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	<title>Arquivos economia - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<title>Arquivos economia - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<item>
		<title>Reformas neoliberais contribuíram para a quase estagnação da economia brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2022 16:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia política]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/economia_moeda_real-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Moeda Real: artigo fala sobre o baixo crescimento econômico do Brasil e de países latino-americanos" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/economia_moeda_real-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/economia_moeda_real-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/economia_moeda_real-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/07/economia_moeda_real-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />As reformas neoliberais adotadas pelo Brasil e os outros países latino-americanos a partir dos anos 1980 resultaram na quase estagnação econômica nacional. Acondição persiste até hoje. Em artigo publicado na Revista de Economia Política, o pesquisador da FGV EAESP Luiz Carlos Bresser-Pereira explica que o baixo crescimento econômico ocorreu em conjunto com a desindustrialização. Entre [&#8230;]</p>
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<p>O desenvolvimento econômico nacional, segundo o autor, está vinculado ao aumento da renda por habitante. No processo de industrialização, os ganhos de produtividade ocorrem pela transferência de mão de obra para atividades de alto valor agregado. Tais atividades demandam trabalhadores especializados, com maior escolarização e remuneração. Assim, a desindustrialização se relaciona com a redução da taxa de crescimento per capita porque ocasiona a transferência de mão de obra para ocupações menos sofisticadas.</p>
<h2>Crescimento econômico foi três vezes maior no leste asiático do que na América Latina desde 1991</h2>
<p>O Brasil e os demais países latino-americanos, segundo o autor, caíram no que chama de “armadilha da liberalização”. As reformas neoliberais levaram o país à quase estagnação do Brasil desde 1990 por meio de medidas como a privatização de atividades monopolistas. Segundo explica o estudo, uma vez retiradas da qualidade de patrimônio público, o mercado é incapaz de regular tais empresas. Isso resulta em queda na qualidade dos serviços prestados à população e <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/economia-politica/politica-monetaria-aumento-taxa-juros-economia/">aumento de preços</a>. Dessa forma, apenas a classe rentista se beneficia, frisa o autor.</p>
<p>Conforme expõe o estudo, a taxa de crescimento per capita do leste asiático, excluindo-se a China, foi de 5% entre 1991 e 2019, enquanto o crescimento da América Latina, no mesmo período, foi de apenas 1,5%. O resultado do Brasil foi ainda menor: 1,2%. Em comparação, de 1961 a 1980, período de políticas públicas de estímulo à industrialização em ambas as regiões, a diferença de crescimento entre Leste da Ásia e América Latina foi significativamente menor: 5,2% para 4,6%.</p>
<p>A teoria novo-desenvolvimentista critica a redução do Estado implementada pelo neoliberalismo nos países em desenvolvimento como o Brasil. Neste sistema, conforme o autor, a política de crescimento está relacionada ao endividamento externo. Sem produção com alto valor agregado, os países ficam dependentes da exportação de commodities. Para a teoria novo-desenvolvimentista, “déficits em conta-corrente tornam a moeda do país ação e remuneração. Assim, a desindustrialização se relaciona com a redução da taxa de crescimento per capita porque ocasiona a transferência de mão de obra para ocupações menos sobrevalorizada, tiram a competitividade das boas empresas, e desestimulam, se não impedem, os investimentos privados”, aponta o estudo.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rep/a/RzYmNQgLgdMTKph4wbrHPHn/?format=html">Confira o estudo na íntegra</a></p>
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		<title>Perspectiva econômica para o ano eleitoral de 2022 pode arrastar para o fundo do poço o emprego e a renda de milhões</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/perspectiva-economica-para-o-ano-eleitoral-de-2022-pode-arrastar-para-o-fundo-do-poco-o-emprego-e-a-renda-de-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2021 21:53:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência política]]></category>
		<category><![CDATA[Economia política]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/clay-banks-HyczMwZbdLg-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/clay-banks-HyczMwZbdLg-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/clay-banks-HyczMwZbdLg-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/clay-banks-HyczMwZbdLg-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/clay-banks-HyczMwZbdLg-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A inflação e sua acompanhante inseparável, a taxa Selic, marcham velozmente em direção aos dois dígitos. É provável que ambas inaugurem o ano eleitoral de 2022 acima dos 10%, desencadeando perdas e danos e adiando uma vez mais a retomada do crescimento da economia. A inflação representa uma maneira fácil de aumentar a arrecadação: os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/clay-banks-HyczMwZbdLg-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/clay-banks-HyczMwZbdLg-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/clay-banks-HyczMwZbdLg-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/clay-banks-HyczMwZbdLg-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/12/clay-banks-HyczMwZbdLg-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A inflação e sua acompanhante inseparável, a taxa Selic, marcham velozmente em direção aos dois dígitos. É provável que ambas inaugurem o ano eleitoral de 2022 acima dos 10%, desencadeando perdas e danos e adiando uma vez mais a retomada do crescimento da economia.</p>
<p>A inflação representa uma maneira fácil de aumentar a arrecadação: os preços (sobre os quais os impostos são calculados) aumentam e a receita cresce, ao passo que despesas correntes do governo, como pagamento de salários (reajustes), não crescem com a mesma velocidade. Além disso, apesar do Pix, o aumento no valor das transações demanda maior emissão de moeda: produzir uma nota de R$100 custa só cinquenta centavos, e a diferença é embolsada pelo emissor.</p>
<p>Se, por um lado, as receitas tributárias aumentam, por outro o governo lida com substância eleitoralmente tóxica: os preços nas nuvens obrigam os mais pobres a comprar o osso, pois não é possível adquirir a carne que o envolve.</p>
<p>E, entre a inanição popular e a revolta, o caminho é curto. Para neutralizar o desgosto, o governo acena com um auxílio de R$ 400, já que não é pecado abrir a caixa de ferramentas das bondades. A operação fura-teto de gastos, que viabiliza também as secretas emendas parlamentares, deve ser entendida neste contexto: o importante é ganhar as eleições, o resto fica para depois. Se a economia despenca arrastando ainda mais para o fundo do poço o emprego e a renda de milhões, a gente resolve em 2023.</p>
<p>Até os ministros mais magros tendem a empurrar com a barriga, preferindo adiar ações desagradáveis hoje, mesmo que se tornem desastrosas amanhã. Cumprem ordens dos políticos, cuja missão mais importante é garantir a reeleição. Esse filme se repete com frequência.</p>
<p>No médio e longo prazo, no entanto, essa política afugenta investidores. Investimentos produtivos, indispensáveis para a retomada do crescimento, demandam tempo de maturação. Em outras palavras, requerem no mínimo de três a cinco anos para apresentar os primeiros retornos. Se os investidores não sentirem segurança e as incertezas aumentarem, permanecerão no modo de espera, e a alavanca do crescimento não se moverá de forma robusta.</p>
<p>A manobra eleitoreira que o governo federal tenta com a operação fura-teto em nada contribui para apresentar um futuro razoavelmente estável. Ao contrário, ampliando a dívida pública, o governo federal necessitará rolar parte crescente dela no curto prazo, pagando juros cada vez mais elevados. As inevitáveis desvalorizações cambiais, ao mesmo tempo causa e efeito do ambiente envenenado pelo binômio inflação/incertezas, elevarão os preços da cesta básica, atormentando de maneira atroz a vida dos mais pobres. Investidores permanecerão com o dinheiro empoçado, esperando o desenlace eleitoral de 2022, outro ano de provável recessão ou, na melhor das hipóteses, de crescimento raquítico.</p>
<p>Alternativa? Um dos caminhos para evitar o fura-teto seria lançar um imposto sobre a riqueza acumulada pelas famílias mais ricas — o sofrimento dos mais pobres seria mitigado sem desarrumar as contas públicas — ou afetar o padrão de vida dos que vivem no topo da pirâmide.</p>
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		<item>
		<title>Auxílio emergencial: estudo da FGVcemif aponta cenário de perdas de renda com provável redução do valor</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/sem-categoria/auxilio-emergencial-estudo-da-fgvcemif-aponta-cenario-de-perdas-de-renda-com-provavel-reducao-do-valor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2020 13:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A perda de renda de trabalhadores informais pode não ser compensada pelo auxílio emergencial se o novo valor for fixado em R$300 pelo governo federal. Em média, trabalhadores informais que receberem o benefício nesse valor (R$ 300) terão perda de 3% renda, quando comparada à renda pré-pandemia. As estimativas feitas por Lauro Gonzalez, pesquisador do Centro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A perda de renda de trabalhadores informais pode não ser compensada pelo auxílio emergencial se o novo valor for fixado em R$300 pelo governo federal. Em média, trabalhadores informais que receberem o benefício nesse valor (R$ 300) terão perda de 3% renda, quando comparada à renda pré-pandemia. As estimativas feitas por Lauro Gonzalez, pesquisador do Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira da Fundação Getulio Vargas (<a href="https://cemif.fgv.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGVcemif</a>) da EAESP, estão publicadas em relatório (confira abaixo).</p>
<p>Os pesquisadores avaliaram os efeitos de redução do auxílio emergencial do governo federal sobre a renda de trabalhadores brasileiros a partir da simulação de dois cenários. No primeiro cenário, o auxílio seria reduzido pela metade — assim, trabalhadores que hoje recebem R$1200 passariam (caso de mulheres chefes de família) a receber R$600, enquanto trabalhadores que recebem R$600 receberiam R$300. No segundo cenário, o valor do auxílio emergencial seria fixado em R$300 para qualquer categoria de trabalhador. Em qualquer um dos cenários, o ganho médio de renda de trabalhadores formais e informais se reduziria, atingindo 9%, caso o Governo Federal optasse pelo primeiro cenário, e de 1%, caso optasse pelo segundo.</p>
<p>Segundo o pesquisador Lauro Gonzalez, “é possível que ocorram alterações significativas nos ganhos de renda a partir das prováveis mudanças no valor do Auxílio Emergencial. Em um cenário no qual o Governo Federal reduza o Auxílio Emergencial para R$300, diversos tipos de trabalho passam a apresentar perda de renda em relação à situação pré-pandemia. Por exemplo, cabelereiros, com redução de 17% na sua renda, motoristas de aplicativos e comerciantes donos de bar, com redução de 12%”.</p>
<p>Os pesquisadores voltaram aos dados do levantamento anterior, feito em julho, e avaliaram que o aumento médio de renda dos trabalhadores incorporando o Auxílio Emergencial passou de 29%, em julho, para 34% em agosto. A perda média de renda, que era de 18% em julho, passou para 14% neste último levantamento. Como apontam no relatório, essa mudança pode ter relação com a ativação de atividades econômicas durante o último mês em algumas regiões brasileiras.</p>
<p>Confira o relatório completo <a href="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/Auxilio-Emergencial-Simulação-Redução-FGVcemif.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Bori</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/sem-categoria/auxilio-emergencial-estudo-da-fgvcemif-aponta-cenario-de-perdas-de-renda-com-provavel-reducao-do-valor/">Auxílio emergencial: estudo da FGVcemif aponta cenário de perdas de renda com provável redução do valor</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Para trabalhadores informais, auxílio emergencial representa aumento de 50% na renda mensal</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/para-trabalhadores-informais-auxilio-emergencial-representa-aumento-de-50-na-renda-mensal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2020 13:16:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=542</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Os trabalhadores brasileiros tiveram um aumento de 24% na sua renda com o auxílio emergencial do Governo Federal durante a pandemia de Covid-19. No caso de empregados informais (sem carteira assinada), o aumento de renda proporcionado pelo auxílio chega a 50%, passando de uma média de R$1.344 para R$2.016. A análise, feita por pesquisadores do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/para-trabalhadores-informais-auxilio-emergencial-representa-aumento-de-50-na-renda-mensal/">Para trabalhadores informais, auxílio emergencial representa aumento de 50% na renda mensal</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Os trabalhadores brasileiros tiveram um aumento de 24% na sua renda com o auxílio emergencial do Governo Federal durante a pandemia de Covid-19. No caso de empregados informais (sem carteira assinada), o aumento de renda proporcionado pelo auxílio chega a 50%, passando de uma média de R$1.344 para R$2.016. A análise, feita por pesquisadores do Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (FGVcemif) da FGV EAESP, mostra que o auxílio conseguiu compensar a perda de renda do trabalhador durante esses meses de pandemia que foi, em média, de 18% se desconsiderado o auxílio.</p>
<p>No levantamento, os pesquisadores estimaram os efeitos negativos da pandemia sobre a renda domiciliar dos brasileiros e avaliaram se o auxílio emergencial de R$ 600 ou R$ 1.200 compensou esses efeitos. Pago, no momento, a cerca de 64 milhões de brasileiros, o auxílio recebeu um total de 104 milhões de solicitações. Os pesquisadores fizeram essas estimativas a partir dos dados coletados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19 realizada em junho de 2020 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), contendo informações de trabalhadores informais e formais que receberam o auxílio emergencial. Para estimar a perda de renda domiciliar em recortes como gênero e escolaridade, os pesquisadores incluíram os desempregados na análise.</p>
<p>Os efeitos do auxílio variam bastante conforme os tipos de trabalho analisados. Cabeleireiros, vendedores ambulantes, motoristas de aplicativos, taxistas e comerciantes estão entre os sete tipos de trabalho mais afetados pela crise econômica, com uma perda de renda superior a 30%. Com o auxílio emergencial, o aumento de renda de auxiliares de agropecuária, empregados domésticos e diaristas, auxiliares de limpeza e agricultores foi superior a 50%. O relatório ainda mostra que os maiores efeitos do auxílio sobre a renda se concentram em estados do Nordeste e Norte do país e na parcela de trabalhadores menos escolarizada. As mulheres também foram mais beneficiadas pelo aumento de renda.</p>
<p>Os dados do estudo mostram que, sem a existência do auxílio emergencial, os empregados informais teriam sido quase 2,5 vezes mais penalizados pela queda da atividade econômica do que empregados formais. Com o auxílio, a renda dos que não possuem carteira assinada chegou a uma média de R$2.016, enquanto a renda dos formais, que era de R$2.031, passou para R$2.640 em média, o que representa um aumento de 30%.</p>
<p>Segundo Lauro Gonzalez, um dos autores do estudo, “o efeito sobre a renda de um auxílio de R$ 600 ou R$ 1200 mostra quão pobre e desigual o Brasil é. Não é que os ganhos de renda tenham sido excessivos com o auxílio; a renda do trabalhador brasileiro é tão baixa que R$ 600 fazem diferença”. Ele considera que o cenário positivo depende do contexto e do modo como o governo federal irá conduzir as políticas econômicas nos próximos meses. “Caso desemprego e perda de renda se aprofundem, os efeitos de aumento de renda pelo auxílio emergencial diminuirão. A indefinição sobre a continuidade de algum tipo de auxílio, sobretudo considerando a política de ajuste fiscal perseguida pelo governo, também pode afetar esse cenário”.</p>
<p>Confira o relatório completo <a href="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/estudo-FGVcemig-auxilio-emergencial-blog-impacto.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Bori</a></em></p>
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		<title>O dilema do crescimento econômico e a saúde: questões cardíacas em foco</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/o-dilema-do-crescimento-economico-e-a-saude-questoes-cardiacas-em-foco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 14:07:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia política]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento econômico]]></category>
		<category><![CDATA[doenças cardíacas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/06/robina-weermeijer-z8_-Fmfz06c-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/06/robina-weermeijer-z8_-Fmfz06c-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/06/robina-weermeijer-z8_-Fmfz06c-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/06/robina-weermeijer-z8_-Fmfz06c-unsplash-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />À medida que os países ficam mais ricos, alguns indicadores de saúde, como a mortalidade infantil, parecem ter tendências bem definidas. Outros indicadores, incluindo condições cardiovasculares, no entanto, não seguem padrões lineares claros de evolução com o desenvolvimento econômico. A pressão arterial alterada é um sério fator de risco à saúde, com consequências para o [&#8230;]</p>
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<p>Pesquisa publicada recentemente na revista científica “World Development”, uma das mais prestigiadas do mundo na área de desenvolvimento econômico, constatou tendências distintas entre países nas suas jornadas de crescimento: enquanto países pobres apresentaram risco cardíaco aumentado, países ricos tiveram risco cardíaco diminuído. O estudo tem como autores Hitoshi Nagano, professor do Departamento de Tecnologia e Ciência de Dados da FGV EAESP, e José Antonio Puppim de Oliveira, docente do Programa de Mestrado e <a href="https://eaesp.fgv.br/cursos/doutorado-administracao-publica-e-governo-cdapg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Doutorado Acadêmicos em Administração Pública e Governo (CDAPG)</a> da instituição.</p>
<p>Para determinar a correlação entre renda e pressão arterial, os pesquisadores analisaram séries temporais para a pressão arterial sistólica média (PAS) da população masculina (mmHg) e o produto interno bruto per capita nominal (PIBPC) para 136 países no período de 1980 a 2008 usando regressão e análise estatística pela correlação de Pearson (r).</p>
<p>“Nosso estudo encontrou uma tendência semelhante a uma curva em forma de U invertido, a qual denominamos ‘curva de Kuznets do coração’. Existe uma correlação positiva, com aumento do PIBPC e aumento da PAS nos países de baixa renda, e uma correlação negativa nos países de alta renda, onde o aumento do PIBPC leva a uma diminuição da PAS”, diz Nagano.</p>
<p>A tendência apresentada no gráfico em forma de U invertido foi inicialmente proposta por Simon Kuznets, prêmio Nobel de Economia em 1971, para relações entre desigualdade e crescimento econômico. Desde então, diversas &#8220;curvas de Kuznets&#8221; têm sido constatadas em temas como obesidade e impacto ambiental, por exemplo.</p>
<p>De acordo com os autores do estudo, à medida que a renda do país aumenta, as pessoas tendem a mudar suas dietas e hábitos e a ter melhor acesso aos serviços de saúde e educação, o que afeta a pressão arterial. No entanto, tais fatores podem não compensar o aumento da pressão sanguínea até que os países atinjam uma certa renda. Por isso, investir cedo na educação em saúde e nos cuidados preventivos pode evitar o aumento acentuado da pressão arterial à medida que os países se desenvolvem e, portanto, evitar a &#8216;curva de Kuznets do coração&#8217; e seus impactos econômicos e humanos.</p>
<p>O aumento da renda para os países pobres foi positivo em diversos indicadores em saúde (como a mortalidade infantil) e educação, mas não para a pressão arterial sistólica. Esse indicador oferece um risco silencioso, cujo impacto no coração e outros órgãos se manifesta a longo prazo. Ou seja, ônus na rede de saúde (principalmente a rede pública) não é observado imediatamente. “É como uma ‘bomba-relógio’ a estourar décadas adiante”, alerta Nagano.</p>
<p>“Isso se não houver uma detonação antecipada, como a incidência da atual pandemia. Aos médicos, gestores públicos e demais atores da saúde, fica o alerta. Acreditamos que um estudo detalhado de regiões do país e por estrato social possa revelar tendências similares”, analisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira o artigo no<a href="https://www.researchgate.net/publication/341054654_The_'Heart_Kuznets_Curve'_Understanding_the_relations_between_economic_development_and_cardiac_conditions" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <strong>link</strong></a>.</p>
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		<title>Impactos econômicos da crise da Covid-19 e dos programas de renda básica emergencial</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/sem-categoria/impactos-economicos-da-crise-da-covid-19-e-dos-programas-de-renda-basica-emergencial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 16:27:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia política]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/04/imagem_coronavirus_0-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/04/imagem_coronavirus_0-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/04/imagem_coronavirus_0-300x300.jpg 300w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/04/imagem_coronavirus_0-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/04/imagem_coronavirus_0.jpg 577w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Pesquisadores do Centro de Estudos do Novo Desenvolvimentismo da Fundação Getulio Vargas (FGVcnd), Marco Brancher, Guilherme Magacho e Rafael Leão realizaram estudo sobre os impactos do novo coronavírus na economia e no Produto Interno Bruto (PIB) do país. A equipe analisou a proposição do governo de um programa de Renda Básica Emergencial (RBE) de um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/04/imagem_coronavirus_0-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/04/imagem_coronavirus_0-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/04/imagem_coronavirus_0-300x300.jpg 300w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/04/imagem_coronavirus_0-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/04/imagem_coronavirus_0.jpg 577w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Pesquisadores do Centro de Estudos do Novo Desenvolvimentismo da Fundação Getulio Vargas (FGVcnd), Marco Brancher, Guilherme Magacho e Rafael Leão realizaram estudo sobre os impactos do novo coronavírus na economia e no Produto Interno Bruto (PIB) do país.</p>
<p>A equipe analisou a proposição do governo de um programa de Renda Básica Emergencial (RBE) de um salário mínimo, ou seja, de R$ 1.045, para garantir renda e emprego para os brasileiros mais impactados pela crise econômica proveniente da pandemia da Covid-19. O programa prevê benefício emergencial base de R$ 600  para trabalhadores informais, intermitentes inativos e microempreendedores individuais (MEIs).</p>
<p>Os resultados da pesquisa mostram que o programa de RBE seria capaz de manter R$ 76,5 bilhões do PIB por mês, além de gerar 16,7 milhões de postos de trabalho. Este impacto se traduziria na prevenção da perda equivalente a 3,1% do PIB no ano de 2020, caso o programa se mantenha apenas num período de três meses.</p>
<p>Os responsáveis pelo estudo ressaltam a necessidade de outras avaliações da execução da política pública analisada, uma vez que não foi apresentado pelo governo como o auxílio financeiro será implementado no país e de onde virão os recursos.</p>
<p>Confira o estudo na íntegra <a href="https://drive.google.com/file/d/1uD-OEq8Adf_EYQjK7HQvyPcMhcqhBboC/view" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-estudos-novo-desenvolvimentismo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGVcnd</a></em></p>
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