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	<title>Arquivos tecnologia - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos tecnologia - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Os riscos da nova era de conselhos ciborgues: devemos incorporar Inteligência Artificial na tomada de decisões estratégicas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 21:39:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Gestão e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/Banner-Blog-Gestao-e-Negocios-Estadao-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/Banner-Blog-Gestao-e-Negocios-Estadao-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/Banner-Blog-Gestao-e-Negocios-Estadao-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/Banner-Blog-Gestao-e-Negocios-Estadao-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Por Eduardo Chukr Mafra Ney, pós-graduando do Doutorado Profissional em Administração da FGV EAESP  &#160; A inovação tecnológica tem sido o motor do progresso nas últimas décadas, porém poucas tecnologias prometem uma transformação tão radical quanto a Inteligência Artificial (IA). De suas origens em tarefas automatizadas a sua integração em processos complexos de análise de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/Banner-Blog-Gestao-e-Negocios-Estadao-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/Banner-Blog-Gestao-e-Negocios-Estadao-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/Banner-Blog-Gestao-e-Negocios-Estadao-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2025/03/Banner-Blog-Gestao-e-Negocios-Estadao-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><em>Por Eduardo Chukr Mafra Ney, pós-graduando do <a href="https://eaesp.fgv.br/cursos/doutorado-profissional-administracao-dpa">Doutorado Profissional em Administração</a> da FGV EAESP </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A inovação tecnológica tem sido o motor do progresso nas últimas décadas, porém poucas tecnologias prometem uma transformação tão radical quanto a Inteligência Artificial (IA). De suas origens em tarefas automatizadas a sua integração em processos complexos de análise de dados, a IA tem se mostrado uma ferramenta valiosa para aprimorar a eficiência operacional e facilitar decisões táticas. Agora, estamos à beira de uma era onde a IA não apenas apoiará, mas poderá assumir papéis decisórios nas diretorias executivas e conselhos de administração. Nesse cenário, surge uma questão crítica: considerando os riscos éticos e legais, devemos delegar decisões estratégicas a máquinas artificialmente racionais?</p>
<p>Nos últimos anos, a IA evoluiu de uma ferramenta experimental para um componente essencial nas operações e decisões táticas de muitas empresas. Grandes empresas como Amazon, Walmart e Google já utilizam a IA para otimizar processos logísticos, prever demandas e personalizar ofertas. O próximo passo lógico seria a incorporação da IA nas decisões estratégicas, geralmente reservadas para conselhos de administração. Nesse contexto, a IA promete transformar a dinâmica e os processos decisórios de duas maneiras: fornecendo análises de dados robustas que embasam decisões mais informadas e eficazes, e reduzindo o risco de vieses comportamentais que podem comprometer o direcionamento estratégico.</p>
<p>Já vemos sinais dessa transformação. Alicia T., da Tieto, e Vital, da DKV, são exemplos de IAs que atuam como membros de conselhos de administração, participando de decisões estratégicas e oferecendo <em>insights</em>. Essas IAs têm o direito a voto em decisões de investimento e apoiam os conselheiros humanos com informações, interpretações de dados e simulações de cenários futuros. Embora essas iniciativas sejam lideradas predominantemente por humanos, o cenário poderá mudar com a rápida evolução tecnológica. Em breve, a IA potencialmente liderará decisões estratégicas de forma autônoma, sem a necessidade de colaboração humana direta.</p>
<p>No entanto, a incorporação da IA em decisões estratégicas traz riscos. Existem preocupações legítimas sobre impactos sociais, ambientais e legais que podem surgir com decisões orientadas ou influenciadas por IA. Por exemplo, decisões exclusivamente baseadas em algoritmos podem ignorar impactos sociais significativos, prejudicando minorias ou causando desequilíbrios ambientais em prol do retorno econômico.</p>
<p>Além disso, decisões de investimento ou desinvestimento fundamentadas apenas em análises de IA podem desconsiderar aspectos éticos, afetando negativamente a reputação da empresa. A IA não possui patrimônio a proteger, obrigações a manter, reputação social ou identidade profissional para balizar riscos e impactos de suas decisões. Em contraste com humanos, a falta de autoconsciência e identidade legal da IA pode isentá-la de responsabilidades legais, mesmo que suas decisões resultem em consequências negativas.</p>
<p>Dado esses riscos, como podemos utilizar a IA de maneira responsável e ética na tomada de decisões estratégicas? É crucial direcionar a transformação digital estabelecendo limites claros para os papéis e responsabilidades de humanos e máquinas. A IA deve ser vista como uma ferramenta poderosa que complementa, e não substitui, o julgamento humano e a responsabilidade corporativa. É essencial criar uma cultura de colaboração, onde IA e humanos trabalhem juntos para promover decisões estratégicas mais bem informadas e eticamente equilibradas.</p>
<p>Para isso, é importante implementar uma gestão de mudança que harmonize as competências tecnológicas da IA com as habilidades e o senso crítico humanos. A eficiência, competitividade e resultados devem ser equilibrados com a preservação de pressupostos éticos e legais. Estabelecer uma cultura de cooperação, e não de substituição, permitirá que as capacidades sejam ampliadas sinergicamente, reduzindo a possibilidade de escolhas questionáveis e promovendo decisões mais equilibradas.</p>
<p>A integração cuidadosa e bem delimitada da IA nas decisões estratégicas pode melhorar significativamente a competitividade e a performance das empresas, além de garantir operações responsáveis e sustentáveis. A chave para minimizar riscos e maximizar benefícios na utilização da IA em conselhos e diretorias é compreender que a transformação digital não é apenas uma mudança tecnológica, mas também trata da coexistência e das responsabilidades entre humanos e máquinas. Adaptar a governança organizacional a esse novo contexto será crucial para a sobrevivência e sucesso das empresas nessa nova era que está apenas começando.</p>
<p><strong>Nota:</strong> para saber mais sobre o tema, leia: <a href="https://periodicos.fgv.br/gvexecutivo/article/view/89634">Diretorias e conselhos ciborgue: A inteligência artificial na alta liderança | GV-EXECUTIVO</a></p>
<p>&#8212;</p>
<p>Sobre o autor: Eduardo Chukr Mafra Ney é pós-graduando do Doutorado Profissional em Administração da FGV EAESP &#8211; Diretor de Finanças com carreira consolidada em multinacionais. Possui experiências internacionais em Finanças e Marketing na University of New Orleans, Administração na University of California in Irvine e Finanças Corporativas na Ohio University. Atualmente leciona Finanças Corporativas e Planejamento Estratégico na FIPECAFI.</p>
<p><em>Texto originalmente <a href="https://www.estadao.com.br/economia/gestao-e-negocios/os-riscos-da-nova-era-de-conselhos-ciborgues-devemos-incorporar-inteligencia-artificial-na-tomada-de-decisoes-estrategicas/">publicado</a> no blog <a href="https://www.estadao.com.br/economia/gestao-e-negocios">Gestão e Negócios do Estadão</a>, uma parceria entre a FGV EAESP e o Estadão, reproduzido na íntegra com autorização.</em></p>
<p><em>Os artigos publicados na coluna Blog Gestão e Negócios refletem exclusivamente a opinião de seus autores, não representando, necessariamente, a visão da Fundação Getulio Vargas ou do jornal Estadão.</em></p>
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		<title>Covid-19: negacionismo científico impediu que Brasil desenvolvesse vacina própria</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/gestao-publica/covid-19-negacionismo-cientifico-impediu-que-brasil-desenvolvesse-vacina-propria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 11:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Estudo aponta que o negacionismo científico e o financiamento escasso em pesquisas impediram que o Brasil tivesse uma vacina própria para combater a Covid-19. Pesquisadores da Universidade da Geórgia do Sul (Georgia Southern University – Estados Unidos) e da FGV EAESP descrevem como a agenda política do governo federal durante os anos da pandemia atrasou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/11/mulher-recebendo-vacina-de-medico-1-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Estudo aponta que o negacionismo científico e o financiamento escasso em pesquisas impediram que o Brasil tivesse uma vacina própria para combater a Covid-19. Pesquisadores da Universidade da Geórgia do Sul (Georgia Southern University – Estados Unidos) e da FGV EAESP descrevem como a agenda política do governo federal durante os anos da pandemia atrasou a produção de um imunizante nacional apesar do histórico bem-sucedido do país em epidemias anteriores. O artigo foi publicado na revista científica “Studies in Comparative International Development”.</p>
<p>Ao analisar o histórico de iniciativas brasileiras em pesquisa, tecnologia e inovação na área de vacinas, os pesquisadores foram surpreendidos pelo fato de o Brasil não ter chegado a uma vacina própria contra a Covid-19 considerando os investimentos recentes na infraestrutura farmacêutica. Além disso, “o amplo conhecimento, a experiência em programas de imunização e pesquisas clínicas, além de o Brasil contar com ótimos pesquisadores, já seriam motivos suficientes para que o país desenvolvesse sua vacina”, diz Matthew Flynn, professor de sociologia e estudos internacionais da Universidade de Geórgia do Sul e coautor do artigo.</p>
<p>Em um contexto no qual os países ricos praticaram o “nacionalismo de vacinas” ao adquirirem quantidades dos imunizantes em desenvolvimento várias vezes maiores do que as necessidades de seus países, o Brasil tinha algumas opções: comprar vacinas diretamente dos fabricantes; participar de iniciativas globais de distribuição de vacinas; firmar acordos de transferência de tecnologia com detentores de patentes ou desenvolver e produzir vacinas locais. A última opção foi a alternativa de países como a Rússia, Índia, China e Cuba.</p>
<p>Para os pesquisadores, qualquer outro caminho que não fosse a produção de um imunizante próprio levaria a eventuais atrasos na distribuição das vacinas, seja por entraves na importação ou competição com países mais ricos para a compra. Por sua vez, esses atrasos provavelmente resultaram em um maior número de mortes, aumento na disseminação da doença, confinamentos mais longos e maiores perdas econômicas. “Tivesse sido uma prioridade desde os primeiros casos de Covid-19 no Brasil, o país poderia ter chegado a uma vacina eficaz própria ao mesmo tempo que a China, caso os ensaios clínicos fossem bem-sucedidos”, avalia Flynn.</p>
<p>O atraso brasileiro pode ser explicado pelas sucessivas reduções nos investimentos em pesquisa e desenvolvimento antes e durante a pandemia, explica Elize Massard da Fonseca, professora da FGV EAESP que também assina o artigo. Neste sentido, Flynn cita o veto do ex-presidente Jair Bolsonaro ao aporte de R$200 milhões para a pesquisa de vacinas proposto no orçamento do governo federal para 2021. “Quando Bolsonaro assumiu o executivo, o negacionismo científico, que ditava a coalizão política, acentuou a resistência para investimentos em políticas de saúde baseadas em evidências, criando uma liderança política incompatível com o cenário para reduzir a dependência brasileira de vacinas estrangeiras”, afirma.</p>
<p>Sobre as possíveis futuras pandemias, Flynn se preocupa com a postura brasileira. Ele lembra que o cenário de mudanças climáticas e desmatamento de florestas intensificam o risco de ressurgimento de novos vírus. “É preciso se preparar com financiamentos de longo prazo em pesquisas e desenvolvimento da estrutura farmacêutica nacional. Sem um fluxo contínuo de recursos e um compromisso sólido do governo com a ciência, o Brasil ficará, mais uma vez, dependente de acordos com os principais produtores de vacinas”, alerta o pesquisador.</p>
<p><a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s12116-023-09403-1">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<item>
		<title>Brasil tem mais de dois dispositivos digitais por habitante, revela pesquisa da FGV EAESP</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/gestao-da-informacao/brasil-tem-mais-de-dois-dispositivos-digitais-por-habitante-revela-pesquisa-da-fgv-eaesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 13:23:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão da informação]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="pessoa segurando smartphone" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O Brasil tem 464 milhões de dispositivos digitais (computador, notebook, tablet e smartphone) em uso no Brasil (corporativo e doméstico), mais de dois dispositivos digitais (2,2) por habitante, de acordo projeção para maio deste ano realizada pela 34ª edição da Pesquisa Anual do FGVcia sobre o Mercado Brasileiro de TI e Uso nas Empresas, divulgada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="pessoa segurando smartphone" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/04/jonas-leupe-wK-elt11pF0-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O Brasil tem 464 milhões de dispositivos digitais (computador, <em>notebook</em>, <em>tablet</em> e <em>smartphone</em>) em uso no Brasil (corporativo e doméstico), mais de dois dispositivos digitais (2,2) por habitante, de acordo projeção para maio deste ano realizada pela 34ª edição da Pesquisa Anual do FGVcia sobre o Mercado Brasileiro de TI e Uso nas Empresas, divulgada nesta quinta-feira (27), pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da FGV EAESP (FGVcia).</p>
<p>O estudo revela ainda que o Brasil tem 249 milhões de <em>smartphones</em> em uso no Brasil -1,2 por habitante. Adicionando os <em>notebooks</em> e os <em>tablets</em>, são 364 milhões de dispositivos portáteis, ou 1,7 por habitante. No país, são 3,3 celulares vendidos para um aparelho de TV. Em relação a computadores, o Brasil possui 215 milhões (<em>desktop</em>, <em>notebook</em> e <em>tablet</em>) em uso, atingindo um computador por habitante. As vendas em 2022 caíram 11%, com 12,4 milhões de unidades, mas estima-se um crescimento perto de 10% em 2023.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gastos e investimentos em TI nas empresas</strong></p>
<p>O FGVcia divulga desde 1988 um amplo retrato do mercado de Tecnologia de Informação (TI), com resultados de estudos e pesquisas do uso de TI nas empresas. Nesta edição, houve a participação de 2.660 médias e grandes empresas.</p>
<p>De acordo com o coordenador da pesquisa do FGVcia, professor Fernando Meirelles, “é notável que o uso e os gastos e investimentos em TI nas empresas de 9% da receita continuam crescendo em valor, maturidade e importância para os negócios existentes, e para viabilizar novos modelos de negócios. Seu valor depende de vários fatores, e os dois principais são o estágio ou nível de informatização e o ramo no qual a empresa atua”.</p>
<p>Este índice é o gasto total destinado a TI, a soma de todos os investimentos, despesas e verbas alocadas em TI, incluindo: equipamento, instalações, suprimentos e materiais de consumo, <em>software</em>, serviços, comunicações e custo direto e indireto com pessoal próprio e de terceiros em TI, dividido pela receita da empresa. Quanto mais informatizada a empresa, maior é o valor desse índice. Nos últimos 35 anos, ele cresceu 6% ao ano, passando de 1,3% em 1988 para 9% em 2022/23</p>
<p>Entre os mais de 50 indicadores analisados na pesquisa, está o CAPU &#8211; Custo Anual de TI por Usuário, que nas empresas pesquisadas no ano passado foi de R$ 52 mil. Esse valor refere-se aos gastos e investimentos em TI dividido pelo número de usuários da empresa. O valor varia de acordo com tamanho da empresa e conforme o ramo. Nas empresas prestadoras de serviços, a média é R$ 62 mil; na Indústria, R$ 45 mil; no Comércio, R$ 34 mil; e nos bancos, R$ 138 mil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Participação no mercado dos principais fabricantes</strong></p>
<p>A pesquisa também levanta a participação no mercado dos fabricantes de 26 categorias de <em>software</em>. A Microsoft continua dominando várias categorias no usuário final, algumas com perto de 90% do uso. Os fabricantes que mais cresceram sua participação foram: Google e Qlik. Já para Videoconferência, o Microsoft Teams cresceu para 42%, passando o Zoom, que ficou com 35%.</p>
<p>Os Sistemas Integrados de Gestão (ERP) da TOTVS e da SAP têm 34% do mercado cada; Oracle, 12%; e outros, 20%. A TOTVS lidera nas menores e a SAP, nas maiores empresas, com 50%. As novas tecnologias provocam a necessidade de integrar cada vez mais o físico com o digital e demandam a implementação de novos processos integrados internamente, externamente e com o ecossistema da empresa. O “novo” ERP continua a ser o coração da transformação digital.</p>
<p>Os programas de Inteligência Analítica (BI &#8211; <em>Business Intelligence and Analytics</em>) continuam sendo uma categoria de destaque, e entre as mais lucrativas para os fabricantes. SAP, com 24%, Oracle, Totvs, Microsoft, Qli<em>k</em>, com 16% cada, e IBM, com 9%, são líderes desse segmento, com 96% do mercado. Porém, 90% do uso de Inteligência Analítica no departamento financeiro das empresas é Excel. Um dado inédito é que a nuvem responde, em média, por 42% do processamento nas empresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gastos e investimentos em TI em diferentes setores<br />
</strong></p>
<p>O estudo é aprofundado em três ramos da economia: bancos, hospitais privados e agronegócios.</p>
<p>Nos últimos dois anos (2021 e 2022), os gastos e investimentos em TI nos bancos cresceram 11% ao ano, atingindo R$ 32 bilhões, e a projeção é que continuem em alta e atinjam valor próximo a R$ 43 bilhões em 2024. O volume de transações por meios virtuais com origem no celular (<em>Mobile Banking</em>) e Internet tendem a 90% das transações (90% por <em>smartphone</em>). Nos hospitais privados, o destaque é o indicador do Custo Anual de TI por Leito, de R$ 170 mil no período.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.fgv.br/cia/pesquisa">Confira a pesquisa na íntegra</a></p>
<p><em>Fonte: Insight Comunicação</em></p>
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		<title>Curso de programação de mulheres para mulheres: oportunidade de inserção profissional e de combate ao machismo no setor</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/curso-de-programacao-de-mulheres-para-mulheres-oportunidade-de-insercao-profissional-e-de-combate-ao-machismo-no-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 11:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Duas Mulheres Olhando E Apontando Para O Laptop" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Uma organização sem fins lucrativos que promove cursos de programação para mulheres de baixa renda contribui para reduzir a desigualdade de gênero no mercado de tecnologia brasileiro. Entre 118 alunas e ex-alunas, 32,2% nunca haviam feito qualquer capacitação em informática e 75,4% nunca haviam trabalhado na área, mas 97,5% pretendem seguir carreira em tecnologia. Em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Duas Mulheres Olhando E Apontando Para O Laptop" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/10/pexels-mentatdgt-1569076-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Uma organização sem fins lucrativos que promove cursos de programação para mulheres de baixa renda contribui para reduzir a desigualdade de gênero no mercado de tecnologia brasileiro. Entre 118 alunas e ex-alunas, 32,2% nunca haviam feito qualquer capacitação em informática e 75,4% nunca haviam trabalhado na área, mas 97,5% pretendem seguir carreira em tecnologia.</p>
<p>Em artigo publicado na revista “Estudos Feministas”, a pesquisadora da FGV EAESP Silvia Rodrigues Follador realiza um estudo de caso da iniciativa {reprograma}, uma startup social que atua desde 2015 em São Paulo. Após revisão bibliográfica sobre o tema, a autora aplicou questionários respondidos anonimamente por mulheres que já participaram das atividades oferecidas pela {reprograma}.</p>
<p>O machismo e o preconceito de gênero são mencionados por 65,3% das respondentes como o principal entrave para a maior participação de mulheres no setor. Por outro lado, a frequência de palavras como “capacitação”, “incentivo”, “oportunidades” e “gênero” nas respostas abertas evidencia a importância que as respondentes reconhecem em iniciativas como a {reprograma} para a inclusão no setor.</p>
<p>Após a formação, 55,1% das mulheres dizem que se sentem “preparadas” e 27,1% se sentem “muito preparadas” para a atuação profissional como programadoras. Quase todas (99,2%) as respondentes destacam como “muito importante” o fato de o projeto ser tocado por mulheres.</p>
<p>Assegurar a interseccionalidade da iniciativa, ou seja, articular elementos de raça, classe, gênero e sexualidade, é um dos desafios destacados pela pesquisa. Quase 70% das respondentes se autodeclaram brancas, o que aponta para a necessidade de esforços para garantir a diversidade étnico-racial das participantes.</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/ref/a/CcRC7D7GMhbnhfxFCySpG8s/?format=pdf">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Como a tecnologia e a covid-19 impactam futuro do trabalho no Brasil</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/como-a-tecnologia-e-a-covid-19-impactam-futuro-do-trabalho-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 17:22:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/pexels-mikhail-nilov-6930409-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mulher de cabelos loiros usa notebook em mesa de trabalho. Ela máscara" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/pexels-mikhail-nilov-6930409-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/pexels-mikhail-nilov-6930409-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/pexels-mikhail-nilov-6930409-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/pexels-mikhail-nilov-6930409-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Com a pandemia da covid-19, muitas mudanças na natureza do trabalho foram aceleradas, como a intensificação do trabalho remoto e a flexibilização da jornada de trabalho. Essas mudanças geram preocupação com o bem-estar dos trabalhadores, que ficam mais tempo conectados ao escritório e, ao mesmo tempo, sentem as fronteiras entre sua rotina em família e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/pexels-mikhail-nilov-6930409-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Mulher de cabelos loiros usa notebook em mesa de trabalho. Ela máscara" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/pexels-mikhail-nilov-6930409-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/pexels-mikhail-nilov-6930409-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/pexels-mikhail-nilov-6930409-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/pexels-mikhail-nilov-6930409-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Com a pandemia da covid-19, muitas mudanças na natureza do trabalho foram aceleradas, como a intensificação do trabalho remoto e a flexibilização da jornada de trabalho. Essas mudanças geram preocupação com o bem-estar dos trabalhadores, que ficam mais tempo conectados ao escritório e, ao mesmo tempo, sentem as fronteiras entre sua rotina em família e na empresa se misturarem. A tecnologia também traz desafios para o mercado de trabalho, já que a automatização de tarefas pode contribuir para o desemprego em algumas funções repetitivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em série de análises publicadas na revista MIT Sloan Review, o professor da FGV EAESP Paul Ferreira analisa as tendências do mundo do trabalho diante de mudança das relações trabalhistas e dos avanços tecnológicos. O primeiro texto já está disponível e lança as bases para a proposição de uma agenda para o futuro do trabalho no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A análise é baseada em duas pesquisas realizadas entre novembro de 2019 e abril de 2020 com executivos de diversas áreas do mercado no Brasil. Os dados obtidos possibilitaram a descrição de quatro tipologias para pensar a nova realidade do mercado: a natureza do trabalho, a execução do trabalho, a força de trabalho e a educação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.mitsloanreview.com.br/post/futuro-do-trabalho-no-brasil-mudancas-de-uma-revolucao-acelerada">Confira o artigo na íntegra.</a></p>
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		<item>
		<title>Participe de evento online sobre Inteligência Geográfica no Metaverso</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/participe-de-evento-online-sobre-inteligencia-geografica-no-metaverso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 19:26:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Big Data]]></category>
		<category><![CDATA[geoanalytics]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência geográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Metaverso]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia e Data Science]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/julien-tromeur-EWg1-0UjeWY-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/julien-tromeur-EWg1-0UjeWY-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/julien-tromeur-EWg1-0UjeWY-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/julien-tromeur-EWg1-0UjeWY-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/julien-tromeur-EWg1-0UjeWY-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />O chefe do Departamento de Tecnologia e Data Science da FGV EAESP, Eduardo de Rezende Francisco, é um dos participantes do encontro online Inteligência Geográfica no Metaverso – A Evolução do GIS, que ocorre no dia 16 de fevereiro, quarta-feira, às 11 horas. A atividade é gratuita e aberta ao público mediante inscrição prévia através [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/julien-tromeur-EWg1-0UjeWY-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/julien-tromeur-EWg1-0UjeWY-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/julien-tromeur-EWg1-0UjeWY-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/julien-tromeur-EWg1-0UjeWY-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/02/julien-tromeur-EWg1-0UjeWY-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>O chefe do Departamento de Tecnologia e Data Science da FGV EAESP, Eduardo de Rezende Francisco, é um dos participantes do encontro online<strong> Inteligência Geográfica no Metaverso – A Evolução do GIS</strong>, que ocorre no dia 16 de fevereiro, quarta-feira, às 11 horas. A atividade é gratuita e aberta ao público mediante inscrição prévia através do site MundoGEO (<a href="https://mundogeo.com/esquentamgeo16fev/">clique aqui para se inscrever</a>).</p>
<p>Na ocasião, também participam da conversa Rodrigo Alves, founder da XRLAB Experiências Visuais e Imersivas, e Emerson Granemann, fundador e CEO da MundoGEO. Trata-se de uma atividade preparatória do MundoGEO Connect 2022, evento que acontecerá de forma presencial entre 17 e 19 de maio de 2022 no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP).</p>
<p>A inteligência geográfica, ou geoanalytics, parte de um conjunto de dados geográficos para gerar conhecimento social e ambiental a ser considerado no desenvolvimento de políticas públicas e na definição de estratégias de empresas. O metaverso é a tendência de imersão no mundo digital com base nos espaços e interações do espaço físico. Saiba mais sobre a pesquisa do professor Eduardo de Rezende Francisco <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/inteligencia-geografica-usada-para-a-compreensao-de-fenomenos-sociais-deve-crescer-com-a-expansao-digital/">aqui</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/pesquisa-e-conhecimento-administracao-de-empresas/participe-de-evento-online-sobre-inteligencia-geografica-no-metaverso/">Participe de evento online sobre Inteligência Geográfica no Metaverso</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como empresas de educação podem sobreviver aos desafios impostos pela pandemia</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-empresas-de-educacao-podem-sobreviver-aos-desafios-impostos-pela-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 18:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[estudo de caso]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Uma empresa brasileira focada em soluções tecnológicas na área de educação passa por mudanças estruturais no ano de 2020 por conta da pandemia de covid-19. Como garantir a sobrevivência de um negócio focado na busca por novos modelos de financiamento para estudantes do ensino superior em contexto marcado pela diminuição do número de matrículas? Um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2022/01/surface-V_JGp9lnojw-unsplash-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Uma empresa brasileira focada em soluções tecnológicas na área de educação passa por mudanças estruturais no ano de 2020 por conta da pandemia de covid-19. Como garantir a sobrevivência de um negócio focado na busca por novos modelos de financiamento para estudantes do ensino superior em contexto marcado pela diminuição do número de matrículas? Um estudo de caso publicado por pesquisadores da FGV EAESP estimula estudantes de graduação a discutir as estratégias disponíveis para o modelo de negócio apresentado.</p>
<p>Os acontecimentos são reais, e o relato é baseado em entrevistas semiestruturadas. O nome dos personagens e da empresa foram alterados para a publicação. A companhia, fundada em 2014, desenvolve a tecnologia de gestão de relacionamento com o cliente com foco no setor de educação. A empresa realiza modelos de predição personalizados, que geram scores à disposição da instituição de ensino privado contratante. Essa análise identifica a probabilidade de o estudante se matricular em um curso ou abandoná-lo ao fim do semestre.</p>
<p>Com o abalo do modelo de negócios pela pandemia, os sócios desenharam três cenários – realista, otimista e pessimista – e quatro indicadores para analisá-los: inadimplência, cancelamento de contratos, tempo de isolamento social e necessidade de capital de giro. Os sócios passaram a estudar como a tecnologia poderia contribuir para o mercado da educação nesse novo contexto, sem aumentar custos e simplificando produtos, para que fossem facilmente implementados.</p>
<p>Para atrair novos clientes, a empresa disponibilizou gratuitamente uma parte de seu sistema a todas as instituições de ensino superior do Brasil, como o Vestibular Digital. E, para atender às necessidades do mercado naquele momento, também desenvolveu produtos mais enxutos extraídos de seu sistema mais abrangente e complexo. Mas seriam essas medidas uma estratégia a curto prazo para mitigação dos efeitos da pandemia ou o início de uma transformação permanente no modelo de negócios? Para debater essas questões em sala de aula, é recomendável levar em consideração tópicos como modelos de oferta e precificação de software, prospecção de clientes e estratégias de longo prazo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.scielo.br/j/rac/a/xH6QCcH5WzG875GjCJr8Vmy/?format=pdf&amp;lang=pt">Confira o trabalho na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/como-empresas-de-educacao-podem-sobreviver-aos-desafios-impostos-pela-pandemia/">Como empresas de educação podem sobreviver aos desafios impostos pela pandemia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>Uso de plataformas pode aumentar acesso a serviços profissionais, como assessoria jurídica e aconselhamento médico</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/uso-de-plataformas-pode-aumentar-acesso-a-servicos-profissionais-como-assessoria-juridica-e-aconselhamento-medico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Nov 2021 12:15:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-karolina-grabowska-7195123-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-karolina-grabowska-7195123-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-karolina-grabowska-7195123-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-karolina-grabowska-7195123-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/11/pexels-karolina-grabowska-7195123-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Aumentar o acesso a serviços profissionais por meio de plataformas pode gerar um importante impacto social, revela pesquisa da FGV EAESP. O acesso a serviços profissionais, como atendimento médico ou jurídico, continua sendo um desafio para os menos privilegiados mesmo em meio à toda a tecnologia do século XXI. Felizmente, essa tecnologia, especialmente por meio [&#8230;]</p>
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<p>O acesso a serviços profissionais, como atendimento médico ou jurídico, continua sendo um desafio para os menos privilegiados mesmo em meio à toda a tecnologia do século XXI. Felizmente, essa tecnologia, especialmente por meio das plataformas, pode ser crucial para alterar esse acesso a serviços profissionais.<br />
No entanto, é crucial entender como essas plataformas poderão alterar o modo como os atendimentos profissionais serão executados e de que forma vão modificar como a sociedade tem acesso a eles. Para tentar responder à essas perguntas, pesquisadores da FGV EAESP se aprofundaram em um estudo que aborda tanto a forma de prestação de tais serviços e suas peculiaridades quanto a maneira de funcionamento das plataformas, para explicar como a combinação desses dois universos pode ser benéfica para a sociedade.<br />
Em um artigo publicado na Technological Forecasting and Social Change, os autores ressaltam que as plataformas podem gerar um impacto social real ao aumentar o acesso a serviços profissionais, como aconselhamento jurídico e atendimento médico. De maneira empírica, as plataformas já estão sendo utilizadas pela indústria de serviços e a sugestão dos pesquisadores é que sejam estabelecidos formatos de trabalho (frameworks) que levem em conta as peculiaridades de um serviço profissional intermediado por plataformas, de maneira a permitir que os profissionais liberais possam trabalhar de maneira estratégia por meio dessas tecnologias.<br />
Para isso, foram analisadas a presença de plataformas na indústria de serviços, o que permitiu que os autores concluíssem que ao aumentar o acesso a serviços profissionais, as plataformas podem gerar um importante impacto social. &#8220;Além disso, o estudo permite entender melhor a relação entre as plataformas e os serviços profissionais, colaborando com a produção de conhecimento em ambas as áreas de estudo&#8221;, apontam os autores.</p>
<p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0040162521005643">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Rastreamento de contatos durante a pandemia de Covid-19 mostra compatibilidade do blockchain com cuidados de privacidade</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/pesquisa-e-conhecimento/rastreamento-de-contatos-durante-a-pandemia-de-covid-19-mostra-compatibilidade-do-blockchain-com-cuidados-de-privacidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2021 12:21:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[casos de ensino]]></category>
		<category><![CDATA[contact tracing]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/08/pexels-markus-winkler-5659225-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/08/pexels-markus-winkler-5659225-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/08/pexels-markus-winkler-5659225-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/08/pexels-markus-winkler-5659225-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/08/pexels-markus-winkler-5659225-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Monitorar, rastrear e acompanhar minuciosamente dados sobre afetados pela Covid-19 durante a pandemia pode até ter parecido algo que não combinava com os princípios de privacidade que vinham sendo discutidos desde a criação da Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD. No entanto, um caso de ensino publicado por pesquisadores da FGV EAESP no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/08/pexels-markus-winkler-5659225-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/08/pexels-markus-winkler-5659225-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/08/pexels-markus-winkler-5659225-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/08/pexels-markus-winkler-5659225-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/08/pexels-markus-winkler-5659225-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Monitorar, rastrear e acompanhar minuciosamente dados sobre afetados pela Covid-19 durante a pandemia pode até ter parecido algo que não combinava com os princípios de privacidade que vinham sendo discutidos desde a criação da Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD.</p>
<p>No entanto, um caso de ensino publicado por pesquisadores da FGV EAESP no principal repositório de caso de ensino em TI do mundo, o Journal of Information Technology Teaching Cases (JITTC) mostra que é possível equilibrar os requerimentos de privacidade da <strong>LGPD</strong> com as características técnicas das redes blockchain para criar um modelo de rastreamento compatível com os novos tempos.</p>
<p>Blockchain é uma tecnologia emergente que tem sido utilizada para aplicações que requerem transparência dos dados, capacidade de auditá-los, além de possuir segurança e confiança em redes com múltiplos atores.</p>
<p>Dessa forma, apoiando-se em características técnicas das redes blockchain (como transparência, auditabilidade e imutabilidade dos dados), o trabalho analisa a construção de um aplicativo de <strong>rastreamento de contatos</strong> (<em>contact tracing</em>) denominado Desviralize, idealizado e implantado com tecnologia blockchain pela empresa parceira Blockforce.</p>
<p>O app inova na forma de lidar, ao mesmo tempo, com identificação e privacidade dos indivíduos, permitindo a criação de alertas georeferenciados via dispositivos móveis em caso de infecção por Covid-19 na vizinhança próxima.</p>
<p>&#8220;Privacidade não tem sido um atributo comumente associado a esta tecnologia, e este trabalho apresenta um modelo de negócio e um artefato tecnológico que articula todos estes atributos, em conformidades com as principais exigências legais para proteção e privacidade de dados&#8221;, celebra Adrian Cernev (FGV EAESP), um dos autores do artigo.</p>
<p><a href="https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/20438869211028869">Confira o caso de ensino na íntegra no Journal of Information Technology Teaching Cases (JITTC).</a></p>
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		<title>Maior atenção à saúde primária pode tornar planos de saúde mais acessíveis</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/maior-atencao-a-saude-primaria-pode-tornar-planos-de-saude-mais-acessiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[EAESP Pesquisa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 12:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[atenção primária]]></category>
		<category><![CDATA[FGVsaúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[telemedicina]]></category>
		<category><![CDATA[telessaúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A pandemia de Covid-19 gerou uma sobrecarga nos sistemas de saúde em todo o mundo, somando-se ainda à pressão das despesas com a assistência. Nesse contexto, a Atenção Primária em Saúde (APS) ganha ainda mais importância, já que a modalidade permite um maior acompanhamento dos pacientes e controle dos custos assistenciais. Os apontamentos estão em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/pexels-andrea-piacquadio-3952126-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A pandemia de Covid-19 gerou uma sobrecarga nos sistemas de saúde em todo o mundo, somando-se ainda à pressão das despesas com a assistência. Nesse contexto, a Atenção Primária em Saúde (APS) ganha ainda mais importância, já que a modalidade permite um maior acompanhamento dos pacientes e controle dos custos assistenciais. Os apontamentos estão em relatório exclusivo do Centro de Estudos e Planejamento em Gestão de Saúde da Fundação Getulio Vargas (<a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-estudos-planejamento-e-gestao-saude">FGVsaúde</a>), realizado a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Lançados nesta quarta-feira (17), os <a href="https://www.iess.org.br/cms/rep/APS_relatorio_tecnico.pdf">resultados da publicação</a> serão discutidos em <a href="https://evento.fgv.br/debatesetorsaude_24/">debate </a>promovido pela FGVsaúde, no dia 24 de março.</p>
<p>Segundo os autores do relatório, o maior acompanhamento e o controle dos custos assistenciais poderiam reduzir os desperdícios associados à realização de exames e tratamentos de saúde desnecessários. &#8220;Com a atenção primária, é possível organizar o cuidado em saúde, atendendo as pessoas de maneira longitudinal, possibilitando uma maior adesão aos tratamentos, racionalização do cuidado e melhores resultados clínicos&#8221;, detalha Alberto Ogata, pesquisador da FGVsaúde e um dos autores do relatório.</p>
<p>O relatório descreve desafios e oportunidades para que a atenção primária à saúde possa ganhar escala também no sistema privado. Os resultados foram obtidos por meio de um estudo qualitativo, de entrevistas com 12 gestores de operadoras de saúde apontadas pela Agência Nacional de Saúde (ANS) como experiências inovadoras em seus serviços de APS.</p>
<p>Reconhecida há décadas como uma forma de organizar os atendimentos de saúde, a atenção primária, que costuma ser praticada por um médico da família, ainda não é amplamente adotada por planos e seguros de saúde. Parte da resistência vem dos próprios beneficiários, que associam esse tipo de atendimento a uma visão pejorativa do SUS ou de serviços gratuitos.</p>
<p>&#8220;O envolvimento de um médico da família é, muitas vezes, entendido, de forma equivocada, como um cerceamento da liberdade de escolher o profissional a quem recorrer, mas não é o paciente quem melhor conhece os caminhos das especialidades de atenção secundária e terciária&#8221;, contextualiza José Cechin, superintendente do IESS, que comissionou a pesquisa. Segundo o executivo, a atenção primária é uma forma de assistência à saúde capaz de resolver de 80 a 95% dos casos, o que faz dela um processo mais eficiente, tanto em termos de custo quanto de adequação dos tratamentos.</p>
<p><b>O uso de tecnologias nas consultas médicas</b></p>
<p>Os autores do relatório ainda ressaltam que os recursos de telessaúde, como as consultas por meio da telemedicina, são cruciais para auxiliar no processo de maior adoção da saúde primária para os beneficiários dos planos de saúde. Algumas destas práticas, adotadas durante a pandemia sob um regime de exceção, deveriam ser mantidas mesmo depois de findada a crise sanitária, indicam os autores.</p>
<p>&#8220;A telemedicina é uma ferramenta útil para facilitar o acesso do paciente ao sistema de saúde, mas ela não deve ser confundida com a atenção primária, que envolve pilares como o autocuidado apoiado, o uso de prontuários eletrônicos, a adoção de diretrizes clínicas e a integração com a atenção secundária e terciária, como hospitais e serviços especializados&#8221;, reforça Ogata.</p>
<p>Dentre as sugestões do relatório para que a saúde primária possa ganhar escala também entre os atendimentos de saúde particulares, estão os registros eletrônicos em saúde, a busca ativa de pacientes, a telessaúde, a mudança na gestão das operadoras de planos, os incentivos financeiros e a educação em saúde de forma a envolver desde a liderança até o beneficiário. O gestor precisa estar seguro e acreditar no projeto de atenção primária como um modelo racional que orienta a assistência e organiza a gestão dos planos de saúde, enquanto o beneficiário precisa ser orientado e convencido da eficácia desse método.</p>
<p>“Também é importante ampliar a formação de profissionais especializados, como médicos de família, enfermeiros e agentes comunitários&#8221;, complementa Ogata. José Cechin lembra que o modelo tem foco no acesso e cuidado integral. “Uma maior coordenação dos cuidados tem o potencial de prover mais saúde para as pessoas e auxiliar na redução de custos porque faz uso mais eficiente dos recursos”, explica.</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/maior-atencao-a-saude-primaria-pode-tornar-planos-de-saude-mais-acessiveis/">Maior atenção à saúde primária pode tornar planos de saúde mais acessíveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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