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	<title>Arquivos modelo de negócio - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos modelo de negócio - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Para driblar crise, empresa de medicina diagnóstica concilia negócios atuais com oferta de novos serviços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Dec 2022 12:54:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-ivan-samkov-4989186-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Análise Raio X" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-ivan-samkov-4989186-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-ivan-samkov-4989186-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-ivan-samkov-4989186-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/pexels-ivan-samkov-4989186-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Uma das maiores empresas de medicina diagnóstica no Brasil decidiu em 2018 conciliar estratégias de expansão de serviços já realizados com investimento em soluções em tecnologia, pelas quais passou a estar presente até mesmo em locais onde não possui unidades físicas. A empresa se consolidou como uma organização ambidestra ao apostar simultaneamente em inovação incremental [&#8230;]</p>
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<p>Em publicação na seção de Estudos de Casos &amp; Ensino da revista “Cadernos EBAPE.BR”, os pesquisadores da FGV EAESP Danilo Soares-Silva, Luiz Carlos Di Serio e Rodolfo Modrigais Strauss Nunes expõem o dilema da diretoria e do conselho de administração do Grupo Fleury, a empresa analisada. A partir de 2014, a organização precisou avaliar novos rumos devido à crise provocada pelo aumento da taxa de desemprego no país, visto que 70% dos planos privados de saúde são concedidos por empresas a funcionários. Com a diminuição de beneficiários dos planos, o número de clientes nos serviços de diagnóstico privados tende a diminuir.</p>
<p>Na ocasião, a empresa somava oito mil colaboradores e dois mil médicos. A análise de caso sugerida pelos autores indica a importância de ponderar riscos e oportunidades na tomada de decisão. O principal desafio das organizações ambidestras, segundo os autores, é manter um fluxo de informação entre o mercado principal e o novo mercado de forma a trazer melhoria aos produtos existentes e conquistar crescimento sustentável. Este crescimento se consolida com a chegada dos serviços prestados a clientes ainda não atendidos ou insatisfeitos com a concorrência.</p>
<p>O mercado da medicina diagnóstica no Brasil possui quatro grandes grupos que se destacam. No caso do Grupo Fleury, a vantagem competitiva sustentável pode ser verificada em capacidades como a de aquisição de empresas do setor, reputação e valor da marca, cultura proativa para inovação, serviços de alto valor agregado e processos automatizados.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/cebape/a/Wq37Gw77L5JCnxJBQmfhYSs/#">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Como empresas de educação podem sobreviver aos desafios impostos pela pandemia</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-empresas-de-educacao-podem-sobreviver-aos-desafios-impostos-pela-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 18:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[estudo de caso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Uma empresa brasileira focada em soluções tecnológicas na área de educação passa por mudanças estruturais no ano de 2020 por conta da pandemia de covid-19. Como garantir a sobrevivência de um negócio focado na busca por novos modelos de financiamento para estudantes do ensino superior em contexto marcado pela diminuição do número de matrículas? Um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Uma empresa brasileira focada em soluções tecnológicas na área de educação passa por mudanças estruturais no ano de 2020 por conta da pandemia de covid-19. Como garantir a sobrevivência de um negócio focado na busca por novos modelos de financiamento para estudantes do ensino superior em contexto marcado pela diminuição do número de matrículas? Um estudo de caso publicado por pesquisadores da FGV EAESP estimula estudantes de graduação a discutir as estratégias disponíveis para o modelo de negócio apresentado.</p>
<p>Os acontecimentos são reais, e o relato é baseado em entrevistas semiestruturadas. O nome dos personagens e da empresa foram alterados para a publicação. A companhia, fundada em 2014, desenvolve a tecnologia de gestão de relacionamento com o cliente com foco no setor de educação. A empresa realiza modelos de predição personalizados, que geram scores à disposição da instituição de ensino privado contratante. Essa análise identifica a probabilidade de o estudante se matricular em um curso ou abandoná-lo ao fim do semestre.</p>
<p>Com o abalo do modelo de negócios pela pandemia, os sócios desenharam três cenários – realista, otimista e pessimista – e quatro indicadores para analisá-los: inadimplência, cancelamento de contratos, tempo de isolamento social e necessidade de capital de giro. Os sócios passaram a estudar como a tecnologia poderia contribuir para o mercado da educação nesse novo contexto, sem aumentar custos e simplificando produtos, para que fossem facilmente implementados.</p>
<p>Para atrair novos clientes, a empresa disponibilizou gratuitamente uma parte de seu sistema a todas as instituições de ensino superior do Brasil, como o Vestibular Digital. E, para atender às necessidades do mercado naquele momento, também desenvolveu produtos mais enxutos extraídos de seu sistema mais abrangente e complexo. Mas seriam essas medidas uma estratégia a curto prazo para mitigação dos efeitos da pandemia ou o início de uma transformação permanente no modelo de negócios? Para debater essas questões em sala de aula, é recomendável levar em consideração tópicos como modelos de oferta e precificação de software, prospecção de clientes e estratégias de longo prazo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rac/a/xH6QCcH5WzG875GjCJr8Vmy/?format=pdf&amp;lang=pt">Confira o trabalho na íntegra</a></p>
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		<title>Agilidade em abraçar inovações disruptivas faz das startups negócios resilientes capazes de mudar o mercado no qual atuam</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/agilidade-em-abracar-inovacoes-disruptivas-faz-das-startups-negocios-resilientes-capazes-de-mudar-o-mercado-no-qual-atuam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 12:42:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-rodnae-productions-7413865-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-rodnae-productions-7413865-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-rodnae-productions-7413865-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-rodnae-productions-7413865-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-rodnae-productions-7413865-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Muito se fala sobre economia circular e inovação, e as startups podem fazer parte desse circuito, segundo dados de uma pesquisa realizada por pesquisadora da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), em parceria com pesquisadores de outras instituições e apresentada no XXIV Seminários de Administração (SemeAD 2021). Ela revela que as startups se apresentam como modelos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-rodnae-productions-7413865-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-rodnae-productions-7413865-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-rodnae-productions-7413865-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-rodnae-productions-7413865-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-rodnae-productions-7413865-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Muito se fala sobre economia circular e inovação, e as startups podem fazer parte desse circuito, segundo dados de uma pesquisa realizada por pesquisadora da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), em parceria com pesquisadores de outras instituições e apresentada no XXIV Seminários de Administração (SemeAD 2021). Ela revela que as startups se apresentam como modelos de negócios resilientes com potencial de mudar o mercado no qual atuam ao alterar a perspectiva de produção, uso e descarte de produtos.</p>
<p>A pesquisa analisou 51 entrevistas semi-estruturadas realizadas com proprietários e gestores de startups (a partir da base de dados da ABStartups). Os resultados mostram que, ao internalizar de forma ágil e eficiente as inovações disruptivas, as startups demonstraram um notável interesse em otimizar o valor recuperável dos recursos e direcionar o fluxo de materiais, componentes e produtos para reprocessamento.</p>
<p>“De modo geral, nas startups investigadas, as inovações disruptivas suportam os modelos de negócios e práticas circulares. Neste estudo, mapeamos diversas iniciativas positivas plenamente alinhadas às boas práticas sustentáveis e às diretrizes de governança sustentável globais”, detalha Simone Sehnem, uma das autoras do estudo.</p>
<p>Os modelos de negócio são fundamentais não só para as startups, mas para todos os tipos de empresa, já que especificam as formas como as companhias são capazes de criar, entregar e capturar valor. Eles podem ser lineares, quando entre o início e o fim do processo são gerados resíduos, ou ter práticas circulares, quando os resíduos são reutilizados ou reaproveitados, seja pela própria companhia ou por parceiras incluídas no processo.</p>
<p>O estudo ressalta que ainda existem oportunidades para avanços, especialmente no sentido de adotar plenamente as iniciativas de inovação e economia circular identificadas. “Esse tipo de conhecimento é importante porque ajuda a operacionalizar a transição da gestão de modelos lineares de produção para modelos circulares”, comenta a pesquisadora Susana Pereira, da FGV EAESP, que também assina a pesquisa.</p>
<p>De maneira geral, a percepção dos pesquisadores é que a geração de novas soluções digitais e circulares para negócios emergentes como as startups pode contribuir para o surgimento, nos próximos anos, de novos unicórnios (startups avaliadas em mais de 1 bilhão de dólares).</p>
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