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	<title>Arquivos crescimento econômico - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos crescimento econômico - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Consumo e varejo desaceleram no Brasil: projeções da FGV para 2025 e 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 11:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[comércio varejista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_21143044-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_21143044-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_21143044-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_21143044-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_21143044-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O ritmo de crescimento do consumo e varejo no Brasil deve perder força nos próximos trimestres. Essa é a principal conclusão da quarta edição do Indicador de Tendência de Consumo e Varejo (ITCVcev) publicada em junho de 2025 pelo pesquisador Ricardo Meirelles de Faria, do Centro de Excelência em Varejo da FGV EAESP (FGVcev), em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_21143044-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_21143044-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_21143044-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_21143044-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/07/shutterstock_21143044-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O ritmo de crescimento do consumo e varejo no Brasil deve perder força nos próximos trimestres. Essa é a principal conclusão da quarta edição do Indicador de Tendência de Consumo e Varejo (ITCVcev) publicada em junho de 2025 pelo pesquisador Ricardo Meirelles de Faria, do Centro de Excelência em Varejo da FGV EAESP (FGVcev), em parceria com a FFC-MDS Serviços Financeiros.</p>
<p>O relatório analisa o desempenho recente da economia com base nas Contas Nacionais do primeiro trimestre de 2025. Além disso, observa dados do comércio varejista (PMC/IBGE) e tendências macroeconômicas que afetam o consumo das famílias brasileiras. O ITCVcev é um indicador exclusivo da FGV e reúne dados públicos de diferentes fontes e calcula uma média ponderada de quatro variáveis-chave que impactam o varejo:</p>
<ul>
<li>Massa de renda das famílias;</li>
<li>Crédito à pessoa física (ajustado pela inflação);</li>
<li>Confiança do consumidor (medida pelo IBRE-FGV);</li>
<li>Nível de endividamento das famílias.</li>
</ul>
<p>Sendo assim, o pesquisador utiliza modelos econométricos para projetar o comportamento do setor varejista nos próximos 18 meses. Nesta edição, os modelos foram ajustados para baixo, refletindo a combinação de fatores internos e externos que sinalizam um cenário de menor crescimento.</p>
<h1>Resultados e projeções: consumo e varejo desaceleram, crédito encarece</h1>
<p>Apesar de o PIB brasileiro seguir com desempenho estável — impulsionado principalmente pela agropecuária — o setor varejista já mostra sinais de desaceleração. A estimativa de crescimento do ITCVcev para 2025 caiu de 3,03% para 1,10%. Para 2026, a projeção é ainda mais modesta: crescimento de apenas 0,56%.</p>
<p>No varejo restrito, que exclui veículos e materiais de construção, o crescimento previsto é de 2,2% em 2025 e 1,0% em 2026. Já no varejo ampliado, que inclui esses dois segmentos, as estimativas são ainda mais conservadoras: 1,13% em 2025 e queda de 0,42% em 2026.</p>
<p>Além disso, o aumento dos juros impacta diretamente o custo do crédito, que pode chegar a quase 48% ao ano em operações com recursos livres até o final de 2025. A inadimplência também subiu, atingindo 4,1% em abril.</p>
<h2>Renda e confiança do consumidor preocupam</h2>
<p>Outro ponto de atenção do relatório é a massa de renda das famílias, que cresce em ritmo menor do que observado no final de 2024. A previsão de crescimento é de 3,21% em 2025 e apenas 1,42% em 2026. A confiança do consumidor, que apresentou leve melhora em maio, ainda está em queda quando comparada ao ano anterior.</p>
<p>O relatório também chama atenção para a dificuldade de coordenação entre as políticas fiscal e monetária. O ajuste fiscal tem sido adiado, o que sobrecarrega a política de juros e reduz sua efetividade. Portanto, isso gera efeitos colaterais na economia real, como crédito mais caro, crescimento tímido e aumento do endividamento.</p>
<p>Por fim, o autor alerta que o cenário exige atenção: embora o Brasil tenha começado bem o ano, sustentado pela agropecuária, a continuidade desse desempenho depende de ajustes estruturais nas contas públicas e de medidas que estimulem o consumo de forma sustentável.</p>
<p>Leia<a href="https://cev.fgv.br/sites/cev.fgv.br/files/u91/fgvcev_jun2025_v2.pdf"> o relatório na integra.</a></p>
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		<title>Política monetária de aumento da taxa de juros adotada pelo Banco Central não contribuiu para a queda de preços no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/economia-politica/politica-monetaria-aumento-taxa-juros-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2022 14:21:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia política]]></category>
		<category><![CDATA[alta de preços]]></category>
		<category><![CDATA[austeridade fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[concentração de renda]]></category>
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		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[política monetária]]></category>
		<category><![CDATA[redução das desigualdades]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/banco_central_mcajr_abr_0104222276-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/banco_central_mcajr_abr_0104222276-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/banco_central_mcajr_abr_0104222276-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/banco_central_mcajr_abr_0104222276-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/banco_central_mcajr_abr_0104222276-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O aumento da taxa de juros em meio à incerteza dos períodos de recessão e pandemia atende aos interesses do setor financeiro. Portanto, a medida não contribui para a queda de preços no Brasil. É o que apontam os pesquisadores Carmem Feijó, Eliane Cristina Araújo e o professor emérito da FGV EAESP Luiz Carlos Bresser-Pereira, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/banco_central_mcajr_abr_0104222276-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/banco_central_mcajr_abr_0104222276-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/banco_central_mcajr_abr_0104222276-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/banco_central_mcajr_abr_0104222276-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/banco_central_mcajr_abr_0104222276-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O aumento da taxa de juros em meio à incerteza dos períodos de recessão e pandemia atende aos interesses do setor financeiro. Portanto, a medida não contribui para a queda de preços no Brasil. É o que apontam os pesquisadores Carmem Feijó, Eliane Cristina Araújo e o professor emérito da FGV EAESP Luiz Carlos Bresser-Pereira, em artigo publicado na revista “Brazilian Journal of Political Economy” sobre a política monetária brasileira.</p>
<p>Uma das variáveis analisadas pelos autores é o movimento da taxa de juros SELIC de 2014 a 2021. Entre 2015 e 2016, período de recessão e implementação de políticas de austeridade fiscal, o Produto Interno Bruto (PIB) teve queda acumulada de 6,7%. O início da pandemia, em 2020, contribuiu para a tendência de estagnação da economia brasileira, com elevada desvalorização do real.</p>
<p>A decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central de aumentar a taxa de juros a partir de 2021 teve como objetivo controlar a alta de preços em um cenário de muita demanda e pouca oferta. O objetivo foi reduzir a atividade econômica e o emprego para evitar que a elevação de custos fosse repassada aos preços. Porém, a alta na taxa de juros não interfere nas causas do aumento da inflação, argumentam os autores.</p>
<h2>Política monetária não soluciona desaceleração da economia</h2>
<p>Segundo aponta a pesquisa, as alterações na taxa de juros SELIC não têm eficácia para interferir no índice de preços das <em>commodities</em>, que é regulado por fatores externos. Isso acontece porque a economia brasileira vem se caracterizando pela desindustrialização, com baixo crescimento e centralidade na exportação de <em>commodities</em>.</p>
<p>Os autores argumentam que a taxa de juros não seria o melhor instrumento de política monetária, sobretudo diante das incertezas sobre a evolução da pandemia. Ao desacelerar a economia, tal medida contribui para a perda de competitividade da indústria e do emprego. Por consequência, favorece a concentração de renda e riqueza na classe dos rentistas.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rep/a/5V8WcFdTxhzJV73ztc3mdBh/">Confira aqui na íntegra</a></p>
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