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	<title>Arquivos crise - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos crise - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Liderança feminina é mais eficaz em crises? Estudo questiona hipótese durante a COVID-19</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/lideranca-feminina-e-mais-eficaz-em-crises-estudo-questiona-hipotese-durante-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 11:26:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Durante a pandemia de COVID-19, uma ideia ganhou força: mulheres seriam líderes mais eficazes em tempos de crise. Essa percepção foi alimentada por reportagens que destacavam governadoras dos Estados Unidos com resultados aparentemente melhores no combate à doença. Mas será que essa “vantagem da liderança feminina” resiste a análises mais aprofundadas? Um estudo publicado no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Durante a pandemia de COVID-19, uma ideia ganhou força: mulheres seriam líderes mais eficazes em tempos de crise. Essa percepção foi alimentada por reportagens que destacavam governadoras dos Estados Unidos com resultados aparentemente melhores no combate à doença. Mas será que essa “vantagem da liderança feminina” resiste a análises mais aprofundadas?</p>
<p>Um estudo publicado no <em>The Leadership Quarterly Journal</em>, fruto da colaboração entre Paulo Arvate, pesquisador da FGV EAESP, e William Obenauer, Jost Sieweke, Nicolas Bastardoz, Brooke Gazdag e Tanja Hentschel, buscou responder a essa questão. O trabalho partiu de um estudo influente que sugeria que estados americanos governados por mulheres registraram menos mortes por COVID-19. Para verificar se essa conclusão era sólida, os pesquisadores realizaram uma série de replicações. Ou seja, testes que repetem ou adaptam estudos anteriores para confirmar se os resultados se sustentam em diferentes cenários.</p>
<p>Os pesquisadores realizaram três grandes passos:</p>
<ul>
<li>Replicação literal: repetição fiel do estudo original para validar os dados.</li>
<li>Replicações construtivas: testes com diferentes ajustes metodológicos para verificar a robustez das conclusões.</li>
<li>Testes causais: análise mais rigorosa em condados dos EUA e a inclusão de análises de municípios brasileiros, utilizando métodos estatísticos que reduzem distorções e aumentam a confiabilidade dos resultados.</li>
</ul>
<h1>“Vantagem da Liderança Feminina” (?)</h1>
<p>Ao aplicar métodos mais rigorosos, os pesquisadores não encontraram evidências de que o gênero do líder tenha causado diferenças significativas nos resultados durante a crise da COVID-19. Em outras palavras, líderes mulheres e homens tiveram desempenhos semelhantes quando analisados com maior cuidado metodológico. Os resultados sugerem que as diferenças apontadas por estudos anteriores podem estar ligadas a outros fatores, como o tamanho da população, características culturais de cada região e sua localidade próxima ou não ao epicentro da pandemia, e não necessariamente ao gênero da liderança.</p>
<h2>Reflexões e conclusões</h2>
<p>A pesquisa não nega que mulheres possam ter estilos de liderança valiosos em situações de crise, como maior foco em relacionamentos e empatia. No entanto, mostra que associar diretamente melhores resultados à liderança feminina pode ser um erro se não forem considerados todos os fatores envolvidos. Outro alerta importante do estudo é sobre como a mídia pode interpretar de maneira simplificada pesquisas acadêmicas, influenciando a opinião pública e até decisões políticas com base em evidências frágeis.</p>
<p>Em resumo, o estudo reforça a importância de métodos robustos para a separar correlação estatística de causalidade. Embora seja tentador afirmar que mulheres lideram melhor em crises, a análise detalhada dos dados mostra que essa conclusão não pode ser sustentada de forma generalizada.</p>
<h3>Por que isso importa?</h3>
<p>Este estudo traz lições não apenas para acadêmicos, mas também para empresas, governos e sociedade. A eficácia da liderança em crises não depende exclusivamente do gênero, mas de um conjunto de fatores mais complexos, que incluem contexto, recursos disponíveis e estilo de gestão.</p>
<p>Assim, mais do que reforçar estereótipos, a pesquisa evidencia a importância de compreender em profundidade os mecanismos que tornam diferentes estilos de liderança eficazes. Tanto mulheres quanto homens podem alcançar resultados semelhantes quando apoiados por condições adequadas e estratégias bem estruturadas.</p>
<p>Leia <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1048984324000419">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Clientes tendem a apoiar empresas que comunicam dificuldades em tempos de crise</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estrategias-de-marketing/clientes-tendem-a-apoiar-restaurantes-e-cafes-que-comunicam-dificuldades-em-tempos-de-crise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 11:04:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[apoio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-ron-lach-8440093-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="café" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-ron-lach-8440093-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-ron-lach-8440093-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-ron-lach-8440093-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-ron-lach-8440093-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Ao sofrerem impactos econômicos durante a pandemia de Covid-19, diversos negócios como cafés, restaurantes e livrarias se perceberam em risco e passaram a recorrer ao apoio de consumidores para seguir em atividade. Na semana em que a Livraria Cultura fecha suas portas em São Paulo após decretar falência, pesquisa publicada na revista “Journal of Advertising [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-ron-lach-8440093-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="café" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-ron-lach-8440093-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-ron-lach-8440093-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-ron-lach-8440093-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/07/pexels-ron-lach-8440093-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Ao sofrerem impactos econômicos durante a pandemia de Covid-19, diversos negócios como cafés, restaurantes e livrarias se perceberam em risco e passaram a recorrer ao apoio de consumidores para seguir em atividade. Na semana em que a Livraria Cultura fecha suas portas em São Paulo após decretar falência, pesquisa publicada na revista “Journal of Advertising Research” aponta que os clientes estão dispostos a atender ao apelo de empresas que comunicam de forma explícita sua crise quando percebem que a causa da vulnerabilidade está fora do controle de seus gestores.</p>
<p>No artigo, pesquisadores da FGV EAESP, Insper, Centro Universitário FEI e Universidade de São Paulo (USP) realizaram cinco estudos para verificar a resposta de consumidores diante de mensagens de vulnerabilidade das empresas. Nessa estratégia, em vez de divulgar os pontos fortes de seus produtos e serviços, as empresas comunicam abertamente suas fragilidades para acionar a empatia do público.</p>
<p>Os três primeiros estudos avaliaram a propensão do consumidor a atender apelos de cafés e restaurantes que adotam como estratégias a venda de vouchers para consumo posterior de produtos ou serviços. O primeiro, realizado virtualmente com 355 participantes brasileiros entre 30 de março de 4 de abril de 2020, verificou, por exemplo, que os consumidores tiveram maior intenção de compra e estavam dispostos a pagar mais pelo cupom quando expostos ao pedido de ajuda.</p>
<p>O segundo estudo, realizado em maio de 2020 com 252 participantes, foi um experimento em parceria com um estabelecimento brasileiro, e constatou que os consumidores efetivamente compraram mais vouchers ao receber a mensagem de vulnerabilidade. “Como o estudo ocorreu na pandemia e com consumidores reais do café, nós não tínhamos muita certeza de que o efeito apareceria, pois mesmo na condição de controle, os consumidores sabiam pelo contexto que o café estava em dificuldade. Ou seja, não basta estar em dificuldade, é preciso deixar o pedido de ajuda saliente”, explica Barros.</p>
<p>O penúltimo estudo, realizado com 300 participantes dos Estados Unidos, investigou o interesse de leitores assinarem o conteúdo pago de um jornal local com desconto após lerem uma mensagem de apelo. Os pesquisadores constataram que este recurso deixa de ser eficaz quando as causas da vulnerabilidade relatada são internas, como as relacionadas à má gestão dos negócios. Já o último estudo, focado em livrarias e realizado em 2022, contou com 208 participantes brasileiros, que demonstraram intenção de ajudar a empresa independentemente de seu porte. “O que se mostrou importante é a identificação do consumidor com a empresa, e não seu tamanho”, observa Barros.</p>
<p>Apesar de o estudo ter sido motivado pelo cenário da pandemia, Lucia Barros aponta que o apelo de vulnerabilidade segue sendo utilizado em outros contextos e, por isso, esse tipo de comunicação deve seguir no foco dos pesquisadores. “Jornais pedem para os consumidores ‘apoiarem o jornalismo profissional’. Tragédias como a do litoral norte de São Paulo fazem com que hotéis e restaurantes peçam ajuda aos consumidores”, exemplifica. “A pandemia foi uma situação externa extrema e global, porém outros eventos externos continuam a ameaçar empresas”, completa a autora.</p>
<p><a href="https://www.journalofadvertisingresearch.com/content/early/2023/06/26/JAR-2023-014">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<item>
		<title>Desigualdades sociais devem despontar em estudos sobre impacto da pandemia na gestão</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/desigualdades-sociais-devem-despontar-em-estudos-sobre-impacto-da-pandemia-na-gestao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2023 16:09:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="homem estuda em frente a computador" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Futuras pesquisas sobre o impacto da Covid-19 na gestão devem considerar desigualdades sociais intensificadas pela pandemia, como as de gênero e raça. Em nível organizacional, os estudos devem aprofundar os desafios enfrentados pelas cadeias de suprimentos diante da demanda provocada por eventos não previstos. Essas são algumas das tendências apontadas pelo pesquisador da FGV EAESP [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="homem estuda em frente a computador" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/02/pexels-vlada-karpovich-4939666-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Futuras pesquisas sobre o impacto da Covid-19 na gestão devem considerar desigualdades sociais intensificadas pela pandemia, como as de gênero e raça. Em nível organizacional, os estudos devem aprofundar os desafios enfrentados pelas cadeias de suprimentos diante da demanda provocada por eventos não previstos. Essas são algumas das tendências apontadas pelo pesquisador da FGV EAESP Thomas George Brashear Alejandro e colaboradores em artigo publicado na revista “Journal of Business Research”.</p>
<p>Através das bases de dados Web of Science e Scopus, os autores mapearam a produção científica sobre Covid-19 publicada em periódicos revisados por pares nas áreas de negócios, gestão e contabilidade. A busca se concentrou nos anos de 2020 e 2021 e retornou quase oito mil resultados. A maioria dos artigos está associada à área de estratégia e gestão, 2315. Na sequência, estão as áreas de negócios e gestão internacional e de finanças, com 1661 e 1252 artigos, respectivamente.</p>
<p>Sobre a dimensão social da pandemia, alguns dos temas mais recorrentes nos artigos publicados em 2020 incluíram a resposta de líderes locais e nacionais para mitigar os efeitos da pandemia na saúde pública e a distribuição de informações para a população. Em 2021, ganharam destaque nas pesquisas os impactos da Covid-19 na economia e no mercado de trabalho, com atenção especial ao aumento do desemprego, além das mudanças no sistema educacional e do desenvolvimento sustentável como reação aos impactos negativos da crise global.</p>
<p>As pesquisas com foco organizacional em 2020 abordaram as responsabilidades sociais corporativas e estratégias de adaptação à crise, os impactos no setor do turismo e a maior vulnerabilidade das mulheres na pandemia. Em 2021, os estudos aprofundaram as consequências da desigualdade de gênero nas empresas durante a pandemia e as adaptações necessárias aos mercados de viagem e turismo diante das restrições verificadas no primeiro ano de pandemia. A inovação e otimização das operações das cadeias de suprimentos também despontou como tema de interesse.</p>
<p><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9159974/">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/desigualdades-sociais-devem-despontar-em-estudos-sobre-impacto-da-pandemia-na-gestao/">Desigualdades sociais devem despontar em estudos sobre impacto da pandemia na gestão</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>#podcast Impacto: Como as empresas e suas cadeias de suprimentos interagem com o meio ambiente sob a incerteza?</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/podcast/podcast-impacto-como-as-empresas-e-suas-cadeias-de-suprimentos-interagem-com-o-meio-ambiente-sob-a-incerteza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2023 11:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[cadeia de suprimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=2894</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/Podcast_Supply-chain-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/Podcast_Supply-chain-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/Podcast_Supply-chain-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/Podcast_Supply-chain-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Conversamos com Kenyth Alves de Freitas sobre sua pesquisa que resultou na tese para o doutorado em Administração de Empresas, na linha de Gestão de Operações e Sustentabilidade na FGV EAESP. Ele investigou a influência do ambiente externo como fonte de ameaças e, simultaneamente, suporte para cadeias de suprimentos sob incerteza. Considerando que as cadeias [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/podcast/podcast-impacto-como-as-empresas-e-suas-cadeias-de-suprimentos-interagem-com-o-meio-ambiente-sob-a-incerteza/">#podcast Impacto: Como as empresas e suas cadeias de suprimentos interagem com o meio ambiente sob a incerteza?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/Podcast_Supply-chain-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/Podcast_Supply-chain-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/Podcast_Supply-chain-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/Podcast_Supply-chain-350x350.png 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Conversamos com Kenyth Alves de Freitas sobre sua pesquisa que resultou na <a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/31189?show=full">tese</a> para o doutorado em Administração de Empresas, na linha de Gestão de Operações e Sustentabilidade na FGV EAESP. Ele investigou a influência do ambiente externo como fonte de ameaças e, simultaneamente, suporte para cadeias de suprimentos sob incerteza.</p>
<p>Considerando que as cadeias de suprimentos de diferentes setores expandiram sua atuação nas últimas décadas, o pesquisador afirma que “à medida que suas operações incluíram novos continentes e países, novas e crescentes ameaças emergiram desses ambientes afetando o desempenho das cadeias, em outras palavras, o mesmo processo que levou as cadeias de suprimentos à expansão global também aumentou as incertezas, os riscos e as rupturas para as empresas”, conclui.</p>
<p>Keneth abordou essa dinâmica por meio de três artigos que trataram o ambiente externo sob incertezas institucionais, o risco de roubo de carga e rupturas da pandemia. Dentre os principais achados, os ensaios revelam que as empresas desenvolveram mecanismos para responder às ameaças, construindo suporte interorganizacional em respostas colaborativas e aprimorando seus conhecimentos em operar sob incertezas.</p>
<p>Confira no player abaixo esses e outros pontos de destaque da pesquisa:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://anchor.fm/fgv-eaesp-pesquisa/embed/episodes/Supply-chain-resilincia-diante-das-ameaas-do-meio-ambiente-e1tc03e/a-a95odg7" width="400px" height="102px" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Gestão Pública Vigilante: uma das formas de lidar com a Covid-19</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica-vigilante-uma-das-formas-de-lidar-com-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[EAESP Pesquisa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 12:03:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/02/martin-sanchez-VSicyd4c4A-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/02/martin-sanchez-VSicyd4c4A-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/02/martin-sanchez-VSicyd4c4A-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/02/martin-sanchez-VSicyd4c4A-unsplash-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />por Gabriela Lotta* Além da crise sanitária e econômica, a pandemia exacerbou uma crise política no Brasil, materializada nas disputas federativas. O conflito entre a negação da Covid-19 e seu enfrentamento gerou consequências evidentes nos atritos entre presidente e governadores, e, de forma menos evidente, também permeia os corredores das repartições públicas. Essa disputa entre [&#8230;]</p>
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<p>Além da crise sanitária e econômica, a pandemia exacerbou uma crise política no Brasil, materializada nas disputas federativas. O conflito entre a negação da Covid-19 e seu enfrentamento gerou consequências evidentes nos atritos entre presidente e governadores, e, de forma menos evidente, também permeia os corredores das repartições públicas.</p>
<p>Essa disputa entre políticos e burocratas, que não é nova, ficou mais evidente e crítica durante o Governo Bolsonaro, especialmente no último ano. Isso porque cabe à burocracia pública operacionalizar as decisões políticas e, ao mesmo tempo, garantir continuidade e funcionamento do Estado. Frente a um governo negacionista e com decisões muitas vezes questionáveis, parte da burocracia tem agido de forma insubordinada, tocando o funcionamento da máquina à parte das decisões presidenciais.</p>
<p>Até que ponto esta insubordinação é indesejada em uma democracia? Ou seria uma legítima manifestação do funcionamento burocrático frente a governos disfuncionais? Em crises como a que vivemos, deveria existir uma <strong>gestão pública vigilante, que antecipa problemas complexos e busca contribuir para a solução.</strong> Esse é o principal argumento que eu e Marcelo Marchesini trazemos para o <strong>livro &#8220;Legados de uma Pandemia&#8221;</strong>, organizado por Laura Muller Machado. Ao longo do nosso capítulo, discutimos três elementos que mostram como a pandemia estimulou essa gestão pública vigilante, não só no Brasil, mas em várias partes do mundo.</p>
<p>De forma resumida, um <strong>primeiro elemento é a busca dos Estados nacionais em adquirir e usar dados populacionais</strong>. Medidas como rastreamento de contatos e monitoramento de circulação aumentam a capacidade dos governos de tomar decisões com base em evidência, mas impactam na liberdade e privacidade dos indivíduos. Um <strong>segundo foco é a autonomia que burocracias têm ganho para constituir e operar arranjos de governança</strong>. No Brasil, o funcionamento do SUS, do Butantan, da Fiocruz e da Anvisa frente à política são evidências deste processo. Fortalecidas, algumas organizações públicas conseguiram construir parcerias e desenvolver ações a partir de princípios próprios, o que certamente é uma virtude, mas que deveria ser limitada pela transparência e controle social. <strong>O terceiro e último elemento tem a ver com o papel dos profissionais da linha de frente dos serviços públicos</strong>, que ganharam inequívoca visibilidade e importância durante a pandemia. Lidando com governos disfuncionais, falta de diretrizes, recursos e suporte, esses profissionais se viram limitados na sua capacidade de entrega, porque ao contrário do que por vezes aconteceu, não estavam no centro das atenções dos governos.</p>
<p>Para fortalecer o Estado brasileiro e a gestão pública vigilante, o ideal seria que houvesse sistemas de políticas com arranjos colaborativos e controle social, além de uma valorização dos servidores públicos. Encontrar um meio termo entre política e burocracia seria uma forma de lidar com as disfuncionalidades atuais do Estado brasileiro. Afinal, <strong>se a política é inerente à democracia, a burocracia é inerente à legalidade e ao Estado de direito. O equilíbrio entre ambos é condição essencial para a construção de um Estado democrático de direito</strong>.</p>
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<p><b>* Gabriela Lotta</b> é professora da EAESP FGV, coordenadora do NEB, pesquisadora do Centro de Estudos da Metrópole e uma das autoras do livro &#8220;Legado de uma Pandemia&#8221;, que está sendo lançado neste dia 01 de março de 2021. O livro é gratuito em formato ebook.</p>
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<p><em>Este artigo foi antecipado pela <a href="https://abori.com.br/"><strong>Agência Bori</strong></a>.</em></p>
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