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	<title>Arquivos home office - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos home office - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>#Podcast Impacto: Como se orientar diante dos dilemas na carreira?</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/podcast/como-se-orientar-diante-dos-dilemas-na-carreira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2024 11:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Como se orientar diante dos dilemas na carreira? Nesse episódio do Podcast Impacto, Livia fala sobre sua experiência com gestão de pessoas no mercado de trabalho e como identificou a necessidade de pesquisar o dilema da indecisão na carreira, fenômeno que tem crescido com as mudanças na tecnologia e no mercado de trabalho. Ela afirma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/Podcast_Impacto_indecisao_carreira-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Como se orientar diante dos dilemas na carreira? Nesse episódio do Podcast Impacto, Livia fala sobre sua experiência com gestão de pessoas no mercado de trabalho e como identificou a necessidade de pesquisar o dilema da indecisão na carreira, fenômeno que tem crescido com as mudanças na tecnologia e no mercado de trabalho.</p>
<p>Ela afirma que empregos e profissões estão mudando, o home office está transformando as condições de trabalho, e o aumento de casos de burnout acelera pedidos de demissão. Todas essas transformações têm pressionado trabalhadores a repensarem suas carreiras.</p>
<p>Livia Kuga fez o <a href="https://eaesp.fgv.br/cursos/mestrado-profissional-gestao-para-competitividade-mpgc">MPGC</a> &#8211; Mestrado Profissional em Gestão para a Competitividade na linha de <a href="https://eaesp.fgv.br/cursos/mestrado-profissional-gestao-para-competitividade-gestao-pessoas">Gestão de Pessoas</a> na Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP). Livia foi orientada por Miguel Caldas &#8211; Professor adjunto da FGV EAESP e professor da University of Texas at Tyler e ganhou menção honrosa por seu trabalho aplicado intitulado “<a href="https://repositorio.fgv.br/items/8c9198d1-9b97-47ec-90f5-8e30ba5072f3">Exploring the career decidedness-career adaptability nexus: new avenues for research from a grounded theory study</a>”.</p>
<p>Com base em uma revisão sistemática da literatura, Livia apresenta uma ferramenta prática para enfrentar os desafios na trajetória profissional, detalhada em seu artigo publicado na revista GV-executivo. Ouça a entrevista completa e acesse o artigo para explorar soluções práticas e inovadoras para a adaptabilidade de carreira. Leia mais <a href="https://periodicos.fgv.br/gvexecutivo/article/view/90122">aqui.</a></p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Como se orientar diante dos dilemas na carreira?" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/4XpTFzPbhaFaZk4YbFmdTX?utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que a pandemia ensinou sobre Trabalho Remoto</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/o-que-a-pandemia-ensinou-sobre-trabalho-remoto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2024 11:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Em 2020, a pandemia de COVID-19 transformou a vida pessoal e profissional de muitas pessoas no mundo todo, levando muitas organizações a adotar o trabalho remoto de forma repentina e não planejada. Este cenário proporcionou uma oportunidade para pesquisas em CSCW (Trabalho Cooperativo Apoiado por Computador) explorarem o trabalho colaborativo distribuído em tempos de crise [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/03/shutterstock_1675427878-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Em 2020, a pandemia de COVID-19 transformou a vida pessoal e profissional de muitas pessoas no mundo todo, levando muitas organizações a adotar o trabalho remoto de forma repentina e não planejada. Este cenário proporcionou uma oportunidade para pesquisas em CSCW (Trabalho Cooperativo Apoiado por Computador) explorarem o trabalho colaborativo distribuído em tempos de crise global.</p>
<p>O trabalho remoto durante a pandemia apresentou 3 características principais: resposta imediata a uma crise não planejada, substituição da infraestrutura de transporte pela infraestrutura digital e a intersecção da esfera privada e profissional, introduzindo novos tipos de interrupções no trabalho. A pandemia trouxe desafios adicionais para quem trabalha em casa, como estresse econômico, ansiedade relacionada à saúde e equilíbrio entre vida profissional e pessoal devido ao fechamento de escolas.</p>
<p>Com isso, o pesquisador da FGV EAESP, Marcelo Perin, em colaboração com outros especialistas, publicou um <a href="https://doi.org/10.1007/s10606-022-09427-6">artigo na revista Computer Supported Cooperative Work</a>, investigando o trabalho remoto sob o prisma do framework da distância em CSCW. Este framework engloba cinco dimensões que investigam o quanto as pessoas estavam trabalhando em equipe, quanto dispostas estavam para colaboração, como estava a comunicação do time, qual infraestrutura física e tecnológica havia disponível e como as organizações lidaram com essas adaptações. A pesquisa visa entender quais aspectos mais afetaram as pessoas no momento de mudar para um trabalho remoto não planejado.</p>
<p>Para isso, a pesquisa contou com um formulário online com 31 perguntas baseadas na teoria CSCW e suas cinco dimensões. As respostas foram obtidas por um processo de &#8220;bola de neve&#8221; (onde cada respondente indica outros possíveis participantes) e alcançaram, em sua maioria, profissionais de tecnologia. Foram coletados dados quantitativos e qualitativos com mais de 350 respondentes trabalhando em mais de 40 cidades do Brasil coletados entre abril e maio de 2020, durante as primeiras semanas do decreto da pandemia.</p>
<p>A pesquisa avaliou o nível de engajamento, motivação, disponibilidade e proatividade dos colegas de trabalho durante o trabalho remoto em situações adversas. No aspecto de Gerenciamento Organizacional, foram identificadas estratégias e incentivos adotados pelas organizações durante a pandemia, como flexibilidade de horários e financiamento para infraestrutura de home office, para entender como as empresas se adaptaram a esse novo cenário.</p>
<p>Durante a pandemia, o trabalho remoto foi afetado por várias interrupções, sejam elas de natureza trabalhista ou doméstica, alcançando desde ligações telefônicas, mensagens a trabalho, reuniões, colegas tirando dúvidas até familiares conversando, barulho da rua ou latidos, cuidado com os filhos e tarefas domésticas. Os pesquisadores propõem que essas interrupções sejam consideradas como parte integrante do trabalho distribuído em tempos de crise.</p>
<p>Com base na análise dos dados, os pesquisadores propuseram uma nova dimensão à teoria de CSCW: &#8220;Preparação para Crises&#8221;, que destaca a capacidade de uma organização de operar durante eventos disruptivos e imprevistos, como a pandemia de COVID-19. Para responder eficazmente a crises, são necessárias quatro capacidades-chave: resposta rápida com medidas drásticas, fornecimento de infraestrutura adequada aos funcionários, adaptação às novas condições de trabalho e vida, e gestão de múltiplas interrupções, tanto individuais quanto organizacionais.</p>
<p><a href="https://doi.org/10.1007/s10606-022-09427-6">Leia a pesquisa na íntegra.</a></p>
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		<item>
		<title>Pandemia e trabalho remoto aumentaram risco de fraudes corporativas, apontam profissionais de governança, risco e compliance</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-da-informacao/pandemia-e-trabalho-remoto-aumentaram-risco-de-fraudes-corporativas-apontam-profissionais-de-governanca-risco-e-compliance/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 15:55:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da informação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Segundo a percepção de profissionais de governança, risco e compliance, o período de isolamento por conta da pandemia de Covid-19 aumentou o risco de fraudes corporativas. A crise sanitária provocou a flexibilização de regulamentos e a adoção de trabalho remoto por empresas desacostumadas a esta modalidade, gerando sensação de falta de supervisão para 57,5% dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/programming-g45e1ffcf1_1280-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Segundo a percepção de profissionais de governança, risco e <i>compliance</i>, o período de isolamento por conta da pandemia de Covid-19 aumentou o risco de fraudes corporativas. A crise sanitária provocou a flexibilização de regulamentos e a adoção de trabalho remoto por empresas desacostumadas a esta modalidade, gerando sensação de falta de supervisão para 57,5% dos trabalhadores.</p>
<p>Os dados são de artigo com coautoria do pesquisador da FGV EAESP Jonny Mateus Rodrigues publicado na revista “GV Executivo”. O estudo é baseado em 120 respostas de trabalhadores brasileiros que atuam nas áreas de governança corporativa, riscos, controles internos e <i>compliance</i> a questionário aplicado virtualmente entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022. Os entrevistados atuam em empresas de diversos portes com vínculos variados &#8211; foram considerados tanto trabalhadores internos, que são contratados pela organização, como profissionais que atuam de forma externa, como consultores.</p>
<p>75% das empresas dos respondentes adotaram o regime de <i>home office</i> durante a pandemia. Segundo 62,5% dos trabalhadores que atuam de forma externa às organizações, o trabalho remoto provocou dificuldades de comunicação, percentual bem menor entre os funcionários internos – 32,9%. O teletrabalho aumentou a percepção de risco cibernético, o mais citado entre os entrevistados, com 77,5% de menções, à frente de riscos como operacional, sanitário, financeiro e de conformidade.</p>
<p>O artigo aponta a importância do investimento em tecnologias para aprimorar o nível de segurança para acesso remoto de serviços, pois o <i>home office</i> seguirá como prática no pós-pandemia. “Sobre as diferenças entre grupos, de forma geral, nota-se que empresas maiores e multinacionais parecem mais preparadas para lidar com situações como a pandemia do que as menores e nacionais, que muitas vezes enfrentam mais riscos e precisam fazer maiores investimentos repentinos”, apontam os autores.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvexecutivo/article/view/88905">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Teletrabalho melhora qualidade de vida de mulheres que atuam em repartição pública</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/teletrabalho-melhora-qualidade-de-vida-de-mulheres-que-atuam-em-reparticao-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 21:06:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="A convivência familiar e a participação mais ativa na vida dos filhos estão entre as principais vantagens do teletrabalho segundo mulheres, diz estudo da FGV EAESP" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A convivência familiar e a participação mais ativa na vida dos filhos estão entre os principais fatores de qualidade de vida relacionados ao teletrabalho, segundo mulheres que trabalham na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). É o que aponta artigo com coautoria do pesquisador da FGV EAESP Anderson de Souza Sant’Anna publicado na revista “Cadernos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="A convivência familiar e a participação mais ativa na vida dos filhos estão entre as principais vantagens do teletrabalho segundo mulheres, diz estudo da FGV EAESP" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/03/pexels-ekaterina-bolovtsova-4868381-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A convivência familiar e a participação mais ativa na vida dos filhos estão entre os principais fatores de qualidade de vida relacionados ao teletrabalho, segundo mulheres que trabalham na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). É o que aponta artigo com coautoria do pesquisador da FGV EAESP Anderson de Souza Sant’Anna publicado na revista “Cadernos EBAPE.BR”.</p>
<p>Os autores realizaram revisão de literatura sobre o tema e entrevistas com nove servidoras da Anvisa que atuam na Gerência Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados. À época da coleta dos dados, em 2020, a equipe contava com 37 mulheres em regime de teletrabalho. As entrevistas foram realizadas antes e durante a pandemia de Covid-19.</p>
<p>Apesar de relatarem aumento das demandas, as respondentes citam a flexibilidade de horários como ponto positivo do regime. A organização pessoal é mais viável para mulheres que contam com rede de apoio para conciliar as demandas profissionais, familiares e domésticas. Não perder tempo e dinheiro com deslocamento, vestuário e alimentação fora de casa são outras melhorias na qualidade de vida citadas pelas entrevistadas. Por outro lado, elas precisaram <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/empresas-devem-investir-em-estrategias-de-saude-e-seguranca-para-profissionais-em-trabalho-remoto/">investir na adequação do ambiente doméstico ao teletrabalho</a>.</p>
<h2>Isolamento e falta de convivência com colegas são fatores negativos do teletrabalho para mulheres</h2>
<p>Segundo os autores, a bibliografia aponta o isolamento social como uma das principais consequências negativas do teletrabalho. Para algumas respondentes, especialmente as que têm demandas com filhos, o teletrabalho não interferiu nas relações interpessoais. Outras, porém, relataram sentir falta do convívio com os colegas.</p>
<p>Durante a pandemia, os maiores obstáculos para as mulheres consultadas foram a desmotivação e a instabilidade emocional provocada pelas mudanças na rotina, principalmente para as que são responsáveis pelo cuidado de outros membros da família. “Com o <i>home office</i>, o trabalho foi impactado pela <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/periodo-de-home-office-durante-a-pandemia-foi-sentido-de-maneiras-diferentes-entre-homens-e-mulheres-da-area-de-tecnologia-mostra-pesquisa/">coexistência dos domínios familiares e profissionais</a> não apenas do lar da entrevistada, mas também daqueles ao redor. Tudo se intercalou, comprometendo a concentração”, completam os autores.</p>
<p><a href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/cadernosebape/article/view/88189">Confira o artigo na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/teletrabalho-melhora-qualidade-de-vida-de-mulheres-que-atuam-em-reparticao-publica/">Teletrabalho melhora qualidade de vida de mulheres que atuam em repartição pública</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Empresas devem investir em estratégias de saúde e segurança para profissionais em trabalho remoto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2022 11:18:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/yasmina-h-p8DjPfqEhW0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/yasmina-h-p8DjPfqEhW0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/yasmina-h-p8DjPfqEhW0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/yasmina-h-p8DjPfqEhW0-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/12/yasmina-h-p8DjPfqEhW0-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Com a chegada da pandemia da Covid-19, em 2020, diversos profissionais passaram a trabalhar em casa como medida para evitar o contágio pela doença. Porém, 84% de uma amostra de funcionários em trabalho remoto aponta que seus empregadores não realizaram avaliação de saúde e segurança do novo local de trabalho, o ambiente doméstico. A maioria [&#8230;]</p>
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<p>Os achados são de Alberto José Niituma Ogata, Ana Maria Malik, Viviane Lourenço e Valena Savia, pesquisadores do FGVsaúde, o Centro de Estudos em Planejamento e Gestão de Saúde da FGV EAESP, em artigo publicado na “Revista Brasileira de Medicina do Trabalho”. Os pesquisadores analisaram respostas a questionário online aplicado a 653 pessoas entre 1º de junho e 15 de agosto de 2020.</p>
<p>Com frequência, os entrevistados relataram aumento de desconforto ou dor nas costas, no pescoço e nos ombros – 56%, 55% e 50%, respectivamente. Entre outros sintomas apontados pelos respondentes estão problemas de sono, que atingiram 54% dos entrevistados. Já a questão emocional mais prevalente foi a preocupação com as finanças da família, foco de 35% dos entrevistados.</p>
<p>Ao trabalhar de casa durante a pandemia, o profissional não pode contar com mobiliário adequado como o disponível nos ambientes de trabalho convencionais. Também passou a conviver com demandas domésticas, como cuidar de crianças. Segundo os autores, a partir desses aprendizados, são necessárias estratégias para garantir a saúde ocupacional e o bem-estar dos trabalhadores no novo regime para evitar o surgimento ou agravamento de quadros clínicos já existentes.</p>
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		<title>Trabalho remoto e contratos flexíveis são tendências para o futuro, aponta mapeamento</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/estudos-organizacionais/trabalho-remoto-e-contratos-flexiveis-sao-tendencias-para-o-futuro-aponta-mapeamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2022 11:39:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[contrato temporário]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[profissional]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/surface-8HPLpr3hebU-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mulher negra utiliza computador sentada no sofá" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/surface-8HPLpr3hebU-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/surface-8HPLpr3hebU-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/surface-8HPLpr3hebU-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/surface-8HPLpr3hebU-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />De acordo com a percepção de profissionais brasileiros, o mercado de trabalho do futuro será mais flexível em relação ao modelo de contratação e permitirá mais tempo de trabalho remoto. É o que indica pesquisa coordenada pelo professor da FGV EAESP Paul Ferreira, executada junto ao think tank Amanhã do Futuro do Trabalho (AFTr). O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/surface-8HPLpr3hebU-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="mulher negra utiliza computador sentada no sofá" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/surface-8HPLpr3hebU-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/surface-8HPLpr3hebU-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/surface-8HPLpr3hebU-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/surface-8HPLpr3hebU-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>De acordo com a percepção de profissionais brasileiros, o mercado de trabalho do futuro será mais flexível em relação ao modelo de contratação e permitirá mais tempo de trabalho remoto. É o que indica pesquisa coordenada pelo professor da FGV EAESP Paul Ferreira, executada junto ao <i>think tank</i> Amanhã do Futuro do Trabalho (AFTr). O estudo visa a auxiliar a gestão de recursos humanos das organizações diante das incertezas sobre as tendências do mundo corporativo nos próximos anos.</p>
<p>Os pesquisadores entrevistaram 508 profissionais de empresas de todas as regiões do país sobre 33 prováveis mudanças do trabalho no futuro em quatro dimensões: natureza do trabalho, força do trabalho, execução do trabalho e educação para o trabalho. O objetivo foi entender quais destas mudanças já obtêm grande concordância, quais geram grande discordância e quais são consideradas ainda indefinidas.</p>
<p>A homogeneidade na concordância entre os respondentes foi verificada em 13 afirmações, como “trabalhos que exigem criatividade e inovação serão altamente valorizados e bem remunerados”, “haverá grandes mudanças nas relações de trabalho contratuais em direção a contratos temporários e flexíveis”, “as inovações tecnológicas irão exigir uma constante requalificação da força de trabalho” e “o modelo &#8216;work from anywhere&#8217; terá grande relevância nos motivos para os trabalhadores aceitarem uma proposta de trabalho”.</p>
<p>Outros aspectos apontados pelos respondentes são o interesse crescente dos colaboradores em equilibrar vida pessoal e profissional para garantir a saúde mental e a crença de que aposentadoria será menos comum entre os trabalhadores. “O público feminino apresenta maior nível de certeza em relação às afirmações que orientam para políticas de diversidade e inclusão, equilíbrio entre vida pessoal e profissional e a geração de valor para a sociedade”, destaca o estudo.</p>
<p><a href="https://publicacao.talensesgroup.com/aftr-dicotomias-no-futuro-do-trabalho">Acesse na íntegra</a> a pesquisa “Dicotomias no Futuro do Trabalho: Entenda como os gestores podem tomar decisões sobre os modelos a adotar em meio a tantas incertezas”. Criado em 2020 e responsável pela pesquisa, o<i> think tank</i> Amanhã do Futuro do Trabalho (AFTr) é composto pela FGV EAESP, Grupo Stefanini, MIT Sloan Review Brasil e Talenses Group.</p>
<p><i>Com informações da Insight Comunicação</i></p>
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		<title>Dores físicas causadas pelo home office estão associadas a baixos índices de bem-estar e saúde mental</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/dores-fisicas-causadas-pelo-home-office-estao-associadas-a-baixos-indices-de-bem-estar-e-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2020 18:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[FGVsaúde]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/charles-deluvio-DgoyKNgPiFQ-unsplash-scaled-1364x768-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/charles-deluvio-DgoyKNgPiFQ-unsplash-scaled-1364x768-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/charles-deluvio-DgoyKNgPiFQ-unsplash-scaled-1364x768-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/charles-deluvio-DgoyKNgPiFQ-unsplash-scaled-1364x768-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Os efeitos do home office na saúde do trabalhador podem ir além da fadiga e das dores no corpo. Quase metade dos respondentes (45,63%) de uma pesquisa do Centro de Estudos em Planejamento e Gestão da Saúde (FGVsaúde) da FGV EAESP apresentou baixo nível de bem-estar e saúde mental. Além disso, o mesmo estudo mostrou que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/charles-deluvio-DgoyKNgPiFQ-unsplash-scaled-1364x768-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/charles-deluvio-DgoyKNgPiFQ-unsplash-scaled-1364x768-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/charles-deluvio-DgoyKNgPiFQ-unsplash-scaled-1364x768-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/charles-deluvio-DgoyKNgPiFQ-unsplash-scaled-1364x768-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Os efeitos do home office na saúde do trabalhador podem ir além da fadiga e das dores no corpo. Quase metade dos respondentes (45,63%) de uma pesquisa do Centro de Estudos em Planejamento e Gestão da Saúde (<a href="https://fgvsaude.fgv.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGVsaúde</a>) da FGV EAESP apresentou baixo nível de bem-estar e saúde mental. Além disso, o mesmo estudo mostrou que existe uma associação entre sintomas físicos das pessoas em trabalho remoto — como dor no corpo, fadiga e cefaléia — e estados de humor e vitalidade mais baixos.</p>
<p>Esse é o segundo relatório feito pelo centro, em parceria com o Institute of Employment Studies (IES) do Reino Unido, para avaliar os impactos do trabalho remoto na saúde e bem-estar dos brasileiros durante a pandemia. O estudo aplicou um questionário on-line a 653 trabalhadores no período de 1 de junho a 30 de agosto.</p>
<p>Com alguns resultados já divulgados em <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/home-office-sem-adaptacao-necessaria-pode-causar-dores-no-corpo-e-problemas-no-sono/">relatório parcial</a> em agosto, a pesquisa ampliou a quantidade de respondentes durante o período e apresenta, neste segundo relatório, análises específicas sobre a saúde mental dessas pessoas. Com 533 respostas coletadas nos meses de junho e julho, o primeiro relatório mostrou que apenas 15,9% dos trabalhadores receberam suporte das empresas para trabalhar em casa — e que sintomas físicos como dores nas costas, no pescoço, fadiga ocular, perda de sono e dores de cabeça tornaram-se frequentes para essas pessoas. Neste segundo relatório, os dados dos respondentes foram cruzados com um questionário da Organização Mundial da Saúde que mede o estado de saúde mental das pessoas por meio do humor, vitalidade e interesse geral, através de uma escala de 25 pontos.</p>
<p>Quase metade dos respondentes atingiram escore igual ou inferior a 13, que seria um indicador de baixo nível de bem-estar, quando se recomenda acompanhamento médico. As principais queixas são de preocupação com questões financeiras, ansiedade com a saúde de um membro da família e sensação de isolamento e solidão Pessoas que moram sozinhas também tiveram índices abaixo do recomendado pela OMS. Para Alberto Ogata, pesquisador do FGVsaúde e autor do estudo, os resultados demonstram que “não adianta só tratar com remédio as dores físicas causadas pelo home office, se as pessoas estão com depressão ou se sentindo mal do ponto de vista psicológico”.</p>
<p>Confira o relatório abaixo:</p>
<p><a href="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/RELATORIO-TECNICO_SAUDE-E-BEM-ESTAR-HOME-OFFICE_GV-SAUDE-_VERSAO-FINAL.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-713" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/Captura-de-Tela-2020-10-13-às-15.16.00-219x300.png" alt="" width="219" height="300" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/Captura-de-Tela-2020-10-13-às-15.16.00-219x300.png 219w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/Captura-de-Tela-2020-10-13-às-15.16.00.png 591w" sizes="(max-width: 219px) 100vw, 219px" /></a></p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Bori</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Home office sem adaptação necessária pode causar dores no corpo e problemas no sono</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/home-office-sem-adaptacao-necessaria-pode-causar-dores-no-corpo-e-problemas-no-sono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2020 18:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[FGVsaúde]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho remoo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=568</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/blog-impacto-pesquisa-fgv-saude-home-office-e-bem-estar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/blog-impacto-pesquisa-fgv-saude-home-office-e-bem-estar-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/blog-impacto-pesquisa-fgv-saude-home-office-e-bem-estar-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/blog-impacto-pesquisa-fgv-saude-home-office-e-bem-estar-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Com a pandemia da Covid-19, muitas pessoas passaram a trabalhar de forma remota. Sem condições adequadas de trabalho em suas casas, no entanto, o home office tem trazido impactos na saúde e no bem-estar dos brasileiros.  Os principais sintomas físicos que se tornaram mais frequentes que o habitual são dores nas costas (58%), no pescoço [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/blog-impacto-pesquisa-fgv-saude-home-office-e-bem-estar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/blog-impacto-pesquisa-fgv-saude-home-office-e-bem-estar-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/blog-impacto-pesquisa-fgv-saude-home-office-e-bem-estar-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/blog-impacto-pesquisa-fgv-saude-home-office-e-bem-estar-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Com a pandemia da Covid-19, muitas pessoas passaram a trabalhar de forma remota. Sem condições adequadas de trabalho em suas casas, no entanto, o <em>home office</em> tem trazido impactos na saúde e no bem-estar dos brasileiros.  Os principais sintomas físicos que se tornaram mais frequentes que o habitual são dores nas costas (58%), no pescoço (75%), fadiga ocular (55%), perda de sono (55%) e dores de cabeça (53%).</p>
<p>Os resultados são de estudo realizado pelo Centro de Estudos em Planejamento e Gestão de Saúde (<a href="https://fgvsaude.fgv.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGVsaúde</a>) da FGV EAESP, em parceria com o Institute of Employment Studies (IES) do Reino Unido e com o apoio técnico da empresa Sharecare. A pesquisa entrevistou 533 pessoas entre os meses de junho e julho, por meio de questionário eletrônico desenvolvido pelo instituto britânico. A maioria dos participantes eram mulheres (67,9%) e tinham uma idade média de 40 anos.</p>
<p>A grande maioria dos respondentes (87,4%) começou a fazer home office devido à pandemia, mas apenas 15,9% receberam algum tipo de suporte em termos de adaptação da sua casa para o trabalho por parte do empregador. Ainda, 63% dos trabalhadores relataram que não têm conseguido se exercitar como faziam anteriormente e 46% têm trabalhado mais horas e em horários irregulares.</p>
<p>Essa realidade trouxe ainda outros desafios para o desempenho das funções laborais pelos trabalhadores. De acordo com o estudo, 47,7% dos respondentes relataram compartilhar o seu espaço de trabalho com outro adulto, 46% vivem com filhos dependentes menos de 18 anos e 21,2% cuidam de parente idoso.</p>
<p>“Essa mudança trouxe repercussões para a saúde física e emocional das pessoas que exigirão ações efetivas pelos gestores das organizações. Caso contrário, as taxas de adoecimento aumentarão, com redução da produtividade pessoal e organizacional”, avalia Alberto Ogata, pesquisador do FGVSaúde e um dos autores do estudo.</p>
<p>A pesquisa incluiu instrumento da Organização Mundial da Saúde (OMS) que permite a avaliação do estado de saúde mental dos respondentes. Na próxima etapa, além de comparação com dados internacionais, os pesquisadores analisarão uma possível associação dos sintomas físicos e emocionais relatados com a saúde mental dos trabalhadores.</p>
<p>Confira o relatório completo <a href="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/RELATORIO-TECNICO_SAUDE-E-BEM-ESTAR-HOME-OFFICE_GV-SAUDE_I_ao.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Bori</a></em></p>
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