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	<title>Arquivos transparência - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos transparência - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>A batalha quixotesca da saúde no Brasil: por que combatemos sintomas e ignoramos as causas da corrupção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Impacto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/06/Blog-Impacto-itopo-coluna-ligia-ana-maria-luciana-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/06/Blog-Impacto-itopo-coluna-ligia-ana-maria-luciana-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/06/Blog-Impacto-itopo-coluna-ligia-ana-maria-luciana-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/06/Blog-Impacto-itopo-coluna-ligia-ana-maria-luciana-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Por: Ligia Maura Costa, Ana Maria Malik, Luciana Stocco Betiol Poucas relações humanas dependem tanto da confiança quanto a que existe entre médico e paciente. Quem entra num consultório, num hospital raramente tem condições técnicas de avaliar, sozinho, a qualidade de um diagnóstico, a necessidade de um exame ou a adequação de um tratamento. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/06/Blog-Impacto-itopo-coluna-ligia-ana-maria-luciana-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/06/Blog-Impacto-itopo-coluna-ligia-ana-maria-luciana-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/06/Blog-Impacto-itopo-coluna-ligia-ana-maria-luciana-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/06/Blog-Impacto-itopo-coluna-ligia-ana-maria-luciana-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Por: <em>Ligia Maura Costa, Ana Maria Malik, Luciana Stocco Betiol</em></p>
<p>Poucas relações humanas dependem tanto da confiança quanto a que existe entre médico e paciente. Quem entra num consultório, num hospital raramente tem condições técnicas de avaliar, sozinho, a qualidade de um diagnóstico, a necessidade de um exame ou a adequação de um tratamento. O sistema funciona porque a confiança o sustenta: confiança no conhecimento do profissional, na instituição e na premissa de que as decisões serão tomadas no melhor interesse de quem busca cuidado. Esse é um dos ativos mais valiosos da saúde — e um dos mais frágeis. Quando ele se rompe, não é apenas uma transação que falha: é a própria lógica do cuidado que se desorganiza.</p>
<p>Por isso merecem atenção os resultados do relatório Indicadores de Percepção da Corrupção no Setor da Saúde 2026, elaborado pelo FGVethics, pelo FGVsaúde e pelo Instituto Ética Saúde. A pesquisa ouviu médicos, enfermeiros, auditores, representantes da indústria, distribuidores, hospitais, operadoras, organizações sociais e pacientes, um retrato amplo de quem vive o sistema por dentro. E os números incomodam: mais de 65% dos respondentes classificaram a corrupção na saúde brasileira como alta; mais de 20%, como moderada. Quase nove em cada dez participantes enxergam o problema como relevante.</p>
<p>Mais grave: o diagnóstico não distingue público de privado. Mais de 90% percebem corrupção nas instituições públicas de saúde, e pouco mais de 88% identificam o mesmo no setor privado — hospitais, clínicas, operadoras, indústria e distribuidores. A constatação reorganiza o debate. A discussão deixou de ser sobre a existência do problema. A pergunta agora é outra, e mais desconfortável: por que a corrupção persiste como fenômeno estrutural mesmo depois de décadas de reformas legislativas, novas regulamentações e a criação de órgãos de controle?</p>
<p>Uma pista vem de um lugar inesperado. Em Dom Quixote, Cervantes narra a história de um homem que dedica a vida a combater o que acredita serem gigantes, e que, no episódio mais célebre, investe a galope contra moinhos de vento. A força da cena não está no erro de percepção do personagem, mas na pergunta que ela deixa no ar: quantas vezes concentramos energia nos sintomas enquanto ignoramos as causas? É exatamente essa a provocação que o relatório nos oferece.</p>
<p>A pesquisa não se limitou a medir percepções abstratas; investigou experiências concretas. Mais de 60% dos respondentes já ouviram, testemunharam ou vivenciaram episódios de corrupção. As situações mais frequentes incluem favorecimento em contratações, conflitos de interesse não gerenciados, influência indevida em prescrições, exames solicitados sem justificativa técnica, direcionamento comercial em órteses, próteses e materiais especiais (OPME), fraudes em reembolsos e irregularidades em licitações.</p>
<p>E aqui está a diferença fundamental em relação a outros setores. Quando há fraude numa licitação ou desvio num contrato, o prejuízo é financeiro e, em alguma medida, quantificável. Na saúde, os efeitos alcançam diretamente o corpo do paciente. Uma prescrição distorcida por interesses inadequados, um procedimento desnecessário, um conflito de interesses ignorado — tudo isso compromete a qualidade assistencial, a eficiência do sistema e, no limite, vidas. Não por acaso, os próprios respondentes associam a corrupção a desperdício de recursos, aumento de custos, piora do atendimento, atraso no acesso a tratamentos e realização de procedimentos sem indicação clínica. A corrupção na saúde não é abstrata. Ela tem consequências sobre quem está na ponta.</p>
<p>O dado mais esperançoso do relatório vem das soluções apontadas pelos próprios participantes. Questionados sobre prioridades, eles convergem de forma notável: fortalecimento dos sistemas de monitoramento e controle, mais transparência e prestação de contas, treinamentos em ética, integridade e compliance, proteção efetiva aos denunciantes e mecanismos permanentes de fiscalização. A resposta é reveladora justamente pelo que deixa de fora. Os participantes não apontam a falta de leis como obstáculo principal, nem pedem novos órgãos burocráticos. Falam de governança, prevenção, cultura e formação.</p>
<p>Há, nesse diagnóstico, uma mensagem incômoda dirigida a universidades, hospitais e entidades profissionais. Quando os participantes colocam treinamentos em ética e compliance entre as prioridades, reconhecem que a prevenção começa na formação. Durante décadas, a educação dos profissionais de saúde se concentrou, com mérito, nos aspectos clínicos.</p>
<p>E aqui o próprio ecossistema que produziu o diagnóstico oferece parte da resposta. O Compliance4Health, iniciativa do FGVethics e do FGVsaúde em parceria com o Instituto Ética Saúde, disponibiliza gratuitamente módulos educacionais sobre corrupção e anticorrupção, compliance e cultura organizacional, pensados para integrar os currículos das escolas de medicina. Mais do que material de consulta, o programa inclui um treinamento gratuito dirigido a docentes, em particular de escolas de medicina, reconhecendo que não basta produzir conteúdo: é preciso preparar quem vai ensiná-lo. É a tradução prática da tese que o relatório sugere: a integridade institucional pode, e deve, ser ensinada. Escolas de administração e gestão, como a FGV EAESP, têm contribuição direta a dar nesse esforço.</p>
<p>Nenhum sistema de controle será suficiente se a cultura organizacional tolerar desvios. Nenhuma fiscalização será plenamente eficaz se os profissionais não souberem reconhecer um conflito de interesses quando ele aparece. Nenhuma legislação produzirá resultados duradouros sem uma cultura de integridade capaz de orientar as decisões do dia a dia.</p>
<p>Essa talvez seja a principal lição do relatório. Os números revelam uma percepção amplamente disseminada de corrupção estrutural na saúde. Mas os próprios especialistas apontam um caminho claro: mais monitoramento, mais transparência, mais proteção ao denunciante, mais governança e mais educação em ética e compliance. Iniciativas como o Compliance4Health mostram que esse caminho já começou a ser trilhado — falta escalá-lo. Na medicina, prevenir costuma ser mais eficaz do que remediar. No combate à corrupção, a regra não é diferente. Resta saber se o setor está disposto a seguir a própria receita.</p>
<p>Saiba mais sobre o Compliance4Health: <a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-estudos-etica-transparencia-integridade-e-compliance/projetos/compliance4health">https://eaesp.fgv.br/centros/centro-estudos-etica-transparencia-integridade-e-compliance/projetos/compliance4health</a></p>
<p><strong>* Os artigos publicados na seção Coluna do Blog Impacto refletem exclusivamente a opinião de seus autores, não representando, necessariamente, a visão da instituição.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Corrupção: Entenda as Abordagens Teóricas e Estratégias de Controle</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/corrupcao-entenda-as-abordagens-teoricas-e-estrategias-de-controle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 11:32:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[controle da corrupção]]></category>
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		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[teorias da corrupção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/hands-passing-money-table-corruption-bribery-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/hands-passing-money-table-corruption-bribery-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/hands-passing-money-table-corruption-bribery-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/hands-passing-money-table-corruption-bribery-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/hands-passing-money-table-corruption-bribery-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A corrupção é um dos principais desafios enfrentados por governos e sociedades ao redor do mundo. Trata-se de um fenômeno que compromete a confiança nas instituições, prejudica o desenvolvimento econômico e afeta diretamente a vida da população. De acordo com um relatório da Open Society, a corrupção é a maior preocupação social em muitos países, [&#8230;]</p>
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<p>O estudo &#8220;Corrupção: Uma Breve Revisão da Abordagem Teórica&#8221;, publicado na Beijing Law Review pelos professores Marco Antonio Carvalho Teixeira e Mário Spinelli, da FGV EAESP, apresenta uma revisão teórica sobre o tema. A pesquisa explora diferentes abordagens para entender a corrupção e discute estratégias para seu controle.</p>
<h1>Abordagens Teóricas sobre a Corrupção</h1>
<p>Desse modo, os pesquisadores destacam duas principais abordagens para entender a corrupção:</p>
<ul>
<li>Perspectiva Personalista: Foca no comportamento individual dos agentes que praticam corrupção. A teoria da escolha racional, por exemplo, sugere que um indivíduo pesa os custos e benefícios antes de cometer um ato corrupto. Outros fatores, como pressão social e oportunidades, também influenciam essa decisão.</li>
<li>Perspectiva Institucional: Examina as condições estruturais que facilitam ou dificultam a corrupção, com base nas regras formais estabelecidas e no cenário institucional.</li>
</ul>
<p>Portanto, estudos apontam que a corrupção reduz investimentos, dificulta o crescimento econômico e distorce a alocação de recursos públicos. Além disso, em democracias frágeis, pode gerar desconfiança na política e fortalecer regimes autocráticos. Quando a corrupção se torna sistêmica, a população perde a crença na capacidade do Estado de promover o bem comum.</p>
<p>Sendo assim, para combater a corrupção, é necessário adotar medidas em diferentes níveis:</p>
<ol>
<li>Controle da Discricionariedade: Quanto menos margem para decisões arbitrárias, menor o risco de práticas corruptas.</li>
<li>Aumento da Transparência: Disponibilizar informações públicas sobre gastos e decisões governamentais aumenta a fiscalização social.</li>
<li>Fortalecimento das Instituições: Sistemas judiciais e órgãos de controle independentes garantem que práticas corruptas sejam investigadas e punidas.</li>
<li>Mudança Cultural: Educação e promoção de valores éticos ajudam a construir uma sociedade menos tolerante à corrupção.</li>
</ol>
<p>Por fim, o estudo reforça que a corrupção é um problema complexo e multicausal, exigindo soluções que envolvam tanto mudanças institucionais quanto transformações culturais. Além de medidas punitivas, é fundamental investir na promoção da transparência e da participação cidadã para reduzir sua incidência e fortalecer a democracia.</p>
<p>Leia <a href="https://www.scirp.org/journal/paperinformation?paperid=133719">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Subjetividade das políticas organizacionais afeta performance e conduta dos colaboradores</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/ambiente-organizacional-performance-colaboradores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 11:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
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		<category><![CDATA[políticas organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[transparência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/fundo-de-espaco-de-co-trabalho-borrado-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="ambiente de trabalho com computadores; estudo diz que performance dos colaboradores é afetadas por influências políticas nas organizações" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/fundo-de-espaco-de-co-trabalho-borrado-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/fundo-de-espaco-de-co-trabalho-borrado-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/fundo-de-espaco-de-co-trabalho-borrado-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Para melhorar o desempenho e a conduta dos funcionários, empresas devem diminuir a presença de elementos políticos no ambiente organizacional e investir em procedimentos que priorizem a transparência e as recompensas baseadas em mérito. Por meio de mecanismos cognitivos e emocionais, percepções elevadas sobre as diferentes políticas encontradas nos ambientes de trabalho levam os trabalhadores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/fundo-de-espaco-de-co-trabalho-borrado-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="ambiente de trabalho com computadores; estudo diz que performance dos colaboradores é afetadas por influências políticas nas organizações" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/fundo-de-espaco-de-co-trabalho-borrado-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/fundo-de-espaco-de-co-trabalho-borrado-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/fundo-de-espaco-de-co-trabalho-borrado-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Para melhorar o desempenho e a conduta dos funcionários, empresas devem diminuir a presença de elementos políticos no ambiente organizacional e investir em procedimentos que priorizem a transparência e as recompensas baseadas em mérito. Por meio de mecanismos cognitivos e emocionais, percepções elevadas sobre as diferentes políticas encontradas nos ambientes de trabalho levam os trabalhadores a agirem de forma menos autêntica e, consequentemente, a diminuirem seu desempenho. As interferências visíveis da política em programas de remuneração contribuem para que os profissionais sintam mais estresse emocional, aumentando os desvios de conduta &#8211; como as violações de regras e normas da empresa.</p>
<p>A análise está em artigo publicado pela pesquisadora da FGV EAESP Joana Story, em colaboração com demais autores, na revista “British Journal of Management”. Os autores explicam que a percepção da política organizacional pelos trabalhadores é subjetiva e está relacionada ao entendimento de que os colegas e supervisores se comportam com motivações egoístas, baseadas mais em benefício próprio do que no coletivo. Para entender como a política organizacional das empresas afeta negativamente o comportamento dos funcionários, os autores investigaram o impacto de políticas gerais e de remuneração no contexto de centrais de atendimento, <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/praticas-hibridas-de-rh-conseguem-aumentar-autenticidade-entre-colaboradores-de-call-centers-elevando-seu-desempenho/">os chamados<i> call centres</i></a>. Foram analisadas duas dimensões &#8211; a <i>performance </i>e o comportamento desviante dos colaboradores &#8211; e os respectivos mecanismos pelos quais essa influência ocorre: autenticidade e exaustão emocional.</p>
<p>Para abordar a questão, três estudos foram conduzidos. O primeiro consistiu na aplicação de questionários com 132 pares de funcionários e supervisores de um <i>call centre</i> de uma grande organização, buscando identificar os níveis políticos da empresa e as taxas de autenticidade, desgaste emocional, desempenho e conduta dos colaboradores. Já o segundo e terceiro experimentos simularam situações de presença ou ausência da percepção de políticas do trabalho com, respectivamente, 157 e 158 indivíduos estadunidenses, buscando entender o comportamento dos trabalhadores em cada condição.</p>
<h2>Transparência e autenticidade no ambiente organizacional impactam na performance dos colaboradores</h2>
<p>Os pesquisadores concluíram que o nível de percepção de políticas gerais e de retribuição está relacionado, respectivamente, à <i>performance</i> e a violações de conduta por parte dos colaboradores. Essa influência é mediada por dois mecanismos: no primeiro caso, a repressão da autenticidade no ambiente organizacional como forma de se adequar à cultura empresarial; e no segundo caso, o <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/empresas-devem-cuidar-da-saude-mental-dos-colaboradores-43-estao-sobrecarregados/">esgotamento emocional</a> e os desvios de comportamento &#8211; como ritmo de trabalho diminuído e pausas mais longas, por exemplo &#8211; como estratégia de enfrentamento ao processo de tomada de decisões relacionadas a pagamentos e promoções centralizado nas organizações.</p>
<p>Para lidar com a situação, os autores ressaltam a importância de gestores reconhecerem a influência negativa que as políticas organizacionais podem exercer sobre os funcionários e tomarem atitudes para driblar o cenário. Exemplos de estratégias incluem a manutenção de um ambiente de trabalho positivo, incluindo <i>feedbacks</i> para os colaboradores sobre comportamentos apoiados e incentivados pela empresa e transparência nos processos de aumentos de salário, promoções e bonificações.</p>
<p><a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/1467-8551.12550">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/ambiente-organizacional-performance-colaboradores/">Subjetividade das políticas organizacionais afeta performance e conduta dos colaboradores</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cooperação e transparência contribuem para inovação no ambiente de trabalho</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/inovacao-trabalho-valorizacao-cultura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 18:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[colaboradores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/equipe-de-negocios-bem-sucedido-e-feliz1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="equipe de negócios juntando mãos ao centro" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/equipe-de-negocios-bem-sucedido-e-feliz1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/equipe-de-negocios-bem-sucedido-e-feliz1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/equipe-de-negocios-bem-sucedido-e-feliz1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Buscando aprimorar o processo de inovação, empresas devem focar no desenvolvimento social, cultural e estrutural no ambiente de trabalho. A cultura de negócios, a distribuição do trabalho e o desenho organizacional influenciam diretamente os processos criativos das companhias. Uma gestão adequada desses fatores mobilizam funcionários e equipes em direção ao desenvolvimento de conhecimento e soluções. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/equipe-de-negocios-bem-sucedido-e-feliz1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="equipe de negócios juntando mãos ao centro" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/equipe-de-negocios-bem-sucedido-e-feliz1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/equipe-de-negocios-bem-sucedido-e-feliz1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/10/equipe-de-negocios-bem-sucedido-e-feliz1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Buscando aprimorar o processo de inovação, empresas devem focar no desenvolvimento social, cultural e estrutural no ambiente de trabalho. A cultura de negócios, a distribuição do trabalho e o desenho organizacional influenciam diretamente os processos criativos das companhias. Uma gestão adequada desses fatores mobilizam funcionários e equipes em direção ao desenvolvimento de conhecimento e soluções. Por outro lado, a infraestrutura tecnológica e a estrutura física desempenham papéis indiretos. Isto indica que a inovação está ligada mais a aspectos pessoais &#8211; conhecidos como <i>soft</i> &#8211; do que a habilidades técnicas &#8211; chamadas de <i>hard</i>.</p>
<p>O achado está em artigo publicado pelo pesquisador da FGV EAESP Anderson de Souza Sant’Anna, com colaboradores, no periódico “RBGI &#8211; Revista Brasileira de Gestão e Inovação”. Para entender como o contexto de trabalho interfere no processo de inovação empresarial, os autores investigaram oito empresas do Vale do Silício, na Califórnia (Estados Unidos), no período de 03 a 08 de dezembro de 2017. Eles realizaram entrevistas com gestores e profissionais de cada organização, além de visitas presenciais de observação aos ambientes de trabalho. O objetivo era entender o impacto das dinâmicas cultural, laboral, organizacional, tecnológica e física na inovação de cada corporação.</p>
<h2>Aspectos culturais garantem mais inovação no trabalho</h2>
<p>De acordo com os pesquisadores, condições de trabalho estimulantes são essenciais para um ambiente de trabalho mais inovador. No âmbito cultural, destacam-se características como a valorização do crescimento da empresa e a transparência na comunicação. Já na dimensão do trabalho, o destaque é para a autonomia e a cooperação nas tarefas. Por último, na esfera do desenho organizacional, a ênfase é na diminuição das relações hierárquicas e na valorização do conhecimento formal. Outros aspectos afetam indiretamente o processo, como é o caso da facilitação da interação entre as pessoas e a colaboração por meio de espaços abertos.</p>
<p>Os autores também ressaltam que o estudo permitiu identificar as dimensões facilitadoras do processo inovativo empresarial, podendo ser utilizadas na elaboração de práticas e estratégias por gestores. Em investigações futuras, os pesquisadores sugerem testar a eficácia dessas propriedades em companhias brasileiras, devido às diferenças culturais entre os dois países, além de propor o uso dos achados como instrumento de pesquisa, permitindo identificar o nível de presença de cada fator nas empresas.</p>
<p><a href="https://sou.ucs.br/revistas/index.php/RBGI/article/view/127">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Falta de bases de dados abertos prejudica transparência em portais do Ministério Público</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/falta-de-bases-de-dados-abertos-prejudica-transparencia-em-portais-do-ministerio-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Aug 2023 11:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[lei de acesso à informação]]></category>
		<category><![CDATA[ministério público]]></category>
		<category><![CDATA[transparência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-cottonbro-studio-3202235-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-cottonbro-studio-3202235-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-cottonbro-studio-3202235-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-cottonbro-studio-3202235-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-cottonbro-studio-3202235-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Pesquisadores da FGV EAESP constataram a ausência de bases de dados abertos em portais institucionais e de transparência de Ministérios Públicos estaduais e do MP Federal, o que compromete o acesso e a compreensão de informações desses órgãos pelos cidadãos. Os MPs também não seguem totalmente resoluções do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-cottonbro-studio-3202235-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-cottonbro-studio-3202235-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-cottonbro-studio-3202235-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-cottonbro-studio-3202235-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-cottonbro-studio-3202235-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Pesquisadores da FGV EAESP constataram a ausência de bases de dados abertos em portais institucionais e de transparência de Ministérios Públicos estaduais e do MP Federal, o que compromete o acesso e a compreensão de informações desses órgãos pelos cidadãos. Os MPs também não seguem totalmente resoluções do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para a disponibilização de acervo de processos judiciais.</p>
<p>A constatação de Rayane Vieira Rodrigues, Gabriela Boechat, Heloisa Coli e Marco Antonio Carvalho Teixeira está em artigo publicado na “Revista de Educação e Pesquisa em Contabilidade”.</p>
<p>Os autores analisaram os portais do Ministério Público Federal e de um Ministério Público por região do país, com sede nos seguintes estados: Amazonas, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Sergipe.</p>
<p>Os resultados são avaliados a partir das disposições da Lei de Acesso à Informação (LAI) e das resoluções e recomendações do CNMP. Instituída em 2011, a LAI possibilita o controle da sociedade sobre os agentes públicos, enquanto o CNMP, por meio das suas resoluções, realiza o controle interno da instituição. O trabalho também considera aspectos estruturais do MP e de qualidade na disponibilização de informações, como a facilidade de acesso e de utilização dos dados.</p>
<p>O estudo aponta que o MP deve cumprir a obrigação como agente público de fornecer aos cidadãos registros e justificativas sobre suas ações. “Apesar do recente avanço da transparência ativa nos Ministérios Públicos, isso aconteceu de forma limitada à disponibilização de informações referentes, principalmente, ao orçamento”, observa Rayane Vieira Rodrigues.</p>
<p>A autora segue: “O Ministério Público assumiu um papel de grande importância para a democracia brasileira, por isso a transparência deve avançar no sentido de disponibilizar informações também acerca da sua atuação, dos seus órgãos de controle internos e, mais importante, com qualidade”. Rodrigues acrescenta que os instrumentos de controle do CNMP apresentam muitas deficiências, o que inviabiliza melhorias na transparência da instituição.</p>
<p><a href="https://www.repec.org.br/repec/article/view/3245">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Transparência do financiador é fundamental para gestores do terceiro setor aceitarem recursos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/transparencia-do-financiador-e-fundamental-para-gestores-do-terceiro-setor-aceitarem-recursos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 13:22:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[apoio financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[capital social]]></category>
		<category><![CDATA[captação de recursos]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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		<category><![CDATA[recursos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-rodnae-productions-7414218-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-rodnae-productions-7414218-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-rodnae-productions-7414218-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-rodnae-productions-7414218-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-rodnae-productions-7414218-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A transparência das ações de patrocinadores é fator central para gestores que atuam no terceiro setor aceitarem apoio financeiros para seus projetos. Ao evitar financiamentos de fontes duvidosas, os gestores demonstram preocupação com a imagem de suas organizações, mesmo em cenário de escassez de recursos. É o que aponta artigo com participação do pesquisador da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-rodnae-productions-7414218-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-rodnae-productions-7414218-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-rodnae-productions-7414218-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-rodnae-productions-7414218-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/pexels-rodnae-productions-7414218-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A transparência das ações de patrocinadores é fator central para gestores que atuam no terceiro setor aceitarem apoio financeiros para seus projetos. Ao evitar financiamentos de fontes duvidosas, os gestores demonstram preocupação com a imagem de suas organizações, mesmo em cenário de escassez de recursos. É o que aponta artigo com participação do pesquisador da FGV EAESP Ely Laureano Paiva publicado na revista “Cadernos EBAPE.BR”.</p>
<p>Os pesquisadores realizaram um experimento com 92 gestores de Organizações da Sociedade Civil no Brasil para avaliar sua intenção de mobilizar recursos diante de duas variáveis: transparência e capital social. A primeira engloba os cenários de existência ou não de transparência nas ações do patrocinador, como a divulgação de demonstrativos contábeis e balanço social anual. A segunda variável considera o capital social, ou seja, a existência ou não de relacionamento prévio com o patrocinador.</p>
<p>Os pesquisadores verificam que o capital social não é determinante para a propensão de captar recursos. No entanto, já ter sido contemplado pelo financiador incrementa o efeito da variável transparência. Ou seja, a maior intenção de mobilizar recursos é verificada em um cenário com existência de transparência e de capital social.</p>
<p>O estudo sinaliza os limites do capital social ao verificar que laços anteriores não amenizam a falta de transparência dos patrocinadores, segundo a visão dos gestores. “Com a realização desta pesquisa, foi possível observar que os gestores não estão dispostos a manchar a reputação da organização, nem sua reputação profissional aceitando recursos de um patrocinador com suspeitas de não agir de forma transparente”, observa o artigo.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/cebape/a/k48KFHLZ68XsVZsKb4cC6Lw/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<item>
		<title>No Brasil, uso de dados pessoais no combate à pandemia prevaleceu sobre o direito à privacidade</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/protecao-de-dados-pessoais-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 12:34:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[compartilhamento de dados]]></category>
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		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Pandemia evidenciou dificuldade em conciliar serviços coletivos de promoção à saúde e proteção de dados pessoais, dizem pesquisadores da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O uso de dados pessoais no combate à pandemia da covid-19 serviu de base para políticas públicas de prevenção do contágio no Brasil e na União Europeia. O Brasil priorizou o direito à saúde frente à segurança e o consentimento do usuário sobre as informações coletadas por aplicativos como o Coronavírus &#8211; SUS.  Já na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Pandemia evidenciou dificuldade em conciliar serviços coletivos de promoção à saúde e proteção de dados pessoais, dizem pesquisadores da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O uso de dados pessoais no combate à pandemia da covid-19 serviu de base para políticas públicas de prevenção do contágio no Brasil e na União Europeia. O Brasil priorizou o direito à saúde frente à segurança e o consentimento do usuário sobre as informações coletadas por aplicativos como o Coronavírus &#8211; SUS.  Já na União Europeia, as informações coletadas pelo poder público de cada país dependeram da aderência do público aos aplicativos e seus termos de uso, o que indica mais atenção à privacidade dos cidadãos.</p>
<p>Em artigo publicado na “Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa”, pesquisadores da FGV EAESP realizam estudo de caso sobre as estratégias de coleta e tratamento de dados como geolocalização e atendimento à população em serviços de saúde nas duas regiões. A análise foca em soluções tecnológicas criadas no início da pandemia, em 2020.</p>
<p>No Brasil, os autores consideram o sistema de geolocalização InLoco, que gerou dados anônimos de isolamento médio por estado e de visitas a hospitais; o Sistema de Monitoramento Inteligente do Governo do Estado (SIMI SP), que cruzou dados de operadoras telefônicas com registros de saúde para emitir alertas sobre aglomerações e fornecer panorama do contágio no estado; e o aplicativo Coronavírus – SUS, que auxilia no acesso a informações confiáveis de prevenção e tratamento e gera dados de geolocalização dos usuários.</p>
<h2>Pandemia evidenciou dificuldade em conciliar serviços coletivos de promoção à saúde e proteção de dados pessoais</h2>
<p>Os autores indicam que, apesar de seguirem a legislação, os serviços brasileiros apresentam lacunas em segurança dos usuários. O Coronavírus – SUS, inicialmente, não contava com política de privacidade, e o consentimento da coleta de dados estava vinculado ao uso do aplicativo, por exemplo. No caso do SIMI SP, o artigo questiona a efetividade do serviço em nível intramunicipal por não detalhar dados específicos de menor abrangência geográfica, como bairros.</p>
<p>Os autores do artigo &#8212; Mariana Leite Fernandes da Silva, Marco Antonio Carvalho Teixeira e Eduardo de Rezende Francisco &#8212; destacam uma maior preocupação com a transparência na União Europeia. O aplicativo alemão Corona-Datenspende exige consentimento direto dos usuários sobre o tratamento de dados pessoais – ao contrário do Coronavírus – SUS, cujo consentimento é presumido pelo uso do aplicativo. O artigo destaca o <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/rastreamento-de-contatos-durante-a-pandemia-de-covid-19-mostra-compatibilidade-do-blockchain-com-cuidados-de-privacidade/">desafio de equilibrar o direito coletivo à saúde e o direito individual à proteção de dados</a>, visto que um destes será escolhido como prioridade em cada contexto.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rgplp/article/view/85223">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/protecao-de-dados-pessoais-pandemia/">No Brasil, uso de dados pessoais no combate à pandemia prevaleceu sobre o direito à privacidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Em busca de medidas anticorrupção, investidores valorizam vínculos de empresas com ONGs</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategia-empresarial/em-busca-de-medidas-anticorrupcao-investidores-valorizam-vinculos-de-empresas-com-ongs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2022 11:38:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[atores políticos]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2751</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-sora-shimazaki-5668842-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="homem e mulher apertam mãos em ambiente de trabalho" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-sora-shimazaki-5668842-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-sora-shimazaki-5668842-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-sora-shimazaki-5668842-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-sora-shimazaki-5668842-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A corrupção que envolve a troca de favores entre os setores público e privado deslegitima as relações que empresas e conselhos mantêm com atores políticos. Como medidas anticorrupção exigem maior conformidade legal e transparência do setor privado, investidores passam a valorizar mais os vínculos das empresas com organizações não-governamentais (ONGs) em detrimento dos vínculos com [&#8230;]</p>
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<p>Em artigo publicado na revista “Organization Science”, a pesquisadora da FGV EAESP Marina Gama e os colaboradores Aline Gatignon, da Universidade da Pensilvânia, e Rodrigo B. DeMello, da Girard School of Business, investigam a percepção de investidores sobre a legitimidade de estratégias além do mercado no contexto da Operação Lava Jato.</p>
<p>A análise considerou o ano de 2014, que corresponde à primeira fase da operação. Conforme afirmam os autores, o período representou transição institucional, pois as empresas passaram a ser responsabilizadas por atos de corrupção. De acordo com entrevistas realizadas com líderes empresariais, representantes de ONGs, acadêmicos, investidores e outros atores, a investigação da Polícia Federal, à época, levou as organizações a revisarem práticas e relações entre empresários e políticos.</p>
<p>A amostra abrangeu 122 empresas não financeiras de nove setores listadas na Bolsa de Valores de São Paulo em 2013. Os pesquisadores buscaram o número de citações a ONGs e termos associados na análise de 163 relatórios anuais.</p>
<p>O estudo mostra que, no período, os investidores valorizaram mais os vínculos com ONGs do que os vínculos com atores políticos e as doações para entidades mais do que as conexões políticas de membros do conselho. Desfazer laços com atores políticos, de forma a limitar o uso do poder do governo para benefícios privados, foi uma das principais preocupações para que as empresas mantivessem o compromisso com a transparência e com rigor em suas condutas.</p>
<p><a href="https://pubsonline.informs.org/doi/10.1287/orsc.2022.1616">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Termos técnicos nas redes sociais de TCU e MPF dificultam compreensão do público e prejudicam transparência na comunicação, mostra estudo</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/termos-tecnicos-nas-redes-sociais-de-tcu-e-mpf-dificultam-compreensao-do-publico-e-prejudicam-transparencia-na-comunicacao-mostra-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 13:43:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[accountability]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[ministério público]]></category>
		<category><![CDATA[outreach]]></category>
		<category><![CDATA[participação]]></category>
		<category><![CDATA[prestação de contas]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[transparência]]></category>
		<category><![CDATA[tribunal de contas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-greenwish-132402261-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Tela de smartphone exige logo do Twitter" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-greenwish-132402261-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-greenwish-132402261-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-greenwish-132402261-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-greenwish-132402261-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Principais órgãos de controle da administração pública do país, Tribunal de Contas da União (TCU) e Ministério Público Federal (MPF) utilizam suas contas no Twitter majoritariamente para promover suas atividades e, no caso do MP, destacar as atuações de integrantes específicos da instituição. Na comunicação do TCU e do MPF nas redes sociais, portanto, é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-greenwish-132402261-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Tela de smartphone exige logo do Twitter" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-greenwish-132402261-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-greenwish-132402261-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-greenwish-132402261-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-greenwish-132402261-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Principais órgãos de controle da administração pública do país, Tribunal de Contas da União (TCU) e Ministério Público Federal (MPF) utilizam suas contas no Twitter majoritariamente para promover suas atividades e, no caso do MP, destacar as atuações de integrantes específicos da instituição. Na comunicação do TCU e do MPF nas redes sociais, portanto, é menos recorrente a prestação de contas sobre suas atribuições, como execução orçamentária, financeira e patrimonial, fiscalização de políticas públicas e consultas à população.</p>
<p>Em artigo publicado na Revista de Administração Pública, pesquisadores da FGV EAESP analisaram, em um primeiro momento, a presença de 33 unidades dos Tribunal de Contas e das 28 unidades do Ministério Público no Twitter, Facebook e Instagram desde 2009, ano a partir do qual as instituições ingressam nessas redes sociais, até 2020. O Twitter é a rede mais utilizada por ambos, sendo que as postagens dos MPs representam quase o dobro das postagens dos TCs &#8211; 191 mil contra 100 mil. O Twitter do MPF é a conta com mais seguidores no período, 688 mil – quatro vezes mais do que o número de seguidores do TCU, 118 mil.</p>
<p>Ao analisar o conteúdo das postagens do MPF e do TCU no Twitter, na segunda etapa da pesquisa, os autores apontam similaridades entre a comunicação das instituições. O uso do termo “Youtube”, agrupado com termos como “rádio” e “ao vivo”, por exemplo, sinaliza que MPF e TCU utilizam a rede social para ampliar a audiência de seus eventos e agendas. O uso de termos como “divulgar” e “ação”, no caso do MPF, e “plenário” e “decisão”, no caso do TCU, corroboram o esforço de ambos em repercutir suas atividades. “MPF” e “TCU” são os termos mais utilizados nas respectivas contas, o que evidencia a predominância de conteúdo autorreferenciado.</p>
<p>A principal diferença entre ambos identificada pelo artigo é a recorrência de menções da conta do MPF à Associação Nacional dos Procuradores da República, o que indica a repercussão de interesses corporativos dos membros da instituição. O MPF também destaca nominalmente a atuação de integrantes como os procuradores-gerais da República Rodrigo Janot e Raquel Dodge, referenciados mais de 600 vezes cada um, e o promotor Deltan Dallagnol, coordenador da Operação Lava-Jato em Curitiba, que recebeu 62 menções.</p>
<p>Os autores ressaltam, ainda, que a recorrência de termos técnicos nas postagens, como a citação a artigos de lei e o uso de conceitos como “licitação” e “pregão”, dificulta a compreensão da maioria da população e, portanto, prejudica a transparência dos órgãos. Uma comunicação em linguagem simples e acessível, por outro lado, poderia incentivar a participação democrática dos cidadãos na administração pública.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rap/article/view/85834">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Transparência pública ativa tende a ser maior em cidades mais populosas e administração em municípios menores tende a ser mais opaca</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/transparencia-publica-ativa-tende-a-ser-maior-em-cidades-mais-populosas-e-administracao-em-municipios-menores-tende-a-ser-mais-opaca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Dec 2021 12:07:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Direito à informação]]></category>
		<category><![CDATA[gestão da informação]]></category>
		<category><![CDATA[Governos locais; Lei de acesso à informação]]></category>
		<category><![CDATA[LAI]]></category>
		<category><![CDATA[transparência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-rodnae-productions-7821689-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-rodnae-productions-7821689-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-rodnae-productions-7821689-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-rodnae-productions-7821689-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-rodnae-productions-7821689-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Prevista na Lei de Acesso à Informação e uma das dimensões da transparência pública, a transparência pública ativa determina que os órgãos públicos têm a obrigação de divulgar informações não confidenciais, mesmo que elas não sejam solicitadas pelos cidadãos. No entanto, de acordo com uma pesquisa que avaliou os portais eletrônicos de transparência em Minas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-rodnae-productions-7821689-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-rodnae-productions-7821689-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-rodnae-productions-7821689-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-rodnae-productions-7821689-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-rodnae-productions-7821689-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Prevista na Lei de Acesso à Informação e uma das dimensões da transparência pública, a transparência pública ativa determina que os órgãos públicos têm a obrigação de divulgar informações não confidenciais, mesmo que elas não sejam solicitadas pelos cidadãos.</p>
<p>No entanto, de acordo com uma pesquisa que avaliou os portais eletrônicos de transparência em Minas Gerais, avaliando uma amostra aleatória de 197 municípios de 13 regiões geográficas do Estado, as cidades menores ainda sofrem com uma falta de transparência ativa.</p>
<p>Em artigo publicado nos Cadernos EBAPE, os pesquisadores indicam que cidades mais populosas tendem a ter taxas de transparência ativa mais altas, enquanto municípios menores sofrem com uma falta de transparência ativa, que pode levar administrações municipais mais opacas. &#8220;São observadas grande disparidade de pontuações&#8221;, ressaltam os pesquisadores, ressalvando que 22 municípios com menos de 50 mil habitantes, que representam 11% da amostra, tenham atingido índices elevados de transparência ativa.</p>
<p>&#8220;Os resultados confirmam estudos anteriores que indicam altos níveis de opacidade da gestão municipal, principalmente em municípios menores&#8221;, alertam os autores. A partir dos achados, a expectativa é que a pesquisa possa subsidiar políticas e ações de gestores municipais voltadas à abertura de informações e promoção da transparência pública, tanto na gestão de informação quanto na adequação de portais oficiais às exigências legais.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/cebape/a/yMhdYS9jWJMK3HZ8Jyqgbkg/?lang=pt">Confira a pesquisa na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/transparencia-publica-ativa-tende-a-ser-maior-em-cidades-mais-populosas-e-administracao-em-municipios-menores-tende-a-ser-mais-opaca/">Transparência pública ativa tende a ser maior em cidades mais populosas e administração em municípios menores tende a ser mais opaca</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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