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	<title>Arquivos ODS 16 - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos ODS 16 - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Eleições e servidores públicos: como o período eleitoral afeta o trabalho no setor público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 11:17:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/184-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Eleições e servidores públicos em ambiente de trabalho, representando tensões e desafios no período eleitoral" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/184-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/184-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/184-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/184-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />As eleições são um pilar da democracia, mas também representam um período de incerteza para quem trabalha no setor público. Durante campanhas eleitorais, mudanças de governo e disputas políticas ganham espaço no cotidiano das instituições. Esse cenário pode afetar diretamente o comportamento dos servidores públicos, influenciando relações de trabalho, clima organizacional e desempenho. Entender, portanto, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/184-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Eleições e servidores públicos em ambiente de trabalho, representando tensões e desafios no período eleitoral" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/184-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/184-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/184-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/184-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>As eleições são um pilar da democracia, mas também representam um período de incerteza para quem trabalha no setor público. Durante campanhas eleitorais, mudanças de governo e disputas políticas ganham espaço no cotidiano das instituições. Esse cenário pode afetar diretamente o comportamento dos servidores públicos, influenciando relações de trabalho, clima organizacional e desempenho. Entender, portanto, como eleições impactam servidores públicos é fundamental para garantir a continuidade e a qualidade dos serviços prestados à sociedade.</p>
<p>O estudo foi conduzido por Gustavo Tavares, em coautoria com Joana Story e Gabriela Lotta, pesquisadoras da FGV EAESP, e publicado na Public Administration Review, uma das revistas mais prestigiadas da área de administração pública. A pesquisa analisou dados de 283 servidores públicos de carreira no Brasil, comparando o período das eleições presidenciais de 2022 com um momento de maior estabilidade política em 2023. Dessa forma, os dados foram coletados por meio de questionários aplicados antes e após a eleição, permitindo observar mudanças no comportamento ao longo do tempo.</p>
<h1>Eleições e servidores públicos no dia a dia das organizações</h1>
<p>Os resultados mostram que eleições funcionam como eventos de grande impacto dentro das organizações públicas. Ou seja, durante o período eleitoral, as posições políticas dos servidores podem se tornar mais visíveis, o que pode gerar tensões entre colegas. Como consequência, conflitos interpessoais e comportamentos desviantes aumentam, especialmente quando há diversidade de opiniões políticas no mesmo ambiente de trabalho.</p>
<p>Isso é importante porque crescimento de comportamentos nocivos no trabalho podem prejudicar o desempenho, diminuir o engajamento, levar a uma queda na qualidade nas entregas e a um maior absenteísmo. O estresse e a ansiedade provocados pela incerteza política comprometer até servidores de carreira com alta estabilidade e formação técnica.</p>
<p>Outro achado importante é que este processo pode mudar de acordo com a instituição em que os servidores trabalham. Órgãos mais suscetíveis à politização, ou seja, mais expostos à interferência de autoridades políticas eleitas, tendem a sofrer impactos mais intensos. Já organizações mais técnicas e autônomas conseguem preservar maior estabilidade durante o período eleitoral.</p>
<p>A pesquisa mostra que eleições influenciam o comportamento de servidores públicos de forma significativa, desafiando a ideia de neutralidade no serviço público. Para reduzir esses efeitos, os autores destacam a importância de fortalecer a estabilidade gerencial, ampliar a presença de servidores de carreira em cargos de liderança e investir em planejamento estratégico de longo prazo nas organizações públicas.</p>
<p>Por fim, gestores também têm papel central ao promover ambientes politicamente neutros, estabelecer regras claras de convivência e agir de forma preventiva para reduzir conflitos. Assim, compreender a relação entre eleições e servidores públicos é essencial para proteger as instituições democráticas e garantir serviços públicos mais eficazes, mesmo em períodos de alta tensão política.</p>
<p>Leia <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/puar.70046">o artigo na íntegra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
<p>Crédito foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado</p>
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		<title>Ativismo de marcas funciona? O que define a autoridade moral das empresas ao defender causas sociais</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/ativismo-de-marcas-funciona-o-que-define-a-autoridade-moral-das-empresas-ao-defender-causas-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 11:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Marcas e ONGs em ações sociais praticando ativismo de marcas e debate sobre credibilidade empresarial" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O ativismo de marcas deixou de ser exceção e passou a fazer parte da estratégia de comunicação de muitas empresas. Posicionamentos sobre diversidade, justiça social e direitos civis aparecem com frequência em campanhas e redes sociais. No entanto, nem sempre essas iniciativas geram confiança. Muitas vezes, o efeito é o oposto: críticas, boicotes e acusações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Marcas e ONGs em ações sociais praticando ativismo de marcas e debate sobre credibilidade empresarial" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/186-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O ativismo de marcas deixou de ser exceção e passou a fazer parte da estratégia de comunicação de muitas empresas. Posicionamentos sobre diversidade, justiça social e direitos civis aparecem com frequência em campanhas e redes sociais. No entanto, nem sempre essas iniciativas geram confiança. Muitas vezes, o efeito é o oposto: críticas, boicotes e acusações de oportunismo. Sendo assim, surge uma pergunta central para consumidores e organizações: quando as empresas possuem autoridade moral para prescrever comportamentos?</p>
<p>Essa questão foi investigada em um estudo conduzido por Lucia Barros, pesquisadora da FGV EAESP, em parceria com Cristiane Pizzutti, Nathalia Brum de Mello, Marcos Severo de Almeida, Giuliana Isabella e Paulo de Paula Baptista. O artigo foi publicado na Journal of Business Research. A pesquisa reuniu cinco experimentos com consumidores do Brasil e dos Estados Unidos, analisando percepções sobre empresas e ONGs, além de medir autoridade moral, reputação, atitudes, escolha de marcas e disposição a pagar.</p>
<h1>Ativismo de marcas: quando o posicionamento gera confiança</h1>
<p>Os resultados mostram que empresas costumam ser vistas com menor autoridade moral do que ONGs ao se posicionarem sobre causas sociais. Isso acontece porque muitos consumidores acreditam que o principal objetivo das empresas continua sendo o lucro. Autoridade moral é a capacidade de uma organização influenciar valores e comportamentos de forma considerada ética e crível.</p>
<p>Além disso, a pesquisa revela que essa desconfiança não é igual para todos. Consumidores com orientação política mais conservadora tendem a questionar com mais intensidade as motivações das empresas. Já consumidores mais liberais mostram maior abertura para a ideia de que uma marca pode, ao mesmo tempo, buscar lucro e defender causas sociais.</p>
<h2>O que fortalece a autoridade moral das marcas?</h2>
<p>Apesar do ceticismo inicial, o estudo aponta caminhos claros para que o ativismo de marcas funcione. O primeiro é a coerência ao longo do tempo. Ou seja, as pessoas veem como mais autênticas empresas que conseguem mostrar um histórico consistente de ações alinhadas à causa defendida. Isso sinaliza compromisso de longo prazo, e não uma ação pontual motivada por tendências.</p>
<p>O segundo caminho é a parceria com ONGs. Ao se associar a organizações sem fins lucrativos, as empresas se beneficiam da legitimidade dessas instituições. Como resultado, a percepção de interesses ocultos diminui, e a autoridade moral aumenta. Esse efeito positivo aparece com mais força em causas progressistas, que costumam ter mais críticas de oportunismo ou woke washing.</p>
<p>A autoridade moral, portanto, não afeta apenas a imagem. Ela influencia decisões concretas. Marcas percebidas como legítimas tendem a ter melhor reputação, gerar atitudes mais favoráveis e aumentar a probabilidade de escolha pelo consumidor. Além disso, em alguns casos, isso também se traduz em maior disposição a pagar.</p>
<p>Por outro lado, quando o consumidor percebe o ativismo como incoerente ou oportunista, ele falha em melhorar a reputação e pode até afastar esses potenciais compradores. Assim, o estudo reforça que se posicionar não é suficiente. É preciso consistência, parceria e responsabilidade contínua para que o ativismo de marcas gere confiança real e impacto positivo.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1016/j.jbusres.2025.115913">o artigo na íntegra.  </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<item>
		<title>Como memes ajudam a justificar práticas organizacionais antiéticas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-memes-ajudam-a-justificar-praticas-organizacionais-antieticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 11:01:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ação do Estado em favela brasileira usada como exemplo em estudo sobre justificação de práticas organizacionais antiéticas nas redes sociais." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />As redes sociais passaram a influenciar diretamente como a sociedade interpreta decisões tomadas por organizações públicas e privadas. Nesse ambiente, memes se destacam por sua rápida circulação, linguagem simples e forte apelo emocional. Uma pesquisa recente mostra que esse tipo de conteúdo pode ter um papel relevante para justificar práticas organizacionais antiéticas, ao transformar ações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ação do Estado em favela brasileira usada como exemplo em estudo sobre justificação de práticas organizacionais antiéticas nas redes sociais." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>As redes sociais passaram a influenciar diretamente como a sociedade interpreta decisões tomadas por organizações públicas e privadas. Nesse ambiente, memes se destacam por sua rápida circulação, linguagem simples e forte apelo emocional. Uma pesquisa recente mostra que esse tipo de conteúdo pode ter um papel relevante para justificar práticas organizacionais antiéticas, ao transformar ações controversas em narrativas fáceis de aceitar. Assim, decisões complexas, que exigiriam debate público e avaliação moral, acabam sendo absorvidas de forma superficial e pouco crítica.</p>
<p>O estudo foi realizado por Fernando Vianna, Rafael Alcadipani (FGV EAESP), Marcos Barros e Gustavo Matarazzo, e publicado na revista internacional Business Ethics Quarterly.</p>
<p>Para entender como ocorre esse processo de justificação, os pesquisadores analisaram memes que circularam no Instagram após três grandes operações policiais realizadas entre 2021 e 2022 no Rio de Janeiro. Ao todo, os pesquisadores coletaram 495 memes. Desses, seis, com alto nível de engajamento, foram analisados em profundidade, considerando imagens, textos, comentários e o contexto social e midiático em que estavam inseridos.</p>
<h1>Como memes ajudam a justificar práticas organizacionais antiéticas</h1>
<p>A pesquisa buscou responder à seguinte pergunta: como memes nas redes sociais ajudam a justificar ações organizacionais que envolvem dilemas éticos sobre vida e morte?</p>
<p>Os resultados mostram que os memes constroem narrativas que reduzem o questionamento ético por meio de três estratégias principais. A primeira consiste em negar o valor da vida. Isso desconsidera narrativas opostas de direitos humanos em relação à ação policial e questiona sua autoridade, desacreditando-a e ridicularizando-a ao sugerir sua ignorância sobre o assunto.</p>
<p>Assim, a segunda estratégia é estabelecer atores que merecem a morte. Esse mecanismo cria uma divisão, atribuindo às vítimas a culpa pelas próprias consequências e reforçando estereótipos sociais que tornam a ação organizacional mais fácil de justificar publicamente. Por fim, a terceira é defender a polícia como executora da morte. Ela exalta a organização responsável pela ação, retratando-a como competente, heroica e moralmente correta. Embora o estudo use operações policiais como exemplo empírico, os autores destacam que esse padrão pode existir em outros contextos organizacionais.</p>
<p>Além disso, o estudo mostra que memes não apenas normalizam práticas organizacionais antiéticas, mas também ajudam a torná-las socialmente aceitáveis. Portanto, ao priorizar humor, emoção e rapidez, esses conteúdos simplificam debates complexos e enfraquecem a reflexão crítica da sociedade.</p>
<p>Por fim, os autores chamam atenção para a responsabilidade das plataformas digitais e das grandes empresas de tecnologia, que permitem a ampla circulação desse tipo de conteúdo. Ao mesmo tempo, a pesquisa reconhece que as redes sociais também podem ser usadas para ampliar o debate público, desde que estimulem reflexão, contexto e pluralidade de vozes.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1017/beq.2025.10094">o artigo na íntegra.   </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-memes-ajudam-a-justificar-praticas-organizacionais-antieticas/">Como memes ajudam a justificar práticas organizacionais antiéticas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como a Administração Pública brasileira fortalece a democracia por meio da inclusão social</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/administracao-publica-brasileira-inclusao-social-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Administração Pública brasileira e inclusão social em reunião de conselho de políticas públicas com participação da sociedade" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A democracia depende de instituições públicas fortes, confiáveis e capazes de responder às demandas da sociedade. No Brasil, esse desafio sempre esteve ligado à desigualdade social e à dificuldade histórica de garantir serviços públicos de qualidade para toda a população. Por isso, desde a redemocratização, a Administração Pública passou a investir em políticas que ampliam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Administração Pública brasileira e inclusão social em reunião de conselho de políticas públicas com participação da sociedade" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A democracia depende de instituições públicas fortes, confiáveis e capazes de responder às demandas da sociedade. No Brasil, esse desafio sempre esteve ligado à desigualdade social e à dificuldade histórica de garantir serviços públicos de qualidade para toda a população. Por isso, desde a redemocratização, a Administração Pública passou a investir em políticas que ampliam a inclusão social, fortalecem a participação cidadã e profissionalizam o serviço público. Ao mesmo tempo, buscou reconstruir a confiança da sociedade nas instituições, algo essencial para a sustentação do regime democrático.</p>
<p>Um estudo sobre o tema foi publicado na revista acadêmica Public Administration Review, uma das mais relevantes da área no mundo. Os autores são os professores Evan Berman, Eduardo Grin, Gabriela Lotta, Fernando Abrucio e Lauro Gonzalez, da FGV EAESP, em parceria com os alunos Maira Gabriela Santos de Souza, Yasmim Marques de Melo e Jaedson Gomes dos Santos. A pesquisa analisa a trajetória da Administração Pública brasileira desde 1988, combinando revisão de estudos anteriores, análise institucional e exemplos concretos de políticas públicas.</p>
<h1>Administração Pública brasileira e inclusão social</h1>
<p>Os resultados mostram que a Administração Pública do Brasil adotou um conjunto de inovações que ajudaram a fortalecer a governança democrática. Entre elas, destacam-se os conselhos de políticas públicas, que reúnem governo e sociedade civil para deliberar, monitorar e fiscalizar políticas. Sendo assim, esses espaços ampliaram a voz dos cidadãos e aumentaram a transparência das decisões públicas.</p>
<p>Além disso, órgãos de controle ganharam mais autonomia e poder de atuação, inclusive com capacidade de aplicar sanções. Como consequência, houve avanço na responsabilização do uso dos recursos públicos. Paralelamente, a descentralização concedeu mais autonomia administrativa e financeira aos municípios. Isso permitiu respostas mais rápidas às demandas locais e estimulou a inovação em políticas públicas.</p>
<p>Outro ponto central é o investimento em programas de garantia de renda, que se tornaram referência internacional no combate à pobreza, como o Bolsa Família. Esses programas mostraram que a coordenação entre diferentes níveis de governo pode gerar resultados concretos na redução das desigualdades. Ao mesmo tempo, a profissionalização do serviço público, com concursos públicos e regras mais claras, contribuiu para aumentar a confiança da população e melhorar a entrega de serviços essenciais.</p>
<h2>Desafios e futuros passos</h2>
<p>A pesquisa também reconhece limites importantes. A Administração Pública brasileira ainda convive com burocracias rígidas, excesso de regras e desigualdade de capacidades entre órgãos. Por isso, surgem as chamadas “ilhas de excelência”, setores que funcionam bem mesmo em um ambiente desafiador. Esses exemplos mostram que é possível inovar, embora ainda falte uma abordagem mais integrada.</p>
<p>Por fim, o estudo conclui que a Administração Pública brasileira deu contribuições relevantes para o fortalecimento da democracia ao apostar na inclusão social, na participação cidadã e na profissionalização do Estado. No entanto, os autores destacam que o próximo passo envolve fortalecer a liderança dos gestores públicos e melhorar a gestão de desempenho. Assim, será possível ampliar resultados em áreas críticas como educação, segurança e crescimento econômico, mantendo o apoio e a confiança da sociedade nas instituições democráticas.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1111/puar.70045">o artigo na íntegra.   </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Quando Fãs Constroem Juntos: O Poder das Comunidades Online</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/quando-fas-constroem-juntos-o-poder-das-comunidades-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2026 11:37:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades de fãs online]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades online]]></category>
		<category><![CDATA[construção de sentido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/175-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Fãs constroem sentido coletivo online discutindo um acontecimento inesperado envolvendo seu time." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/175-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/175-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/175-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/175-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Quando uma decisão inesperada rompe as expectativas de um grupo de fãs, a reação costuma ir muito além da surpresa. Como muitos constroem parte de sua identidade em torno de um time ou organização, eles buscam rapidamente maneiras de entender o que aconteceu e de recuperar estabilidade. Hoje, esse processo ocorre principalmente em ambientes digitais, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/175-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Fãs constroem sentido coletivo online discutindo um acontecimento inesperado envolvendo seu time." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/175-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/175-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/175-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/175-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Quando uma decisão inesperada rompe as expectativas de um grupo de fãs, a reação costuma ir muito além da surpresa. Como muitos constroem parte de sua identidade em torno de um time ou organização, eles buscam rapidamente maneiras de entender o que aconteceu e de recuperar estabilidade. Hoje, esse processo ocorre principalmente em ambientes digitais, onde pessoas se apoiam mutuamente, criam interpretações coletivas e tentam reorganizar o que sentem. Por isso, entender como fãs constroem sentido coletivo online se tornou essencial para compreender relações entre organizações e seus públicos mais apaixonados.</p>
<p>O estudo foi realizado por William Milton Foster, Diego Coraiola (FGV EAESP) e François Bastien, e publicado na revista Human Relations. Com o objetivo de compreender como fãs constroem sentido coletivo online diante de um evento inesperado, os pesquisadores analisaram mais de 650 páginas de conversas em um fórum de fãs do time Edmonton Oilers, da NHL. Assim, por meio de uma abordagem netnográfica, eles acompanharam durante 12 dias as discussões que começaram com rumores e terminaram no anúncio oficial da troca do jogador Chris Pronger.</p>
<h1>Como fãs constroem sentido coletivo online quando decisões inesperadas afetam suas expectativas</h1>
<p>A pesquisa mostrou que o evento se desenrolou em três fases. Na fase do rumor, os fãs tentaram proteger sua visão idealizada de futuro. Isso foi feito contestando informações, criando explicações alternativas e buscando, de alguma forma, manter o que esperavam para o time.</p>
<p>Quando veio a confirmação da troca do jogador, que prenunciava que o time não obteria o campeonato no ano seguinte, o impacto emocional aumentou. Para lidar com isso, os fãs começaram a revisitar o passado, relembrando momentos marcantes e reforçando a ideia de que outras crises similares já haviam sido superadas. Ao mesmo tempo, passaram a imaginar cenários futuros, o que ajudou a suavizar a incerteza do presente.</p>
<p>Na fase da troca, com o anúncio oficial, surgiu a pergunta “e agora?”. Nesse momento, a comunidade voltou sua atenção ao presente, permitindo que as pessoas expressassem frustração, indignação e, por vezes, resignação. Embora os fãs não tenham poder de interferir na decisão, esse desabafo coletivo ajudou a restaurar parte da segurança emocional perdida.</p>
<p>Por fim, o estudo revela que entender como fãs constroem sentido coletivo online é fundamental para compreender o impacto emocional de decisões organizacionais. Mesmo sem influência direta, esses grupos constroem narrativas que reorganizam passado, presente e futuro para reduzir ansiedade e recuperar pertencimento. Além disso, a pesquisa reforça a importância de comunicação transparente por parte das organizações, contribuindo para o ODS 16 ao estimular relações mais abertas, confiáveis e inclusivas.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1177/00187267251344775">o artigo na íntegra. </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Como o apoio do governo aos bancos muda conforme a força das instituições de cada país</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/contabilidade-e-financas/como-o-apoio-do-governo-aos-bancos-muda-conforme-a-forca-das-instituicoes-de-cada-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 11:42:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[apoio do governo aos bancos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2352375647-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="A força das instituições de um país reduz o apoio do governo aos bancos." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2352375647-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2352375647-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2352375647-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2352375647-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em muitos países, os bancos se beneficiam do que chamamos de apoio implícito do governo. Isso acontece quando investidores acreditam que, se um banco estiver prestes a quebrar, o governo provavelmente irá salvá-lo para evitar efeitos negativos na economia. Embora essa expectativa possa evitar pânico, ela também pode gerar distorções e reduzir o custo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2352375647-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="A força das instituições de um país reduz o apoio do governo aos bancos." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2352375647-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2352375647-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2352375647-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2352375647-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em muitos países, os bancos se beneficiam do que chamamos de apoio implícito do governo. Isso acontece quando investidores acreditam que, se um banco estiver prestes a quebrar, o governo provavelmente irá salvá-lo para evitar efeitos negativos na economia. Embora essa expectativa possa evitar pânico, ela também pode gerar distorções e reduzir o custo de financiamento dos bancos de maneira artificial. Por isso, entender como esse apoio muda em diferentes países é essencial para compreender a dinâmica competitiva do sistema financeiro.</p>
<p>O estudo foi conduzido por Lucas Vasconcelos (B3) e Rafael Schiozer (FGV EAESP) e publicado na Journal of International Financial Markets, Institutions and Money. Os autores analisaram dados de mais de 1,6 mil bancos em 35 países, no período de 2002 e 2018. Eles compararam informações de mercado, indicadores políticos, nível de democracia e limites ao poder dos governantes.</p>
<h1>Países com regras mais fortes oferecem menos apoio do governo aos bancos</h1>
<p>A pesquisa mostra que países onde o poder fica concentrado nas mãos de poucos &#8211; e onde há pouca fiscalização e aplicação das normas &#8211; tendem a oferecer mais apoio invisível aos bancos. Nesses lugares, portanto, o governo tem maior liberdade para usar dinheiro público em resgates, mesmo quando isso não representa o melhor interesse da população. Como consequência, os bancos – especialmente os grandes &#8211; operam com menos risco percebido pelos investidores e conseguem levantar recursos a custos artificialmente baixos.</p>
<p>Já em países com regras mais claras, eleições competitivas e instituições que limitam o poder dos governantes, essa vantagem diminui. Isso ocorre porque esses países adotam políticas que exigem que acionistas e credores assumam prejuízos antes de qualquer ajuda estatal. Dessa forma, o apoio do governo aos bancos se torna mais restrito e transparente.</p>
<p>Além disso, o estudo mostra algo pouco discutido: melhorias institucionais em países vizinhos também reduzem o apoio implícito aos bancos. Isso cria, portanto, um efeito de influências positivas entre regiões.</p>
<p>Dessa forma, os autores concluem que sistemas democráticos fortes reduzem a dependência do setor bancário em relação ao governo. Nesses ambientes, bancos grandes deixam de receber tratamentos especiais apenas por serem grandes demais para quebrar. Isso equaliza o mercado, diminui distorções e fortalece a estabilidade financeira do país.</p>
<p>Finalmente, o estudo alerta que até economias avançadas, como os Estados Unidos, podem enfrentar problemas se conflitos políticos aumentarem de maneira a enfraquecer as instituições, e não limitarem a capacidade do governo de agir em situações de crise. Por isso, fortalecer instituições e garantir regras claras é essencial para reduzir riscos e promover um sistema financeiro mais estável e justo.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1016/j.intfin.2025.102119">o artigo na íntegra. </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<item>
		<title>Confiança entre policiais aumenta a preparação para emergências</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/confianca-entre-policiais-aumenta-a-preparacao-para-emergencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 11:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[burocratas de nível de rua]]></category>
		<category><![CDATA[confiança organizacional]]></category>
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		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[policiais no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[prontidão para emergências]]></category>
		<category><![CDATA[relações de confiança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2548976861-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Policiais brasileiros em operação representando confiança entre colegas e prontidão para emergências." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2548976861-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2548976861-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2548976861-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2548976861-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Emergências exigem respostas rápidas e bem coordenadas, especialmente no setor público, onde a linha de frente atua diretamente com cidadãos em situações de alta pressão. Por isso, entender o que influencia a preparação desses profissionais é essencial. Nesse contexto, a pesquisa analisada mostra que a confiança — tanto na organização quanto entre colegas — pode [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2548976861-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Policiais brasileiros em operação representando confiança entre colegas e prontidão para emergências." decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2548976861-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2548976861-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2548976861-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/12/shutterstock_2548976861-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Emergências exigem respostas rápidas e bem coordenadas, especialmente no setor público, onde a linha de frente atua diretamente com cidadãos em situações de alta pressão. Por isso, entender o que influencia a preparação desses profissionais é essencial. Nesse contexto, a pesquisa analisada mostra que a confiança — tanto na organização quanto entre colegas — pode ser um fator decisivo para que policiais se sintam prontos para agir em situações de emergência. Assim, o estudo ajuda a compreender como relações de confiança entre profissionais moldam o desempenho de quem trabalha diariamente em cenários de risco.</p>
<p>O estudo foi conduzido pelos pesquisadores Nissim Cohen (Universidade de Haifa), Maayan Davidovitz (Universidade de Tel Aviv), Gabriela Lotta (FGV EAESP) e Teddy Lazebnik (Universidade Ariel), e publicado na International Public Management Journal. Para isso, eles realizaram uma pesquisa com 2.733 policiais militares e civis brasileiros, que responderam a um questionário sobre confiança em seus pares, nos comandantes e na instituição, além de suas percepções sobre o preparo da organização para emergências.</p>
<h1>Como a confiança entre policiais influencia a prontidão para emergências</h1>
<p>Os dados mostram que, embora os níveis gerais de confiança na instituição policial e nos comandantes sejam baixos, muitos policiais confiam bastante em seus colegas diretos. Isso é importante, pois a análise indica que essa confiança tem relação direta com a sensação de prontidão da organização. Em outras palavras, quanto mais o policial confia nos seus pares e na instituição, mais ele acredita que sua corporação está preparada para agir em situações de crises.</p>
<p>Além disso, a pesquisa revela que a confiança não funciona de forma simples. Há relações lineares e não lineares entre confiança e prontidão, mostrando que os vínculos sociais dentro das equipes são mais complexos do que parecem. Outro ponto relevante é que idade e renda não influenciam a percepção de prontidão.</p>
<p>O estudo conclui que a confiança é essencial para melhorar o desempenho em emergências. Assim, gestores públicos devem investir em estratégias que reforcem vínculos dentro das equipes, como treinamentos conjuntos, simulações realistas e atividades de fortalecimento de relacionamento entre profissionais. Esses esforços podem criar ambientes mais seguros, cooperativos e eficazes, especialmente em contextos de risco constante como o trabalho policial no Brasil.</p>
<p>Ao final, a pesquisa reforça que fortalecer a confiança não é apenas uma questão de clima organizacional, mas um passo fundamental para garantir respostas rápidas, humanas e eficientes em situações de emergência.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1080/10967494.2025.2510632">o artigo na íntegra. </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<item>
		<title>Como a Inteligência Artificial está transformando a Administração Pública</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/como-a-inteligencia-artificial-esta-transformando-a-administracao-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 11:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[ética em IA]]></category>
		<category><![CDATA[governança digital]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[racionalidade limitada]]></category>
		<category><![CDATA[Tomada de decisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2593195989-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Aplicações da Inteligência Artificial na Administração Pública" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2593195989-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2593195989-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2593195989-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2593195989-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A Inteligência Artificial na Administração Pública vem revolucionando a forma como governos planejam políticas e tomam decisões. Se antes gestores públicos dependiam apenas da experiência e da intuição, hoje contam com algoritmos e sistemas inteligentes capazes de processar grandes volumes de dados em segundos. Essa transformação traz ganhos de eficiência, mas também novos desafios: como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2593195989-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Aplicações da Inteligência Artificial na Administração Pública" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2593195989-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2593195989-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2593195989-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2593195989-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A Inteligência Artificial na Administração Pública vem revolucionando a forma como governos planejam políticas e tomam decisões. Se antes gestores públicos dependiam apenas da experiência e da intuição, hoje contam com algoritmos e sistemas inteligentes capazes de processar grandes volumes de dados em segundos. Essa transformação traz ganhos de eficiência, mas também novos desafios: como garantir decisões éticas e transparentes quando há intervenção de máquinas?</p>
<p>Essas são algumas das reflexões trazidas pelos professores Ricardo Gomes e Fernando Deodato Domingos, da FGV EAESP, em artigo publicado na revista internacional Public Administration. O estudo revisita conceitos de Herbert Simon, como o de racionalidade limitada. Também propõe caminhos para que aplique-se a IA com responsabilidade e impacto positivo na gestão pública.</p>
<p>Os pesquisadores analisaram 193 artigos publicados nos últimos 50 anos sobre os trabalhos de Simon, a partir do banco de dados Web of Science. Essa revisão sistemática identificou três grandes eixos de pesquisa que ligam a IA à administração pública: Racionalidade e tomada de decisão, Desempenho humano, Trabalho, organizações e conhecimento.</p>
<h1>O impacto da Inteligência Artificial na administração pública moderna</h1>
<p>Com base nessa análise, o estudo revela como a Inteligência Artificial na Administração Pública vem sendo usada para aperfeiçoar processos decisórios, mas também alerta para a necessidade de aprimorar o diálogo entre tecnologia, ciência cognitiva e ética pública.</p>
<p>Um dos principais achados da pesquisa é que a racionalidade limitada — conceito que reconhece as limitações humanas na tomada de decisão — continua extremamente atual.</p>
<p>Assim como as pessoas, os sistemas de IA também operam com informações incompletas e restrições de tempo e contexto. Por isso, a tecnologia não deve buscar decisões “perfeitas”, mas soluções satisfatórias e éticas, alinhadas ao interesse público.</p>
<p>Os algoritmos de machine learning podem ajudar gestores a lidar com sobrecarga de dados e incertezas, mas precisam de supervisão humana e transparência nos processos decisórios.</p>
<p>A integração entre IA e setor público apresenta tanto oportunidades quanto riscos. O artigo destaca três grandes desafios:</p>
<ul>
<li>Mitigar vieses algorítmicos que podem reproduzir desigualdades sociais.</li>
<li>Garantir transparência e accountability nas decisões automatizadas.</li>
<li>Fortalecer a confiança pública nos sistemas inteligentes usados por governos.</li>
</ul>
<p>Dessa forma, os autores defendem o desenvolvimento de modelos de governança ética que combinem tecnologia, empatia e responsabilidade social. A IA deve ser usada como ferramenta de apoio, não de substituição, ao julgamento humano — um equilíbrio essencial para uma administração pública mais justa e eficiente.</p>
<h2>Um futuro de decisões públicas mais humanas e inteligentes</h2>
<p>A principal contribuição do estudo é mostrar que o futuro da Inteligência Artificial na Administração Pública depende da capacidade de unir diferentes áreas do conhecimento — da psicologia cognitiva à economia comportamental, da ciência de dados à gestão pública.</p>
<p>Portanto, essa integração pode gerar soluções mais transparentes, inclusivas e eficazes, ajudando governos a responder de forma adaptativa a crises, alocação de recursos e políticas sociais.</p>
<p>Por fim, o legado intelectual reinterpretado pelos pesquisadores serve como um guia para construir uma governança digital mais ética e centrada nas pessoas. Nela, a tecnologia potencializa — e não substitui — o papel humano na gestão pública.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1111/padm.13051">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Cabo de guerra político: leis e práticas de gestão como recursos estratégicos de poder em tempos de retrocesso democrático</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/cabo-de-guerra-politico-leis-e-praticas-de-gestao-como-recursos-estrategicos-de-poder-em-tempos-de-retrocesso-democratico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 11:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[burocracia pública]]></category>
		<category><![CDATA[democracia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[lei e gestão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[retrocesso democrático]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_105901463-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_105901463-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_105901463-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_105901463-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_105901463-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O que acontece quando a própria lei, criada para garantir direitos e proteger a democracia, vira arma em disputas políticas? Essa foi a pergunta que guiou um estudo realizado por pesquisadoras da FGV EAESP em parceria com colegas de outras instituições. Em um contexto de retrocesso democrático, como ocorreu no Brasil nos últimos anos, leis [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_105901463-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_105901463-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_105901463-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_105901463-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_105901463-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O que acontece quando a própria lei, criada para garantir direitos e proteger a democracia, vira arma em disputas políticas? Essa foi a pergunta que guiou um estudo realizado por pesquisadoras da FGV EAESP em parceria com colegas de outras instituições. Em um contexto de retrocesso democrático, como ocorreu no Brasil nos últimos anos, leis e gestão não são apenas instrumentos de gestão pública: eles se tornam o campo de batalha central entre políticos e servidores públicos.</p>
<p>A pesquisa foi conduzida por Gabriela Lotta (FGV EAESP), em conjunto com Iana Lima (FGV Direito), Mariana Costa Silveira, Michelle Fernandez, João Pedote e Olívia Guaranha, e publicada na revista internacional Perspectives on Public Management and Governance. Para entender o fenômeno, os autores realizaram 164 entrevistas com servidores públicos federais de nível médio e alto entre 2021 e 2022. Sendo assim, o objetivo foi analisar como eles reagiram às pressões políticas e de que forma tanto políticos quanto servidores usaram a lei como estratégia em um cenário de enfraquecimento democrático.</p>
<h1>As leis e gestão como campo de disputa</h1>
<p>O estudo mostra que, em períodos de instabilidade, a lei – compreendida em termos amplos –  passa a ser usada de forma ativa e estratégica. De um lado, políticos autoritários tentam flexibilizar, reinterpretar ou até violar regras para abrir espaço a seus projetos, muitas vezes em nome de uma “gestão mais ágil”. De outro, servidores recorrem às mesmas regras para se proteger, sustentar políticas públicas e evitar retrocessos institucionais.</p>
<p>A pesquisa identificou diversas estratégias e dinâmicas nesse “cabo de guerra”:</p>
<ul>
<li>Mudar a lei: políticos propõem novas regras para ganhar legitimidade, enquanto servidores defendem ajustes que garantam sua autonomia profissional.</li>
<li>Violar a lei: políticos burlam normas para acelerar decisões; servidores, em alguns casos, descumprem ordens hierárquicas para preservar políticas públicas e o estado democrático de direito.</li>
<li>Desvirtuar a lei: ambos reinterpretam normas ambíguas a seu favor, o que frequentemente leva à judicialização.</li>
<li>Acionar a Justiça: recorrer aos tribunais se tornou uma prática comum para legitimar ações e contestar situações percebidas como abusos.</li>
<li>Ameaçar os “oponentes”: políticos ameaçam a mobilização de sanções administrativas para intimidar servidores e estes buscam se manifestar publicamente em relação a possíveis ilegalidades e riscos de descumprimento de regras.</li>
<li>Recusar atividades ilegais: servidores públicos, sobretudo, usam a recusa como forma de resistência e proteção de instituições democráticas.</li>
</ul>
<h2>Conclusões e implicações</h2>
<p>Por fim, o estudo conclui que a lei e os instrumentos normativos, frequentemente vistos como um obstáculo à boa gestão, podem ser justamente o contrário em contextos de retrocesso democrático. Nessas circunstâncias, tornam-se a principal arma de resistência e de proteção de instituições democráticas. A pesquisa mostra ainda que políticos e servidores atuam de forma relacional, aprendendo e adaptando suas estratégias conforme o jogo político avança.</p>
<p>Portanto, não existe um simples dilema entre “lei” e “gestão”. O que existe é uma disputa constante sobre o uso e a aplicação da lei. Esse cabo de guerra, embora marcado por tensões, é também o que garante que a administração pública continue desempenhando um papel essencial: proteger a democracia e os direitos dos cidadãos.</p>
<p>Leia<a href="https://doi.org/10.1093/ppmgov/gvad008"> o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Como escândalos de corrupção mudam parcerias entre empresas e organizações sem fins lucrativos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-escandalos-de-corrupcao-mudam-parcerias-entre-empresas-e-organizacoes-sem-fins-lucrativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 11:31:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração intersetorial]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 16]]></category>
		<category><![CDATA[operação lava jato]]></category>
		<category><![CDATA[organizações sem fins lucrativos]]></category>
		<category><![CDATA[parcerias empresariais]]></category>
		<category><![CDATA[reputação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/parcerias-imagem-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/parcerias-imagem-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/parcerias-imagem-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/parcerias-imagem-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/parcerias-imagem-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Parcerias entre empresas e organizações sem fins lucrativos (ONGs) unem recursos e experiências para gerar impacto social e ambiental. Empresas ganham credibilidade, inovação e engajamento interno; já as ONGs recebem apoio financeiro e operacional para suas causas. No entanto, essas relações também envolvem riscos: empresas podem sofrer críticas sobre suas práticas e organizações podem ter [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/parcerias-imagem-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/parcerias-imagem-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/parcerias-imagem-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/parcerias-imagem-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/parcerias-imagem-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><img decoding="async" class="wp-image-5775 aligncenter" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-blog-impacto--300x227.jpeg" alt="" width="477" height="361" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-blog-impacto--300x227.jpeg 300w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-blog-impacto--1024x774.jpeg 1024w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-blog-impacto--768x580.jpeg 768w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-blog-impacto--750x567.jpeg 750w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-blog-impacto--1140x862.jpeg 1140w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-blog-impacto-.jpeg 1179w" sizes="(max-width: 477px) 100vw, 477px" /></p>
<p>Parcerias entre empresas e organizações sem fins lucrativos (ONGs) unem recursos e experiências para gerar impacto social e ambiental. Empresas ganham credibilidade, inovação e engajamento interno; já as ONGs recebem apoio financeiro e operacional para suas causas. No entanto, essas relações também envolvem riscos: empresas podem sofrer críticas sobre suas práticas e organizações podem ter sua reputação prejudicada se associadas a escândalos de corrupção.</p>
<p>No Brasil, esse equilíbrio foi abalado pela Operação Lava Jato (2014), que expôs um esquema de corrupção entre empresas e governo. O episódio provocou queda drástica na confiança pública em ambos os setores, mas aumentou a credibilidade das ONGs, vistas como mais transparentes e essenciais para enfrentar problemas socioambientais.</p>
<p>As pesquisadoras Marina Gama (FGV EAESP) e Aline Gatignon conduziram um estudo e o publicaram na Academy of Management Journal. Elas analisaram dados de todas as empresas de capital aberto e organizações sem fins lucrativos no Brasil entre 2010 e 2017, totalizando milhares de relatórios anuais, informações de conselhos de administração, doações de campanha e artigos da mídia. Além disso, as autoras realizaram entrevistas com líderes empresariais, gestores de ONGs, acadêmicos e representantes políticos.</p>
<h1>O que muda após escândalos de corrupção</h1>
<p>Os resultados mostram que, depois da Lava Jato, muitas empresas buscaram se aproximar de organizações sem fins lucrativos como forma de demonstrar compromisso social. No entanto, o tipo de parceria passou a ser mais seletivo:</p>
<ul>
<li>Empresas envolvidas direta ou indiretamente no escândalo tiveram mais dificuldade para fechar colaborações, pois as ONGs temiam danos à própria imagem.</li>
<li>Organizações com vínculos políticos ou empresariais fortes também evitaram novas parcerias, receosas de serem percebidas como cúmplices de interesses privados.</li>
<li>Houve menos espaço para usar parcerias como ferramenta de “limpeza” de reputação ou influência política.</li>
</ul>
<p>Essa cautela, por outro lado, abriu espaço para parcerias mais autênticas e focadas em resultados socioeconômicos concretos. Isso diminui a lógica puramente estratégica e ampliando a colaboração com objetivos reais de impacto social.</p>
<h2>Por que isso importa</h2>
<p>O estudo revela que crises institucionais profundas não apenas enfraquecem laços tradicionais, mas podem redesenhar a rede de parcerias entre empresas e sociedade civil. Entender essa dinâmica ajuda gestores a planejar estratégias mais transparentes e sustentáveis, evitando riscos de reputação e fortalecendo a confiança pública.</p>
<p>Além disso, para formuladores de políticas e para a sociedade, a pesquisa oferece pistas sobre como garantir que parcerias intersetoriais sirvam ao interesse coletivo — e não apenas a objetivos corporativos.</p>
<p>Em tempos de desconfiança generalizada, o valor de uma parceria não está apenas nos recursos que ela mobiliza, mas na confiança que é capaz de inspirar.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.5465/amj.2023.0677">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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