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	<title>Arquivos telemedicina - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos telemedicina - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Pacientes de comunidade ribeirinha no Pará se dizem tão satisfeitos com telemedicina quanto os de São Paulo</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/pacientes-de-comunidade-ribeirinha-no-para-se-dizem-tao-satisfeitos-com-telemedicina-quanto-os-de-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 11:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-tima-miroshnichenko-8376233-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-tima-miroshnichenko-8376233-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-tima-miroshnichenko-8376233-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-tima-miroshnichenko-8376233-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-tima-miroshnichenko-8376233-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />As teleconsultas médicas têm boa receptividade pelos usuários de serviços de saúde pública, segundo artigo com participação da pesquisadora da FGV EAESP Ana Maria Malik publicado na revista “Journal of Medical Internet Research”. Em São Paulo, maior centro urbano do Brasil, e em uma comunidade ribeirinha de difícil acesso no Pará, 95% dos pacientes ficaram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-tima-miroshnichenko-8376233-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-tima-miroshnichenko-8376233-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-tima-miroshnichenko-8376233-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-tima-miroshnichenko-8376233-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-tima-miroshnichenko-8376233-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>As teleconsultas médicas têm boa receptividade pelos usuários de serviços de saúde pública, segundo artigo com participação da pesquisadora da FGV EAESP Ana Maria Malik publicado na revista “Journal of Medical Internet Research”. Em São Paulo, maior centro urbano do Brasil, e em uma comunidade ribeirinha de difícil acesso no Pará, 95% dos pacientes ficaram satisfeitos com o serviço e 90% apontam que as demandas foram resolvidas com o apoio da equipe médica local.</p>
<p>O estudo analisa a experiência de 111 pacientes sobre 220 teleconsultas realizadas em uma unidade de saúde no distrito de Paysandú, em Santarém, no Pará, e em um hospital universitário na cidade de São Paulo entre setembro e dezembro de 2021. A cada teleconsulta, o médico responsável respondeu a um formulário de pesquisa administrativa, e cada paciente respondeu a uma pesquisa de satisfação.</p>
<p>Do total de teleconsultas realizadas, 70,9% foram de investigação e 29,1%, de orientação. A grande maioria, 90%, teve duração de 15 a 20 minutos. 99% dos pacientes consideraram o tempo de consulta satisfatório e 97% concordaram que o médico foi respeitoso e atencioso durante a consulta. 80% das consultas corresponderam a primeiro atendimento, 70% resultaram em alta médica e apenas 2,7%, em acompanhamento médico especializado local.</p>
<p>A principal lacuna para o serviço é de infraestrutura: pacientes relataram problemas de áudio ou vídeo em 99% das consultas. Porém, uma vez superados os problemas de conectividade, o atendimento virtual se firma como um modelo promissor de assistência à população de regiões remotas do país. Mesmo após partirem para os grandes centros em busca de formação médica, os profissionais com origem em comunidades mais afastadas poderiam atender seus conterrâneos por meio da telemedicina, exemplificam os autores.</p>
<p><a href="https://formative.jmir.org/2023/1/e39034">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<item>
		<title>Remuneração e qualificação de profissionais são entraves para a telemedicina no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/remuneracao-e-qualificacao-de-profissionais-sao-entraves-para-a-telemedicina-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 16:08:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[médicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Telemedicina" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-150x150.jpeg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-700x700.jpeg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-75x75.jpeg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-350x350.jpeg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Por conta das restrições de circulação, a Covid-19 acelerou a adoção da telemedicina entre os prestadores de serviços de saúde. Apesar disso, a prática encontra desafios como a remuneração dos profissionais. Um em cada quatro médicos consultados em levantamento dos pesquisadores da FGV EAESP Ana Maria Malik e Alberto José Niituma Ogata e colaboradores não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Telemedicina" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-150x150.jpeg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-700x700.jpeg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-75x75.jpeg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-350x350.jpeg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Por conta das restrições de circulação, a Covid-19 acelerou a adoção da telemedicina entre os prestadores de serviços de saúde. Apesar disso, a prática encontra desafios como a remuneração dos profissionais. Um em cada quatro médicos consultados em levantamento dos pesquisadores da FGV EAESP Ana Maria Malik e Alberto José Niituma Ogata e colaboradores não recebeu remuneração direta pelo atendimento prestado durante a pandemia.</p>
<p>Os autores se baseiam em questionário realizado pela Associação Paulista de Medicina (APM) com mais de 2 mil médicos entre 18 de dezembro de 2020 e 18 de janeiro de 2021. O artigo com os resultados está publicado na revista “São Paulo Medical Journal”.</p>
<p>Quase metade dos entrevistados (981 pessoas) disse não ter praticado nenhuma forma de telemedicina no período. A grande maioria dos profissionais (1607) afirmou não ter participado de qualquer atividade educativa sobre o exercício da telemedicina, e quase 28% (574) diz não ter interesse em praticá-la no futuro. Segundo os autores, os números mostram que é necessário investir na capacitação dos profissionais para a utilização adequada dos recursos da telessaúde como forma de diminuir a sobrecarga das consultas presenciais.</p>
<p>Entre os profissionais que praticaram telemedicina no período, 274 não receberam remuneração direta e 225 (23%) disseram ter registrado a mesma remuneração que receberiam por consultas presenciais. Mais da metade dos médicos que exerceram a telemedicina (499) atendeu somente pacientes particulares.</p>
<p>O artigo também relata que a maioria dos entrevistados utilizou recursos digitais para atendimento:  61,6% fizeram uso de plataformas digitais especializadas; 61,4%, de prontuário eletrônico; e 72,6%, de prescrições eletrônicas. Portanto, garantias de proteção de dados dos pacientes também precisam ser consideradas na prática da telemedicina no Brasil.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/spmj/a/LWLvWgmZpVbKZH9N6QPFQLp/?lang=en">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<item>
		<title>Com uso de inteligência artificial em telessaúde, cidades conseguem reduzir sobrecarga do sistema de saúde</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/com-uso-de-inteligencia-artificial-em-telessaude-cidades-conseguem-reduzir-sobrecarga-do-sistema-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[EAESP Pesquisa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2021 12:21:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/engin-akyurt-fboaVuIdgzU-unsplash-1199x675-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/engin-akyurt-fboaVuIdgzU-unsplash-1199x675-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/engin-akyurt-fboaVuIdgzU-unsplash-1199x675-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/engin-akyurt-fboaVuIdgzU-unsplash-1199x675-1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Tele atendimentos médicos com o uso de inteligência artificial (IA) ajudaram a reduzir a sobrecarga do sistema de saúde durante a pandemia de Covid-19. A conclusão é de um grupo de pesquisadores do Instituto Laura Fressatto (de Curitiba), da PUCPR, e da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), que analisaram o uso de uma plataforma de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/engin-akyurt-fboaVuIdgzU-unsplash-1199x675-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/engin-akyurt-fboaVuIdgzU-unsplash-1199x675-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/engin-akyurt-fboaVuIdgzU-unsplash-1199x675-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/06/engin-akyurt-fboaVuIdgzU-unsplash-1199x675-1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Tele atendimentos médicos com o uso de inteligência artificial (IA) ajudaram a reduzir a sobrecarga do sistema de saúde durante a pandemia de Covid-19. A conclusão é de um grupo de pesquisadores do Instituto Laura Fressatto (de Curitiba), da PUCPR, e da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), que analisaram o <a href="https://doi.org/10.3389/fdgth.2021.648585">uso de uma plataforma de telessaúde em três cidades brasileiras durante a pandemia de Covid-19</a>: Curitiba, São Bernardo do Campo e Catanduva. Os resultados da pesquisa estão na revista científica “<a href="https://doi.org/10.3389/fdgth.2021.648585">Frontiers in Digital Health</a>”.</p>
<p>Os pesquisadores detectaram que, ao interagir com a plataforma de chatbot, que faz atendimentos por meio de conversas estruturadas, quase metade (45%) dos mais de 24 mil pacientes atendidos foram classificados com sintomas leves, cerca de 30% foram diagnosticados com sintomas moderados e apenas 14,2% foram apontados como casos graves de Covid-19. Dessa forma, o acesso ao sistema de saúde passa a acontecer de maneira coordenada, apenas para alguns casos em específico.</p>
<p>“No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) é a principal fonte de atendimento para 75% da população, portanto previa-se uma saturação do sistema com o aumento contínuo de casos. Com o uso da plataforma, a redução da sobrecarga acontece justamente pela identificação de casos leves e, eventualmente, de casos moderados, que são monitorados à distância”, contextualiza <a href="https://pesquisa-eaesp.fgv.br/professor/adriano-massuda">Adriano Massuda,</a> pesquisador da FGV EAESP e um dos autores do <a href="https://doi.org/10.3389/fdgth.2021.648585">estudo</a>. “O uso de inteligência artificial (IA) permitiu capacitar os atendimentos de telessaúde a ajudar a resolver esse gargalo, aumentando o acesso coordenado dos pacientes ao sistema de saúde, priorizando a recomendação de buscar um hospital apenas nos casos mais graves”, analisa Massuda.</p>
<p>Os autores concluem que a implementação de plataformas de telessaúde com base em IA pode aumentar o acesso dos pacientes aos atendimentos de saúde de maneira segura, especialmente diante de uma situação tão inédita quanto a pandemia de Covid-19. “Implementar um sistema de tele atendimento no Brasil foi possível e pode ajudar a reduzir a sobrecarga nos sistemas de saúde”, concluem os autores.</p>
<p>“No entanto, para que tais atendimentos sejam bem sucedidos, é crucial que as plataformas possam se adaptar a necessidades locais, o que deve incluir a possibilidade de fazer alterações na árvore de decisão dos algoritmos dos chatbots”, pondera Hugo Morales, do Instituto Laura Fressato. Com base nos resultados do estudo, a recomendação dos autores é apostar em uma política nacional de transformação digital de saúde, que possa guiar e melhorar a adoção de tecnologias inovadoras, como os chatbots de atendimento, a nível municipal.</p>
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		<title>Maior atenção à saúde primária pode tornar planos de saúde mais acessíveis</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/maior-atencao-a-saude-primaria-pode-tornar-planos-de-saude-mais-acessiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[EAESP Pesquisa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 12:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A pandemia de Covid-19 gerou uma sobrecarga nos sistemas de saúde em todo o mundo, somando-se ainda à pressão das despesas com a assistência. Nesse contexto, a Atenção Primária em Saúde (APS) ganha ainda mais importância, já que a modalidade permite um maior acompanhamento dos pacientes e controle dos custos assistenciais. Os apontamentos estão em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A pandemia de Covid-19 gerou uma sobrecarga nos sistemas de saúde em todo o mundo, somando-se ainda à pressão das despesas com a assistência. Nesse contexto, a Atenção Primária em Saúde (APS) ganha ainda mais importância, já que a modalidade permite um maior acompanhamento dos pacientes e controle dos custos assistenciais. Os apontamentos estão em relatório exclusivo do Centro de Estudos e Planejamento em Gestão de Saúde da Fundação Getulio Vargas (<a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-estudos-planejamento-e-gestao-saude">FGVsaúde</a>), realizado a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Lançados nesta quarta-feira (17), os <a href="https://www.iess.org.br/cms/rep/APS_relatorio_tecnico.pdf">resultados da publicação</a> serão discutidos em <a href="https://evento.fgv.br/debatesetorsaude_24/">debate </a>promovido pela FGVsaúde, no dia 24 de março.</p>
<p>Segundo os autores do relatório, o maior acompanhamento e o controle dos custos assistenciais poderiam reduzir os desperdícios associados à realização de exames e tratamentos de saúde desnecessários. &#8220;Com a atenção primária, é possível organizar o cuidado em saúde, atendendo as pessoas de maneira longitudinal, possibilitando uma maior adesão aos tratamentos, racionalização do cuidado e melhores resultados clínicos&#8221;, detalha Alberto Ogata, pesquisador da FGVsaúde e um dos autores do relatório.</p>
<p>O relatório descreve desafios e oportunidades para que a atenção primária à saúde possa ganhar escala também no sistema privado. Os resultados foram obtidos por meio de um estudo qualitativo, de entrevistas com 12 gestores de operadoras de saúde apontadas pela Agência Nacional de Saúde (ANS) como experiências inovadoras em seus serviços de APS.</p>
<p>Reconhecida há décadas como uma forma de organizar os atendimentos de saúde, a atenção primária, que costuma ser praticada por um médico da família, ainda não é amplamente adotada por planos e seguros de saúde. Parte da resistência vem dos próprios beneficiários, que associam esse tipo de atendimento a uma visão pejorativa do SUS ou de serviços gratuitos.</p>
<p>&#8220;O envolvimento de um médico da família é, muitas vezes, entendido, de forma equivocada, como um cerceamento da liberdade de escolher o profissional a quem recorrer, mas não é o paciente quem melhor conhece os caminhos das especialidades de atenção secundária e terciária&#8221;, contextualiza José Cechin, superintendente do IESS, que comissionou a pesquisa. Segundo o executivo, a atenção primária é uma forma de assistência à saúde capaz de resolver de 80 a 95% dos casos, o que faz dela um processo mais eficiente, tanto em termos de custo quanto de adequação dos tratamentos.</p>
<p><b>O uso de tecnologias nas consultas médicas</b></p>
<p>Os autores do relatório ainda ressaltam que os recursos de telessaúde, como as consultas por meio da telemedicina, são cruciais para auxiliar no processo de maior adoção da saúde primária para os beneficiários dos planos de saúde. Algumas destas práticas, adotadas durante a pandemia sob um regime de exceção, deveriam ser mantidas mesmo depois de findada a crise sanitária, indicam os autores.</p>
<p>&#8220;A telemedicina é uma ferramenta útil para facilitar o acesso do paciente ao sistema de saúde, mas ela não deve ser confundida com a atenção primária, que envolve pilares como o autocuidado apoiado, o uso de prontuários eletrônicos, a adoção de diretrizes clínicas e a integração com a atenção secundária e terciária, como hospitais e serviços especializados&#8221;, reforça Ogata.</p>
<p>Dentre as sugestões do relatório para que a saúde primária possa ganhar escala também entre os atendimentos de saúde particulares, estão os registros eletrônicos em saúde, a busca ativa de pacientes, a telessaúde, a mudança na gestão das operadoras de planos, os incentivos financeiros e a educação em saúde de forma a envolver desde a liderança até o beneficiário. O gestor precisa estar seguro e acreditar no projeto de atenção primária como um modelo racional que orienta a assistência e organiza a gestão dos planos de saúde, enquanto o beneficiário precisa ser orientado e convencido da eficácia desse método.</p>
<p>“Também é importante ampliar a formação de profissionais especializados, como médicos de família, enfermeiros e agentes comunitários&#8221;, complementa Ogata. José Cechin lembra que o modelo tem foco no acesso e cuidado integral. “Uma maior coordenação dos cuidados tem o potencial de prover mais saúde para as pessoas e auxiliar na redução de custos porque faz uso mais eficiente dos recursos”, explica.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/maior-atencao-a-saude-primaria-pode-tornar-planos-de-saude-mais-acessiveis/">Maior atenção à saúde primária pode tornar planos de saúde mais acessíveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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