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	<title>Arquivos Coopetição - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos Coopetição - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Coopetição e Internacionalização de PMEs: Como Instituições Formais Apoiam a Expansão Global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 11:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Coopetição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/happy-coworkes-shaking-hands-after-business-presentation-office-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/happy-coworkes-shaking-hands-after-business-presentation-office-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/happy-coworkes-shaking-hands-after-business-presentation-office-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/happy-coworkes-shaking-hands-after-business-presentation-office-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/04/happy-coworkes-shaking-hands-after-business-presentation-office-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A internacionalização de Pequenas e Médias Empresas (PMEs) é um desafio significativo, especialmente em economias emergentes. A falta de recursos e a concorrência acirrada dificultam a inserção dessas empresas no mercado global. No entanto, a coopetição, estratégia que mescla cooperação e competição entre empresas, tem se mostrado uma solução eficaz para superar esses obstáculos. Um [&#8230;]</p>
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<p>Os pesquisadores adotaram uma abordagem qualitativa, realizando 21 entrevistas com representantes de PMEs, AIFs e especialistas do setor. Foram analisadas três indústrias brasileiras da área de tecnologia da informação, calçados e vinhos para entender como as estratégias de coopetição variam entre os setores. A pesquisa utilizou estudos de caso e análise de dados para identificar padrões e avaliar o impacto dos AIFs na internacionalização dessas empresas.</p>
<p>Os agentes de instituição formal são organizações ou entidades, como governos, bancos e agências reguladoras. Eles estabelecem e aplicam regras, normas e políticas que influenciam o ambiente de negócios. Portanto, eles desempenham um papel essencial na criação de estabilidade e previsibilidade para as empresas, facilitando ou restringindo sua atuação em diferentes mercados.</p>
<h1>Os resultados indicam que os AIFs desempenham papéis distintos conforme o nível de maturidade da indústria no processo de internacionalização.</h1>
<p>No setor de vinhos, por exemplo, a coopetição já está consolidada, com os agentes incentivando a competição no mercado interno enquanto promovem a colaboração no exterior. No setor de calçados, que enfrenta desafios estruturais, esses agentes atuam de forma mais prescritiva, ajudando as empresas a reduzir custos de transação e ganhar competitividade internacional. Já no setor de tecnologia da informação, a coopetição ainda está em estágio inicial, com AIFs buscando criar redes de aprendizado e colaboração para impulsionar a internacionalização.</p>
<p>Além disso, a pesquisa destaca a importância das instituições formais na construção de um ambiente propício para a coopetição e internacionalização das PMEs. Ao atuar como facilitadores, os agentes dessas instituições ajudam a mitigar incertezas do mercado global, promovendo a criação de redes estratégicas e aumentando a competitividade das empresas nacionais.</p>
<p>No entanto, para que essas empresas alcancem sucesso internacional, é essencial que elas possuam recursos organizacionais adequados e participem ativamente das iniciativas institucionais. Por fim, o estudo reforça a necessidade de políticas públicas adaptadas às especificidades de cada setor. Isso garante um suporte eficiente para a internacionalização das PMEs brasileiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia o <a href="https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/10696679.2025.2457685">artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Coopetição e Indicação Geográfica: como a união entre vinícolas brasileiras criou valor para o setor</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/coopeticao-e-indicacao-geografica-como-a-uniao-entre-vinicolas-brasileiras-criou-valor-para-o-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 11:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Aprovação de valor]]></category>
		<category><![CDATA[Coopetição]]></category>
		<category><![CDATA[Criação de valor]]></category>
		<category><![CDATA[Indicação geográfica]]></category>
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		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/02/beautiful-view-vineyard-green-hills-sunset-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/02/beautiful-view-vineyard-green-hills-sunset-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/02/beautiful-view-vineyard-green-hills-sunset-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/02/beautiful-view-vineyard-green-hills-sunset-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/02/beautiful-view-vineyard-green-hills-sunset-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A qualidade e a reputação dos vinhos usualmente estão conectadas às regiões onde são produzidos. Dessa forma, o conceito de Indicação Geográfica (IG) surge como um mecanismo institucional que protege e valoriza produtos com características únicas associadas a determinado território. No Brasil, o Vale dos Vinhedos (RS) foi a primeira região a conquistar esse selo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/02/beautiful-view-vineyard-green-hills-sunset-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/02/beautiful-view-vineyard-green-hills-sunset-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/02/beautiful-view-vineyard-green-hills-sunset-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/02/beautiful-view-vineyard-green-hills-sunset-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/02/beautiful-view-vineyard-green-hills-sunset-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A qualidade e a reputação dos vinhos usualmente estão conectadas às regiões onde são produzidos. Dessa forma, o conceito de Indicação Geográfica (IG) surge como um mecanismo institucional que protege e valoriza produtos com características únicas associadas a determinado território. No Brasil, o Vale dos Vinhedos (RS) foi a primeira região a conquistar esse selo em 2002. Nesse contexto, os pesquisadores Luciana Marques Vieira (FGV EAESP), Jefferson Monticelli (Unisinos) e Tatiane Cislaghi (IFRS) , publicaram na Journal of Business &amp; Industrial Marketing uma pesquisa que analisou como instituições influenciam a evolução de uma IG ao longo do tempo, promovendo a cooperação entre concorrentes e o fortalecimento do setor.</p>
<p>O estudo utilizou uma abordagem qualitativa, coletando dados de 33 representantes da indústria vinícola em três períodos distintos ao longo de 10 anos. Os pesquisadores conduziram entrevistas estruturadas e não estruturadas, além de análise de documentos oficiais e observação direta. A pesquisa foca no Vale dos Vinhedos para entender a relação entre coopetição e instituições formais e informais na criação, captura e possível destruição de valor na indústria vinícola.</p>
<h1>A pesquisa revelou que a coopetição – estratégia que combina cooperação e competição – foi fundamental para o sucesso da Indicação Geográfica no Vale dos Vinhedos.</h1>
<p>A troca de experiências entre vinícolas e o desenvolvimento de estratégias conjuntas resultaram em um posicionamento internacional mais forte para os vinhos brasileiros. Eventos, feiras e certificações ajudaram a consolidar a reputação da região, atraindo consumidores e investidores.</p>
<p>Entretanto, o crescimento da IG também trouxe desafios. A entrada de novos participantes no cluster, nem sempre comprometidos com a qualidade e os padrões da IG, gerou preocupações entre produtores tradicionais. Além disso, o aumento da especulação imobiliária na região ameaçou a expansão da viticultura e do enoturismo, colocando em risco o valor criado ao longo do tempo.</p>
<p>Para mitigar esses riscos, instituições formais, como o Conselho Municipal de Planejamento do Vale dos Vinhedos, atuaram para garantir o cumprimento das diretrizes da IG. No entanto, conflitos surgiram entre pequenas, médias e grandes vinícolas quanto à distribuição dos benefícios gerados pela certificação. Algumas vinícolas alegaram que as empresas de maior porte estavam capturando a maior parte do valor, em detrimento das menores.</p>
<h2>O estudo destaca que a IG foi essencial para o desenvolvimento econômico e social do Vale dos Vinhedos.</h2>
<p>Ela contribuiu para a promoção da qualidade dos vinhos, do enoturismo e da sustentabilidade da região. No entanto, a governança da IG precisa evoluir para evitar a destruição de valor, garantindo um equilíbrio entre os interesses de diferentes agentes. A coopetição continua sendo uma estratégia eficaz para fortalecer a competitividade do setor, desde que seja acompanhada por políticas que preservem a identidade e os benefícios compartilhados da IG.</p>
<p>Por fim, este caso reforça a importância das Indicações Geográficas como ferramentas de valorização de produtos locais. Isso evidencia que sua manutenção exige esforços coletivos e regulamentação adequada para garantir sua longevidade e relevância no mercado global.</p>
<p>Leia <a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/jbim-04-2024-0268/full/html">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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