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	<title>Arquivos mulheres executivas - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos mulheres executivas - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Mulheres ocupam apenas 7% dos cargos de alta hierarquia no mercado financeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 11:10:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[gv-executivo]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-christina-morillo-1181649-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="No mercado financeiro brasileiro, as mulheres trabalham mais e ganham menos do que os homens, de acordo com pesquisadores da FGV EAESP" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-christina-morillo-1181649-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-christina-morillo-1181649-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-christina-morillo-1181649-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-christina-morillo-1181649-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />No mercado financeiro brasileiro, as mulheres trabalham mais e ganham menos do que os homens, de acordo com artigo publicado na revista “GV Executivo”. A jornada semanal média delas é de 60,4 horas, contra 57,8 relatadas pelos homens. Somente nos cargos de sócio e diretor, os mais altos níveis hierárquicos, as mulheres recebem as faixas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-christina-morillo-1181649-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="No mercado financeiro brasileiro, as mulheres trabalham mais e ganham menos do que os homens, de acordo com pesquisadores da FGV EAESP" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-christina-morillo-1181649-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-christina-morillo-1181649-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-christina-morillo-1181649-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/pexels-christina-morillo-1181649-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>No mercado financeiro brasileiro, as mulheres trabalham mais e ganham menos do que os homens, de acordo com artigo publicado na revista “GV Executivo”. A jornada semanal média delas é de 60,4 horas, contra 57,8 relatadas pelos homens. Somente nos cargos de sócio e diretor, os mais altos níveis hierárquicos, as mulheres recebem as faixas mais elevadas de remuneração. Porém, entre os participantes da pesquisa, elas são apenas 7% dos ocupantes de cargos mais altos no setor.</p>
<p>O trabalho tem autoria da coordenadora do Centro de Estudos em Finanças (FGVcef) da FGV EAESP Claudia Emiko Yoshinaga, de Bianca Quirantes Checon, pesquisadora do FGVcef e da ex-aluna da FGV Laura Gomes. As pesquisadoras aplicaram questionário online a 240 profissionais que atuam no <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/contabilidade-e-financas/inteligencia-artificial-aprimoramento-estrategico-mercado-financeiro/">mercado de finanças</a>, sendo 130 homens e 84 mulheres.</p>
<h2>Mulheres no mercado financeiro: estimulo à formação e feminina e iniciativas de inclusão podem aliviar desigualdades</h2>
<p>No cargo de analista, uma das portas de entrada para a carreira, a concentração de mulheres e homens é semelhante. Porém, o gênero masculino passa a ser predominante a partir do cargo imediatamente acima, o de associado, persistindo em todas as posições até o nível mais alto da carreira, o de sócio.</p>
<p>Além da disparidade hierárquica, a pesquisa verifica a <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/inclusao-de-mulheres-no-mercado-de-trabalho-precisa-de-equiparacao-de-salarios-e-diversificacao-de-liderancas/">desigualdade de gênero</a> na participação em diferentes segmentos do mercado financeiro. De doze subáreas mapeadas, a administrativa é a única que conta com mais mulheres do que homens. Para uma mudança nesse cenário, as pesquisadoras apontam algumas medidas necessárias, como o estímulo à formação de mulheres na área de finanças desde o pré-vestibular até a finalização do curso superior, a adoção de práticas de inclusão pelos empregadores, com oferta de vagas especificamente a mulheres, e a transparência nas políticas de remuneração.</p>
<p><a href="https://rededepesquisa.fgv.br/noticia/mulheres-trabalham-mais-e-ganham-menos-na-area-de-financas-indica-pesquisa">Confira mais informações na matéria da FGV Rede de Pesquisa</a></p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/89646/84180">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Para acolher mulheres maduras, organizações devem rever políticas e práticas de recursos humanos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/para-acolher-mulheres-maduras-organizacoes-devem-rever-politicas-e-praticas-de-recursos-humanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 16:03:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[etarismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mulher branca grisalha trabalha em mesa com computador; Mulheres no mercado de trabalho, sobretudo as mais velhas, devem ter apoio das empresas para conciliar a profissão com qualidade de vida, diz pesquisa da FGV" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Apesar do crescimento da participação das mulheres no mercado de trabalho, o processo de envelhecimento ainda traz prejuízos às profissionais. Por um lado, elas sofrem com a pressão para manter uma aparência atraente e jovem e corpos funcionais e produtivos no ambiente de trabalho. Por outro, lidam com a incerteza sobre os rumos da carreira, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mulher branca grisalha trabalha em mesa com computador; Mulheres no mercado de trabalho, sobretudo as mais velhas, devem ter apoio das empresas para conciliar a profissão com qualidade de vida, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Apesar do crescimento da participação das mulheres no mercado de trabalho, o processo de envelhecimento ainda traz prejuízos às profissionais. Por um lado, elas sofrem com a pressão para manter uma aparência atraente e jovem e corpos funcionais e produtivos no ambiente de trabalho. Por outro, lidam com a incerteza sobre os rumos da carreira, mesmo nos cargos de alta gestão, pois as oportunidades no mercado de trabalho diminuem para profissionais maduras.</p>
<p>As constatações estão em artigo das pesquisadoras da FGV EAESP Vanessa Martines Cepellos e Maria José Tonelli publicado na Revista &#8220;Organizações e Sociedade&#8221;. O estudo é baseado em 58 entrevistas com mulheres que ocupavam ou já haviam ocupado cargos de lideranças em empresas brasileiras de diferentes setores. As entrevistadas tinham entre 41 e 63 anos.</p>
<h2>Mulheres no mercado de trabalho devem ter apoio das organizações para conciliar profissão com qualidade de vida</h2>
<p>Diante da morte simbólica, <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/preconceito-idade-mulheres-trabalho/">as profissionais buscam retardar o envelhecimento</a> através do desenvolvimento de novas habilidades. As executivas maduras também relatam foco em redefinir o propósito do trabalho em suas vidas. Após anos dedicados à profissão, essas mulheres desejam conciliar a carreira com a vida familiar e social e atividades de lazer. Quando buscam uma nova carreira em atividades como docência, consultorias ou empreendedorismo, demandam a valorização de sua experiência e conhecimento.</p>
<p>Neste processo de renascimento simbólico das profissionais mais velhas, é importante que organizações as auxiliem a conciliar melhores condições de trabalho com qualidade de vida. “As organizações que desejam reter essas mulheres devem se concentrar em mudar as políticas e práticas de recursos humanos, além de criar uma cultura de apoio, utilizar efetivamente os seus talentos e motivar a busca por conquistas”, analisam as autoras.</p>
<p><a href="http://www.spell.org.br/documentos/ver/66743/o-processo-de-envelhecimento-de-mulheres-em-cargos-de-lideranca--a-iminencia-da-morte-e-do-renascimento-simbolicos/i/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/para-acolher-mulheres-maduras-organizacoes-devem-rever-politicas-e-praticas-de-recursos-humanos/">Para acolher mulheres maduras, organizações devem rever políticas e práticas de recursos humanos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Preconceito de idade e de gênero: mulheres mais velhas sofrem dupla pressão no ambiente organizacional</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/preconceito-idade-mulheres-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 22:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[ageísmo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mulher de cabelos grisalhos e casaco vermelho está sendada em mesa de trabalho e assina documentos; Além do preconceito de gênero, mulheres mais velhas sofrem com a desvalorização de seus corpos, diz pesquisa da FGV EAESP" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Além do preconceito de gênero, executivas com mais de 40 anos sofrem com a desvalorização de seus corpos envelhecidos no mundo corporativo. Somada a pressão estética, essas mulheres sofrem também com as mudanças funcionais do corpo a partir da menopausa, como cansaço, lentidão e dores. Estas são as constatações de estudo das pesquisadoras da FGV [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/preconceito-idade-mulheres-trabalho/">Preconceito de idade e de gênero: mulheres mais velhas sofrem dupla pressão no ambiente organizacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mulher de cabelos grisalhos e casaco vermelho está sendada em mesa de trabalho e assina documentos; Além do preconceito de gênero, mulheres mais velhas sofrem com a desvalorização de seus corpos, diz pesquisa da FGV EAESP" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Além do preconceito de gênero, executivas com mais de 40 anos sofrem com a desvalorização de seus corpos envelhecidos no mundo corporativo. Somada a pressão estética, essas mulheres sofrem também com as mudanças funcionais do corpo a partir da menopausa, como cansaço, lentidão e dores.</p>
<p>Estas são as constatações de estudo das pesquisadoras da FGV EAESP Renata Assis Vieira e Vanessa Martines Cepellos publicado recentemente na revista “Organizações e Sociedade”. As autoras realizaram 20 entrevistas com mulheres com 40 anos ou mais que atuam em organizações brasileiras dos mais diversos segmentos de mercado.</p>
<p>Apesar do envelhecimento da força de trabalho ser uma realidade por conta do aumento da expectativa de vida da população, a imagem da mulher mais velha é associada a algo negativo, uma vez que corpo executivo ideal é jovem e magro. O fato de haver poucas mulheres executivas no topo das organizações, ambientes considerados masculinos, contribui para que os corpos desviantes se mantenham deslocados nas relações sociais.</p>
<h2>Empresas devem formar equipes intergeracionais para aproveitar a experiência de mulheres mais velhas no mercado de trabalho</h2>
<p>Portanto, a pressão social motiva a preocupação dessas profissionais com a aparência, pois as organizações ainda tendem a considerar o corpo mais velho como menos relevante e obsoleto. A possibilidade de minimizar efeitos do envelhecimento, no entanto, é um privilégio, visto que as executivas entrevistadas são predominantemente brancas e de classe social privilegiada.</p>
<p>As entrevistadas também relataram a dificuldade de recolocação profissional à medida em que a idade avança. Para contornar o problema, <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/para-acolher-mulheres-maduras-organizacoes-devem-rever-politicas-e-praticas-de-recursos-humanos/">as organizações deveriam incentivar a formação de equipes intergeracionais</a>, combinando a experiência dos mais velhos com a facilidade dos mais jovens em compreender os avanços tecnológicos, apontam as pesquisadoras.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/osoc/a/8578hYmsjWcPHSV5W3vrvrP/?lang=pt">Confira aqui o estudo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/preconceito-idade-mulheres-trabalho/">Preconceito de idade e de gênero: mulheres mais velhas sofrem dupla pressão no ambiente organizacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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