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	<title>Arquivos concentração de renda - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>RendA+: com valores acessíveis, novos títulos do Tesouro Direto podem assegurar renda estável na aposentadoria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 11:08:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-karolina-grabowska-4386326-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="calculadora aposentadoria" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-karolina-grabowska-4386326-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-karolina-grabowska-4386326-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-karolina-grabowska-4386326-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-karolina-grabowska-4386326-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O RendA+, título lançado pelo Tesouro Direto brasileiro em janeiro de 2023, é um plano complementar à Previdência Social voltado a pessoas físicas. Em artigo publicado como preprint e que será disponibilizado na revista “Retirement Management Journal”, os pesquisadores Alexandre Vitorino, da FGV EAESP, e Arun Muralidhar, da George Washington University (Estados Unidos), apontam o [&#8230;]</p>
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<p>Os autores analisaram a proposta do RendA+ e verificaram seu desempenho na semana de implementação, de 30 de janeiro a 3 de fevereiro de 2023, apresentando perfil dos investidores. O RendA+ realiza pagamentos mensais por 20 anos, iniciados em data definida pelo investidor, e corrigidos pela inflação para garantir renda real. Os investimentos mínimos giram em torno de 30 reais.</p>
<h2>RendA+: título de aposentadoria pode diversificar perfil de investidores</h2>
<p>A iniciativa registrou, na primeira semana, 60 milhões de reais em vendas líquidas para 7675 pessoas físicas. O investimento médio foi de quase 8 mil reais por pessoa. A faixa etária de 40 a 59 anos é a mais interessada no RendA+, e representa 65% das compras pendentes. Mas a participação de investidores com menos de 29 anos merece destaque: o RendA+ 2065, voltado a jovens, concentrou 4% dos investidores e 10% do valor investido no período.</p>
<p>O RendA+ pode alcançar mais mulheres, contribuindo para diversificar o perfil dos investidores em renda complementar. Hoje, três em cada quatro dos investidores do Tesouro Direto, programa que negocia títulos da dívida pública diretamente com os cidadãos desde 2002, são homens.</p>
<p>O RendA+ corresponde à proposta de Vitorino e colaboradores apresentada em seminário realizado pelo Ministério da Economia em 2019. O modelo previa a emissão de títulos de baixo custo acessíveis aos indivíduos independentemente de seu grau de alfabetização financeira, observa o artigo. Pelo lado do cidadão, essa estratégia garante segurança dos planos de aposentadoria por contribuição definida. Para o Estado, é mais uma forma de financiar demandas de infraestrutura nacionais e garantir a prosperidade econômica.</p>
<p><a href="https://www.researchgate.net/publication/369440089_How_Brazil%27s_RendA_Bond_Could_Render_DC_Retirement_Risk_Obsolete_A_Case_Study">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Política monetária de aumento da taxa de juros adotada pelo Banco Central não contribuiu para a queda de preços no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2022 14:21:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia política]]></category>
		<category><![CDATA[alta de preços]]></category>
		<category><![CDATA[austeridade fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/banco_central_mcajr_abr_0104222276-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/banco_central_mcajr_abr_0104222276-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/banco_central_mcajr_abr_0104222276-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/banco_central_mcajr_abr_0104222276-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/banco_central_mcajr_abr_0104222276-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O aumento da taxa de juros em meio à incerteza dos períodos de recessão e pandemia atende aos interesses do setor financeiro. Portanto, a medida não contribui para a queda de preços no Brasil. É o que apontam os pesquisadores Carmem Feijó, Eliane Cristina Araújo e o professor emérito da FGV EAESP Luiz Carlos Bresser-Pereira, em artigo publicado na revista “Brazilian Journal of Political Economy” sobre a política monetária brasileira.</p>
<p>Uma das variáveis analisadas pelos autores é o movimento da taxa de juros SELIC de 2014 a 2021. Entre 2015 e 2016, período de recessão e implementação de políticas de austeridade fiscal, o Produto Interno Bruto (PIB) teve queda acumulada de 6,7%. O início da pandemia, em 2020, contribuiu para a tendência de estagnação da economia brasileira, com elevada desvalorização do real.</p>
<p>A decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central de aumentar a taxa de juros a partir de 2021 teve como objetivo controlar a alta de preços em um cenário de muita demanda e pouca oferta. O objetivo foi reduzir a atividade econômica e o emprego para evitar que a elevação de custos fosse repassada aos preços. Porém, a alta na taxa de juros não interfere nas causas do aumento da inflação, argumentam os autores.</p>
<h2>Política monetária não soluciona desaceleração da economia</h2>
<p>Segundo aponta a pesquisa, as alterações na taxa de juros SELIC não têm eficácia para interferir no índice de preços das <em>commodities</em>, que é regulado por fatores externos. Isso acontece porque a economia brasileira vem se caracterizando pela desindustrialização, com baixo crescimento e centralidade na exportação de <em>commodities</em>.</p>
<p>Os autores argumentam que a taxa de juros não seria o melhor instrumento de política monetária, sobretudo diante das incertezas sobre a evolução da pandemia. Ao desacelerar a economia, tal medida contribui para a perda de competitividade da indústria e do emprego. Por consequência, favorece a concentração de renda e riqueza na classe dos rentistas.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rep/a/5V8WcFdTxhzJV73ztc3mdBh/">Confira aqui na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/economia-politica/politica-monetaria-aumento-taxa-juros-economia/">Política monetária de aumento da taxa de juros adotada pelo Banco Central não contribuiu para a queda de preços no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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