• Sobre o Blog Impacto
  • FGV EAESP
  • FGV EAESP Pesquisa
  • Acontece
    • Notícias
    • Eventos
  • Para alunos
    • Serviços para alunos
    • Comunidade FGV
  • Para candidatos
  • Para empresas
    • Soluções para empresas
    • Clube de parceiros FGV
  • Alumni
  • Contato
Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa
  • Adm. de empresas
  • Adm. pública
  • Notícias
  • Colunas
    • Blog Impacto
    • Blog Gestão e Negócios
  • Vídeos
  • Podcast
Nenhum resultado
Ver todos os recultados
Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa
Home Administração pública

Invisíveis: 38 milhões poderão ficar sem assistência com o fim do auxílio emergencial

6 de outubro de 2020
Invisíveis: 38 milhões poderão ficar sem assistência com o fim do auxílio emergencial

FOTO: ROBERTO PARIZOTTI / FOTOS PÚBLICAS

Resumo da pesquisa

  • Pesquisa do FGVcemif descreve grupo de trabalhadores “invisíveis” que recebe auxílio emergencial
  • Renda usual de 74% desses trabalhadores não excede R$1.254 mensais
  • Com auxílio emergencial, ganho médio dos trabalhadores invisíveis foi de 38%

Pesquisador(es):

Lauro Gonzalez, Bruno Barreira, Leonardo José Pereira

Um contingente de 38 milhões de trabalhadores brasileiros que recebeu o auxílio emergencial do governo federal durante a pandemia não está inscrito no Cadastro Único do governo federal e, por isso, não receberá os benefícios do Bolsa Família quando o auxílio emergencial for extinto. Chamados recentemente de “invisíveis” pelo ministro Paulo Guedes, eles representam 61% dos trabalhadores que receberam auxílio emergencial. Mais da metade desses trabalhadores desempenham atividades informais (64%) e têm um baixo nível de qualificação com, no máximo, ensino fundamental (55%), fatores que os tornam vulneráveis às intempéries do cenário econômico. A análise, de pesquisadores do Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (FGVcemif) da FGV EAESP, está em relatório publicado na terça (6).

Para explorar a questão dos trabalhadores “invisíveis” e entender como um futuro cenário de ausência de mecanismos de transferência de renda e de falta de recuperação econômica poderia afetá-los, os pesquisadores trabalharam com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19 de trabalhadores que receberam o auxílio emergencial. Além de descrever as características dos “invisíveis” — que receberam o auxílio, mas não recebem o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) –, os pesquisadores estimaram os efeitos do auxílio emergencial sobre a renda desses trabalhadores e atualizaram estimativas de pesquisas anteriores de efeitos sobre renda de todos os trabalhadores. O governo federal ainda não detalhou como vai inserir esses trabalhadores no programa social Renda Cidadã, anunciado na semana passada (28).

Conteúdorelacionado

Enfrentando o futuro incerto: aprendizado e colaboração em tempos de crise

O que a pandemia ensinou sobre Trabalho Remoto

Pesquisa de impacto – Cripto Ativos para Desenvolvimento

O ganho médio de renda dos trabalhadores “invisíveis” foi semelhante ao ganho de outros tipos de trabalhadores. Dentre os invisíveis, os trabalhadores informais são os que obtêm maior ganho percentual de renda com o auxílio emergencial. No caso das mulheres, o ganho de renda comparado à renda usual anterior à pandemia chega a 52%. Nos homens, o ganho é de 37% comparado à renda anterior.

Apesar de estarem fora do radar do Cadastro Único e, consequentemente, não poderem acessar o principal programa de transferência de renda do governo, a maioria destes trabalhadores (74%) ganha em torno de R$1.254,00 mensais, o que os coloca em uma posição de vulnerabilidade. “O fato de não serem pobres o suficiente os torna inelegíveis para o Bolsa Família, enquanto outros não atendem aos critérios de elegibilidade do Benefício de Prestação Continuada, destinado a pessoas com deficiência ou aposentados. Também temos falhas de implementação do programa e falta de recursos para expansão que causam essa situação de invisibilidade dessas pessoas”, explica o pesquisador Lauro Gonzalez, autor do estudo.

Para Lauro, o auxílio emergencial escancarou a precariedade de parcela relevante do mercado de trabalho no Brasil e mostra a insuficiência do Bolsa Família como programa de transferência de renda social. “Há um contingente de milhões que, embora não recebam o Bolsa Família ou o BPC, possuem fluxos de renda baixos e variáveis, geralmente oriundos de atividades inseridas na economia do ‘bico’”, diz. Para sair desta situação, segundo ele, “é preciso repensar as políticas de transferência de renda e formular programas que levem em consideração as características da baixa renda e suas formas de inserção no mercado de trabalho”.

Confira o estudo na íntegra:

Fonte: Agência Bori

 

Tags: auxílio emergencialBolsa FamíliaFGVcemifinvisíveispandemiatrabalho informal
CompartilharTweetarCompartilharEnviar

Conteúdo relacionado

Enfrentando o futuro incerto: aprendizado e colaboração em tempos de crise
Administração de empresas

Enfrentando o futuro incerto: aprendizado e colaboração em tempos de crise

10 de julho de 2024
O que a pandemia ensinou sobre Trabalho Remoto
Administração de empresas

O que a pandemia ensinou sobre Trabalho Remoto

3 de abril de 2024
Pesquisa de impacto – Cripto Ativos para Desenvolvimento
Vídeos

Pesquisa de impacto – Cripto Ativos para Desenvolvimento

21 de dezembro de 2023

Conteúdo recente

Ilustração representa o orçamento secreto e as emendas parlamentares, com destaque para documentos orçamentários, dinheiro público e símbolos de transparência e fiscalização.

Pesquisa analisa evolução das regras orçamentárias e explica a racionalidade por detrás do orçamento secreto e das emendas PIX

17 de agosto de 2026
Sustentabilidade Subiu ao CORE da Estratégia

Sustentabilidade Subiu ao CORE da Estratégia

16 de agosto de 2026
Liderança estratégica em equipes com executivos reunidos discutindo estratégias e decisões conjuntas

Por que desenvolver líderes individualmente pode não ser suficiente para transformar uma empresa

14 de agosto de 2026

Mais lidos

Eleitorados sintéticos: uma ferramenta de marketing político que ainda fará parte de sua campanha

Eleitorados sintéticos: uma ferramenta de marketing político que ainda fará parte de sua campanha

3 de agosto de 2026
FGV EAESP lança Relatório de Impacto 2025/2026

FGV EAESP lança Relatório de Impacto 2025/2026

1 de julho de 2026
A batalha quixotesca da saúde no Brasil: por que combatemos sintomas e ignoramos as causas da corrupção

A batalha quixotesca da saúde no Brasil: por que combatemos sintomas e ignoramos as causas da corrupção

2 de julho de 2026
Servidores públicos discutindo estratégias de resistência a pressões antidemocráticas em ambiente institucional

Como servidores públicos podem proteger a democracia por dentro das organizações

15 de julho de 2026
: Pesquisadores analisando dados de pesquisa experimental para melhorar políticas públicas e decisões na administração pública.

Pesquisa experimental fortalece decisões baseadas em evidências na Administração Pública

16 de julho de 2026
Fintechs socioambientais usam tecnologia digital para promover inclusão financeira e impacto sustentável em comunidades

Fintechs socioambientais: como a tecnologia pode ampliar a inclusão financeira e gerar impacto sustentável

22 de julho de 2026

Tags

administração pública bem estar consumo coronavírus corrupção covid-19 desenvolvimento sustentável diversidade educação empreendedorismo empresas ESG Estratégia FGV EAESP finanças gestão gestão de saúde gestão pública gênero inovação Inteligência Artificial liderança marketing mulheres Notícias internas ODS 3 ODS3 ODS 4 ODS 8 ODS 9 ODS 10 ODS 12 ODS 16 organizações pandemia política pública políticas públicas saúde saúde de qualidade saúde pública supply chain SUS sustentabilidade trabalho transparência
#podcast Impacto: A relação entre autonomia e desempenho de Defensorias Públicas na América Latina

Podcast Impacto

30 Episode
Subscribe
  • Add to Queue
  • Share
    Facebook Twitter Linked In WhatsApp

  • Add to Queue
  • Share
    Facebook Twitter Linked In WhatsApp

Ativismo corporativo: quando o posicionamento das empresas gera apoio e rejeição

6 de abril de 2026
  • Add to Queue
  • Share
    Facebook Twitter Linked In WhatsApp

#PodcastImpacto – Urbanismo feminista: o caso de Barcelona

16 de setembro de 2025
  • Add to Queue
  • Share
    Facebook Twitter Linked In WhatsApp

#PodcastImpacto: Agentes prisionais e emoções no trabalho

18 de agosto de 2025
  • Add to Queue
  • Share
    Facebook Twitter Linked In WhatsApp

#PodcastImpacto: Eficiência e acesso em saúde: o que podemos aprender com sistemas universais em países em desenvolvimento?

11 de julho de 2025
  • Add to Queue
  • Share
    Facebook Twitter Linked In WhatsApp

#PodcastImpacto: Como a gestão municipal pode reduzir desigualdades educacionais?

12 de junho de 2025
Disseminação do conhecimento
Catálogo dos Centros de Estudos

As manifestações expressas por integrantes dos quadros da Fundação Getulio Vargas, nas quais constem a sua identificação como tais, em artigos e entrevistas publicados nos meios de comunicação em geral, representam exclusivamente as opiniões dos seus autores e não, necessariamente, a posição institucional da FGV. Portaria FGV Nº19

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Nenhum resultado
Ver todos os recultados
  • Adm. de empresas
  • Adm. pública
  • Notícias
  • Colunas
    • Blog Impacto
    • Blog Gestão e Negócios
  • Vídeos
  • Podcast

-
00:00
00:00

Queue

Update Required Flash plugin
-
00:00
00:00