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	<title>Arquivos ODS 10 - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos ODS 10 - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Como memes ajudam a justificar práticas organizacionais antiéticas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-memes-ajudam-a-justificar-praticas-organizacionais-antieticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 11:01:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ação do Estado em favela brasileira usada como exemplo em estudo sobre justificação de práticas organizacionais antiéticas nas redes sociais." decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />As redes sociais passaram a influenciar diretamente como a sociedade interpreta decisões tomadas por organizações públicas e privadas. Nesse ambiente, memes se destacam por sua rápida circulação, linguagem simples e forte apelo emocional. Uma pesquisa recente mostra que esse tipo de conteúdo pode ter um papel relevante para justificar práticas organizacionais antiéticas, ao transformar ações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Ação do Estado em favela brasileira usada como exemplo em estudo sobre justificação de práticas organizacionais antiéticas nas redes sociais." decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/02/183-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>As redes sociais passaram a influenciar diretamente como a sociedade interpreta decisões tomadas por organizações públicas e privadas. Nesse ambiente, memes se destacam por sua rápida circulação, linguagem simples e forte apelo emocional. Uma pesquisa recente mostra que esse tipo de conteúdo pode ter um papel relevante para justificar práticas organizacionais antiéticas, ao transformar ações controversas em narrativas fáceis de aceitar. Assim, decisões complexas, que exigiriam debate público e avaliação moral, acabam sendo absorvidas de forma superficial e pouco crítica.</p>
<p>O estudo foi realizado por Fernando Vianna, Rafael Alcadipani (FGV EAESP), Marcos Barros e Gustavo Matarazzo, e publicado na revista internacional Business Ethics Quarterly.</p>
<p>Para entender como ocorre esse processo de justificação, os pesquisadores analisaram memes que circularam no Instagram após três grandes operações policiais realizadas entre 2021 e 2022 no Rio de Janeiro. Ao todo, os pesquisadores coletaram 495 memes. Desses, seis, com alto nível de engajamento, foram analisados em profundidade, considerando imagens, textos, comentários e o contexto social e midiático em que estavam inseridos.</p>
<h1>Como memes ajudam a justificar práticas organizacionais antiéticas</h1>
<p>A pesquisa buscou responder à seguinte pergunta: como memes nas redes sociais ajudam a justificar ações organizacionais que envolvem dilemas éticos sobre vida e morte?</p>
<p>Os resultados mostram que os memes constroem narrativas que reduzem o questionamento ético por meio de três estratégias principais. A primeira consiste em negar o valor da vida. Isso desconsidera narrativas opostas de direitos humanos em relação à ação policial e questiona sua autoridade, desacreditando-a e ridicularizando-a ao sugerir sua ignorância sobre o assunto.</p>
<p>Assim, a segunda estratégia é estabelecer atores que merecem a morte. Esse mecanismo cria uma divisão, atribuindo às vítimas a culpa pelas próprias consequências e reforçando estereótipos sociais que tornam a ação organizacional mais fácil de justificar publicamente. Por fim, a terceira é defender a polícia como executora da morte. Ela exalta a organização responsável pela ação, retratando-a como competente, heroica e moralmente correta. Embora o estudo use operações policiais como exemplo empírico, os autores destacam que esse padrão pode existir em outros contextos organizacionais.</p>
<p>Além disso, o estudo mostra que memes não apenas normalizam práticas organizacionais antiéticas, mas também ajudam a torná-las socialmente aceitáveis. Portanto, ao priorizar humor, emoção e rapidez, esses conteúdos simplificam debates complexos e enfraquecem a reflexão crítica da sociedade.</p>
<p>Por fim, os autores chamam atenção para a responsabilidade das plataformas digitais e das grandes empresas de tecnologia, que permitem a ampla circulação desse tipo de conteúdo. Ao mesmo tempo, a pesquisa reconhece que as redes sociais também podem ser usadas para ampliar o debate público, desde que estimulem reflexão, contexto e pluralidade de vozes.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1017/beq.2025.10094">o artigo na íntegra.   </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<title>Como a Administração Pública brasileira fortalece a democracia por meio da inclusão social</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/administracao-publica-brasileira-inclusao-social-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[accountability]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Administração Pública brasileira e inclusão social em reunião de conselho de políticas públicas com participação da sociedade" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />A democracia depende de instituições públicas fortes, confiáveis e capazes de responder às demandas da sociedade. No Brasil, esse desafio sempre esteve ligado à desigualdade social e à dificuldade histórica de garantir serviços públicos de qualidade para toda a população. Por isso, desde a redemocratização, a Administração Pública passou a investir em políticas que ampliam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Administração Pública brasileira e inclusão social em reunião de conselho de políticas públicas com participação da sociedade" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2026/01/182-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A democracia depende de instituições públicas fortes, confiáveis e capazes de responder às demandas da sociedade. No Brasil, esse desafio sempre esteve ligado à desigualdade social e à dificuldade histórica de garantir serviços públicos de qualidade para toda a população. Por isso, desde a redemocratização, a Administração Pública passou a investir em políticas que ampliam a inclusão social, fortalecem a participação cidadã e profissionalizam o serviço público. Ao mesmo tempo, buscou reconstruir a confiança da sociedade nas instituições, algo essencial para a sustentação do regime democrático.</p>
<p>Um estudo sobre o tema foi publicado na revista acadêmica Public Administration Review, uma das mais relevantes da área no mundo. Os autores são os professores Evan Berman, Eduardo Grin, Gabriela Lotta, Fernando Abrucio e Lauro Gonzalez, da FGV EAESP, em parceria com os alunos Maira Gabriela Santos de Souza, Yasmim Marques de Melo e Jaedson Gomes dos Santos. A pesquisa analisa a trajetória da Administração Pública brasileira desde 1988, combinando revisão de estudos anteriores, análise institucional e exemplos concretos de políticas públicas.</p>
<h1>Administração Pública brasileira e inclusão social</h1>
<p>Os resultados mostram que a Administração Pública do Brasil adotou um conjunto de inovações que ajudaram a fortalecer a governança democrática. Entre elas, destacam-se os conselhos de políticas públicas, que reúnem governo e sociedade civil para deliberar, monitorar e fiscalizar políticas. Sendo assim, esses espaços ampliaram a voz dos cidadãos e aumentaram a transparência das decisões públicas.</p>
<p>Além disso, órgãos de controle ganharam mais autonomia e poder de atuação, inclusive com capacidade de aplicar sanções. Como consequência, houve avanço na responsabilização do uso dos recursos públicos. Paralelamente, a descentralização concedeu mais autonomia administrativa e financeira aos municípios. Isso permitiu respostas mais rápidas às demandas locais e estimulou a inovação em políticas públicas.</p>
<p>Outro ponto central é o investimento em programas de garantia de renda, que se tornaram referência internacional no combate à pobreza, como o Bolsa Família. Esses programas mostraram que a coordenação entre diferentes níveis de governo pode gerar resultados concretos na redução das desigualdades. Ao mesmo tempo, a profissionalização do serviço público, com concursos públicos e regras mais claras, contribuiu para aumentar a confiança da população e melhorar a entrega de serviços essenciais.</p>
<h2>Desafios e futuros passos</h2>
<p>A pesquisa também reconhece limites importantes. A Administração Pública brasileira ainda convive com burocracias rígidas, excesso de regras e desigualdade de capacidades entre órgãos. Por isso, surgem as chamadas “ilhas de excelência”, setores que funcionam bem mesmo em um ambiente desafiador. Esses exemplos mostram que é possível inovar, embora ainda falte uma abordagem mais integrada.</p>
<p>Por fim, o estudo conclui que a Administração Pública brasileira deu contribuições relevantes para o fortalecimento da democracia ao apostar na inclusão social, na participação cidadã e na profissionalização do Estado. No entanto, os autores destacam que o próximo passo envolve fortalecer a liderança dos gestores públicos e melhorar a gestão de desempenho. Assim, será possível ampliar resultados em áreas críticas como educação, segurança e crescimento econômico, mantendo o apoio e a confiança da sociedade nas instituições democráticas.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1111/puar.70045">o artigo na íntegra.   </a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
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		<item>
		<title>Por que organizações devem considerar a história colonial na adaptação de expatriados</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/por-que-organizacoes-devem-considerar-a-historia-colonial-na-adaptacao-de-expatriados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 11:16:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2552647267-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2552647267-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2552647267-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2552647267-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2552647267-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Quando falamos em adaptação de expatriados, muitas vezes pensamos que falar a mesma língua ou compartilhar traços culturais facilita o processo. No entanto, uma pesquisa publicada na Journal of International Business Studies mostra que essa visão simplifica demais a questão. O estudo de Roberta Aguzzoli, Martyna Śliwa, Jorge Lengler, Chris Brewster e Denise Quatrin (FGV [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2552647267-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2552647267-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2552647267-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2552647267-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/10/shutterstock_2552647267-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Quando falamos em adaptação de expatriados, muitas vezes pensamos que falar a mesma língua ou compartilhar traços culturais facilita o processo. No entanto, uma pesquisa publicada na Journal of International Business Studies mostra que essa visão simplifica demais a questão. O estudo de Roberta Aguzzoli, Martyna Śliwa, Jorge Lengler, Chris Brewster e Denise Quatrin (FGV EAESP), revela que a história colonial entre Brasil e Portugal pesa fortemente na experiência de adaptação de brasileiros que trabalham em terras portuguesas.</p>
<p>A pesquisa teve abordagem qualitativa e interpretativista. Dessa forma, foram realizadas 42 entrevistas com brasileiros que atuaram ou atuam em Portugal em diferentes setores e níveis hierárquicos. As entrevistas revelaram como os participantes narram e interpretam suas vivências. Além disso, a análise utilizou livros de história brasileiros e portugueses para comparar como cada país ensina sua versão do passado colonial.</p>
<h1>Resultados: adaptação parcial e narrativas históricas</h1>
<p>Os relatos mostram que, apesar da proximidade cultural, a adaptação dos brasileiros em Portugal é parcial. Ou seja, muitos aprendem a se virar no dia a dia (adaptação cognitiva) e até ajustam alguns comportamentos (adaptação comportamental). Mas, no campo emocional (adaptação afetiva), persistem sentimentos de desconforto, frustração e até ressentimento.</p>
<p>Sendo assim, dois tipos de narrativas se destacaram:</p>
<ol>
<li>A narrativa da “Brasilidade”, ligada ao orgulho nacional e ao direito de estar em Portugal, reforçada pela memória da resistência ao período colonial.</li>
<li>A narrativa do “brasileiro marginalizado”, baseada na percepção de que portugueses veem brasileiros como inferiores, o que dificulta a construção de relações positivas.</li>
</ol>
<p>Essas narrativas, enraizadas no passado colonial, influenciam como os expatriados interpretam situações de trabalho e como respondem a elas. Embora o idioma seja o mesmo, o sotaque brasileiro frequentemente desperta estereótipos negativos. Muitos entrevistados relataram que a língua, em vez de aproximar, serviu como barreira. Portanto, isso limitou a criação de redes locais de apoio e dificultou o sentimento de pertencimento.</p>
<h2>O que isso significa para empresas e gestores</h2>
<p>O estudo desafia a ideia de que a adaptação melhora naturalmente com o tempo. No caso de contextos marcados por histórias coloniais, a adaptação plena pode nunca acontecer. Para empresas internacionais, essa é uma lição importante: não basta considerar fatores culturais e institucionais, é preciso também reconhecer o peso da história.</p>
<p>A recomendação dos autores é que organizações capacitem seus funcionários a compreender diferentes narrativas históricas e a refletirem sobre preconceitos implícitos. Isso pode reduzir tensões, melhorar o ambiente de trabalho e favorecer a inclusão de expatriados.</p>
<p>Por fim, entender a expatriação exige olhar não apenas para cultura e língua, mas também para os legados históricos que moldam relações entre países. Para brasileiros em Portugal, a história colonial segue sendo um fator determinante em sua adaptação profissional e pessoal.</p>
<p>Leia <a href="https://doi.org/10.1057/s41267-024-00754-y">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/por-que-organizacoes-devem-considerar-a-historia-colonial-na-adaptacao-de-expatriados/">Por que organizações devem considerar a história colonial na adaptação de expatriados</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Liderança feminina é mais eficaz em crises? Estudo questiona hipótese durante a COVID-19</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/lideranca-feminina-e-mais-eficaz-em-crises-estudo-questiona-hipotese-durante-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 11:26:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Durante a pandemia de COVID-19, uma ideia ganhou força: mulheres seriam líderes mais eficazes em tempos de crise. Essa percepção foi alimentada por reportagens que destacavam governadoras dos Estados Unidos com resultados aparentemente melhores no combate à doença. Mas será que essa “vantagem da liderança feminina” resiste a análises mais aprofundadas? Um estudo publicado no [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/lideranca-feminina-e-mais-eficaz-em-crises-estudo-questiona-hipotese-durante-a-covid-19/">Liderança feminina é mais eficaz em crises? Estudo questiona hipótese durante a COVID-19</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/09/shutterstock_1974026258-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Durante a pandemia de COVID-19, uma ideia ganhou força: mulheres seriam líderes mais eficazes em tempos de crise. Essa percepção foi alimentada por reportagens que destacavam governadoras dos Estados Unidos com resultados aparentemente melhores no combate à doença. Mas será que essa “vantagem da liderança feminina” resiste a análises mais aprofundadas?</p>
<p>Um estudo publicado no <em>The Leadership Quarterly Journal</em>, fruto da colaboração entre Paulo Arvate, pesquisador da FGV EAESP, e William Obenauer, Jost Sieweke, Nicolas Bastardoz, Brooke Gazdag e Tanja Hentschel, buscou responder a essa questão. O trabalho partiu de um estudo influente que sugeria que estados americanos governados por mulheres registraram menos mortes por COVID-19. Para verificar se essa conclusão era sólida, os pesquisadores realizaram uma série de replicações. Ou seja, testes que repetem ou adaptam estudos anteriores para confirmar se os resultados se sustentam em diferentes cenários.</p>
<p>Os pesquisadores realizaram três grandes passos:</p>
<ul>
<li>Replicação literal: repetição fiel do estudo original para validar os dados.</li>
<li>Replicações construtivas: testes com diferentes ajustes metodológicos para verificar a robustez das conclusões.</li>
<li>Testes causais: análise mais rigorosa em condados dos EUA e a inclusão de análises de municípios brasileiros, utilizando métodos estatísticos que reduzem distorções e aumentam a confiabilidade dos resultados.</li>
</ul>
<h1>“Vantagem da Liderança Feminina” (?)</h1>
<p>Ao aplicar métodos mais rigorosos, os pesquisadores não encontraram evidências de que o gênero do líder tenha causado diferenças significativas nos resultados durante a crise da COVID-19. Em outras palavras, líderes mulheres e homens tiveram desempenhos semelhantes quando analisados com maior cuidado metodológico. Os resultados sugerem que as diferenças apontadas por estudos anteriores podem estar ligadas a outros fatores, como o tamanho da população, características culturais de cada região e sua localidade próxima ou não ao epicentro da pandemia, e não necessariamente ao gênero da liderança.</p>
<h2>Reflexões e conclusões</h2>
<p>A pesquisa não nega que mulheres possam ter estilos de liderança valiosos em situações de crise, como maior foco em relacionamentos e empatia. No entanto, mostra que associar diretamente melhores resultados à liderança feminina pode ser um erro se não forem considerados todos os fatores envolvidos. Outro alerta importante do estudo é sobre como a mídia pode interpretar de maneira simplificada pesquisas acadêmicas, influenciando a opinião pública e até decisões políticas com base em evidências frágeis.</p>
<p>Em resumo, o estudo reforça a importância de métodos robustos para a separar correlação estatística de causalidade. Embora seja tentador afirmar que mulheres lideram melhor em crises, a análise detalhada dos dados mostra que essa conclusão não pode ser sustentada de forma generalizada.</p>
<h3>Por que isso importa?</h3>
<p>Este estudo traz lições não apenas para acadêmicos, mas também para empresas, governos e sociedade. A eficácia da liderança em crises não depende exclusivamente do gênero, mas de um conjunto de fatores mais complexos, que incluem contexto, recursos disponíveis e estilo de gestão.</p>
<p>Assim, mais do que reforçar estereótipos, a pesquisa evidencia a importância de compreender em profundidade os mecanismos que tornam diferentes estilos de liderança eficazes. Tanto mulheres quanto homens podem alcançar resultados semelhantes quando apoiados por condições adequadas e estratégias bem estruturadas.</p>
<p>Leia <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1048984324000419">o artigo na integra.</a></p>
<p>Nota: alguns artigos podem apresentar restrições de acesso.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/lideranca-feminina-e-mais-eficaz-em-crises-estudo-questiona-hipotese-durante-a-covid-19/">Liderança feminina é mais eficaz em crises? Estudo questiona hipótese durante a COVID-19</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Fintechs lideradas por pessoas negras desenvolvem algoritmos inclusivos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/fintechs-lideradas-por-pessoas-negras-desenvolvem-algoritmos-inclusivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 12:29:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Algoritmo viés racial]]></category>
		<category><![CDATA[fintechs de propriedade negra]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão financeira]]></category>
		<category><![CDATA[justiça social]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[ODS1]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A desigualdade racial no acesso a serviços financeiros é uma barreira histórica que perpetua injustiças sociais e limita oportunidades. No Brasil, fintechs lideradas por pessoas negras surgem como agentes de mudança, enfrentando os desafios de reverter os vieses raciais incorporados em sistemas de pontuação de crédito tradicionais. Portanto, essas startups assumem o compromisso de criar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_1982290805-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A desigualdade racial no acesso a serviços financeiros é uma barreira histórica que perpetua injustiças sociais e limita oportunidades. No Brasil, fintechs lideradas por pessoas negras surgem como agentes de mudança, enfrentando os desafios de reverter os vieses raciais incorporados em sistemas de pontuação de crédito tradicionais. Portanto, essas startups assumem o compromisso de criar algoritmos inclusivos, capazes de promover justiça social e combater a exclusão financeira racial. Isso permite oferecer novas oportunidades para comunidades historicamente marginalizadas.</p>
<p>O estudo, conduzido pelos pesquisadores da FGV EAESP, Eduardo Henrique Diniz, Bruno Sanches, Marlei Pozzebon e Simone Luvizan, examinou três fintechs negras brasileiras por meio de 24 entrevistas com fundadores, gerentes e equipes técnicas dessas fintechs negras, além de empreendedoras sociais, analistas de dados, potenciais clientes dessas fintechs e pesquisadores da comunidade negra, dados que se somaram à análise de documentos e vídeos dessas empresas.</p>
<p>Publicado na prestigiada revista MIS Quarterly, o trabalho triangula a teoria da justiça social de Nancy Fraser com o conceito latino-americano de tecnologia social para analisar e entender as práticas de produção de algoritmos inclusivos no ecossistema fintech.</p>
<h1>O desenvolvimento de algoritmos inclusivos passa pela necessidade de combinar a reflexividade humana com a automação da máquina</h1>
<p>Os resultados mostram que as fintechs negras enfrentam restrições financeiras e operacionais, mas adotam estratégias criativas para inclusão. Utilizando inteligência híbrida — uma combinação de análise humana e algoritmos baseados em inteligência artificial — essas startups conseguem identificar e eliminar variáveis que reforçam estereótipos raciais. Um exemplo claro é o uso discriminatório de informações geográficas, que desfavorece a população negra, historicamente concentrada em regiões periféricas. Embora a cor da pele não seja um dado explicitamente usado na análise de crédito, essas variáveis geográficas funcionam como proxies discriminatórios. Para combater práticas como essa, as fintechs negras reconfiguram os algoritmos tradicionalmente usados no mercado a partir de investigação sobre os motivos das negativas de crédito, detectando e corrigindo elementos discriminatórios nesses algoritmos.</p>
<p>Além disso, a pesquisa identificou que as fintechs analisadas atuam em três dimensões da justiça social:</p>
<ul>
<li>Representação: Profissionais negros lideram processos-chave, trazendo perspectivas únicas e alinhadas às necessidades de seu público.</li>
<li>Reconhecimento: As startups lideradas por profissionais negros valorizam a identidade e cultura negra, desafiando estereótipos negativos por meio de soluções afirmativas.</li>
<li>Redistribuição: Desenvolvem modelos de pontuação prospectiva, focados no potencial financeiro atual ao invés de avaliações retrospectivas que perpetuam exclusão e com isso conseguem fornecer empréstimos a quem teria mais dificuldade nos sistemas de crédito tradicionais.</li>
</ul>
<p>Portanto, as fintechs lideradas por pessoas negras desempenham um papel vital na construção de algoritmos inclusivos e no fortalecimento da comunidade negra no setor financeiro. No entanto, a verdadeira inclusão exigirá esforços contínuos e de longo prazo para superar as barreiras estruturais e econômicas impostas pelo ecossistema financeiro. Ao redefinir práticas tradicionais e adotar uma abordagem iterativa de design algorítmico, essas startups mostram que é possível equilibrar inclusão social e viabilidade financeira. Por fim, isso permite promover um sistema mais justo para todos.</p>
<p>Leia <a href="https://misq.umn.edu/do-black-fintechs-matter-the-long-and-winding-road-to-develop-inclusive-algorithms-for-social-justice.html">o artigo na integra.</a></p>
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		<title>Como implementar programas de renda básica de forma sustentável e eficaz?</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/como-implementar-programas-de-renda-basica-de-forma-sustentavel-e-eficaz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2025 11:42:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[fontes de fontes de financiamento de políticas sociais]]></category>
		<category><![CDATA[integração de dados]]></category>
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		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[políticas sociais]]></category>
		<category><![CDATA[renda básica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2323930439-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2323930439-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2323930439-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2323930439-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2323930439-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Diante das mudanças no mundo do trabalho, os programas de renda básica (RB) têm ganhado destaque como uma solução para enfrentar desigualdades sociais e melhorar a equidade econômica. Esses programas oferecem transferências monetárias regulares a populações de baixa renda, muitas vezes sem a exigência de contrapartidas, proporcionando maior flexibilidade do que políticas tradicionais. Apesar de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/como-implementar-programas-de-renda-basica-de-forma-sustentavel-e-eficaz/">Como implementar programas de renda básica de forma sustentável e eficaz?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2323930439-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2323930439-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2323930439-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2323930439-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/01/shutterstock_2323930439-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><span data-contrast="auto">Diante das mudanças no mundo do trabalho, os programas de renda básica (RB) têm ganhado destaque como uma solução para enfrentar desigualdades sociais e melhorar a equidade econômica. Esses programas oferecem transferências monetárias regulares a populações de baixa renda, muitas vezes sem a exigência de contrapartidas, proporcionando maior flexibilidade do que políticas tradicionais. Apesar de durante a pandemia a relevância da RB ter sido amplificada, a implementação eficaz continua sendo um desafio central.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Assim, os pesquisadores da FGV EAESP Evan Michael Berman, Lauro Gonzalez, Eduardo Henrique Diniz e Mario Aquino Alves publicaram uma pesquisa na Public Administration Review. O estudo analisou experiências práticas de programas de RB em diversos países, identificando as principais questões de implementação e propondo soluções baseadas em evidências.</span></p>
<h1>Desafios e Fronteiras na Implementação de Programas de Renda Garantida</h1>
<p><span data-contrast="auto">Os pesquisadores identificaram seis categorias principais de desafios para implementar programas de RG:</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{}"> </span><span data-contrast="auto">Quadro regulatório: A ausência de regulamentações claras pode dificultar a integração da RB com outros benefícios sociais existentes.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<ol>
<li data-leveltext="%1." data-font="" data-listid="3" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:0,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769242&quot;:[65533,0],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;%1.&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Colaboração entre stakeholders: Governos locais e federais precisam cooperar para evitar fraudes e estabelecer critérios de elegibilidade eficazes.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
</ol>
<ol>
<li data-leveltext="%1." data-font="" data-listid="3" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:0,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769242&quot;:[65533,0],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;%1.&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Gestão de dados: Sistemas integrados de coleta e análise de dados são cruciais para monitorar beneficiários e otimizar critérios de elegibilidade.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
</ol>
<ol>
<li data-leveltext="%1." data-font="" data-listid="3" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:0,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769242&quot;:[65533,0],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;%1.&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="4" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Pagamentos digitais: A adoção de tecnologias digitais reduz custos e expande o alcance dos programas.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
</ol>
<ol>
<li data-leveltext="%1." data-font="" data-listid="3" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:0,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769242&quot;:[65533,0],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;%1.&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="5" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Sustentabilidade financeira: Fontes de financiamento permanentes, como tributações específicas, são essenciais para a viabilidade a longo prazo.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
</ol>
<ol>
<li data-leveltext="%1." data-font="" data-listid="3" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:0,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769242&quot;:[65533,0],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;%1.&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" aria-setsize="-1" data-aria-posinset="6" data-aria-level="1"><span data-contrast="auto">Apoio político: O engajamento do governo federal é vital para garantir suporte político e alocação de recursos.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></li>
</ol>
<p><span data-contrast="auto">Dessa forma, a pesquisa destaca que garantir a sustentabilidade financeira é um dos maiores desafios para a expansão da RG. Propostas como a tributação de bens de luxo e comércio eletrônico podem fornecer fontes de financiamento estáveis para esses programas. Além disso, soluções digitais para pagamentos e análise de dados fortalecem a eficiência operacional e a transparência.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Programas de RB oferecem um caminho promissor para reduzir desigualdades sociais, especialmente em contextos de trabalho informal e vulnerabilidade econômica. No entanto, sua expansão e eficácia dependem de avanços na governança pública, como maior colaboração vertical entre níveis de governo, gestão integrada de dados e estratégias de financiamento inovadoras.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Com base nas conclusões dos pesquisadores da FGV EAESP, é evidente que o futuro da RB e as transferências de renda requer uma abordagem multifacetada. Portanto, é preciso combinar inovação tecnológica, governança eficiente e apoio político para atender às necessidades crescentes das populações de baixa renda.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p>Leia <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/puar.13771">o artigo na integra.</a></p>
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		<title>Como reduzir resistência às iniciativas de diversidade nas empresas</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-reduzir-resistencia-as-iniciativas-de-diversidade-nas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 11:44:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos organizacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Capital Psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[DE&I]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[equidade]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 5]]></category>
		<category><![CDATA[resistência à diversidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=4676</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_2337104481-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_2337104481-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_2337104481-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_2337104481-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_2337104481-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Nos últimos anos, o debate sobre Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) no ambiente corporativo ganhou destaque. Organizações ao redor do mundo investiram bilhões de dólares em programas para promover um ambiente de maior diversidade nas empresas. No entanto, os resultados não têm sido como esperados, com um número crescente de casos de discriminação relatados. Muitos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-reduzir-resistencia-as-iniciativas-de-diversidade-nas-empresas/">Como reduzir resistência às iniciativas de diversidade nas empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_2337104481-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_2337104481-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_2337104481-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_2337104481-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/10/shutterstock_2337104481-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Nos últimos anos, o debate sobre Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) no ambiente corporativo ganhou destaque. Organizações ao redor do mundo investiram bilhões de dólares em programas para promover um ambiente de maior diversidade nas empresas. No entanto, os resultados não têm sido como esperados, com um número crescente de casos de discriminação relatados. Muitos se perguntam por que as iniciativas de DEI ainda falham.</p>
<p>Pensando nisso, a pesquisadora da<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0090261624000603"> FGV EAESP, Joana Story, publicou na revista Organizational Dynamics com os pesquisadores Tatiana Iwai e Gustavo Tavares um artigo</a> que explora as razões dessas falhas, incluindo a resistência à programas de DEI. Assim, o artigo propõe o conceito de Capital Psicológico (PsyCap) como um fator crucial para o sucesso das iniciativas de diversidade.</p>
<p>O artigo fez uma breve análise da literatura sobre gestão de mudanças, DEI e Capital Psicológico. Os pesquisadores exploraram a conexão entre a resistência à mudança organizacional e os componentes do PsyCap. Além disso, os autores avaliaram como os fatores esperança, auto-eficácia, resiliência e otimismo podem ajudar a superar a resistência psicológica de funcionários de grupos privilegiados à praticas de DEI.</p>
<h2>O que distingue a resistência à diversidade nas empresas de outros tipos de resistência à mudança é que ela inclui fatores mais complexos como valores, crenças e normas sociais fundamentais</h2>
<p>Um dos principais obstáculos para o sucesso das iniciativas de DEI é a resistência de funcionários de grupos historicamente privilegiados. Esses, podem perceber essas mudanças como ameaças aos seus valores e percepção de igualdade. Isso pode gerar uma mentalidade de &#8220;nós versus eles&#8221;, criando um ambiente de desconfiança e insegurança. O Capital Psicológico surge como um potencial solução para esse dilema, pois pode influenciar as avaliações cognitivas dos indivíduos sobre as iniciativas de DEI, promovendo uma abordagem mais positiva e colaborativa.</p>
<p>O PsyCap, integra esperança, auto- eficácia, resiliência e otimismo e tem o potencial de transformar a percepção dos funcionários em relação às iniciativas de diversidade. Ele pode ajudar a reduzir o viés intergrupal e a fomentar uma visão mais inclusiva, na qual as diferenças possam ser vistas como oportunidades e não ameaças. Além disso, intervenções de PsyCap, como programas de treinamento focados em desenvolvimento pessoal e emocional, podem criar um ambiente organizacional mais receptivo à diversidade. No entanto, é preciso complementar o PsyCap com políticas estruturais que abordem desigualdades profundas para garantir o sucesso de iniciativas de DEI.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0090261624000603">artigo na integra.</a></p>
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		<title>O Caminho para uma Cadeia de Suprimentos Mais Diversa e Inclusiva através da Escolha de Fornecedores</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-de-operacoes-e-logistica/inclusao-e-diversidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 13:49:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de operações e logística]]></category>
		<category><![CDATA[Cadeia de suprimentos sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Compras socialmente responsáveis]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[fornecedores]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[supply chain]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_2329389077-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_2329389077-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_2329389077-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_2329389077-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_2329389077-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A compra de fornecedores de diversidade (CFD) é uma iniciativa adotada por grandes organizações compradoras (OCGs) para promover uma maior inclusão e diversidade na cadeia de suprimentos. Fornecedores de diversidade são aqueles pertencentes a grupos desfavorecidos, como mulheres, minorias étnicas/raciais, imigrantes, veteranos e pessoas com deficiência, que possuam pelo menos 51% do capital social de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_2329389077-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_2329389077-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_2329389077-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_2329389077-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/06/shutterstock_2329389077-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A compra de fornecedores de diversidade (CFD) é uma iniciativa adotada por grandes organizações compradoras (OCGs) para promover uma maior <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-da-cadeia-de-suprimentos-e-genero-desafios-para-um-mundo-em-mudanca/">inclusão e diversidade na cadeia de suprimentos</a>. Fornecedores de diversidade são aqueles pertencentes a grupos desfavorecidos, como mulheres, minorias étnicas/raciais, imigrantes, veteranos e pessoas com deficiência, que possuam pelo menos 51% do capital social de suas empresas.</p>
<p>A necessidade de entender como as OCGs estão adaptando suas políticas de compras para incorporar questões sociais e se tornarem mais inclusivas levou <a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/RAUSP-09-2023-0188/full/pdf">a pesquisadora da FGV EAESP, Priscila Miguel, e a pesquisadora do DEP/UFSCar, Andrea Lago da Silva, a publicarem um estudo na revista RAUSP</a>. Este estudo investiga como as OCGs implementam iniciativas de CFD ao longo do tempo.</p>
<h2>Promovendo Inclusão e Diversidade: A Transformação das Políticas de Compras nas Grandes Organizações no Brasil</h2>
<p>O trabalho envolveu um estudo de caso com três OCGs que atuam no Brasil, onde não há regulamentações específicas para promover a diversidade de fornecedores. Os dados foram coletados por meio de 32 entrevistas com representantes de organizações de compras, organizações intermediárias (OIs) e fornecedores de diversidade.</p>
<p>A implementação da compra de fornecedores de diversidade é um processo evolutivo que requer uma estrutura inicial antes da operação e deve ser continuamente adaptado antes de ser totalmente adotado. Esta jornada abrange três etapas distintas:</p>
<ol>
<li><strong>Preparação</strong>: Inclui o desenho da estratégia, treinamentos e definição de metas.</li>
<li><strong>Operação</strong>: Envolve a implementação do projeto e as dificuldades encontradas.</li>
<li><strong>Adaptação</strong>: Incorpora ajustes feitos para superar os desafios enfrentados nas etapas anteriores.</li>
</ol>
<p>Os resultados indicam que a implementação da CFD no Brasil é fortemente influenciada pela falta de uma base de conhecimento consistente nas OCGs e pela ausência de OIs legitimadas. As OIs desempenham um papel crucial na identificação e certificação desses fornecedores e na conexão com os compradores. No entanto, as OIs no Brasil carecem de recursos financeiros, expertise local e reconhecimento pelos fornecedores de diversidade, o que dificulta a alavancagem da CFD. Muitos fornecedores de diversidade desconheciam ou não reconheciam o papel das OIs.</p>
<p>A pesquisa também destaca a necessidade de regulamentação e iniciativas de compras públicas para fomentar a aquisição de fornecedores de diversidade. O governo pode atuar como um importante patrocinador das OIs, oferecendo incentivos financeiros. Compreendendo esses desafios, é possível desenvolver estratégias mais eficazes para promover a diversidade na cadeia de suprimentos.</p>
<p>Leia o <a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/RAUSP-09-2023-0188/full/pdf">artigo na integra</a>.</p>
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		<title>Como tornar a Gestão da Cadeia de Suprimentos mais “crítica”</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-tornar-a-gestao-da-cadeia-de-suprimentos-mais-critica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2024 11:32:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[condições de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[estudos críticos]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão da cadeia de suprimentos]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[questões ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[supply chain management]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Embora a Gestão da Cadeia de Suprimentos (GCS) tradicionalmente foque em produtividade e competição, a recente ênfase em questões ambientais e sociais destaca os danos causados por tais práticas. Os Estudos Críticos de Gestão (ECGs) emergem como uma abordagem alternativa, questionando abordagens tradicionais da GCS e visando desvendar os mecanismos de poder e controle organizacional, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_2350151941-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Embora a Gestão da Cadeia de Suprimentos (GCS) tradicionalmente foque em produtividade e competição, a recente ênfase em questões ambientais e sociais destaca os danos causados por tais práticas. Os Estudos Críticos de Gestão (ECGs) emergem como uma abordagem alternativa, questionando abordagens tradicionais da GCS e visando desvendar os mecanismos de poder e controle organizacional, o que levaria a maior conscientização e emancipação de práticas dominantes.</p>
<p>Com o objetivo de explorar o quanto os ECGs podem contribuir para ampliar o debate do campo de GCS, os pesquisadores da FGV EAESP Ely Paiva e Rafael Alcadipani, em conjunto com um grupo de cientistas de outras universidades, fizeram uma <a href="https://doi.org/10.1108/SCM-02-2023-0117">revisão sistemática de literatura, publicada na Revista Supply Chain Managment</a>. A revisão sistemática consistiu em analisar os principais periódicos científicos da área e palavras-chaves para análise de suas publicações em determinado período, classificando como o assunto de interesse foi abordado ao longo do tempo. Os pesquisadores selecionaram 28 palavras-chave relacionadas aos temas predominantes em ECGs, como “colonialismo”, “gestão crítica”, “diversidade”, entre outras. Utilizando o guia Academic Journal Guide (AJG) da Chartered Association of Business Schools do Reino Unido, foram identificadas as 13 principais revistas na área de GCS. Ao aplicar essas palavras-chave nos artigos das revistas publicadas entre 2012 e 2021, 103 artigos foram listados para análise.</p>
<p>A análise dos periódicos resultou em 4 temas principais relacionados aos ECGs nos estudos de GCS: &#8220;poder&#8221; com 67 artigos, destacando a influência da assimetria de poder nas relações interorganizacionais e a necessidade de métodos mais reflexivos; &#8220;ética e questões ambientais&#8221; com 36 artigos, que ressaltam a importância de um olhar crítico sobre iniciativas &#8220;sustentáveis&#8221; muitas vezes usadas para legitimar demandas; &#8220;diversidade&#8221; com 18 artigos, abordando a necessidade de mais estudos sobre sua influência nas relações na cadeia de suprimentos; e &#8220;condições de trabalho&#8221; com apenas 4 artigos, focando em sindicalização, participação democrática e escravidão moderna.</p>
<p>Como resultados, os pesquisadores apontam que as assimetrias de poder, desigualdade, exclusão e preconceitos são tópicos ainda pouco discutidos na GCS, apesar do avanço na adoção de práticas como manufatura enxuta e responsabilidade social. Estudos ECG revelam aspectos &#8220;ocultos&#8221;, como resistência dos trabalhadores a práticas de manufatura enxuta e a pouca relevância dada às mulheres e minorias étnicas nas análises tradicionais. Para uma mudança de enfoque na GCS, é essencial buscar outras abordagens epistemológicas, como a crítica, incluindo pós-colonialismo, Teoria Crítica da Escola de Frankfurt e teorias marxistas.</p>
<p>Considerando esses aspectos, a combinação de abordagens de GCS e ECGs pode ser uma forma viável de desenvolver filosofias e ferramentas de gestão que possam apoiar a transformação necessária para que o mundo seja mais igualitário e sustentável. Os pesquisadores indicam que gestores devem reconsiderar suas práticas rotineiras, indo além dos aspectos de desempenho ao enfatizar as implicações éticas e ambientais.</p>
<p><a href="https://doi.org/10.1108/SCM-02-2023-0117">Leia a pesquisa na íntegra.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-tornar-a-gestao-da-cadeia-de-suprimentos-mais-critica/">Como tornar a Gestão da Cadeia de Suprimentos mais “crítica”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Pesquisadores investigam como moedas comunitárias podem contribuir com Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisadores-investigam-como-moedas-comunitarias-podem-contribuir-com-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 11:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[moedas]]></category>
		<category><![CDATA[moedas comunitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 1]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 10]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa em ciência do design]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios de design]]></category>
		<category><![CDATA[sistema monetário]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Moedas comunitárias (CCs) são formas alternativas de dinheiro geralmente emitidas e geridas por cidadãos, ONGs e empresas, bem como por administrações públicas locais. Utilizadas para comercializar bens e serviços em territórios limitados ou entre uma determinada comunidade, as CCs são compostas por dimensões simbólicas, culturais e sociais e estão completamente imersas em contextos econômicos e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisadores-investigam-como-moedas-comunitarias-podem-contribuir-com-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/">Pesquisadores investigam como moedas comunitárias podem contribuir com Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2024/04/shutterstock_1905711997-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Moedas comunitárias (CCs) são formas alternativas de dinheiro geralmente emitidas e geridas por cidadãos, ONGs e empresas, bem como por administrações públicas locais. Utilizadas para comercializar bens e serviços em territórios limitados ou entre uma determinada comunidade, as CCs são compostas por dimensões simbólicas, culturais e sociais e estão completamente imersas em contextos econômicos e institucionais específicos. Apesar da crescente adoção das CCs, a discussão sobre princípios e valores para abordar seus propósitos, particularmente em relação às questões de sustentabilidade ambiental, ainda é escassa.</p>
<p>Diante dessa lacuna, os pesquisadores da FGV EAESP e colaboradores, Eduardo H. Diniz, Marcelo Henrique de Araujo, Mario Aquino Alves e Lauro Gonzalez, publicaram um <a href="https://doi.org/10.1007/s11625-023-01456-4">artigo na Sustainability Science</a> para apontar quais são os princípios de design a serem considerados em projetos de moeda comunitária orientados para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Para isso, seguiram os paradigmas da pesquisa em ciência do design (DSR) para descrever os princípios de design de um projeto de CC.</p>
<p>Os pesquisadores propõem um framework para princípios de design em projetos de CC alinhados com os ODS baseado em quatro dimensões: análise do contexto, objetivos, detalhamento dos mecanismos necessários para implementação do projeto e critérios de avaliação das implicações do projeto. Projetar projetos de moeda comunitária (CC) para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) requer uma abordagem cuidadosa e matizada que considere tanto os objetivos quanto a sua avaliação no contexto mais amplo do desenvolvimento comunitário.</p>
<p>Embora considere o aspecto multidimensional da sustentabilidade, a literatura anterior aponta o foco limitado em questões ambientais nos projetos de CC. A maioria se concentra em objetivos sociais e econômicos, enquanto projetos explicitamente pró-ambientais são raros. Os pesquisadores apontam exemplos em que os CCs podem contribuir para 12 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Seja na luta contra a pobreza (ODS1), focando no acesso aos direitos econômicos e sociais para os pobres, na igualdade de gênero (ODS5) criando instrumentos de pagamento para o trabalho geralmente não remunerado realizado por mulheres. Há também o pagamento por serviços públicos básicos, como água e eletricidade, eles podem contribuir com o ODS6 (água e saneamento para todos) e ODS7 (acesso à energia acessível).</p>
<p>Portanto, os pesquisadores concluem que as moedas comunitárias têm o potencial de servir como mecanismo valioso para desafios locais e podem ser integradas a uma abordagem destinada a alcançar os ODS. Ao promover a sustentabilidade, inclusão e prosperidade econômica ao nível da comunidade, essas moedas podem contribuir para uma estratégia mais ampla para alcançar os ODS.</p>
<p><a href="https://doi.org/10.1007/s11625-023-01456-4">Leia a pesquisa na íntegra.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisadores-investigam-como-moedas-comunitarias-podem-contribuir-com-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/">Pesquisadores investigam como moedas comunitárias podem contribuir com Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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