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	<title>Arquivos produtividade - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos produtividade - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Semana de quatro dias nas empresas: confiança é fator decisivo</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/semana-de-quatro-dias-nas-empresas-confianca-e-fator-decisivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 11:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar dos funcionários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/198-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Calendário destacando a semana de quatro dias nas empresas, com apenas quatro dias úteis marcados na agenda de trabalho" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/198-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/198-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/198-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/198-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Nos últimos anos, diferentes países passaram a discutir novas formas de organizar o trabalho. Entre essas propostas, a semana de quatro dias nas empresas ganhou destaque porque promete melhorar a qualidade de vida dos funcionários sem reduzir a produtividade. Ao mesmo tempo, muitas organizações ainda têm dúvidas sobre como implementar esse modelo na prática. Afinal, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/198-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Calendário destacando a semana de quatro dias nas empresas, com apenas quatro dias úteis marcados na agenda de trabalho" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/198-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/198-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/198-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/04/198-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Nos últimos anos, diferentes países passaram a discutir novas formas de organizar o trabalho. Entre essas propostas, a semana de quatro dias nas empresas ganhou destaque porque promete melhorar a qualidade de vida dos funcionários sem reduzir a produtividade. Ao mesmo tempo, muitas organizações ainda têm dúvidas sobre como implementar esse modelo na prática. Afinal, reduzir o número de dias de trabalho exige mudanças na forma de gerir equipes, organizar tarefas e avaliar resultados. Nesse contexto, pesquisadores buscaram entender por que algumas empresas conseguem adotar essa jornada reduzida com sucesso, enquanto outras enfrentam dificuldades.</p>
<p>O estudo foi conduzido por Fernando Deodato Domingos, da FGV EAESP, e Pedro Gomes, da University of London. O artigo foi publicado na revista GV Executivo.</p>
<p>A pesquisa analisou um projeto piloto realizado no Brasil com 19 empresas de diferentes setores, envolvendo 252 funcionários. O experimento seguiu o modelo internacional conhecido como 100-80-100, no qual os trabalhadores recebem 100% do salário, trabalham 80% do tempo e buscam manter 100% da produtividade. Para compreender os resultados, os pesquisadores aplicaram questionários com funcionários em diferentes momentos do projeto e realizaram entrevistas com líderes das empresas participantes.</p>
<h1>Semana de quatro dias nas empresas: o que faz esse modelo funcionar</h1>
<p>Os resultados mostram que a semana de quatro dias nas empresas pode trazer benefícios importantes. Em muitas empresas do piloto, funcionários relataram maior bem-estar, mais engajamento e melhor equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. Além disso, líderes observaram melhorias em processos internos e no uso de ferramentas tecnológicas.</p>
<p>Entretanto, o sucesso do modelo não depende apenas da redução da jornada. Segundo os pesquisadores, um fator decisivo é a relação de confiança entre gestores e equipes. Empresas que valorizam colaboração, autonomia e objetivos compartilhados tendem a ter melhores resultados. Nesses ambientes, os profissionais se sentem mais responsáveis pelo desempenho coletivo e organizam o trabalho de forma mais eficiente.</p>
<p>Por outro lado, organizações que adotam uma gestão baseada principalmente em controle rígido e fiscalização enfrentam mais dificuldades para adaptar a jornada reduzida. Nessas situações, a pressão por resultados pode aumentar, o que compromete o bem-estar dos funcionários e dificulta a reorganização das atividades.</p>
<p>Outro ponto observado foi a necessidade de revisar processos de trabalho. Muitas empresas reduziram o número de reuniões, criaram períodos de concentração sem interrupções e passaram a usar softwares de forma mais estratégica. Essas mudanças ajudaram a manter o ritmo das entregas mesmo com menos horas de trabalho.</p>
<h2>Mudanças na forma de contratação e desafios</h2>
<p>O estudo também mostra que a forma como as relações de trabalho são estruturadas influencia o sucesso da semana de quatro dias. Nos contratos transacionais, a relação é baseada em regras rígidas, metas e controle das entregas. Já nos contratos relacionais, prevalecem confiança, cooperação e objetivos compartilhados. Segundo a pesquisa, empresas que operam com práticas mais próximas dos contratos relacionais tendem a ter melhores resultados com a jornada reduzida, pois os funcionários têm mais autonomia para reorganizar o trabalho e manter a produtividade.</p>
<p>Apesar dos resultados positivos, o estudo também mostra que alguns setores encontram desafios maiores. Áreas que dependem de forte coordenação entre equipes ou de prazos muito rígidos, como consultoria e serviços financeiros, precisam adaptar processos com mais cuidado para evitar atrasos ou gargalos.</p>
<p>Ainda assim, a experiência brasileira sugere que a semana de quatro dias pode ser uma alternativa viável para conciliar produtividade e qualidade de vida. Para isso, no entanto, não basta mudar o calendário de trabalho. É necessário construir uma cultura organizacional baseada em confiança, diálogo e colaboração, na qual líderes e funcionários compartilhem a responsabilidade pelos resultados.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.12660/gvexec.v24n2.2025.93332">o artigo na íntegra. </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>É possível aumentar a eficiência do SUS?</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/e-possivel-aumentar-a-eficiencia-do-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2020 18:41:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[FGVsaúde]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/piron-guillaume-kJwZxH6jins-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/piron-guillaume-kJwZxH6jins-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/piron-guillaume-kJwZxH6jins-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/piron-guillaume-kJwZxH6jins-unsplash-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />É possível aumentar a eficiência do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro? Com o objetivo de discutir alternativas que possam melhorar a produtividade e os desfechos assistenciais em relação à oferta de bens e serviços produzidos, ofertados e/ou contratados pelo Estado no âmbito da saúde, o Centro de Estudos em Planejamento e Gestão da Saúde [&#8230;]</p>
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<p>Participaram da discussão Monica Viegas Andrade, professora associada do Departamento de Economia da UFMG e coordenadora do Grupo de Estudos em Economia da Saúde; Erno Harzheim, professor associado do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina da UFRGS e gestor APS Clínica Salute; e <a href="https://pesquisa-eaesp.fgv.br/professor/ana-maria-malik" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ana Maria Malik</a>, professora da FGV EAESP e coordenadora do FGVsaúde.</p>
<p>No momento em que se volta a discutir a reforma do Estado, em um contexto de queda da atividade econômica e piora consistente na arrecadação – e tendo como dado que a saúde é subfinanciada no país —, a proposta é avançar no debate e discutir eventuais alternativas para manter e melhorar as entregas para a sociedade pelo SUS, que não passem apenas pelo aumento do financiamento. Neste contexto, por onde começar? O que deve ser priorizado?</p>
<p>Confira:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/y5KIq-jxGdA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/e-possivel-aumentar-a-eficiencia-do-sus/">É possível aumentar a eficiência do SUS?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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