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	<title>Arquivos proteção de dados - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos proteção de dados - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Medo e privacidade: como suas emoções afetam a confiança nos aplicativos financeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 11:23:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Emoção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_1012713175-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_1012713175-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_1012713175-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_1012713175-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_1012713175-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Com o avanço da tecnologia, os aplicativos financeiros tornaram-se uma ferramenta essencial para milhões de brasileiros. A praticidade de acessar sua conta diretamente pelo celular trouxe inúmeros benefícios, mas também aumentou as preocupações com a segurança e a privacidade dos dados. Um novo estudo mostra que nossas emoções, especialmente o medo, desempenham um papel importante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_1012713175-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_1012713175-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_1012713175-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_1012713175-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/08/shutterstock_1012713175-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Com o avanço da tecnologia, os aplicativos financeiros tornaram-se uma ferramenta essencial para milhões de brasileiros. A praticidade de acessar sua conta diretamente pelo celular trouxe inúmeros benefícios, mas também aumentou as preocupações com a segurança e a privacidade dos dados. Um novo estudo mostra que nossas emoções, especialmente o medo, desempenham um papel importante na forma como confiamos (ou não) no <em>mobile banking</em>.</p>
<p>Os pesquisadores Marco Alexandre Terlizzi e Otávio Próspero Sanchez, da FGV EAESP, em parceria com Laura Brandimarte e Susan Brown conduziram o estudo e o publicaram na revista científica Information Technology &amp; People. Eles realizaram dois experimentos: um em laboratório com reconhecimento facial para medir o medo em tempo real, e outro online, com usuários de mobile banking. Ambos simularam um ataque onde dados financeiros poderiam ser roubados.</p>
<h1>Os resultados mostram que o medo muda completamente a forma como as pessoas reagem à privacidade digital usando aplicativos financeiros.</h1>
<p>Quando o usuário não está com medo, ele tende a confiar mais nos aplicativos bancários e se preocupar menos com a segurança dos seus dados. Mas quando o medo é ativado — por exemplo, após uma mensagem que alerta sobre roubo de dados — essa confiança diminui, e as preocupações com a privacidade aumentam.</p>
<p>Curiosamente, o medo não faz a pessoa parar de usar o aplicativo, mas pode deixá-la mais cautelosa. Isso sugere que, se usado de forma equilibrada, o medo pode ajudar a promover o uso consciente e seguro do <em>mobile banking</em>, sem assustar o usuário a ponto de abandoná-lo.</p>
<h2>Por que isso é importante para você</h2>
<p>Muitos bancos utilizam campanhas para alertar os clientes sobre fraudes, e essa prática pode ser eficaz — desde que não gere pânico. O estudo sugere que uma &#8220;pequena dose de medo&#8221; pode incentivar hábitos mais seguros, como ativar a autenticação de dois fatores ou evitar redes Wi-Fi públicas para acessar a conta.</p>
<p>Além disso, os pesquisadores mostram que apenas confiar no banco não é suficiente se o usuário estiver com medo. Isso exige que instituições financeiras se comuniquem de forma mais estratégica com seus clientes — equilibrando confiança com educação sobre riscos reais.</p>
<p>Por fim, este estudo reforça a importância de considerar o lado emocional do usuário quando se fala em segurança digital. O medo pode ser uma ferramenta poderosa para educar sem afastar. Para quem usa mobile banking, a dica é: fique atento, mas não deixe o medo te paralisar — use a tecnologia a seu favor, com consciência e cuidado.</p>
<p>Leia <a href="https://www.emerald.com/itp/article-abstract/doi/10.1108/ITP-03-2024-0431/1269942/The-unexplored-consequences-of-fear-in-mobile?redirectedFrom=fulltext">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Sustentabilidade e cultura empresarial ética podem aumentar o valor das marcas para consumidores</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategias-de-marketing/sustentabilidade-cultura-empresarial-valor-marca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2023 11:01:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de marca]]></category>
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		<category><![CDATA[ética empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/mulheres-olhar-vitrina21-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Duas mulheres brancas seguram sacolas coloridas e observam vitrine; Sustentabilidade e ética empresarial contribuem para a percepção do consumidor sobre o valor da marca" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/mulheres-olhar-vitrina21-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/mulheres-olhar-vitrina21-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/mulheres-olhar-vitrina21-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/mulheres-olhar-vitrina21-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Para aumentar o valor percebido pelo cliente, marcas devem associar a inovação sustentável em produtos e serviços com uma cultura empresarial ética e responsável. Usuários associam valores como a receptividade da organização a novas ideias e privacidade no gerenciamento de dados pessoais ao compromisso com responsabilidade social. Isso aumenta a resposta positiva às inovações ambientais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/mulheres-olhar-vitrina21-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Duas mulheres brancas seguram sacolas coloridas e observam vitrine; Sustentabilidade e ética empresarial contribuem para a percepção do consumidor sobre o valor da marca" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/mulheres-olhar-vitrina21-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/mulheres-olhar-vitrina21-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/mulheres-olhar-vitrina21-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/mulheres-olhar-vitrina21-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Para aumentar o valor percebido pelo cliente, marcas devem associar a inovação sustentável em produtos e serviços com uma cultura empresarial ética e responsável. Usuários associam valores como a receptividade da organização a novas ideias e privacidade no gerenciamento de dados pessoais ao compromisso com responsabilidade social. Isso aumenta a resposta positiva às inovações ambientais das marcas &#8211; que, por sua vez, não alcançam tal efeito isoladamente. Assim, companhias devem priorizar práticas alinhadas à demanda por privacidade e transparência nos dados para enriquecer o valor de marca percebido pelos consumidores.</p>
<p><a href="https://www.mdpi.com/2071-1050/15/14/10996">A reflexão está em artigo publicado pelo pesquisador da FGV EAESP Marcelo Gattermann Perin</a>, em colaboração com demais autores, na revista “<em>Sustainability</em>”. Os cientistas investigaram o papel da percepção dos consumidores sobre a inovação ambiental e de aspectos éticos no valor das marcas. Para isso, conduziram um questionário <em>online</em> com 336 estudantes de pós-graduação que consomem produtos e serviços das organizações Apple e Microsoft, empresas com alto valor agregado.</p>
<p>Como inovação ambiental de produtos, os autores entendem os cuidados em minimizar possíveis danos ambientais no processo inovativo, evitando o uso de materiais tóxicos e priorizando o uso eficiente de matérias-primas, por exemplo. Já o valor percebido da marca refere-se à opinião subjetiva de cada cliente em relação às ofertas e entregas da marca, o que afeta sua decisão de compra.</p>
<h2>Empresas podem demonstrar práticas de sustentabilidade em campanhas publicitárias</h2>
<p>Segundo o estudo, os consumidores preferem companhias que se preocupam em proteger dados pessoais e que recebem ideias relativas a valores e aspectos de gestão. Práticas como a adoção de sugestões e a solução de problemas indicados por usuários geram maior confiança na reputação e imagem das organizações. Entre outras atitudes que consumidores priorizam, estão o armazenamento de níveis adequados de informações pessoais, o uso condizente com o autorizado pelo usuário e a preservação de venda dos dados para outras companhias. O desenvolvimento de perspectivas éticas que permitam balancear os interesses da empresa e dos consumidores permite um alcance mais efetivo dos objetivos e metas da corporação, ressaltam os autores.</p>
<p>Como aplicações práticas, os pesquisadores sugerem aos gestores adotarem ações sustentáveis, associadas a campanhas de <em>marketing</em>, para demonstrar ao público que a companhia está aberta a ouvir. Também é importante  incorporar demandas e <em>feedbacks</em> dos consumidores, bem como ser mais ética em relação aos dados, com o desenvolvimento e incorporação de políticas de privacidade de informação baseadas em justiça, transparência e responsabilidade. Além disso, representantes do governo podem oferecer incentivos às empresas que adotam tais práticas. Assim, as companhias podem capturar a confiança do consumidor e efetivamente proporcionar uma vantagem competitiva.</p>
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		<title>No Brasil, uso de dados pessoais no combate à pandemia prevaleceu sobre o direito à privacidade</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/politicas-publicas/protecao-de-dados-pessoais-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 12:34:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Pandemia evidenciou dificuldade em conciliar serviços coletivos de promoção à saúde e proteção de dados pessoais, dizem pesquisadores da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O uso de dados pessoais no combate à pandemia da covid-19 serviu de base para políticas públicas de prevenção do contágio no Brasil e na União Europeia. O Brasil priorizou o direito à saúde frente à segurança e o consentimento do usuário sobre as informações coletadas por aplicativos como o Coronavírus &#8211; SUS.  Já na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Pandemia evidenciou dificuldade em conciliar serviços coletivos de promoção à saúde e proteção de dados pessoais, dizem pesquisadores da FGV" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/11/julio-lopez-peIl5fiuRag-unsplash1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O uso de dados pessoais no combate à pandemia da covid-19 serviu de base para políticas públicas de prevenção do contágio no Brasil e na União Europeia. O Brasil priorizou o direito à saúde frente à segurança e o consentimento do usuário sobre as informações coletadas por aplicativos como o Coronavírus &#8211; SUS.  Já na União Europeia, as informações coletadas pelo poder público de cada país dependeram da aderência do público aos aplicativos e seus termos de uso, o que indica mais atenção à privacidade dos cidadãos.</p>
<p>Em artigo publicado na “Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa”, pesquisadores da FGV EAESP realizam estudo de caso sobre as estratégias de coleta e tratamento de dados como geolocalização e atendimento à população em serviços de saúde nas duas regiões. A análise foca em soluções tecnológicas criadas no início da pandemia, em 2020.</p>
<p>No Brasil, os autores consideram o sistema de geolocalização InLoco, que gerou dados anônimos de isolamento médio por estado e de visitas a hospitais; o Sistema de Monitoramento Inteligente do Governo do Estado (SIMI SP), que cruzou dados de operadoras telefônicas com registros de saúde para emitir alertas sobre aglomerações e fornecer panorama do contágio no estado; e o aplicativo Coronavírus – SUS, que auxilia no acesso a informações confiáveis de prevenção e tratamento e gera dados de geolocalização dos usuários.</p>
<h2>Pandemia evidenciou dificuldade em conciliar serviços coletivos de promoção à saúde e proteção de dados pessoais</h2>
<p>Os autores indicam que, apesar de seguirem a legislação, os serviços brasileiros apresentam lacunas em segurança dos usuários. O Coronavírus – SUS, inicialmente, não contava com política de privacidade, e o consentimento da coleta de dados estava vinculado ao uso do aplicativo, por exemplo. No caso do SIMI SP, o artigo questiona a efetividade do serviço em nível intramunicipal por não detalhar dados específicos de menor abrangência geográfica, como bairros.</p>
<p>Os autores do artigo &#8212; Mariana Leite Fernandes da Silva, Marco Antonio Carvalho Teixeira e Eduardo de Rezende Francisco &#8212; destacam uma maior preocupação com a transparência na União Europeia. O aplicativo alemão Corona-Datenspende exige consentimento direto dos usuários sobre o tratamento de dados pessoais – ao contrário do Coronavírus – SUS, cujo consentimento é presumido pelo uso do aplicativo. O artigo destaca o <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/rastreamento-de-contatos-durante-a-pandemia-de-covid-19-mostra-compatibilidade-do-blockchain-com-cuidados-de-privacidade/">desafio de equilibrar o direito coletivo à saúde e o direito individual à proteção de dados</a>, visto que um destes será escolhido como prioridade em cada contexto.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rgplp/article/view/85223">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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