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	<title>Arquivos indústria - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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	<description>O Blog Impacto é uma iniciativa da FGV EAESP Pesquisa para disseminar o conhecimento produzido na instituição.</description>
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	<title>Arquivos indústria - Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</title>
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		<title>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável contribuem para produção de conhecimento sobre negócios</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-contribuem-para-producao-de-conhecimento-sobre-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 16:03:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo e Produção Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-akil-mazumder-1072824-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-akil-mazumder-1072824-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-akil-mazumder-1072824-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-akil-mazumder-1072824-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-akil-mazumder-1072824-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para o desenvolvimento global até 2030, quatro se destacam nas pesquisas sobre negócios internacionais: Trabalho Digno e Crescimento Econômico (ODS 8), Indústria, Inovação e Infraestruturas (ODS 9), Redução da Desigualdade (ODS 10) e Consumo e Produção Sustentáveis (ODS 12). Os apontamentos são de artigo com participação da pesquisadora [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-akil-mazumder-1072824-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-akil-mazumder-1072824-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-akil-mazumder-1072824-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-akil-mazumder-1072824-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2023/01/pexels-akil-mazumder-1072824-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para o desenvolvimento global até 2030, quatro se destacam nas pesquisas sobre negócios internacionais: Trabalho Digno e Crescimento Econômico (ODS 8), Indústria, Inovação e Infraestruturas (ODS 9), Redução da Desigualdade (ODS 10) e Consumo e Produção Sustentáveis (ODS 12). Os apontamentos são de artigo com participação da pesquisadora da FGV EAESP Luciana Marques Vieira publicado na revista “Critical Perspectives on International Business”.</p>
<p>O trabalho mapeia palavras-chave relativas aos ODS em nove periódicos de negócios internacionais entre 2000, ano de assinatura da Declaração do Milênio das Nações Unidas, e abril de 2022. A busca resultou em quase 3 mil artigos que podem ser conectados a, pelo menos, um dos objetivos.</p>
<p>O artigo destaca a <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-de-empresas/sustentabilidade/liderancas-comprometidas-com-agenda-esg-podem-estimular-transformacao-em-escolas-de-negocios/">contribuição dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a> para a produção de conhecimento sobre as necessárias mudanças institucionais por que passam as empresas multinacionais diante dos desafios globais da sustentabilidade. Antes do lançamento dos objetivos pela Organização das Nações Unidas em 2015, pesquisas que integrassem aspectos sociais e ambientais com temas econômicos eram mais recorrentes entre pesquisadores individuais, apontam os autores.</p>
<p>Já a ampla adesão aos ODS por governos, empresas e sociedade civil tem reforçado uma mudança de paradigma. O artigo identifica contribuições valiosas entre as produções acadêmicas publicadas em periódicos mais jovens e com classificação inferior na área de negócios internacionais. Portanto, alertam os pesquisadores, é interessante que periódicos mais tradicionais e bem classificados abram espaço para uma perspectiva mais integrada sobre sustentabilidade, com aportes das ciências sociais, por exemplo.</p>
<p><a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/cpoib-05-2022-0059/full/html">Confira o artigo na íntegra</a></p>
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		<title>Cooperação entre Brasil e Moçambique levou país africano a repensar decisões de saúde pública sobre fabricação de medicamentos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/cooperacao-entre-brasil-e-mocambique-levou-pais-africano-a-repensar-decisoes-de-saude-publica-sobre-fabricacao-de-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Bori]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Oct 2021 12:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[fabricação]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tutela do Estado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-350x350.jpg 350w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Parcerias entre países do hemisfério sul em projetos de saúde podem gerar reflexões com potencial de alterar questões estruturais, mostra um estudo realizado por uma pesquisadora da FGV EAESP. Ao analisar as estratégias discursivas e o conflito político entre Moçambique e Brasil diante das decisões sobre a melhor forma de implementar uma fábrica de medicamentos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-75x75.jpg 75w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2021/10/pexels-karolina-grabowska-4040568-350x350.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Parcerias entre países do hemisfério sul em projetos de saúde podem gerar reflexões com potencial de alterar questões estruturais, mostra um estudo realizado por uma pesquisadora da FGV EAESP. Ao analisar as estratégias discursivas e o conflito político entre Moçambique e Brasil diante das decisões sobre a melhor forma de implementar uma fábrica de medicamentos, a pesquisadora apontou que as divergências de visões levaram a reflexões. &#8220;O Brasil queria privilegiar o Estado na governança da fábrica de medicamentos, e Moçambique, num certo ponto, precisava atrair capital externo ou interno, e pensou até em privatizar a fábrica&#8221;, resume a pesquisadora.</p>
<p>Após algumas negociações, os dois governos chegaram a um consenso sobre o destino da fábrica, mantendo-a sob a tutela do Estado, mas com abertura na bolsa de valores para a atração de 35% de capital privado. &#8220;Considero essa mudança de entendimento, segundo o qual a fábrica é vista como uma ferramenta essencial para o Estado moçambicano, como uma mudança estrutural&#8221;, aponta Achcar.</p>
<p>A partir de uma metodologia qualitativa, que realizou diversas entrevistas com <em>stakeholders</em> moçambicanos, a pesquisa aponta que Moçambique mudou seu entendimento geral sobre a fábrica, sobre quem deveria gerenciá-la, seu papel na saúde pública e a importância dela para a soberania do país, ficando mais alinhada ao entendimento da brasileira Fiocruz, principal agência governamental envolvida no projeto.</p>
<p>&#8220;Isso não quer dizer que Moçambique abandonou a ideia de privatização, ou que seu entendimento sobre o setor de saúde se alinhou completamente ao do Brasil. Mas houve, sim, um alinhamento entre os diversos <em>stakeholders</em> dos dois países&#8221;, conclui a pesquisadora.</p>
<p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0305750X21002941?dgcid=author">Confira o artigo sobre esta pesquisa na íntegra</a></p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/administracao-publica/cooperacao-entre-brasil-e-mocambique-levou-pais-africano-a-repensar-decisoes-de-saude-publica-sobre-fabricacao-de-medicamentos/">Cooperação entre Brasil e Moçambique levou país africano a repensar decisões de saúde pública sobre fabricação de medicamentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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		<item>
		<title>Indústria de moda ultrarrápida apresenta vantagens com maior agilidade na cadeia de suprimentos</title>
		<link>https://www.impacto.blog.br/sem-categoria/industria-de-moda-ultrarrapida-apresenta-vantagens-com-maior-agilidade-na-cadeia-de-suprimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Morales]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 12:15:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Administração de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de operações e logística]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" />Há um rápido surgimento de novas startups que se autodenominam ultrarrápidas no mercado da moda. Os recém-chegados que desejam adotar o modelo de negócios deste novo segmento precisam desenvolver capacidades tecnológicas que permitam uma maior rapidez na gestão da sua cadeia de suprimentos para enfrentar os desafios desse mercado competitivo. Os resultados são de estudo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.impacto.blog.br/sem-categoria/industria-de-moda-ultrarrapida-apresenta-vantagens-com-maior-agilidade-na-cadeia-de-suprimentos/">Indústria de moda ultrarrápida apresenta vantagens com maior agilidade na cadeia de suprimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.impacto.blog.br">Blog Impacto - FGV EAESP Pesquisa</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-150x150.jpg 150w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-700x700.jpg 700w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/artificial-photography-vB5qtt8X4NA-unsplash-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Há um rápido surgimento de novas startups que se autodenominam ultrarrápidas no mercado da moda. Os recém-chegados que desejam adotar o modelo de negócios deste novo segmento precisam desenvolver capacidades tecnológicas que permitam uma maior rapidez na gestão da sua cadeia de suprimentos para enfrentar os desafios desse mercado competitivo. Os resultados são de estudo realizado por pesquisadores da FGV EAESP publicados na revista “International Journal of Retail &amp; Distribution Management”.</p>
<p>A pesquisa, que analisou as principais diferenças estratégicas entre a gestão da cadeia de suprimentos de moda rápida e ultrarrápida, utilizou uma abordagem qualitativa, por meio de análise documental e entrevistas em profundidade com especialistas do setor.</p>
<p>De acordo com o estudo, a moda ultrarrápida difere em termos de agilidade nas seguintes estratégias de cadeia de suprimentos: evita qualquer excesso de estoque, concentra-se na fabricação local, produz sob demanda e apresenta prazos de entrega mais curtos &#8212; de alguns dias a uma semana &#8212; com uma combinação de estratégias de cadeia de suprimentos ágeis, enxutas e responsivas.</p>
<p>“A indústria da moda é dinâmica e requer inovações constantes. O modelo de negócio de moda ultrarrápida usa a tecnologia como uma capacidade essencial para se relacionar com o consumidor e conectar os fornecedores da cadeia de suprimentos, possibilitando maior colaboração para eliminar desperdícios e aumentar a agilidade para responder rapidamente a demanda”, afirma Susana Carla Farias Pereira, professora da FGV EAESP, coordenadora do Centro de Inovação (<a href="https://eaesp.fgv.br/centros/centro-inovacao" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FGVin</a>) e autora do estudo.</p>
<p>Como implicação prática na indústria, a moda ultrarrápida pode impactar os varejistas de moda rápida para que movam parcialmente seus modelos de negócios e operações para uma abordagem ultrarrápida. Isso porque os varejistas de <em>fast fashion</em> que desejam acelerar seus processos de produção precisam lançar mais coleções semanais para atender os consumidores mais preocupados com a moda.</p>
<p>Confira o estudo:</p>
<p><a href="https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/IJRDM-04-2019-0133/full/html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-783" src="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Captura-de-Tela-2020-11-13-às-09.00.24-300x79.png" alt="" width="353" height="93" srcset="https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Captura-de-Tela-2020-11-13-às-09.00.24-300x79.png 300w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Captura-de-Tela-2020-11-13-às-09.00.24-1024x269.png 1024w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Captura-de-Tela-2020-11-13-às-09.00.24-768x201.png 768w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Captura-de-Tela-2020-11-13-às-09.00.24-750x197.png 750w, https://www.impacto.blog.br/wp-content/uploads/2020/11/Captura-de-Tela-2020-11-13-às-09.00.24.png 1136w" sizes="(max-width: 353px) 100vw, 353px" /></a></p>
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