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	<title>Arquivos FGVcemif - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos FGVcemif - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Pesquisa de impacto &#8211; Cripto Ativos para Desenvolvimento</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/videos/pesquisa-de-impacto-cripto-ativos-para-desenvolvimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 13:46:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[criptomoedas]]></category>
		<category><![CDATA[criptomoedas solidárias]]></category>
		<category><![CDATA[FGVcemif]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/criptos-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/criptos-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/criptos-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/criptos-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Nessa série, pesquisadores e pesquisadoras da FGV EAESP relatam projetos que geram impacto social. O primeiro vídeo é dedicado ao uso de Cripto Ativos para Desenvolvimento (CA4D). O objetivo da pesquisa foi criar uma arquitetura blockchain para facilitar moedas sociais no Brasil. Saiba mais em: https://eaesp.fgv.br/centros/centro-estudos-microfinancas-e-inclusao-financeira/projetos/projeto-piloto-criptomoeda-solidaria</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/videos/pesquisa-de-impacto-cripto-ativos-para-desenvolvimento/">Pesquisa de impacto &#8211; Cripto Ativos para Desenvolvimento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/criptos-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/criptos-150x150.png 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/criptos-75x75.png 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/12/criptos-350x350.png 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Nessa série, pesquisadores e pesquisadoras da FGV EAESP relatam projetos que geram impacto social.</p>
<p>O primeiro vídeo é dedicado ao uso de Cripto Ativos para Desenvolvimento (CA4D).</p>
<p>O objetivo da pesquisa foi criar uma arquitetura blockchain para facilitar moedas sociais no Brasil.</p>
<p>Saiba mais em: https://eaesp.fgv.br/centros/centro-estudos-microfinancas-e-inclusao-financeira/projetos/projeto-piloto-criptomoeda-solidaria</p>
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<div class="jeg_video_container jeg_video_content"><iframe title="Pesquisa de Impacto | Cripto Ativos para Desenvolvimento" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/QhOgKiKvbTM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Em 100 dias, Pix é conhecido de quase todos os brasileiros, que se interessaram pela facilidade e rapidez do novo método de pagamento</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/em-100-dias-pix-e-conhecido-de-quase-todos-os-brasileiros-que-se-interessaram-pela-facilidade-e-rapidez-do-novo-metodo-de-pagamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[EAESP Pesquisa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 11:02:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa e conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[FGVcemif]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[pagamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/blake-wisz-Xn5FbEM9564-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/blake-wisz-Xn5FbEM9564-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/blake-wisz-Xn5FbEM9564-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/blake-wisz-Xn5FbEM9564-unsplash-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Foram necessários poucos meses para que o Pix, novo método de pagamento adotado pelo Banco Central do Brasil, caísse no gosto dos brasileiros. Em apenas 100 dias após a sua estreia, completados em fevereiro deste ano, quase todos os brasileiros (98,95%) já ouviram falar do novo método de pagamento e a maioria (77,65%) já havia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/blake-wisz-Xn5FbEM9564-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/blake-wisz-Xn5FbEM9564-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/blake-wisz-Xn5FbEM9564-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/03/blake-wisz-Xn5FbEM9564-unsplash-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><div>Foram necessários poucos meses para que o Pix, novo método de pagamento adotado pelo Banco Central do Brasil, caísse no gosto dos brasileiros. Em apenas 100 dias após a sua estreia, completados em fevereiro deste ano, quase todos os brasileiros (98,95%) já ouviram falar do novo método de pagamento e a maioria (77,65%) já havia cadastrado ao menos uma chave Pix em suas contas bancárias, revela um levantamento feito pelo Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (<a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-estudos-microfinancas-e-inclusao-financeira/sobre">FGVcemif</a>), da FGV EAESP.</div>
<div></div>
<div>O CPF foi a chave Pix favorita para cadastro entre os entrevistados, seguido pelo número de celular, email e chaves numéricas aleatórias. O levantamento, que considerou uma participação expressiva da classe CDE, que representou 75% do total das respostas, também demonstrou que a utilização do Pix se deu especialmente para as transferências entre pessoas físicas (79%) e o pagamento de serviços (55%). A princípio, o custo ainda não é o motivador mais expressivo do uso do Pix. As razões mais citadas para a utilização do novo formato de pagamentos foram a facilidade e a rapidez das transferências.</div>
<div></div>
<div>Com o conhecimento do novo método de pagamento e a maior adoção do Pix pela população brasileira, os próximos desafios estão relacionados com a integração do Pix nas atividades financeiras cotidianas, explica Adrian Kemmer Cernev, um dos autores do estudo. &#8220;Um importante desafio atual é tornar o sistema Pix relevante para todos os agentes econômicos, muito além das instituições ofertantes, como bancos tradicionais, fintechs e outras instituições financeiras&#8221;, pondera. Para o pesquisador, que é professor do FGVcemif, varejo físico e comércio eletrônico ainda precisam avançar na integração dessa nova modalidade de pagamento em seus sistemas.</div>
<div></div>
<div>Confira o <a href="https://eaesp.fgv.br/producao-intelectual/100-dias-pix">estudo</a> na íntegra.</div>
<div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasileiros precisam de mais informações para poder utilizar o PIX, revela pesquisa</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/sem-categoria/brasileiros-precisam-de-mais-informacoes-para-poder-utilizar-o-pix-revela-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 20:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/1_pix_banco_central_capa2019_01-16860-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/1_pix_banco_central_capa2019_01-16860-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/1_pix_banco_central_capa2019_01-16860-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A maioria dos brasileiros conhece o PIX, sistema de pagamento que passou a funcionar no Brasil no último dia 16, mas ainda precisa de mais informações para utilizá-lo. É o que revela pesquisa feita pelo Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (FGVcemif) da FGV EAESP, em parceria com a empresa de pesquisas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/1_pix_banco_central_capa2019_01-16860-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/1_pix_banco_central_capa2019_01-16860-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/1_pix_banco_central_capa2019_01-16860-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A maioria dos brasileiros conhece o PIX, sistema de pagamento que passou a funcionar no Brasil no último dia 16, mas ainda precisa de mais informações para utilizá-lo. É o que revela pesquisa feita pelo Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (<a href="https://cemif.fgv.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGVcemif</a>) da FGV EAESP, em parceria com a empresa de pesquisas de mercado Toluna.</p>
<p>De acordo com o estudo, 92,8% dos entrevistados já ouviram falar do PIX, mas quase metade desse grupo (48,7%) ainda não havia cadastrado chave de uso e mais de um terço deles considera que não tem informações suficientes para utilizá-lo. Entre os que desconheciam o PIX, 47,3% afirmaram que precisam de mais informações e 28% disseram que não usariam esse meio de pagamento no momento, mesmo após uma breve explanação.</p>
<p>A pesquisa foi realizada entre 28 de outubro e 01 de novembro de 2020, alcançando um total de 1.482 respondentes. A amostra entrevistada buscou representar a demografia nacional, observando principalmente distribuição de classes sociais agrupadas (15% de AB e 85% de CDE), gênero (51% mulheres e 49% de homens) e domicílio dos respondentes maiores de 18 anos em todo o país. Foi utilizado um questionário eletrônico com perguntas estruturadas, incluindo um campo para comentários abertos dos respondentes.</p>
<p>As classes C/D/E, que declararam utilizar com menos frequência os meios de pagamento eletrônicos, também apresentam menos conhecimento e confiança no sistema PIX do que as classes A/B. A maioria dos entrevistados das classes A/B (60,42%), por sua vez, já cadastrou as chaves de acesso ao PIX. Tais resultados mostram que ainda são necessárias medidas de inclusão financeira de qualidade, como novos produtos e serviços orientados para pessoas de baixa renda.</p>
<p>Confira o relatório completo:</p>
<p><a href="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Relatório-de-Pesquisa-FGV-Toluna-versão-7.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-801" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Captura-de-Tela-2020-11-19-às-12.27.26-212x300.png" alt="" width="248" height="351" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Captura-de-Tela-2020-11-19-às-12.27.26-212x300.png 212w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Captura-de-Tela-2020-11-19-às-12.27.26.png 523w" sizes="(max-width: 248px) 100vw, 248px" /></a></p>
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		<item>
		<title>Mais invisíveis: cerca de 18 milhões estão de fora do auxílio e de programas do governo, apesar da baixa renda</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/mais-invisiveis-cerca-de-18-milhoes-estao-de-fora-do-auxilio-e-de-programas-do-governo-apesar-da-baixa-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2020 22:05:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia política]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=776</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A parcela de trabalhadores invisíveis, que estão fora do escopo de programas de transferência de renda do governo brasileiro é ainda maior do que os 38 milhões de invisíveis que recebem o auxílio emergencial, mas não constam no Cadastro Único do Governo Federal. Mais de 18 milhões de trabalhadores se somam a eles — são [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/IMG_8026-1819x1024-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A parcela de trabalhadores invisíveis, que estão fora do escopo de programas de transferência de renda do governo brasileiro é ainda maior do que os 38 milhões de invisíveis que recebem o auxílio emergencial, mas não constam no Cadastro Único do Governo Federal. Mais de 18 milhões de trabalhadores se somam a eles — são pessoas que não receberam o auxílio emergencial e nem são beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada, apesar de terem baixa renda.</p>
<p>Esses são os resultados de um levantamento inédito feito pelo Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (<a href="https://cemif.fgv.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGVcemif</a>) da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), que descreve o perfil do trabalhador brasileiro que não recebeu o auxílio emergencial. O relatório foi publicado nesta quinta (12).</p>
<p>Partindo dos dados da última versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, os pesquisadores descreveram as faixas de renda, o gênero e a raça dos trabalhadores que não receberam auxílio emergencial. Eles também levantaram o percentual de trabalhadores informais que recebem até um salário mínimo, numa tentativa de descrever as principais características da informalidade durante a pandemia de Covid-19.</p>
<p>Com relação à renda, 38% dos respondentes da Pnad Covid-19 declararam ter uma renda de, no máximo, salário mínimo. As mulheres (58%) e pessoas que se autodeclaram pretos e pardos (56%) predominam entre os mais pobres, que não receberam o auxílio emergencial. Cerca de 94% destes trabalhadores não recebem Bolsa Família nem o Benefício de Prestação Continuada.</p>
<p>Sobre a informalidade, o estudo aponta que 37% dos trabalhadores informais possuem uma renda que não supera um salário mínimo. Para 14% dos informais, essa renda não supera sequer meio salário mínimo. A maioria (93%) dos informais de renda mensal menor ou igual a um salário mínimo não solicitaram crédito, muito provavelmente porque sabiam que o resultado provável seria negativo, analisam os pesquisadores.</p>
<p>“Enquanto relativamente poucos conseguiram se proteger do vírus trabalhando em casa durante a pandemia, o trabalhador informal enfrentou uma combinação de extensas jornadas de trabalho, baixa remuneração e quase nenhum mecanismo de proteção social”, analisa Lauro Gonzalez, coordenador do estudo.</p>
<p>Para ele, “é necessário redefinir o que chamamos de grupo de invisíveis de forma a incluir quem não recebeu o auxílio emergencial, mas tem renda reduzida”. O fato de não terem que fornecer dados para o auxílio emergencial faz com que essa parcela da população fique de fora do radar do CadÚnico, base de dados para a execução de políticas públicas do governo. “O CadÚnico precisa ser aprimorado para que possa acompanhar a realidade dessas famílias de menor renda de forma mais dinâmica”, complementa Lauro.</p>
<p>Confira o relatório:</p>
<p><a href="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/AENovembroV10.pdf"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-778" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/estudo-fgvcemif-invisiveis-auxilio-emergencial-211x300.png" alt="" width="211" height="300" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/estudo-fgvcemif-invisiveis-auxilio-emergencial-211x300.png 211w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/estudo-fgvcemif-invisiveis-auxilio-emergencial.png 502w" sizes="(max-width: 211px) 100vw, 211px" /></a></p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Bori</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/mais-invisiveis-cerca-de-18-milhoes-estao-de-fora-do-auxilio-e-de-programas-do-governo-apesar-da-baixa-renda/">Mais invisíveis: cerca de 18 milhões estão de fora do auxílio e de programas do governo, apesar da baixa renda</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Invisíveis: 38 milhões poderão ficar sem assistência com o fim do auxílio emergencial</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/invisiveis-38-milhoes-poderao-ficar-sem-assistencia-com-o-fim-do-auxilio-emergencial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 12:03:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Economia política]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/IMG_4196-2015x1134-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/IMG_4196-2015x1134-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/IMG_4196-2015x1134-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/IMG_4196-2015x1134-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Um contingente de 38 milhões de trabalhadores brasileiros que recebeu o auxílio emergencial do governo federal durante a pandemia não está inscrito no Cadastro Único do governo federal e, por isso, não receberá os benefícios do Bolsa Família quando o auxílio emergencial for extinto. Chamados recentemente de “invisíveis” pelo ministro Paulo Guedes, eles representam 61% [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/IMG_4196-2015x1134-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/IMG_4196-2015x1134-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/IMG_4196-2015x1134-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/IMG_4196-2015x1134-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Um contingente de 38 milhões de trabalhadores brasileiros que recebeu o auxílio emergencial do governo federal durante a pandemia não está inscrito no Cadastro Único do governo federal e, por isso, não receberá os benefícios do Bolsa Família quando o auxílio emergencial for extinto. Chamados recentemente de “invisíveis” pelo ministro Paulo Guedes, eles representam 61% dos trabalhadores que receberam auxílio emergencial. Mais da metade desses trabalhadores desempenham atividades informais (64%) e têm um baixo nível de qualificação com, no máximo, ensino fundamental (55%), fatores que os tornam vulneráveis às intempéries do cenário econômico. A análise, de pesquisadores do Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (<a href="https://cemif.fgv.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGVcemif</a>) da FGV EAESP, está em relatório publicado na terça (6).</p>
<p>Para explorar a questão dos trabalhadores “invisíveis” e entender como um futuro cenário de ausência de mecanismos de transferência de renda e de falta de recuperação econômica poderia afetá-los, os pesquisadores trabalharam com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19 de trabalhadores que receberam o auxílio emergencial. Além de descrever as características dos “invisíveis” — que receberam o auxílio, mas não recebem o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) –, os pesquisadores estimaram os efeitos do auxílio emergencial sobre a renda desses trabalhadores e atualizaram estimativas de pesquisas anteriores de efeitos sobre renda de todos os trabalhadores. O governo federal ainda não detalhou como vai inserir esses trabalhadores no programa social Renda Cidadã, anunciado na semana passada (28).</p>
<p>O ganho médio de renda dos trabalhadores “invisíveis” foi semelhante ao ganho de outros tipos de trabalhadores. Dentre os invisíveis, os trabalhadores informais são os que obtêm maior ganho percentual de renda com o auxílio emergencial. No caso das mulheres, o ganho de renda comparado à renda usual anterior à pandemia chega a 52%. Nos homens, o ganho é de 37% comparado à renda anterior.</p>
<p>Apesar de estarem fora do radar do Cadastro Único e, consequentemente, não poderem acessar o principal programa de transferência de renda do governo, a maioria destes trabalhadores (74%) ganha em torno de R$1.254,00 mensais, o que os coloca em uma posição de vulnerabilidade. “O fato de não serem pobres o suficiente os torna inelegíveis para o Bolsa Família, enquanto outros não atendem aos critérios de elegibilidade do Benefício de Prestação Continuada, destinado a pessoas com deficiência ou aposentados. Também temos falhas de implementação do programa e falta de recursos para expansão que causam essa situação de invisibilidade dessas pessoas”, explica o pesquisador Lauro Gonzalez, autor do estudo.</p>
<p>Para Lauro, o auxílio emergencial escancarou a precariedade de parcela relevante do mercado de trabalho no Brasil e mostra a insuficiência do Bolsa Família como programa de transferência de renda social. “Há um contingente de milhões que, embora não recebam o Bolsa Família ou o BPC, possuem fluxos de renda baixos e variáveis, geralmente oriundos de atividades inseridas na economia do ‘bico’”, diz. Para sair desta situação, segundo ele, “é preciso repensar as políticas de transferência de renda e formular programas que levem em consideração as características da baixa renda e suas formas de inserção no mercado de trabalho”.</p>
<p>Confira o estudo na íntegra:</p>
<p><a href="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/Invis%C3%ADveis-38-milhões-ficarão-sem-assistência-com-o-fim-do-aux%C3%ADlio-emergencial_FGVcemif-blog-impacto.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-700" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/relatorio-FGVcemif-invisiveis-auxilio-emergencial-224x300.png" alt="" width="224" height="300" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/relatorio-FGVcemif-invisiveis-auxilio-emergencial-224x300.png 224w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/10/relatorio-FGVcemif-invisiveis-auxilio-emergencial.png 588w" sizes="(max-width: 224px) 100vw, 224px" /></a></p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Bori</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Auxílio emergencial: estudo da FGVcemif aponta cenário de perdas de renda com provável redução do valor</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/sem-categoria/auxilio-emergencial-estudo-da-fgvcemif-aponta-cenario-de-perdas-de-renda-com-provavel-reducao-do-valor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2020 13:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[auxílio emergencial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />A perda de renda de trabalhadores informais pode não ser compensada pelo auxílio emergencial se o novo valor for fixado em R$300 pelo governo federal. Em média, trabalhadores informais que receberem o benefício nesse valor (R$ 300) terão perda de 3% renda, quando comparada à renda pré-pandemia. As estimativas feitas por Lauro Gonzalez, pesquisador do Centro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/49746760146_53501abf1f_k-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>A perda de renda de trabalhadores informais pode não ser compensada pelo auxílio emergencial se o novo valor for fixado em R$300 pelo governo federal. Em média, trabalhadores informais que receberem o benefício nesse valor (R$ 300) terão perda de 3% renda, quando comparada à renda pré-pandemia. As estimativas feitas por Lauro Gonzalez, pesquisador do Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira da Fundação Getulio Vargas (<a href="https://cemif.fgv.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGVcemif</a>) da EAESP, estão publicadas em relatório (confira abaixo).</p>
<p>Os pesquisadores avaliaram os efeitos de redução do auxílio emergencial do governo federal sobre a renda de trabalhadores brasileiros a partir da simulação de dois cenários. No primeiro cenário, o auxílio seria reduzido pela metade — assim, trabalhadores que hoje recebem R$1200 passariam (caso de mulheres chefes de família) a receber R$600, enquanto trabalhadores que recebem R$600 receberiam R$300. No segundo cenário, o valor do auxílio emergencial seria fixado em R$300 para qualquer categoria de trabalhador. Em qualquer um dos cenários, o ganho médio de renda de trabalhadores formais e informais se reduziria, atingindo 9%, caso o Governo Federal optasse pelo primeiro cenário, e de 1%, caso optasse pelo segundo.</p>
<p>Segundo o pesquisador Lauro Gonzalez, “é possível que ocorram alterações significativas nos ganhos de renda a partir das prováveis mudanças no valor do Auxílio Emergencial. Em um cenário no qual o Governo Federal reduza o Auxílio Emergencial para R$300, diversos tipos de trabalho passam a apresentar perda de renda em relação à situação pré-pandemia. Por exemplo, cabelereiros, com redução de 17% na sua renda, motoristas de aplicativos e comerciantes donos de bar, com redução de 12%”.</p>
<p>Os pesquisadores voltaram aos dados do levantamento anterior, feito em julho, e avaliaram que o aumento médio de renda dos trabalhadores incorporando o Auxílio Emergencial passou de 29%, em julho, para 34% em agosto. A perda média de renda, que era de 18% em julho, passou para 14% neste último levantamento. Como apontam no relatório, essa mudança pode ter relação com a ativação de atividades econômicas durante o último mês em algumas regiões brasileiras.</p>
<p>Confira o relatório completo <a href="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/08/Auxilio-Emergencial-Simulação-Redução-FGVcemif.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Bori</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/sem-categoria/auxilio-emergencial-estudo-da-fgvcemif-aponta-cenario-de-perdas-de-renda-com-provavel-reducao-do-valor/">Auxílio emergencial: estudo da FGVcemif aponta cenário de perdas de renda com provável redução do valor</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<title>Para trabalhadores informais, auxílio emergencial representa aumento de 50% na renda mensal</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/para-trabalhadores-informais-auxilio-emergencial-representa-aumento-de-50-na-renda-mensal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2020 13:16:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Os trabalhadores brasileiros tiveram um aumento de 24% na sua renda com o auxílio emergencial do Governo Federal durante a pandemia de Covid-19. No caso de empregados informais (sem carteira assinada), o aumento de renda proporcionado pelo auxílio chega a 50%, passando de uma média de R$1.344 para R$2.016. A análise, feita por pesquisadores do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/49747091652_aadc7f9ff7_k-2047x1152-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Os trabalhadores brasileiros tiveram um aumento de 24% na sua renda com o auxílio emergencial do Governo Federal durante a pandemia de Covid-19. No caso de empregados informais (sem carteira assinada), o aumento de renda proporcionado pelo auxílio chega a 50%, passando de uma média de R$1.344 para R$2.016. A análise, feita por pesquisadores do Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (FGVcemif) da FGV EAESP, mostra que o auxílio conseguiu compensar a perda de renda do trabalhador durante esses meses de pandemia que foi, em média, de 18% se desconsiderado o auxílio.</p>
<p>No levantamento, os pesquisadores estimaram os efeitos negativos da pandemia sobre a renda domiciliar dos brasileiros e avaliaram se o auxílio emergencial de R$ 600 ou R$ 1.200 compensou esses efeitos. Pago, no momento, a cerca de 64 milhões de brasileiros, o auxílio recebeu um total de 104 milhões de solicitações. Os pesquisadores fizeram essas estimativas a partir dos dados coletados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19 realizada em junho de 2020 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), contendo informações de trabalhadores informais e formais que receberam o auxílio emergencial. Para estimar a perda de renda domiciliar em recortes como gênero e escolaridade, os pesquisadores incluíram os desempregados na análise.</p>
<p>Os efeitos do auxílio variam bastante conforme os tipos de trabalho analisados. Cabeleireiros, vendedores ambulantes, motoristas de aplicativos, taxistas e comerciantes estão entre os sete tipos de trabalho mais afetados pela crise econômica, com uma perda de renda superior a 30%. Com o auxílio emergencial, o aumento de renda de auxiliares de agropecuária, empregados domésticos e diaristas, auxiliares de limpeza e agricultores foi superior a 50%. O relatório ainda mostra que os maiores efeitos do auxílio sobre a renda se concentram em estados do Nordeste e Norte do país e na parcela de trabalhadores menos escolarizada. As mulheres também foram mais beneficiadas pelo aumento de renda.</p>
<p>Os dados do estudo mostram que, sem a existência do auxílio emergencial, os empregados informais teriam sido quase 2,5 vezes mais penalizados pela queda da atividade econômica do que empregados formais. Com o auxílio, a renda dos que não possuem carteira assinada chegou a uma média de R$2.016, enquanto a renda dos formais, que era de R$2.031, passou para R$2.640 em média, o que representa um aumento de 30%.</p>
<p>Segundo Lauro Gonzalez, um dos autores do estudo, “o efeito sobre a renda de um auxílio de R$ 600 ou R$ 1200 mostra quão pobre e desigual o Brasil é. Não é que os ganhos de renda tenham sido excessivos com o auxílio; a renda do trabalhador brasileiro é tão baixa que R$ 600 fazem diferença”. Ele considera que o cenário positivo depende do contexto e do modo como o governo federal irá conduzir as políticas econômicas nos próximos meses. “Caso desemprego e perda de renda se aprofundem, os efeitos de aumento de renda pelo auxílio emergencial diminuirão. A indefinição sobre a continuidade de algum tipo de auxílio, sobretudo considerando a política de ajuste fiscal perseguida pelo governo, também pode afetar esse cenário”.</p>
<p>Confira o relatório completo <a href="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/estudo-FGVcemig-auxilio-emergencial-blog-impacto.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Bori</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/para-trabalhadores-informais-auxilio-emergencial-representa-aumento-de-50-na-renda-mensal/">Para trabalhadores informais, auxílio emergencial representa aumento de 50% na renda mensal</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>Segmentação como estratégia para a inclusão financeira das classes C, D e E</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/segmentacao-como-estrategia-para-a-inclusao-financeira-das-classes-c-d-e-e/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2020 22:14:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[FGVcemif]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.impacto.blog.br/?p=523</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/michael-longmire-lhltMGdohc8-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/michael-longmire-lhltMGdohc8-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/michael-longmire-lhltMGdohc8-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/michael-longmire-lhltMGdohc8-unsplash-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Seis em cada dez brasileiros das classes C/D/E têm conta em banco, mas a grande maioria saca todo o dinheiro em uma única transação mensal ou está com a conta inativa. Apenas 7% dessa população usa o banco para mais de uma transação por mês.  Além disso, a taxa de poupança desse público é muito [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/segmentacao-como-estrategia-para-a-inclusao-financeira-das-classes-c-d-e-e/">Segmentação como estratégia para a inclusão financeira das classes C, D e E</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/michael-longmire-lhltMGdohc8-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/michael-longmire-lhltMGdohc8-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/michael-longmire-lhltMGdohc8-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/michael-longmire-lhltMGdohc8-unsplash-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Seis em cada dez brasileiros das classes C/D/E têm conta em banco, mas a grande maioria saca todo o dinheiro em uma única transação mensal ou está com a conta inativa. Apenas 7% dessa população usa o banco para mais de uma transação por mês.  Além disso, a taxa de poupança desse público é muito reduzida, já que apenas 17% tem poupança com valor equivalente a uma renda mensal e destes, 44% guardam o dinheiro em casa. Os resultados são do estudo “Segmentação em inclusão financeira”, realizado pelo Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (<a href="https://pesquisa-eaesp.fgv.br/centros-de-estudos/fgvcemif-centro-de-estudos-em-microfinancas-e-inclusao-financeira" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGVcemif</a>) da FGV EAESP e pela Plano CDE.</p>
<p>A pesquisa realizou 1.500 entrevistas domiciliares em todas as regiões do país, em cidades de pequeno, médio e grande porte, com o objetivo de aprofundar o conhecimento dos diferentes perfis comportamentais das classes C/D/E, compreender suas necessidades e subsidiar estratégias de desenvolvimento de produtos, serviços e projetos de educação financeira adequados para essa população.</p>
<p>O Banco Mundial estima que mais da metade da população mundial adulta, cerca de 2,5 bilhões de pessoas, não tem acesso a serviços financeiros formais. Cerca de 2,2 bilhões das pessoas excluídas são pobres. No Brasil, as classes C/D/E representam hoje 113 milhões de pessoas, ou seja, 57% da população brasileira. Houve visível melhora no acesso a serviços financeiros para esses grupos no país, mas em relação ao uso e à qualidade, os avanços foram menores. Os obstáculos comumente citados para aumento da inclusão financeira dos mais pobres são custos de transação elevados, falta de informação e risco.</p>
<p>A análise das entrevistas quantitativas permitiu identificar três grupos com perfis “puros” distintos de comportamento financeiro nas classes C/D/E: conservadores, desorganizados e planejados. Também foram verificados perfis “mistos”, de pessoas com predominância de algum perfil puro, mas com características de outro. A pesquisa também realizou entrevistas qualitativas com visitas etnográficas para aprofundar o entendimento dos perfis.</p>
<p>A segmentação apontou que, ao contrário dos estereótipos, a grande maioria dessa população tem controle e organização de suas finanças. O estudo traz recomendações de produtos e serviços financeiros específicos que respondam as necessidades e anseios de cada perfil.</p>
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<p>Confira o relatório completo <a href="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/07/segmentacao-inclusao-FGVcemif.pdf"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Na pandemia, demanda de crédito de micro e pequenas empresas será 75% maior do que o concedido em 2019</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/na-pandemia-demanda-de-credito-de-micro-e-pequenas-empresas-sera-75-maior-do-que-o-concedido-em-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2020 15:46:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade e finanças]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[FGVcemif]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/06/masarath-alkhaili-HCUO3S2sPyA-unsplash-scaled-1919x1080-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/06/masarath-alkhaili-HCUO3S2sPyA-unsplash-scaled-1919x1080-1-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/06/masarath-alkhaili-HCUO3S2sPyA-unsplash-scaled-1919x1080-1-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/06/masarath-alkhaili-HCUO3S2sPyA-unsplash-scaled-1919x1080-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />No Brasil, a pandemia do novo coronavírus provocou forte queda nas vendas dos microempreendedores individuais (MEI), das microempresas (ME) e das empresas de pequeno porte (EPP), o que compromete o financiamento do capital de giro dessas empresas. Diante desse cenário, cresce a demanda por crédito justamente num momento em que o sistema financeiro também reduz [&#8230;]</p>
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<p>Para chegar nesse valor, os pesquisadores usaram dados públicos de fontes como Sebrae, FGV e IBGE, além de estudos anteriores sobre o tema, e mapearam os tipos de empresas (9,8 milhões de MEIs, 6,6 milhões de MEs e 900 mil EPPs) e os setores econômicos nos quais elas atuam, como comércio varejista (28,5% do total), indústria de transformação (9,6%), alimentação (9%) e serviços pessoais (8,5%). A partir daí, estimaram o faturamento das empresas por setor e a queda média desse faturamento por conta da epidemia.</p>
<p>A estimativa do crédito necessário para financiar o capital de giro das empresas levou em consideração que a necessidade de investimento em capital de giro de cada setor é diferente, variando conforme suas características operacionais. Com base em estudos de economias emergentes, essas necessidades foram classificadas em três faixas: alta (30% do faturamento), média (20% do faturamento) e baixa (15% do faturamento). Por fim, esses dados foram cruzados com a queda de faturamento de cada setor. Considerando o total de 17,3 milhões de empresas, chegou-se a uma demanda de crédito da ordem de R$ 472 bilhões que, subtraída dos R$ 270 bilhões concedidos pelo sistema financeiro em 2019, tem-se a demanda não atendida de R$ 202 bilhões. Isso significa um aumento de 75% na demanda de crédito.</p>
<p>A análise foi ampliada para outros dois cenários – um otimista, no qual todos os setores têm queda de faturamento 10% menor do que a estimada inicialmente (cenário-base), o que produziria uma demanda não atendida de R$ 116 bilhões; e um cenário pessimista, em que os setores registram uma queda de faturamento 10% maior em relação ao cenário-base, aumentando a lacuna para R$ 289 bilhões. Outra simulação foi realizada, levando em conta os dados dos três primeiros meses da pandemia (março, abril e maio de 2020). Somente nos três meses, a demanda não atendida ficaria em R$ 57 bilhões, variando de R$ 35 bilhões a R$ 79 bilhões, de acordo o cenário mais otimista ou mais pessimista.</p>
<p>Segundo Lauro Gonzalez, coordenador do FGVcemif (Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira da Fundação Getulio Vargas) e um dos autores do estudo, as empresas de pequeno porte, sobretudo MEIs e microempresas, já sofriam com a falta de crédito em condições normais de mercado, o que foi agravado agora. “O crédito é importante para essas empresas resistirem, pois elas podem se ajustar fazendo demissões, o que aumenta o desemprego num momento já de crise e recessão”. Ele aponta que o crédito tem um efeito direto de tentar preservar a maior quantidade possível de empresas no país, mas também um efeito indireto de mitigar os impactos socioeconômicos negativos sobre o emprego e a renda. “Estamos falando muitas vezes de uma pessoa que vive daquela empresa e que tem um ou dois empregados. A sobrevivência dessa empresa significa a sobrevivência do próprio fluxo de renda dessa pessoa e dos seus funcionários”.</p>
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<p>Confira o relatório completo <a href="https://eaesp.fgv.br/sites/eaesp.fgv.br/files/u676/artigo_sebraefinalv10.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Bori</a></em></p>
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