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	<title>Arquivos médicos - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos médicos - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Remuneração e qualificação de profissionais são entraves para a telemedicina no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 16:08:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Telemedicina" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-150x150.jpeg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-700x700.jpeg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-75x75.jpeg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-350x350.jpeg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Por conta das restrições de circulação, a Covid-19 acelerou a adoção da telemedicina entre os prestadores de serviços de saúde. Apesar disso, a prática encontra desafios como a remuneração dos profissionais. Um em cada quatro médicos consultados em levantamento dos pesquisadores da FGV EAESP Ana Maria Malik e Alberto José Niituma Ogata e colaboradores não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Telemedicina" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-150x150.jpeg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-700x700.jpeg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-75x75.jpeg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/telemedicina_1901220148-350x350.jpeg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Por conta das restrições de circulação, a Covid-19 acelerou a adoção da telemedicina entre os prestadores de serviços de saúde. Apesar disso, a prática encontra desafios como a remuneração dos profissionais. Um em cada quatro médicos consultados em levantamento dos pesquisadores da FGV EAESP Ana Maria Malik e Alberto José Niituma Ogata e colaboradores não recebeu remuneração direta pelo atendimento prestado durante a pandemia.</p>
<p>Os autores se baseiam em questionário realizado pela Associação Paulista de Medicina (APM) com mais de 2 mil médicos entre 18 de dezembro de 2020 e 18 de janeiro de 2021. O artigo com os resultados está publicado na revista “São Paulo Medical Journal”.</p>
<p>Quase metade dos entrevistados (981 pessoas) disse não ter praticado nenhuma forma de telemedicina no período. A grande maioria dos profissionais (1607) afirmou não ter participado de qualquer atividade educativa sobre o exercício da telemedicina, e quase 28% (574) diz não ter interesse em praticá-la no futuro. Segundo os autores, os números mostram que é necessário investir na capacitação dos profissionais para a utilização adequada dos recursos da telessaúde como forma de diminuir a sobrecarga das consultas presenciais.</p>
<p>Entre os profissionais que praticaram telemedicina no período, 274 não receberam remuneração direta e 225 (23%) disseram ter registrado a mesma remuneração que receberiam por consultas presenciais. Mais da metade dos médicos que exerceram a telemedicina (499) atendeu somente pacientes particulares.</p>
<p>O artigo também relata que a maioria dos entrevistados utilizou recursos digitais para atendimento:  61,6% fizeram uso de plataformas digitais especializadas; 61,4%, de prontuário eletrônico; e 72,6%, de prescrições eletrônicas. Portanto, garantias de proteção de dados dos pacientes também precisam ser consideradas na prática da telemedicina no Brasil.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/spmj/a/LWLvWgmZpVbKZH9N6QPFQLp/?lang=en">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Em meio a reaberturas, profissionais de saúde seguem sem suporte para cuidar da própria saúde mental</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/em-meio-a-reaberturas-profissionais-de-saude-seguem-sem-suporte-para-cuidar-da-propria-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2021 13:19:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Agentes comunitários de saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Enquanto os estados e municípios começam a reabrir por conta da baixa nos números de contágio e mortes pela Covid-19, os profissionais que atuam na linha de frente no combate à pandemia continuam com sua saúde mental afetada. Segundo relatório da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), publicado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/pexels-andrea-piacquadio-3952126-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Enquanto os estados e municípios começam a reabrir por conta da baixa nos números de contágio e mortes pela Covid-19, os profissionais que atuam na linha de frente no combate à pandemia continuam com sua saúde mental afetada. Segundo relatório da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), publicado na quarta-feira (29), apenas 30% desses trabalhadores dizem ter recebido algum tipo de apoio para cuidar da saúde mental.</p>
<p>O relatório apresenta dados obtidos por meio de enquete on-line, realizada entre os dias 1 e 31 de julho de 2021, com 935 profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate da Covid-19. Ele faz parte de uma série de relatórios antecipados pela Bori e elaborados pelo Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB-FGV) em parceria com a Fiocruz e a Rede Covid-19 Humanidades ao longo de 2020 e 2021, para compreender as percepções desses profissionais sobre suas condições de trabalho durante a pandemia . Os resultados apresentados fazem parte da quinta rodada (<a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/maioria-das-profissionais-de-saude-negras-se-sentem-despreparadas-para-lidar-com-a-pandemia/">veja a última rodada aqui)</a>.</p>
<p>A maioria dos respondentes são do sexo feminino, com destaque aos 85,8% de mulheres entre as profissionais de enfermagem. Quanto à cor/raça, há predominância de brancos entre médicos (84,7%), profissionais de enfermagem (57,3%) e outros (56,7%), e de negros entre os agentes comunitários de saúde (77,2%).</p>
<p>Esse novo relatório reforça a percepção de que esses profissionais de saúde seguem em uma situação precária e difícil. &#8220;Mesmo já tendo passado tantos meses em pandemia, quem está na linha de frente continua com baixo acesso a recursos e suporte, o que tem comprometido a saúde mental deles, porque a pandemia não acabou, e eles seguem lidando com dificuldades&#8221;, alerta Gabriela Lotta, uma das pesquisadoras responsáveis pelo estudo.</p>
<p>Uma das dificuldades é ter que conviver com o medo, que afeta uma parcela significativa (83,4%) dos profissionais de saúde da linha de frente. Segundo o relatório, é bem possível que, apesar de 98,5%  já estarem vacinados com ao menos a primeira dose, esse sentimento possa ter relação com o alto percentual de colegas de trabalho contaminados pela doença.</p>
<p>A sensação de despreparo para lidar com a Covid-19, mesmo depois de quase um ano e meio de convívio com a pandemia, também afeta quase metade dos profissionais de saúde, ainda que com intensidades desiguais, a depender da formação e atuação.</p>
<p>Além disso, a maior parte dos entrevistados (81,6%) relatou ter percebido impacto na sua saúde mental, taxa que se apresentou de maneira regular entre as diversas profissões analisadas. Apenas uma parcela pequena desses trabalhadores recebeu algum tipo de apoio para o autocuidado. A categoria que menos recebeu esse apoio foi a dos agentes comunitários de saúde (ACS), com 14%.</p>
<p><a href="https://www.impacto.blog.br/?attachment_id=1748" rel="attachment wp-att-1748"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1748" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/Lotta_relatorio1.png" alt="" width="642" height="353" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/Lotta_relatorio1.png 642w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/09/Lotta_relatorio1-300x165.png 300w" sizes="(max-width: 642px) 100vw, 642px" /></a></p>
<p>&#8220;Mesmo com tantas experiências acumuladas e com o avanço da ciência, ainda vemos uma situação que se assemelha ao que vivenciávamos no início da pandemia em diferentes âmbitos&#8221;, alertam os autores. Por isso, eles reforçam recomendações que têm sido feitas nas quatro rodadas anteriores da pesquisa, sobre a necessidade de busca de maior proteção e melhores condições de trabalho para os profissionais de saúde que atuam no SUS.<br />
“Além disso, é importante estarmos atentos para os novos desafios que se apresentam nesse momento da pandemia e que incidem ainda mais sobre os profissionais de saúde. A campanha de vacinação contra Covid-19 e a atenção a pacientes com síndrome pós-Covid devem pautar a ação dos gestores públicos”, afirma Michelle Fernandez, outra coautora do estudo.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/em-meio-a-reaberturas-profissionais-de-saude-seguem-sem-suporte-para-cuidar-da-propria-saude-mental/">Em meio a reaberturas, profissionais de saúde seguem sem suporte para cuidar da própria saúde mental</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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