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	<title>Arquivos preconceito - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos preconceito - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Vistas como inexperientes, mulheres jovens enfrentam barreiras no mercado de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2022 14:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[discriminação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/christina-wocintechchat-com-HocFQHhGjDE-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Discriminação no mercado de trabalho: mulheres jovens podem mudar aparência para minimizar efeitos negativos da falta de experiência" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/christina-wocintechchat-com-HocFQHhGjDE-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/christina-wocintechchat-com-HocFQHhGjDE-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/christina-wocintechchat-com-HocFQHhGjDE-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/christina-wocintechchat-com-HocFQHhGjDE-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A falta de experiência intensifica os obstáculos profissionais enfrentados por mulheres em início de carreira. Para além da barreira conhecida como “teto de vidro”, relacionada à maior facilidade de homens em ascender na hierarquia do mercado de trabalho, as jovens precisam lidar com a barreira da “parede de cristal”, em que se percebem inseguras diante [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/vistas-como-inexperientes-mulheres-jovens-enfrentam-barreiras-no-mercado-de-trabalho/">Vistas como inexperientes, mulheres jovens enfrentam barreiras no mercado de trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/christina-wocintechchat-com-HocFQHhGjDE-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Discriminação no mercado de trabalho: mulheres jovens podem mudar aparência para minimizar efeitos negativos da falta de experiência" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/christina-wocintechchat-com-HocFQHhGjDE-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/christina-wocintechchat-com-HocFQHhGjDE-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/christina-wocintechchat-com-HocFQHhGjDE-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/christina-wocintechchat-com-HocFQHhGjDE-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A falta de experiência intensifica os obstáculos profissionais enfrentados por mulheres em início de carreira. Para além da barreira conhecida como “teto de vidro”, relacionada à maior facilidade de homens em ascender na hierarquia do mercado de trabalho, as jovens precisam lidar com a barreira da “parede de cristal”, em que se percebem inseguras diante de seus pares ainda na base da hierarquia.</p>
<p>Os apontamentos são das pesquisadoras da FGV EAESP Luisa de Moraes Beltramini, Vanessa Martines Cepellos e Jussara Jéssica Pereira em artigo publicado na “Revista de Administração de Empresas” (RAE). A pesquisa é baseada em 15 entrevistas semiestruturadas com mulheres entre 21 e 30 anos que trabalham em empresas da região Sudeste.</p>
<h2>Discriminação no mercado de trabalho: mulheres jovens podem mudar aparência para minimizar efeitos negativos da falta de experiência</h2>
<p>O artigo aponta que, assim como as mulheres mais velhas, as jovens também sofrem com o etarismo nas organizações. Por conta disso, tentam modificar a aparência física para serem entendidas como mais maduras e menos inexperientes. Para evitar discriminação em relação aos homens de mesma idade e cargo, usam roupas mais masculinas e de tons sóbrios, por exemplo. Ao mesmo tempo, algumas entrevistadas relatam que, a partir de certa idade, como após os 25, <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/para-acolher-mulheres-maduras-organizacoes-devem-rever-politicas-e-praticas-de-recursos-humanos/">são vistas como velhas demais</a> para assumirem vagas de estágio, o que afeta a carreira daquelas que iniciam os estudos mais tarde.</p>
<p>“Foi possível constatar, então, a existência de uma relação entre discriminação por juventude e gênero, o que maximiza a pressão sobre as entrevistadas no início da vida profissional”, apontam as autoras no estudo. Por isso, alerta o artigo, é importante que gestores e profissionais da área de recursos humanos contribuam para a redução das desigualdades no ambiente de trabalho assegurando oportunidades para que essas mulheres demonstrem suas competências.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rae/a/q8xLSPzQMPMFfLWzf9X9GVx/?lang=pt">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Para acolher mulheres maduras, organizações devem rever políticas e práticas de recursos humanos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/para-acolher-mulheres-maduras-organizacoes-devem-rever-politicas-e-praticas-de-recursos-humanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 16:03:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente de trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mulher branca grisalha trabalha em mesa com computador; Mulheres no mercado de trabalho, sobretudo as mais velhas, devem ter apoio das empresas para conciliar a profissão com qualidade de vida, diz pesquisa da FGV" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Apesar do crescimento da participação das mulheres no mercado de trabalho, o processo de envelhecimento ainda traz prejuízos às profissionais. Por um lado, elas sofrem com a pressão para manter uma aparência atraente e jovem e corpos funcionais e produtivos no ambiente de trabalho. Por outro, lidam com a incerteza sobre os rumos da carreira, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mulher branca grisalha trabalha em mesa com computador; Mulheres no mercado de trabalho, sobretudo as mais velhas, devem ter apoio das empresas para conciliar a profissão com qualidade de vida, diz pesquisa da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/08/pexels-cottonbro-5971292-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Apesar do crescimento da participação das mulheres no mercado de trabalho, o processo de envelhecimento ainda traz prejuízos às profissionais. Por um lado, elas sofrem com a pressão para manter uma aparência atraente e jovem e corpos funcionais e produtivos no ambiente de trabalho. Por outro, lidam com a incerteza sobre os rumos da carreira, mesmo nos cargos de alta gestão, pois as oportunidades no mercado de trabalho diminuem para profissionais maduras.</p>
<p>As constatações estão em artigo das pesquisadoras da FGV EAESP Vanessa Martines Cepellos e Maria José Tonelli publicado na Revista &#8220;Organizações e Sociedade&#8221;. O estudo é baseado em 58 entrevistas com mulheres que ocupavam ou já haviam ocupado cargos de lideranças em empresas brasileiras de diferentes setores. As entrevistadas tinham entre 41 e 63 anos.</p>
<h2>Mulheres no mercado de trabalho devem ter apoio das organizações para conciliar profissão com qualidade de vida</h2>
<p>Diante da morte simbólica, <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/preconceito-idade-mulheres-trabalho/">as profissionais buscam retardar o envelhecimento</a> através do desenvolvimento de novas habilidades. As executivas maduras também relatam foco em redefinir o propósito do trabalho em suas vidas. Após anos dedicados à profissão, essas mulheres desejam conciliar a carreira com a vida familiar e social e atividades de lazer. Quando buscam uma nova carreira em atividades como docência, consultorias ou empreendedorismo, demandam a valorização de sua experiência e conhecimento.</p>
<p>Neste processo de renascimento simbólico das profissionais mais velhas, é importante que organizações as auxiliem a conciliar melhores condições de trabalho com qualidade de vida. “As organizações que desejam reter essas mulheres devem se concentrar em mudar as políticas e práticas de recursos humanos, além de criar uma cultura de apoio, utilizar efetivamente os seus talentos e motivar a busca por conquistas”, analisam as autoras.</p>
<p><a href="http://www.spell.org.br/documentos/ver/66743/o-processo-de-envelhecimento-de-mulheres-em-cargos-de-lideranca--a-iminencia-da-morte-e-do-renascimento-simbolicos/i/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/para-acolher-mulheres-maduras-organizacoes-devem-rever-politicas-e-praticas-de-recursos-humanos/">Para acolher mulheres maduras, organizações devem rever políticas e práticas de recursos humanos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Preconceito de idade e de gênero: mulheres mais velhas sofrem dupla pressão no ambiente organizacional</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/preconceito-idade-mulheres-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 22:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[ageísmo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mulher de cabelos grisalhos e casaco vermelho está sendada em mesa de trabalho e assina documentos; Além do preconceito de gênero, mulheres mais velhas sofrem com a desvalorização de seus corpos, diz pesquisa da FGV EAESP" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Além do preconceito de gênero, executivas com mais de 40 anos sofrem com a desvalorização de seus corpos envelhecidos no mundo corporativo. Somada a pressão estética, essas mulheres sofrem também com as mudanças funcionais do corpo a partir da menopausa, como cansaço, lentidão e dores. Estas são as constatações de estudo das pesquisadoras da FGV [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/preconceito-idade-mulheres-trabalho/">Preconceito de idade e de gênero: mulheres mais velhas sofrem dupla pressão no ambiente organizacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mulher de cabelos grisalhos e casaco vermelho está sendada em mesa de trabalho e assina documentos; Além do preconceito de gênero, mulheres mais velhas sofrem com a desvalorização de seus corpos, diz pesquisa da FGV EAESP" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/04/pexels-karolina-grabowska-8530317-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Além do preconceito de gênero, executivas com mais de 40 anos sofrem com a desvalorização de seus corpos envelhecidos no mundo corporativo. Somada a pressão estética, essas mulheres sofrem também com as mudanças funcionais do corpo a partir da menopausa, como cansaço, lentidão e dores.</p>
<p>Estas são as constatações de estudo das pesquisadoras da FGV EAESP Renata Assis Vieira e Vanessa Martines Cepellos publicado recentemente na revista “Organizações e Sociedade”. As autoras realizaram 20 entrevistas com mulheres com 40 anos ou mais que atuam em organizações brasileiras dos mais diversos segmentos de mercado.</p>
<p>Apesar do envelhecimento da força de trabalho ser uma realidade por conta do aumento da expectativa de vida da população, a imagem da mulher mais velha é associada a algo negativo, uma vez que corpo executivo ideal é jovem e magro. O fato de haver poucas mulheres executivas no topo das organizações, ambientes considerados masculinos, contribui para que os corpos desviantes se mantenham deslocados nas relações sociais.</p>
<h2>Empresas devem formar equipes intergeracionais para aproveitar a experiência de mulheres mais velhas no mercado de trabalho</h2>
<p>Portanto, a pressão social motiva a preocupação dessas profissionais com a aparência, pois as organizações ainda tendem a considerar o corpo mais velho como menos relevante e obsoleto. A possibilidade de minimizar efeitos do envelhecimento, no entanto, é um privilégio, visto que as executivas entrevistadas são predominantemente brancas e de classe social privilegiada.</p>
<p>As entrevistadas também relataram a dificuldade de recolocação profissional à medida em que a idade avança. Para contornar o problema, <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/para-acolher-mulheres-maduras-organizacoes-devem-rever-politicas-e-praticas-de-recursos-humanos/">as organizações deveriam incentivar a formação de equipes intergeracionais</a>, combinando a experiência dos mais velhos com a facilidade dos mais jovens em compreender os avanços tecnológicos, apontam as pesquisadoras.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/osoc/a/8578hYmsjWcPHSV5W3vrvrP/?lang=pt">Confira aqui o estudo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/preconceito-idade-mulheres-trabalho/">Preconceito de idade e de gênero: mulheres mais velhas sofrem dupla pressão no ambiente organizacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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