102807955-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em um mundo acelerado e voltado ao consumo em massa, cresce o interesse das pessoas por práticas que tragam significado e equilíbrio. Essa tendência reflete o movimento do consumo consciente e bem-estar, que valoriza escolhas éticas, sustentáveis e alinhadas aos próprios valores. Mais do que rejeitar o consumo, essa visão propõe uma ampliação de seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_1102807955-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Pessoa preparando cosméticos naturais em casa com ingredientes simples, representando o consumo consciente e bem-estar." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_1102807955-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_1102807955-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_1102807955-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/11/shutterstock_1102807955-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em um mundo acelerado e voltado ao consumo em massa, cresce o interesse das pessoas por práticas que tragam significado e equilíbrio. Essa tendência reflete o movimento do consumo consciente e bem-estar, que valoriza escolhas éticas, sustentáveis e alinhadas aos próprios valores. Mais do que rejeitar o consumo, essa visão propõe uma ampliação de seu significado: o encantamento não vem apenas do prazer momentâneo, mas de uma sensação mais profunda de realização e propósito — o que os pesquisadores chamam de bem-estar eudaimônico. Portanto, essa forma de encantamento cotidiano revela que é possível transformar o ato de consumir em uma experiência de autoconhecimento e conexão com o mundo.</p>
<p>O estudo conduzido por Isabela Carvalho de Morais (UFOP) e Eliane Brito (FGV EAESP), foi publicado na <em>European Journal of Marketing</em>.  A pesquisa, realizada ao longo de sete anos, utilizou netnografia, observação participante, introspecção e entrevistas em profundidade. As autoras buscaram compreender como o fazer pessoal de cosméticos naturais — como hidratantes e desodorantes — pode gerar encantamento, bem-estar e senso de propósito.  Assim, essas práticas realizadas pelos próprios consumidores em casa representam uma forma criativa e autônoma de se relacionar com o consumo, priorizando saúde, sustentabilidade e autenticidade.</p>
<h1>Como o consumo consciente promove bem-estar e propósito no dia a dia</h1>
<p>Os resultados mostram que o encantamento surge quando o consumo é guiado por reflexão, propósito e engajamento ético, e não apenas pelo prazer sensorial imediato. Enquanto o consumo hedônico busca prazer e satisfação momentânea e ao consumismo, o consumo eudaimônico está associado ao florescimento humano, ao esforço criativo e à coerência com os valores pessoais.</p>
<p>Portanto, ao produzir seus próprios cosméticos com ingredientes simples e naturais, os consumidores experimentam autonomia, criatividade e conexão afetiva com os materiais e processos. Essa prática desperta um senso de realização que vai além do produto final — é o processo em si que gera bem-estar e significado.</p>
<h2>O papel da indústria do bem-estar na busca pelo encantamento</h2>
<p>Além disso, o estudo destaca que as empresas podem aprender com essas práticas. Marcas que priorizam transparência na origem dos ingredientes, ética na produção e envolvimento do consumidor constroem relações mais autênticas e duradouras. Ou seja, ao criar espaços de participação — como oficinas, personalização de produtos ou experiências colaborativas —, as organizações ajudam a transformar o consumo em uma fonte de aprendizado e propósito.</p>
<p>Por fim, o artigo propõe um olhar renovado sobre o consumo cotidiano. Em vez de vê-lo apenas como busca por prazer ou crítica ao consumo, ele o apresenta como um caminho de realização e encantamento eudaimônico.  O consumo consciente e bem-estar nasce quando o indivíduo se envolve ativamente na criação do que consome, expressando valores, propósito e autonomia. Ao valorizar o fazer pessoal, consumidores e empresas colaboram para um modelo de consumo mais humano, criativo e sustentável. Ele, sim, é capaz de reencantar o cotidiano e promover um bem-estar profundo e duradouro.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1108/EJM-04-2023-0280">o artigo na íntegra. </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/consumo-consciente-e-bem-estar/">O poder do consumo consciente e bem-estar no dia a dia: o encantamento do consumidor</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sistemas alimentares circulares: soluções para as cidades brasileiras</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/sistemas-alimentares-circulares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 11:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Feira de alimentos sustentáveis como prática da economia circular nas cidades" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A insegurança alimentar afeta milhões de brasileiros, sendo que 83% dos casos graves estão nas cidades. Ao mesmo tempo, toneladas de alimentos são desperdiçadas diariamente, gerando impactos ambientais e sociais. Nesse contexto, os sistemas alimentares circulares aparecem como alternativa ao modelo linear de produzir, consumir e descartar. Essa abordagem busca reaproveitar recursos, reduzir perdas e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Feira de alimentos sustentáveis como prática da economia circular nas cidades" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_2120364896-1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A insegurança alimentar afeta milhões de brasileiros, sendo que 83% dos casos graves estão nas cidades. Ao mesmo tempo, toneladas de alimentos são desperdiçadas diariamente, gerando impactos ambientais e sociais. Nesse contexto, os sistemas alimentares circulares aparecem como alternativa ao modelo linear de produzir, consumir e descartar. Essa abordagem busca reaproveitar recursos, reduzir perdas e criar soluções sustentáveis que conciliem saúde, meio ambiente e justiça social.</p>
<p>Um estudo publicado na Revista RAE por Gustavo Porpino, Carlos Eduardo Lourença (FGV EAESP), Juliana Tangari e Cecília Araújo, analisou como governos locais e diferentes atores podem transformar a alimentação urbana. Foram realizados grupos focais com 44 gestores municipais em cinco cidades: Rio Branco (AC), Santarém (PA), Recife (PE), Maricá (RJ) e Curitiba (PR). Sendo assim, o objetivo foi identificar práticas eficazes, obstáculos e oportunidades para aplicar a economia circular à alimentação.</p>
<h1>Os cinco eixos para implantar sistemas alimentares circulares</h1>
<p>Os resultados destacaram cinco eixos fundamentais para a mudança:</p>
<ul>
<li>Pessoas: capacitar equipes técnicas garante continuidade das ações, mesmo com mudanças políticas.</li>
<li>Gestão da qualidade: mercados e feiras precisam de regras claras para assegurar alimentos seguros e de qualidade.</li>
<li>Visão sistêmica: políticas alimentares devem articular saúde, educação, agricultura, meio ambiente e assistência social.</li>
<li>Governança multinível: cidades precisam dialogar com estados, governo federal e sociedade civil para ampliar parcerias.</li>
<li>Circularidade: transformar resíduos em recursos, com compostagem, biogás e reaproveitamento de alimentos, fecha o ciclo e dá vida nova ao sistema alimentar.</li>
</ul>
<p>Um diferencial da pesquisa foi o uso da teoria dos stakeholders, que propõe considerar os interesses de todos os envolvidos — de agricultores a consumidores, passando por ONGs, governos e empresas. Portanto, essa visão reforça que a transição para sistemas alimentares circulares só terá sucesso com colaboração entre os diferentes atores e corresponsabilidade na execução das políticas.</p>
<p>Além disso, práticas como compostagem de resíduos, redistribuição de alimentos por bancos e feiras, agricultura urbana e empreendedorismo social são estratégias práticas para tornar os sistemas alimentares mais sustentáveis. Essas iniciativas não apenas reduzem o desperdício, mas também ampliam o acesso a alimentos de qualidade, regeneram ecossistemas e ajudam no combate às mudanças climáticas.</p>
<h2>Próximos passos para cidades sustentáveis</h2>
<p>O estudo mostra que os sistemas alimentares circulares não são apenas uma ideia teórica, mas uma estratégia viável para enfrentar a insegurança alimentar e as mudanças climáticas.</p>
<p>Por fim, com planejamento, políticas públicas consistentes e engajamento da sociedade, as cidades podem transformar resíduos em recursos, reduzir desigualdades e garantir um modelo alimentar mais justo e sustentável. Assim, adotar sistemas circulares não é apenas uma opção, mas uma necessidade estratégica para o futuro das cidades brasileiras.</p>
<p>Leia <a href="https://periodicos.fgv.br/rae/article/view/93163">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Fundo Global de Minerais: proposta da ONU e cientistas para garantir a transição verde com justiça e cooperação internacional</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/fundo-global-de-minerais-proposta-da-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 11:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[fundo global de minerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/minerais-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/minerais-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/minerais-75x75.png 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A demanda global por minerais críticos — como lítio, cobalto, níquel e terras raras — cresce rapidamente com o avanço da transição para energias limpas e o uso de tecnologias como baterias, veículos elétricos e inteligência artificial. No entanto, o acesso a esses recursos vitais está cada vez mais marcado por disputas geopolíticas, sanções comerciais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/minerais-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/minerais-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/minerais-75x75.png 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A demanda global por minerais críticos — como lítio, cobalto, níquel e terras raras — cresce rapidamente com o avanço da transição para energias limpas e o uso de tecnologias como baterias, veículos elétricos e inteligência artificial. No entanto, o acesso a esses recursos vitais está cada vez mais marcado por disputas geopolíticas, sanções comerciais e riscos ambientais. Como evitar que os minerais da transição verde se tornem o &#8220;novo petróleo&#8221;, concentrado nas mãos de poucos e motivo de conflito?</p>
<p>Para responder a essa questão urgente, cientistas das Nações Unidas, com participação do professor José A. Puppim de Oliveira, da FGV EAESP, publicaram um artigo na revista Science, propondo a criação de um Fundo Global de Minerais. Essa é uma solução cooperativa para promover a paz, a justiça e a sustentabilidade no comércio desses recursos.</p>
<p>O artigo foi publicado no Policy Forum da revista Science pela equipe da Universidade das Nações Unidas (UNU-INWEH), com coautoria de pesquisadores de diferentes países. A publicação sintetiza evidências e propostas com base em estudos anteriores e experiências internacionais de governança de recursos naturais. Além disso, o texto destaca como o G7 pode liderar a implementação dessa ideia a partir da presidência canadense em 2025.</p>
<h1>Da exploração à cooperação: um novo modelo de governança mineral</h1>
<p>A proposta do Fundo é criar uma plataforma neutra e multilateral para facilitar o comércio de minerais essenciais. Tudo isso com mecanismos de auditoria independentes, transparência nas negociações e respeito à soberania dos países. Portanto, a ideia é garantir preços justos, evitar interrupções politizadas no fornecimento e apoiar os países em desenvolvimento com assistência técnica e acesso à tecnologia verde.</p>
<p>Os países participantes manteriam controle sobre seus recursos, mas se comprometeriam com regras que priorizam o uso desses minerais em tecnologias sustentáveis. Além disso, proíbem seu uso como instrumento de pressão política. O Fundo funcionaria como uma espécie de “bolsa internacional” para minerais. Ela estimula a economia circular, o reaproveitamento e a reciclagem, além de reduzir os danos ambientais da mineração descontrolada.</p>
<h2>Justiça climática e segurança internacional com o Fundo de Minerais</h2>
<p>Com base em modelos já utilizados por organismos como a Agência Internacional de Energia Atômica, o Fundo também serviria como um instrumento de justiça global. Ele garantiria que países produtores recebessem uma compensação justa por seus recursos e pudessem desenvolver indústrias locais para agregar valor aos minerais, contribuindo para seu próprio progresso econômico e ambiental.</p>
<p>Além disso, o Fundo busca prevenir conflitos comerciais, evitar cartéis e proteger cadeias de suprimento vitais para o futuro energético do planeta. Segundo os pesquisadores, é a chance de substituir o modelo extrativista pela administração responsável dos recursos.</p>
<p>Por fim, o Fundo Global de Minerais oferece uma alternativa concreta e viável à fragmentação atual do comércio de minerais. Ao invés de rivalidades geopolíticas e exploração predatória, propõe uma governança baseada em cooperação, justiça e sustentabilidade. Se implementada, a proposta pode garantir que a transição verde seja, de fato, justa — beneficiando não apenas países poderosos, mas toda a humanidade.</p>
<p>Leia <a href="https://www.science.org/doi/10.1126/science.adv9841">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Renegociar contratos com foco na sustentabilidade pode gerar mais que benefícios ambientais</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/renegociar-contratos-com-foco-na-sustentabilidade-pode-gerar-mais-que-beneficios-ambientais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 11:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A contratação pública representa mais de 12% do PIB mundial e, além de movimentar bilhões, tem o potencial de influenciar práticas sustentáveis em escala. Uma nova pesquisa mostra que renegociar contratos públicos com foco em sustentabilidade não só gera impactos ambientais positivos como também reduz conflitos e custos ao longo da execução dos contratos. Isso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/consultoria-com-advogado-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A contratação pública representa mais de 12% do PIB mundial e, além de movimentar bilhões, tem o potencial de influenciar práticas sustentáveis em escala. Uma nova pesquisa mostra que renegociar contratos públicos com foco em sustentabilidade não só gera impactos ambientais positivos como também reduz conflitos e custos ao longo da execução dos contratos. Isso contraria a percepção comum de que renegociar contratos seria sinônimo de má gestão ou aumento de gastos.</p>
<p>O estudo analisou mais de 80 mil modificações em contratos públicos de países da União Europeia entre 2016 e 2021. Os dados vieram do sistema oficial da UE, o Tenders Electronic Daily (TED). O foco foi entender o motivo das renegociações, o tom das interações (mais cooperativas ou conflituosas) e o impacto nos valores dos contratos.</p>
<p>A pesquisa é assinada por Fernando Deodato (FGV EAESP), Carolyn Heinrich, Stéphane Saussier e Mehdi Shiva. Os pesquisadores publicaram na International Journal of Commerce and Contracting e recebeu o prêmio de Melhor Artigo do Ano.</p>
<p>Um dos principais achados foi que as renegociações motivadas por objetivos sustentáveis — como inclusão de critérios ambientais ou sociais — estão ligadas a relações mais cooperativas entre as partes. Em outras palavras, quando os contratos são ajustados para incluir preocupações sustentáveis, o processo tende a ser mais amigável e produtivo.</p>
<h1>Renegociar contratos não é sinônimo de problema — pode ser solução</h1>
<p>Além disso, o estudo não encontrou evidências de que essas renegociações aumentem os custos dos contratos, o que rebate o medo comum de que ações, mesmo que em nome da sustentabilidade, tragam prejuízos ou sejam uma forma de disfarçar má gestão.</p>
<p>O trabalho mostra que renegociar contratos pode ser uma ferramenta legítima para adaptar acordos às exigências atuais de sustentabilidade, especialmente quando há abertura para o diálogo entre governos e empresas. A análise de sentimento aplicada nos dados identificou que renegociações sustentáveis têm maior chance de serem positivas, com menos sinais de conflito.</p>
<h2>O que isso muda na prática?</h2>
<p>As conclusões sugerem que políticas públicas devem olhar para além da fase inicial de contratação. É fundamental acompanhar e adaptar os contratos ao longo da execução, promovendo ajustes sustentáveis quando necessário. Além disso, o estudo também reforça a importância de critérios de julgamento que vão além do menor preço, priorizando propostas com maior valor social ou ambiental.</p>
<p>Apesar dos benefícios identificados, os autores alertam que práticas sustentáveis devem ser reais e monitoradas. Alegações falsas de sustentabilidade — o chamado greenwashing — ainda são um risco. Por isso, a transparência e a clareza dos objetivos sustentáveis nas renegociações são essenciais.</p>
<p>Por fim, a pesquisa amplia o entendimento sobre o papel da contratação pública na agenda sustentável. Mostra que renegociar contratos com esse foco pode, sim, trazer ganhos ambientais e econômicos, ao mesmo tempo que melhora a relação entre as partes envolvidas. Isso abre caminho para que políticas públicas usem a execução contratual como uma ferramenta estratégica de impacto positivo.</p>
<p>Leia <a href="https://journals.sagepub.com/doi/epub/10.1177/20555636231222171">o artigo na integra</a>.</p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Estudo aponta que mercado de carbono europeu está se tornando mais eficiente</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/mercado-de-carbono-europeu-esta-se-tornando-mais-eficiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 11:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A crescente urgência por ações contra as mudanças climáticas tem impulsionado governos e empresas a buscar soluções mais eficazes. Uma das ferramentas que vem ganhando destaque é o mercado de carbono, onde empresas negociam permissões para emitir gases de efeito estufa. Mas, para que esse mercado realmente contribua com a transição para uma economia mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/06/empresarios-que-trabalham-no-grafico-com-varios-recursos-naturais-icone-na-mesa-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A crescente urgência por ações contra as mudanças climáticas tem impulsionado governos e empresas a buscar soluções mais eficazes. Uma das ferramentas que vem ganhando destaque é o mercado de carbono, onde empresas negociam permissões para emitir gases de efeito estufa. Mas, para que esse mercado realmente contribua com a transição para uma economia mais sustentável, é fundamental que funcione de forma eficiente. Ou seja, que os preços reflitam as informações corretas e ajudem empresas a tomar decisões bem fundamentadas.</p>
<p>Publicado na revista Applied Economics, o estudo é assinado pela pesquisadora da FGV EAESP Natalia Diniz-Maganini, em coautoria com Ajith Venugopal e Abdul Rasheed. Os autores analisaram dados diários do índice S&amp;P GSCI Carbon Emission Allowances (EUA) EUR e do índice S&amp;P GSCI de commodities entre 2010 e 2024. Eles utilizaram janelas móveis de sete anos e técnicas da física aplicadas à economia para entender a evolução da eficiência dos preços nesse mercado e como ele se relaciona com o mercado de commodities.</p>
<h1>O mercado de carbono está em evolução para combater as mudanças climáticas</h1>
<p>A principal conclusão do estudo é que o mercado europeu de carbono (EU ETS) vem amadurecendo, com melhora consistente em sua eficiência de preços. Isso significa que os preços das permissões de emissão estão refletindo cada vez melhor as informações relevantes do mercado. Além disso, essa evolução é importante porque permite que empresas façam escolhas mais racionais sobre investimentos em tecnologias sustentáveis e redução de emissões.</p>
<p>Outro dado relevante é o aumento da correlação entre os preços de carbono e os preços de commodities, como petróleo e produtos agrícolas. Em 2010, essa conexão era fraca, mas se fortaleceu ao longo dos anos, atingindo índices mais estáveis entre 2016 e 2022. Portanto, o mercado de carbono está se integrando ao ecossistema mais amplo dos mercados financeiros e de energia.</p>
<p>Para empresas, preços de carbono eficientes ajudam na tomada de decisões sobre quando e quanto investir em tecnologias de redução de emissões. Por outro lado, um mercado ineficiente pode levar a escolhas erradas — seja por subestimar ou superestimar o custo futuro do carbono.</p>
<p>Já para investidores e formuladores de políticas, o amadurecimento do mercado é um bom sinal. Ele indica maior confiança e estabilidade, além de mostrar que instrumentos de mercado podem, sim, ser aliados no combate às mudanças climáticas — desde que bem estruturados.</p>
<h2>Mercado híbrido: governo e mercado de mãos dadas</h2>
<p>Diferente de mercados financeiros tradicionais, o mercado de carbono depende de decisões governamentais, como limites de emissão e penalidades. Isso o torna um sistema híbrido: ao mesmo tempo em que usa mecanismos de mercado (compra e venda de licenças), é moldado por políticas públicas.</p>
<p>O estudo conclui que, apesar da melhora, ainda há espaço para aperfeiçoar a eficiência do mercado. Investir em transparência, fiscalização e padronização de dados pode tornar os mercados de carbono mais eficazes globalmente.</p>
<p>Por fim, a pesquisa reforça que mercados de carbono eficientes são fundamentais para atingir metas de redução de emissões. O EU ETS está no caminho certo, mas é preciso seguir avançando. Ademais, governos, empresas e investidores têm papéis complementares nessa jornada. Como mostra o estudo, um mercado bem desenhado pode ser uma poderosa ferramenta na luta por um futuro mais verde.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/00036846.2025.2453247">artigo na integra</a>.</p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/mercado-de-carbono-europeu-esta-se-tornando-mais-eficiente/">Estudo aponta que mercado de carbono europeu está se tornando mais eficiente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>#PodcastImpacto &#8211; Sustentabilidade: como fornecedores estão (ou não) mitigando emissões de GEE</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/podcast/podcastimpacto-sustentabilidade-como-fornecedores-estao-ou-nao-mitigando-emissoes-de-gee/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2024 11:14:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[EmissõesDeCarbono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/podcast_impacto_emissao_GEE-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/podcast_impacto_emissao_GEE-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/podcast_impacto_emissao_GEE-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/podcast_impacto_emissao_GEE-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Nessa edição do podcast Impacto, Andréa Cerqueira conversa com Marino Yago Fagundes Alves, mestre pelo Mestrado Profissional em Gestão da Competitividade (MPGC) na linha de supply chain na FGV EAESP. Yago recebeu menção honrosa por sua investigação inovadora sobre as estratégias de mitigação de gases de efeito estufa (GEE) adotadas por fornecedores de uma empresa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/podcast/podcastimpacto-sustentabilidade-como-fornecedores-estao-ou-nao-mitigando-emissoes-de-gee/">#PodcastImpacto &#8211; Sustentabilidade: como fornecedores estão (ou não) mitigando emissões de GEE</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/podcast_impacto_emissao_GEE-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/podcast_impacto_emissao_GEE-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/podcast_impacto_emissao_GEE-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/podcast_impacto_emissao_GEE-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Nessa edição do podcast Impacto, Andréa Cerqueira conversa com Marino Yago Fagundes Alves, mestre pelo <a href="https://eaesp.fgv.br/cursos/mestrado-profissional-gestao-para-competitividade-mpgc">Mestrado Profissional em Gestão da Competitividade</a> (MPGC) na linha de <em>supply chain</em> na FGV EAESP. Yago recebeu menção honrosa por sua investigação inovadora sobre as <a href="https://repositorio.fgv.br/items/3f110e61-815c-4664-ac24-c3182bd70577">estratégias de mitigação de gases de efeito estufa</a> (GEE) adotadas por fornecedores de uma empresa siderúrgica.</p>
<p>Com a siderurgia sendo uma das indústrias mais intensivas em carbono, a pesquisa aborda uma questão crítica: os fornecedores de matérias-primas estão realmente engajados na descarbonização? Por meio de uma <em>survey</em> exploratória e análise de <em>cluster</em>, ele identifica:</p>
<p>&#8211; Principais motivadores para a adoção de estratégias de mitigação.</p>
<p>&#8211; Estratégias mais e menos adotadas pelos fornecedores.</p>
<p>&#8211; Um modelo de maturidade baseado no engajamento com práticas sustentáveis.</p>
<p>&#8211; Fatores como nacionalidade e tipo de empresa, que influenciam diretamente a governança e a adesão a essas práticas.</p>
<p>Nesse episódio, Yago destaca os desafios enfrentados pelas cadeias de suprimentos na medição das emissões, que muitas vezes são negligenciadas, e oferece insights sobre o futuro da sustentabilidade no setor.</p>
<p>Ouça e descubra como a siderurgia pode liderar na mitigação de GEE:</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Redução de emissões de GEE na siderurgia" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/3r0ZRoMprRglZqKcSdrOwW?si=gI0eYjseRzquI6UKQyvdRA&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ecoinovação é uma capacidade chave na transição para a Economia Circular</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/ecoinovacao-e-uma-capacidade-chave-na-transicao-para-a-economia-circular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 10:42:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Capacidades dinâmicas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_2176709519-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_2176709519-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_2176709519-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_2176709519-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_2176709519-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Práticas de Economia Circular (EC) estão se tornando centrais para organizações inovadoras, tendo relação com as Capacidades Dinâmicas (CDs). As CDs são habilidades que permitem às organizações adaptar-se a mudanças ambientais e impulsionar a competitividade. Recursos como aprendizagem organizacional, networking e inovação tecnológica são cruciais para seu desenvolvimento. A relação entre EC e CDs foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_2176709519-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_2176709519-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_2176709519-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_2176709519-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_2176709519-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Práticas de Economia Circular (EC) estão se tornando centrais para organizações inovadoras, tendo relação com as Capacidades Dinâmicas (CDs). As CDs são habilidades que permitem às organizações adaptar-se a mudanças ambientais e impulsionar a competitividade. Recursos como aprendizagem organizacional, networking e inovação tecnológica são cruciais para seu desenvolvimento.</p>
<p>A relação entre EC e CDs foi analisada pelo pesquisador da FGV EAESP, Ely Paiva, e colegas, em artigo na Revista de Administração de Empresas. Através de uma revisão sitemática da literatura usando bases como Web of Science e Scopus, analisaram 42 artigos até agosto de 2022 com as palavras-chave “economia circular” e “capacidades dinâmicas”. Os artigos foram processados no software VOSviewer, resultando em um mapa da distribuição global do conhecimento sobre o tema e uma agenda de pesquisas futuras.</p>
<p>Os resultados indicam um crescimento nas publicações desde 2021, com a maioria dos estudos realizados em países desenvolvidos. Tópicos frequentes incluíram capacidade de absorção, circularidade de recursos, sustentabilidade e inovação. Notou-se que as CDs têm impacto significativo nas estratégias das organizações ao migrar de uma Economia Linear (EL) para uma EC em diversos setores. A ecoinovação emergiu como a capacidade mais presente na transição para a EC, e a adoção de práticas circulares está positivamente relacionada com o desempenho organizacional.</p>
<p>Além disso, estudos sugeriram que a EC pode ser uma solução para desafios ambientais e de recursos em países como a China, o que reforça a importância de novas tecnologias na transição da EL para a EC. O estudo conclui que as CDs ajudam as organizações a superar barreiras, criando a capacidade de implementar práticas circulares por estas. Recomenda-se mais pesquisas em países em desenvolvimento e colaborações internacionais para aprofundar o entendimento deste tema.</p>
<p>Leia o <a href="https://doi.org/10.1590/S0034-759020240306">artigo na integra</a></p>
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		<title>O futuro sustentável da agricultura global</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/o-futuro-sustentavel-da-agricultura-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 11:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[biotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciência molecular]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 2]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias disruptivas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=4011</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A população mundial deve crescer entre 30% a 35% nos próximos 60 anos, chegando a 10 bilhões de habitantes até 2050. Isso exigirá um aumento na produção global de alimentos e qualidade nutricional entre 50% a 75%, ao mesmo tempo em que se busca minimizar o impacto ambiental. Nesse contexto, os avanços tecnológicos e inovações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/05/shutterstock_1816043228-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A população mundial deve crescer entre 30% a 35% nos próximos 60 anos, chegando a 10 bilhões de habitantes até 2050. Isso exigirá um aumento na produção global de alimentos e qualidade nutricional entre 50% a 75%, ao mesmo tempo em que se busca minimizar o impacto ambiental. Nesse contexto, os avanços tecnológicos e inovações desempenham papel crucial.</p>
<p>Marcos Fava Neves, pesquisador da FGV EAESP, em conjunto com outros pesquisadores, publicaram um estudo na revista Frontiers In Sustainable Food Systems, destacando avanços tecnológicos que impulsionaram a produção agrícola mundial. A literatura utilizada é baseada em pesquisa científica e na mineração de dados públicos de diversas instituições públicas e privadas, nacionais e internacionais. O estudo também enfoca a evolução da agricultura brasileira, sua relevância para o PIB nacional e os desafios enfrentados.</p>
<p>A revisão aborda a evolução tecnológica na agricultura, os impactos das mudanças climáticas, e a contribuição das ciências moleculares para um agronegócio de alto desempenho. O cenário futuro aponta para a implementação de tecnologias eco-sustentáveis disruptivas. A recente ascensão do conceito ESG (Environmental, Social, and Corporate Governance) organizou um novo caminho baseado na sustentabilidade ambiental a ser seguido pela agricultura, como o aumento do uso de bioinsumos (produtos naturais e biológicos) na agricultura e na redução da dependência de agroquímicos sintéticos.</p>
<p>Entretanto, há desafios a serem superados, como a falta de autossuficiência brasileira em insumos e melhorias na logística. A escassez de mão de obra qualificada e o aumento dos custos trabalhistas também são questões críticas. A mudança climática global representa o principal desafio para o setor.</p>
<p>Em conclusão, os pesquisadores apontam que para alcançar uma produção sustentável, é essencial estimular a inovação, apoiar a agricultura familiar e fortalecer políticas públicas e privadas voltadas para pesquisa e desenvolvimento. O agronegócio brasileiro desempenha papel vital não apenas para a estabilidade socioeconômica do país, mas como principal fornecedor de alimentos e matérias-primas para diversos países. Assim, é imperativo investir em inovação e práticas sustentáveis para atender à crescente demanda global de forma eficiente e responsável.</p>
<p>Leia o <a href="https://doi.org/10.3389/fsufs.2023.1296337">artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/o-futuro-sustentavel-da-agricultura-global/">O futuro sustentável da agricultura global</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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